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	<title>Arquivos mulheres do trc &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos mulheres do trc &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Quantas mulheres cabem dentro de uma única mulher?</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/quantas-mulheres-cabem-dentro-de-uma-unica-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 14:44:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 86]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres do trc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a reflexão é sobre superar desafios e abraçar as múltiplas versões de si mesma</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/quantas-mulheres-cabem-dentro-de-uma-unica-mulher/">Quantas mulheres cabem dentro de uma única mulher?</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Por Aline Maciel</p>
<p><em>Quando a reflexão é sobre superar desafios e abraçar as múltiplas versões de si mesma</em></p>
<p>A pressão para que as mulheres escolham apenas um papel na vida (mãe, profissional ou esposa) ainda é realidade. Em contraponto a essa ideia, um bate-papo online promovido pelo Vez &amp; Voz propôs uma reflexão sobre a multiplicidade feminina, o autoconhecimento e os desafios de conciliar diferentes identidades sem carregar o peso da culpa.</p>
<p>A palestra foi conduzida por Jaciará Novaes, mentora e terapeuta, que destacou como, historicamente, as mulheres foram ensinadas a ocupar espaços limitados.</p>
<p>“A vida inteira fomos aconselhadas a caber apenas em determinado lugar. Existe até um ditado muito conhecido: sorte no jogo, azar no amor. Como se ter as duas coisas fosse proibido”, afirmou.</p>
<p>Segundo ela, muitas mulheres carregam a culpa por desejarem ser mais de uma coisa, quando, na verdade, a pluralidade faz parte da essência feminina.</p>
<p>Durante o bate-papo, a especialista abordou os impactos de tentar corresponder às expectativas alheias. Para ela, esse comportamento pode levar a relações desiguais, à perda da identidade e até à permanência em relacionamentos abusivos.</p>
<p>“Há mulheres que já abandonaram sonhos e planos e não sabem mais quantas versões existem dentro de si. Viver pela expectativa do outro é corrosivo e extremamente exaustivo”, ressaltou.</p>
<p>Novaes comparou esse processo a um copo que recebe pequenas gotas diariamente até transbordar. O resultado, segundo ela, costuma aparecer na forma de esgotamento emocional, doenças físicas e comportamentos compensatórios que comprometem a qualidade de vida.</p>
<p>A palestrante também chamou atenção para a sobrecarga constante enfrentada por muitas mulheres, que frequentemente ignoram seus próprios limites.</p>
<p>“Elas carregam tanto peso por tanto tempo que chega um momento em que o corpo simplesmente para. Surgem o <em>burnout</em>, a depressão ou até vícios utilizados como forma de compensar a insatisfação”, observou.</p>
<p>Outro ponto discutido foi a cultura da produtividade excessiva. De acordo com Novaes, muitas mulheres foram condicionadas a acreditar que trabalhar sem parar é sinônimo de sucesso.</p>
<p>“O que não é verdade. E, quando descansam, mesmo que de forma forçada, sentem culpa. A culpa, assim como a vitimização, paralisa”, destacou.</p>
<p><strong>Identidade </strong></p>
<p>Outro ponto defendido pela mentora é que a gente vive o que acredita que merece viver. Para ilustrar seu argumento, Novaes apresenta dois contos da literatura infantil para ilustrar a perda de identidade e o conformismo.</p>
<p>Ao citar Branca de Neve, que perdeu a mãe, ela destacou a importância de manter a própria identidade mesmo diante das adversidades. Em contraste, utilizou a figura da madrasta que perguntava ao espelho ‘quem era a mais bela do reino’, representando os riscos de buscar constantemente validação externa.</p>
<p>“Quem nos tornamos quando algo não sai como planejado? Isso tem tudo a ver com identidade. Quem você se tornou para sobreviver e quem você nasceu para ser?”, questionou.</p>
<p>Já a personagem Alice, de <em>Alice no País das Maravilhas</em>, foi usada para reforçar a importância de ter clareza sobre os próprios objetivos.</p>
<p>“Quando Alice está conversando com o Gato, ela pergunta: — Para que lado vamos? Ele responde: — Não sei, tanto faz. Se você não sabe para onde vai, qualquer lugar vai te servir”, acrescenta.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Mudança de vida</strong></p>
<p>Novaes também compartilhou experiências pessoais marcadas por desafios profundos. Entre eles, uma perda gestacional, o abandono do parceiro durante a gravidez e depois um processo de divórcio traumático. Esses acontecimentos desencadearam um período de intensa fragilidade emocional, seguido pelo surgimento de problemas de saúde.</p>
<p>“Esse é o meu lado B, o que as pessoas não veem nas redes sociais. Houve um momento em que eu estava extremamente machucada, confusa e sem saber quem realmente era”, relatou.</p>
<p>A partir desse processo, a palestrante desenvolveu o que chama de método MAPA, um acrônimo para Maturidade, Autonomia, Poder e Ativação. Sendo que:</p>
<p><strong>&#8211; M</strong>aturidade está relacionada à autorresponsabilidade.</p>
<p><strong>&#8211; A</strong>utonomia consiste em viver de acordo com as próprias crenças e valores.</p>
<p><strong>&#8211; P</strong>oder representa a coragem necessária para agir e promover mudanças.</p>
<p><strong>&#8211; A</strong>tivação significa olhar para a vida com mais atenção, restaurando relações desgastadas e fortalecendo projetos pessoais.</p>
<p>Como exemplo prático dessa transformação, Novaes citou decisões importantes tomadas ao longo de sua jornada de vida, como pedir exoneração de um concurso público, abrir uma empresa, reorganizar a vida espiritual, melhorar a saúde física e realizar palestras.</p>
<p>“Uma das coisas mais importantes que aprendi foi: não dê acesso a quem não te dá destino. Quando entendemos isso, passamos a ocupar uma nova versão de nós mesmas”, afirmou.</p>
<p><strong>Infinitas versões de uma mulher</strong></p>
<p>Ao final do encontro, Novaes retomou a pergunta que deu título à palestra: quantas mulheres cabem dentro de uma mulher?</p>
<p>A resposta veio sem hesitação.</p>
<p>“Cabem infinitas mulheres dentro de você. A questão é: qual delas você escolhe alimentar? Durante muito tempo deixei governarem a minha vida a mulher irritada, procrastinadora e aquela que aceitava migalhas. Essas versões continuam existindo, mas hoje entendo ser minha responsabilidade decidir que terá força dentro de mim a bem-humorada, proativa e sonhadora.”</p>
<p>Para a palestrante, o sofrimento não precisa ser permanente. Quando a mulher reconhece e aceita todas as suas versões, deixa de pedir permissão para existir e passa a ocupar seu espaço de forma mais autêntica.</p>
<p>“Escolham viver com mais coragem e comprometimento com a vida. E aquelas que deixaram de fazer planos, permitam-se sonhar novamente”, concluiu.</p></div>
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		<title>Quem são as mulheres do TRC?</title>
		<link>https://setcesp.org.br/blog-setcesp/quem-sao-as-mulheres-do-trc-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Mar 2025 19:53:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 81]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres do trc]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa apresenta o perfil das profissionais que trabalham no transporte rodoviário de cargas</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Pesquisa apresenta o perfil das profissionais que trabalham no TRC (transporte rodoviário de cargas)</em></p>
<p>Um dia antes da data em que se comemora o Dia Internacional das Mulheres – 8 de março – recebemos na redação do SETCESP os dados da mais recente pesquisa ‘Mulheres no TRC’, realizada no fim do ano passado, e que busca traçar o perfil de quem são as profissionais que trabalham no setor.</p>
<p>A <a href="https://www.vezevoz.org/post/mulheresnotrc" target="_blank" rel="noopener">primeira pesquisa</a>, nestes mesmos moldes, foi realizada em 2020, quando o <a href="https://www.vezevoz.org/" target="_blank" rel="noopener">Vez &amp; Voz</a> ainda era só uma ideia, conforme contou a coordenadora do Movimento, Camila Florencio, com quem conversamos na sequência.</p>
<p>Ela explicou que o novo levantamento foi realizado para avaliar também se as mulheres que trabalham no setor de transporte tiveram a percepção de um ambiente mais inclusivo nos últimos anos.  Entretanto, a atual pesquisa, revelou uma redução da confiança das profissionais sobre as oportunidades de crescimento, em comparação à análise anterior.</p>
<p>“Este é um fato curioso, pois nos últimos tempos falado muito sobre a temática da equidade de gênero e essa também tem sido uma pauta do Governo Federal, inclusive, com legislações específicas que coíbem a discriminação e incentivam a igualdade de oportunidade e remuneração”, contou a coordenadora.</p>
<p>Em 2020, as mulheres que desejavam alcançar uma posição maior no TRC eram 91%, em 2024 foram 82%. As que confiavam que isso aconteceria eram 77%, quatro anos depois, o índice caiu para 73% e, aquelas que se sentiam preparadas para este avanço na carreira, eram 79%, agora elas são 70%.</p>
<p>Menos da metade das entrevistadas na última pesquisa acredita que o transporte rodoviário tem oportunidades de trabalho iguais para homens e mulheres.</p>
<p>“Atribuo a redução da confiança ao ambiente extremamente desafiador que as empresas estão enfrentando em termos econômicos, que gera insegurança com relação ao futuro. Esse clima afeta a todos. Portanto, vejo estes dados de forma até natural. Certamente, recuperaremos isso a medida que a economia dê sinais de melhora”, declarou Ana Jarrouge, idealizadora do movimento Vez &amp; Voz e presidente executiva do SETCESP, com quem nossa reportagem também conversou.</p>
<p>Outro dado importante que converge com esta redução da confiança no setor é que 45% das mulheres estão há menos de 5 anos no TRC. “Ou seja, são profissionais que ainda têm grande potencial de desenvolvimento e crescimento, porém, se não tivermos oportunidades, perderemos estes talentos para outros setores econômicos”, disse Florencio.</p>
<h3>Mais capacitadas</h3>
<p>Na contramão de um cenário reticente, 69% das entrevistadas nesta edição apontaram que receberam a oportunidade de se capacitar e 43% possuem pós-graduação ou MBA, isto demonstra claramente, segundo Jarrouge, que as mulheres estão se qualificando.</p>
<p>“Sem dúvida, este é um ponto a comemorar”, fala a idealizadora do movimento, embora reconheça que a liderança feminina existente hoje, esteja muito presente nos níveis táticos — como para analistas, assistentes e auxiliares. Em posições mais estratégicas — como supervisores, gerentes e diretores, as lideranças são predominantemente masculinas. No geral, a maioria das entrevistas tem um líder homem (55% delas).</p>
<h3>A percepção delas sobre o assédio</h3>
<p>Outro ponto positivo que chamou atenção na pesquisa recente foi o avanço das empresas em questões relacionadas ao combate do assédio moral e sexual na percepção das profissionais.</p>
<p>“Este tema foi abordado no relatório de 2020, muito antes de existir a legislação que obriga as empresas a terem programas de conscientização e prevenção. Na época, foi bem delicado discutir esta pauta, porque nem as profissionais e nem as empresas estavam confortáveis em falar a respeito”, lembrou Florencio.</p>
<p>A coordenadora relatou que foi a partir dos resultados da primeira análise, que o movimento Vez &amp; Voz se sentiu estimulado a criar uma série de ações para promover a conscientização sobre o tema, como rodas de conversa, grupos de trabalho, lives, treinamentos e até a criação de um <strong><a href="https://setcesp.org.br/publicacoes/e-book-assedio-no-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">e-book</a></strong>, que orienta sobre como <strong><a href="https://setcesp.org.br/publicacoes/e-book-assedio-no-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">prevenir casos de assédio nas empresas</a></strong>.</p>
<p>A evolução do quadro sobre o assunto foi esta: em 2020, 31% das mulheres presenciaram situações de assédio; quatro anos depois, este número caiu para 22%. No primeiro levantamento, 68% declararam que se sentiam acolhidas pela empresa nesta situação, em 2024 foram 72%.</p>
<p>“É uma pauta em que avançamos bastante, tanto porque as pessoas estão mais esclarecidas quanto as empresas estão mais cuidadosas, mas é um tema recorrente e que precisa sempre ser relembrado”, fala a coordenadora.</p>
<p>Concordando com Florencio, Jarrouge também sinaliza que o novo quadro, “demonstra que todo processo de conscientização que tem sido feito desde o início do Vez &amp; Voz está realmente funcionando”.</p>
<h3>Afinal, quem são elas?</h3>
<p>A pesquisa encomendada pelo SETCESP ao IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Cargas) para o Movimento Vez &amp; Voz, entrevistou mais de 400 profissionais e mostrou que a maioria das mulheres que trabalham no TRC se autodeclararam brancas (63%), tem entre 35 e 44 anos (40%), possuem formação além do nível superior (44% com MBA, mestrado ou pós-graduação) e não tem filhos (42%).</p>
<p>“Percebe-se que são mulheres jovens, com conhecimento especializado, no auge de sua idade produtiva e com grandes possibilidades de crescimento profissional e entrega de resultados”, avaliou Florencio.</p>
<p>Contudo, dentro deste universo feminino, foi identificada pouca diversidade racial, pois as autodeclaradas pretas são 9% e amarelas somente 1%. “Temos que melhorar nesta questão e orientar as empresas a ficarem mais atentas a este ponto, que é extremamente importante para diminuirmos a desigualdade social em nossa sociedade”, destacou Jarrouge.</p>
<h3>Cenário ideal</h3>
<p>Para ter um quadro mais equilibrado seria necessário, de acordo com a coordenadora, haver mais mulheres, principalmente na alta liderança, o que provavelmente se refletiria em outras posições na empresa, e por consequência, contribuiria para uma equipe mais diversa.</p>
<p>“Ainda falta oportunidade real baseada na competência e não no gênero, e isso vale para todas as posições, desde motorista até diretoria. E isso abala a confiança de quem está chegando e tem a expectativa de crescer no setor de transporte. Para mudarmos isso, não podemos restringir esta discussão às mulheres, precisamos incluir os homens nesta jornada, porque eles ainda têm o grande poder de decisão que direcionam as empresas”, observa Florencio.</p>
<p>Ela ressalta que as mulheres estão preparadas para assumirem os desafios e entregar resultados, basta terem a oportunidade de mostrar o talento. Também a pauta ESG tem sido um impulsionador de ambientes mais diversos, mas é preciso que as empresas não somente reconheçam esse compromisso ‘da porta para fora’, mas adotem de fato essas iniciativas.</p>
<p>As organizações que desejam ter ações mais alinhadas à diversidade e inclusão podem contar com o apoio do Vez &amp; Voz. O movimento conta com uma série de estudos e integra uma comissão que discute assuntos relacionados ao crescimento profissional das mulheres nas empresas de transporte.</p>
<p>“Estamos atentos às mudanças corporativas, sociais e culturais e sempre abertos para receber novos parceiros e signatários que queiram estar conosco nesta jornada de transformação do setor de transporte rodoviário de cargas, a qual é lenta, mas precisa ser contínua”, afirma a coordenadora.</p>
<p>Florencio conta que, nestes quase 5 anos de movimento, mais de 100 transportadoras se tornaram signatárias do movimento, que realiza eventos, participa de feiras, <a href="https://setcesp.org.br/publicacoes/e-book-assedio-no-trabalho/" target="_blank" rel="noopener">lança conteúdos</a> e discute assuntos que permeiam os diversos universos femininos.</p>
<p>“Costumo sempre dizer que já fizemos muitas coisas e comemoramos várias vitórias, mas ainda há muito o que fazer para superar todos os desafios e chegarmos efetivamente a um setor mais equânime”, avalia a coordenadora.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Índice de equidade aponta média de 3% das mulheres como motoristas das transportadoras</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/indice-de-equidade-aponta-media-de-3-das-mulheres-como-motoristas-das-transportadoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Apr 2023 13:17:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
		<category><![CDATA[Índice de equidade]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres do trc]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204607867</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estudo encomendado pelo Movimento Vez &#038; Voz apresenta panorama da presença feminina dentro do setor de transporte rodoviário de cargas</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/indice-de-equidade-aponta-media-de-3-das-mulheres-como-motoristas-das-transportadoras/">Índice de equidade aponta média de 3% das mulheres como motoristas das transportadoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="breadcrumb-container post-detalhe-bread"> </div>
<p align="center"><em>Estudo encomendado pelo Movimento Vez &amp; Voz apresenta panorama da presença feminina dentro do setor de transporte rodoviário de cargas</em></p>
<p>O Movimento Vez &amp; Voz &#8211; uma iniciativa do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas de São Paulo e Região (SETCESP) para valorização e ampliação das mulheres no TRC &#8211; lançou, no último dia 22, a primeira edição do Índice de Equidade no Transporte Rodoviário de Cargas. O objetivo é medir anualmente a evolução da participação das mulheres na categoria e analisar as políticas das transportadoras na atração, retenção e valorização dessas profissionais.</p>
<p>Um recorte voltado para a área mais escassa do público feminino no segmento &#8211; a operacional &#8211; constatou que em uma média de todas as mulheres que trabalham nas transportadoras, apenas 3% atuam como motoristas. Contudo, 90% das empresas que responderam a pesquisa afirmam que as contratações são feitas sem que o gênero influencie na escolha.</p>
<p>De acordo com a Secretaria Nacional do Trânsito (SENATRAN), no Brasil, as mulheres representam 35,48% das CNHs válidas, de um total de 79,92 milhões, enquanto os homens somam 64,62%. Mesmo diante de uma grande diferença entre os gêneros, a categoria E, de veículos pesados (Carretas) vem aumentando a participação das mulheres. Em 2022, houve um crescimento de 9,01%, em comparação com o ano anterior.</p>
<p>Para Ana Jarrouge, presidente executiva do SETCESP e idealizadora do Movimento Vez &amp; Voz, isso já é um avanço: “Certamente, ainda estamos longe do que seria o ideal para termos equidade no TRC, mas é um crescimento muito importante e que deve ser celebrado. Precisamos sempre comemorar as pequenas vitórias para que possamos caminhar com ainda mais força rumo ao nosso objetivo. Já é de muita felicidade ver esse aumento de 9% nas emissões das CNHs de carretas, isso mostra que as mulheres estão se qualificando para entrar no setor, que, inclusive, tem muitas oportunidades”.</p>
<p>Além do foco na área operacional, o Índice de Equidade também exibe questões como: políticas, benefícios e programas que contribuem para um ambiente de trabalho mais inclusivo, bem como o compromisso da empresa em atrair, reter e desenvolver a carreira de mulheres nos mais diversos níveis e setores. Ao final, é apresentada uma média geral para verificar se o TRC está apto em todos os pontos ou se ainda precisa rever alguns conceitos.</p>
<p>“O grande diferencial desse estudo é que, além de ter uma visão completa do segmento, todas as empresas que participaram da pesquisa vão receber seus relatórios individualmente para que possam melhorar nos quesitos que tiveram menor destaque.</p>
<p>Estamos caminhando junto a cada uma delas para que a inclusão e a valorização das mulheres sejam pautas importantes e constantes em seus processos”, complementa Jarrouge.</p>
<p>Segundo Adriano Depentor, presidente do conselho superior e de administração do SETCESP, isso também deve vir em primeiro lugar nas empresas. “Quando temos a atuação das mulheres, principalmente nas estradas, conseguimos ver uma diminuição nos números de roubo de cargas e de acidentes, enquanto a produtividade aumenta.</p>
<p>Precisamos ter um olhar especial voltado para ações que contribuam com a inclusão delas, como o Movimento Vez &amp; Voz faz, sempre com muito respeito. Sem dúvidas, é uma grande bandeira que eu apoio e levanto”.</p>
<p>A metodologia e a coleta de dados do Índice de Equidade no TRC, foram realizadas pelo Instituto Paulista de Transporte de Cargas (IPTC) e esta primeira edição representa 47.664 colaboradores que atuam nas empresas participantes. O estudo está disponível na íntegra no link:</p></div>
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				<a class="et_pb_button et_pb_button_1 et_pb_bg_layout_light" href="https://www.slideshare.net/SindicatoSETCESP/vezevozindice-de-equidade-do-trc-2023pdf" target="_blank">Baixe o índice de Equidade</a>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/indice-de-equidade-aponta-media-de-3-das-mulheres-como-motoristas-das-transportadoras/">Índice de equidade aponta média de 3% das mulheres como motoristas das transportadoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Mulheres habilitadas para dirigir veículos grandes ainda é menos que 5%</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/mulheres-habilitadas-para-dirigir-veiculos-grandes-ainda-e-menos-que-5/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2023 14:19:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres do trc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do Senatran mostram que as condutoras são minoria, porém o número está crescendo</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Dados do Senatran mostram que as condutoras são minoria, porém o número está crescendo</em></p>
<p>Em 2022, apenas 3,4% dos condutores habilitados para dirigir caminhões, ônibus e carretas são mulheres, segundo a Secretaria Nacional do Trânsito (Senatran). Em São Paulo, dados do CAGED mostra que, dos 70.641 dos motoristas admitidos, em 2021, apenas 1,51% eram do sexo feminino.</p>
<p>No mesmo período, de maneira geral, no setor de Transporte Rodoviário de Cargas (TRC) ocorreu um aumento de 61% de mulheres contratadas, porém a maioria ainda se concentra em áreas administrativas, de acordo com o Instituto Paulista do Transporte de Cargas (IPTC), órgão de pesquisa parceiro do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (SETCESP).</p>
<p>O gradual aumento no número de motoristas femininas é um reflexo das práticas de ESG, como conta Ana Jarrouge, presidente Executiva do SETCESP. “A grande maioria das empresas possuem vagas de motoristas em aberto e, aliadas às pautas ESG (do inglês governança ambiental, social e corporativa, é um conjunto de práticas voltadas para o desenvolvimento sustentável), tais oportunidades se tornam cruciais para a sustentabilidade dos negócios toda equipe de RH está atenta para a diversidade nos processos seletivos.”</p>
<p>Movimentos como Vez&amp;Voz, o qual Jarrouge é idealizadora, é uma outra ferramenta de inserção de mulheres dentro do transporte rodoviário de cargas. Cursos de capacitação, administração e ações de inserção no mercado de trabalho são realizados pelo movimento para incentivar motoristas.</p>
<p>Solange Voss Emmendorfer, de 58 anos, é motorista de bitrem – um caminhão que é combinação de dois semirreboques acoplados entre si –, e defende que o conhecimento técnico da área é extremamente importante. “Fazer cursos de referência na área em que vá ingressar e procurar conhecer, pelo menos, um pouco da rotina do dia a dia da empresa em que ela pretenda entrar, pois o setor de transportes é muito amplo e cada empresa atua num segmento específico”, conta.</p>
<p>Informações divulgadas pelo PNAD Continua, publicado no dia 19 de janeiro, revelam que, no trimestre que encerrou o ano de 2022, houve um aumento de 10,7% no número de colaboradores no setor de transporte, armazenagem e correio, mais 513 mil pessoas. No geral, o desemprego caiu 8,1% no final do ano, menor número desde 2015.</p>
<p>Dados do SETCESP revelam que, em 2021, ocorreram 32.094 admissões de motoristas mulheres em empresas de TRC. “As lideranças empresariais estão mudando de pensamento, até porque se não abrirem os olhos para todos os talentos, independentemente de gênero, raça, etnia, credo etc., estarão fadadas ao insucesso. A diversidade é real, necessária e a empresa que não estiver atenta a isso não perdurará no mercado”, conta Jarrouge.</p>
<p>Emmendorfer já atua há mais de 21 anos, começando em coletas e entregas em São Paulo, e hoje faz transferência rodoviária em um bitrem de 30 metros. Ela também acredita que o cenário está mudando. “Vejo um futuro bem promissor para as mulheres no transporte, mesmo porque as empresas estão visualizando o potencial feminino. As mulheres têm a capacidade no dito popular de assobiar e chutar cana, sem deixar a peteca cair.”</p>
<p>O estudo How Diversity Can Drive Innovation (“Como a diversidade pode impulsionar inovação”, em tradução livre), publicado pela Harvard Business Review (HBR), mostra que organizações com um grau de diversidade maior são 3,5 vezes mais inovadoras. Outro estudo, que acompanhou 163 empresas por 13 anos, revela que companhias com mais mulheres em cargos de lideranças arriscam menos e inovam mais.</p>
<p>A inclusão de mulheres no mercado pode trazer mais arrecadação para um país, segundo o Banco Mundial. É estimado que um país perca US$ 160 trilhões (R$ 855 trilhões) em impostos por não ter homens e mulheres trabalhando em status de igualdade.</p>
<p>Dentro do transporte de cargas, as mulheres vêm conquistando os seus espaços. “Elas provaram ao longo dos anos que têm total capacidade de conduzir qualquer tipo de veículo, que são mais cuidadosas e, inclusive, se envolvem em menos acidentes de trânsito. Desta forma, qualquer piadinha no sentido contrário perdeu a graça e com muita força de vontade e persistência elas têm mostrado que são ótimas no volante e estão sempre dispostas a aprender e se qualificar cada vez mais”, afirma Ana Jarrouge.</p>
<p>O projeto de Lei 2.493/22, que foi aprovado e que atualmente está aguardando a designação de relator na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher, propõe uma reserva de 5% às mulheres em vagas de trabalho como motorista profissional. É uma das ações tomadas pelo poder público para incentivar empresas a incluir mulheres em seus quadros de funcionários.</p>
<p>“Falar sobre mulheres não é modismo como muitos pensam. Simplesmente é uma questão social de extrema importância, da qual teremos que falar que a sociedade, como um todo, perceba que as condições, as oportunidades e o espaço sejam igualitários, o que não é. O esforço e a lembrança são necessários para que tudo isso ocorra. Não queremos ter mais do que os homens, queremos ter as mesmas oportunidades. Queremos ter vez e voz, sempre”, finaliza a presidente executiva.</p></div>
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		<title>Mercedes-Benz do Brasil apoia a equidade de gênero com iniciativas de desenvolvimento para as mulheres</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/mercedes-benz-do-brasil-apoia-a-equidade-de-genero-com-iniciativas-de-desenvolvimento-para-as-mulheres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Mar 2022 11:06:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Parceria SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[equidade de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[Mercedes-Benz]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres do trc]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Objetivo é empoderar mulheres e contribuir com seu ingresso no mercado de trabalho e desenvolvimento de carreira</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Mercedes-Benz do Brasil, baseada em seu compromisso com a inclusão social e a promoção da igualdade de gênero, tem desenvolvido e apoiado diversas iniciativas e programas que contribuem para o desenvolvimento de uma sociedade mais equilibrada e sustentável e, acima de tudo, mais respeitosa.</p>
<p>Seguindo os pilares da estratégia global de ESG (sigla em inglês para Environment, Social and Governance) da Daimler Truck, as ações apoiadas pela Mercedes-Benz no Brasil abrangem o público feminino nos mais diferentes momentos de sua jornada profissional e em várias faixas etárias. Essa narrativa de valorização está inserida em um plano amplo de atuação que se desdobra tanto em ações internas quanto externas apresentadas por meio da campanha Caminhos para um Novo Mundo, que visa demonstrar a série de transformações que têm molodado o negócio de forma sustentável, contemplando também a integridade e a diversidade dos seus talentos.</p>
<p>“A equidade de gênero é um grande desafio do mundo atual e as empresas precisam se posicionar e investir em iniciativas que contribuam para a preparação e inserção de mais mulheres em diversos níveis hierárquicos. Nesse sentido, as mulheres sempre tiveram papel fundamental em nossa Companhia e nós incentivamos e capacitamos para que essas profissionais possam conquistar cada vez mais oportunidades no Brasil e mundo afora”, afirma Luiz Carlos Moraes, diretor de Comunicação Corporativa e Relações Institucionais da Mercedes-Benz do Brasil. “Diversidade e inclusão são essenciais para a própria sustentabilidade empresarial, pois, além de promoverem o respeito e experiências plurais dentro e fora da Companhia, contribuem positivamente para o desempenho dos negócios na medida que criamos vantagens competitivas”, finaliza.</p>
<p><strong>Programas incentivam conquistas profissionais e pessoais</strong></p>
<p>Sejam ações desenvolvidas a partir das necessidades identificadas internamente na Empresa ou apoiando parceiros, a Mercedes-Benz do Brasil assumiu um compromisso com o avanço da integração das mulheres do mercado de trabalho, criando um espaço de oportunidades e auxiliando em questões não apenas profissionais, mas também comportamentais e financeiras.</p>
<p>“Há alguns anos, não tínhamos mulheres no nosso programa de aprendizagem industrial e hoje estamos aumentando cada vez mais a participação delas. Atualmente, temos muitas profissionais em diferentes cargos, lembrando que pela primeira vez temos uma CFO aqui na Mercedes-Benz do Brasil, Kathrin Pfeffer, além de nossa CEO mundial para Mercedes-Benz Trucks, Karin Rådström, que também é uma mulher. Percebemos esses avanços e estamos focados em iniciativas internas junto ao grupo de Afinidade de Gênero, do nosso Comitê de Diversidade, a partir de indicadores qualitativos e quantitativos, que vão nos ajudar a estabelecer mais ações afirmativas e metas para reforçar ainda mais as perspectivas para as mulheres em nossa Empresa”, reforça Elineide Castro, gerente de RH e coordenadora do Comitê de Diversidade na Mercedes-Benz do Brasil.</p>
<p><strong>Conheça algumas ações e programas incentivados pela Mercedes-Benz do Brasil:</strong></p>
<p><strong>Desperte sua Estrela</strong></p>
<p>Em parceria com a ONG Cruzando Histórias, o Desperte sua Estrela é uma iniciativa inédita que está proporcionando a 65 mulheres desempregadas e sem fonte de renda uma jornada de capacitação profissional entre fevereiro e março deste ano, com orientações nos âmbitos profissional e comportamental. O programa tem como objetivo munir essas mulheres de ferramentas e conhecimento para que possam se reestruturar e retornar ao mercado de trabalho.</p>
<p>O programa tem como foco o público feminino – o mais afetado pelo desemprego durante a pandemia de Covid-19 no Brasil. Diante deste cenário, a Mercedes-Benz estruturou o programa junto à ONG parceira de forma que pudesse também contar com o apoio de seus colaboradores para a realização das diversas etapas da jornada de capacitação. Entre elas, os colaboradores voluntários ajudam ministrando palestras sobre saúde mental e educação financeira, além de contribuir em mentoria coletiva e proporcionar até mesmo um encontro com representante do RH para apresentar às participantes os canais de banco de talentos e processos seletivos da Companhia, para que possam se candidatar às vagas existentes e futuras.</p>
<p>O número de benecifiadas é uma alusão à própria história da Empresa no Brasil, que teve início em 1956, e representa o desejo de deixar um legado e retribuir de alguma forma o sucesso alcançado ao longo desse período no mercado brasileiro.</p>
<p><strong>Futebol Feminino Bilíngue</strong></p>
<p>Pensando no desenvolvimento de uma nova geração, a Mercedes-Benz do Brasil, em parceria com o Instituto Seci, localizado no bairro Capuava, em Santo André (SP), apoia o Futebol Feminino Bilíngue, projeto que promove atividade educativa-esportiva com aulas teóricas de inglês e aulas práticas de futebol, aplicando o idioma em campo. Atualmente, 54 meninas participam da iniciativa, tornando realidade o sonho de se tornarem atletas.</p>
<p><strong>Equididade de gênero nas estradas brasileiras</strong></p>
<p>Na ponta da cadeia do setor de transportes, as mulheres da estrada &#8211; caminhoneiras e cristais (companheiras dos caminhoneiros) &#8211; também contam com o apoio da Mercedes-Benz do Brasil. Desde 2019, o Movimento A Voz Delas chama a atenção para a estrutura existente nas rodovias, nem sempre preparadas para esta crescente presença feminina. A ação tem como objetivo promover as melhorias necessárias, além de engajar empresas, parceiros e a sociedade em geral no tema.</p>
<p>As caminhoneiras e cristais também contam com um site oficial (avozdelas.com.br) para acompanhar as notícias do setor, vídeos explicativos sobre temas variados (saúde, bem-estar, segurança, dicas de condução etc.), além de compartilhar histórias inspiradoras de colegas da boleia. A iniciativa também já promoveu um concurso no qual a Mercedes-Benz premiou 30 mulheres com cursos de formação para habilitação profissional de condutores da categoria C.</p>
<p><strong>Liderança e Inclusão</strong></p>
<p>Seja investindo na capacitação inicial de jovens ou preparando as profissionais para a liderança, as ações apoiadas pela Mercedes-Benz estão focadas em tornar essas mulheres protagonistas da sua própria história.</p>
<p>Para contemplar o aumento da presença feminina no setor automotivo, a Empresa marcou presença no Industry4Her, iniciativa da VDI (Associação de Engenheiros Brasil-Alemanha), que visa reunir engenheiras motivadas a assumir posições de destaque no segmento, incluindo o processo de evolução da indústria 4.0. O programa, que realizou sua segunda edição em 2021, contou com a participação de 25 profissionais de diferentes empresas, incluindo colaboradoras da Mercedes-Benz.</p>
<p>O avanço das mulheres no setor tem aumentado também nas gerações mais jovens. Como forma de potencializar este processo, a Companhia mantém o projeto Estrelas do Amanhã, que oferece cursos profissionalizantes para jovens aprendizes na unidade do SENAI, que funciona dentro da fábrica de São Bernardo do Campo (SP). Em 2021, com a conclusão de sua sétima turma, a Mercedes-Benz contratou seis de seus aprendizes recém-formados, sendo quatro mulheres.</p>
<p>Em outra frente também dedicada à inclusão, a Mercedes-Benz apoia o programa Mude com Elas, ação afirmativa da Câmara Brasil-Alemanha (AHK) que conta com o apoio de empresas para promover a formação profissional, cidadã e pessoal e acompanhamento da inserção de jovens mulheres negras no mercado de trabalho. Como forma de apoiar essas mulheres ativamente, a Empresa contratou três participantes, que seguem seu programa de aprendizado na unidade de São Bernardo do Campo (SP).</p></div>
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		<title>O que o RH das empresas revela sobre a participação das mulheres no TRC?</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-que-o-rh-das-empresas-revela-sobre-a-participacao-das-mulheres-no-trc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Dec 2021 15:36:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres do trc]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa iptc]]></category>
		<category><![CDATA[RH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova live do Vez &#038; Voz apresenta uma pesquisa inédita feita com os departamentos de Recursos Humanos das transportadoras, sobre como está a participação feminina no setor</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Nova live do Vez &amp; Voz apresenta uma pesquisa inédita feita com os departamentos de Recursos Humanos das transportadoras, sobre como está a participação feminina no setor</em></p>
<p>Na manhã de hoje (09), foi ao ar a última live do Vez &amp; Voz no ano de 2021, pelo canal do YouTube do SETCESP. Desta vez, o encontro proporcionou uma reflexão a partir de dados revelados por uma pesquisa feita pelo IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Carga) a pedido do SETCESP, mostrando como está a participação das mulheres no setor segundo as empresas.</p>
<p>Ao iniciar a apresentação, Ana Jarrouge, presidente executiva do SETCESP, lembrou que no ano passado, houve também uma pesquisa falando sobre a participação das mulheres no setor, só que de acordo com a visão das profissionais mulheres, e que a de agora, foi feita a partir das respostas dos RHs das transportadoras. “Conversamos com as empresas para saber como elas enxergam suas profissionais e quais ações desenvolvem para elas”, disse Jarrouge.</p>
<p>Na pesquisa foi constatado que a participação das mulheres nas empresas de transporte não chega a um quarto do quadro de profissionais. Nos cargos de média gestão (coordenadoras e supervisoras) elas são pouco mais 40%, e quanto mais aumenta o nível hierárquico, mais a participação delas diminui. Nos cargos de alta liderança (gerentes e diretoras) esse número vai a 32% e depois cai para 22% em cargos de presidência.</p>
<p>A área em que as empresas menos contratam mulheres é a operacional, já a que mais oferece cargos para elas, como era de se esperar, é o setor administrativo. Entre os profissionais motoristas, as mulheres não são mais que 1%.</p>
<p>Uma das convidadas da <em>live</em>, Deborah Cardoso, gerente da Pizzatolog, aproveitou para mostrar a política de inclusão que vem sendo realizada na sua transportadora. “Já ganhamos muito viabilizando o aperfeiçoamento para as mulheres motoristas profissionais.”</p>
<p>Flávia Abrahão, analista de marketing e comunicação da Mercedes-Benz, falou do Projeto a Voz Delas e as parcerias que trazem resultados. “Uma vez que, conseguimos dar oportunidade para as profissionais motoristas, as empresas também se beneficiam, porque elas têm um cuidado maior com o veículo, seu principal instrumento de trabalho”.</p>
<p>“Estamos quebrando esse paradigma e de degrau a degrau, caminhamos para a mudança”, destacou outra participante da live, Edmara Claudino, diretora executiva da NTC&amp;Logística. Para ela, há uma tendência de que a participação das mulheres no TRC seja cada vez maior.</p>
<p>Enquanto isso, a advogada do Sindipesa, Cinthia Ambra, falou da falta de políticas públicas e privadas para suporte às mulheres no mercado profissional, e que é preciso melhorar também a infraestrutura para ampliar a participação feminina no setor.</p>
<p>Concordando com Cinthia, Jarrouge também alertou sobre escassez de políticas de inclusão no TRC. “Menos de 20% das transportadoras desenvolvem algo neste sentido, e por isso, podem estar perdendo talentos. Diversidade é bom para a criatividade e inovação e a nossa intenção aqui é ajudar as organizações neste ponto”, finalizou.</p>
<p>A pesquisa foi realizada de 1º a 31 de outubro e contou com a participação de 67 de empresas.</p>
<p>Perdeu a <em>live</em> de hoje? <a href="https://www.youtube.com/watch?v=bVeQvt9b7Vg" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Acesse o link e assista na íntegra</a> como foi esse nosso encontro!</p>
<p><a href="https://www.slideshare.net/SindicatoSETCESP/como-est-a-participao-das-mulheres-no-trc" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique e veja a pesquisa completa</a>.</p></div>
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		<title>A vez e a voz delas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/a-vez-e-a-voz-delas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 13:40:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres do trc]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Vez e Voz]]></category>
		<category><![CDATA[setcesp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204581122</guid>

					<description><![CDATA[<p>No Editorial SETCESP desta semana, falamos sobre a live que apresentou o projeto Vez e Voz, voltado para as mulheres do TRC, e o que pretendemos a partir de agora </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/a-vez-e-a-voz-delas/">A vez e a voz delas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="font-weight: 400; text-align: center;"><em>No Editorial SETCESP desta semana, falamos sobre a live que apresentou o projeto Vez e Voz, voltado para as mulheres do TRC, e o que pretendemos a partir de agora</em><strong> </strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Na semana passada, mais especificamente no dia 14 de outubro, realizamos a live <strong>O que as mulheres que trabalham no TRC tem a dizer?</strong>, que teve o objetivo de apresentar o <strong>Vez e Voz</strong>, um projeto voltado exclusivamente para as profissionais do transporte rodoviário de cargas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Durante a transmissão ao vivo, trouxemos dados relevantes que foram levantados por uma pesquisa realizada pelo IPTC (Instituto Paulista de Transporte de Cargas) entre os dias 20 a 31 de agosto deste ano. Ao todo, 657 mulheres contribuíram para que pudéssemos chegar a um resultado concreto.</p>
<p style="font-weight: 400;">Entre os dados revelados, 54% das mulheres que trabalham em empresas de transporte disseram que respondem a superiores imediatos do sexo masculino. Já de acordo com 62% delas disseram que a média liderança, que consideram cargos de supervisão e coordenação, é composta por homens homens.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mesmo mostrando que os homens ainda dominam o setor de transporte rodoviário de cargas, muitas mulheres se sentem otimistas diante das oportunidades que o setor apresenta para elas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Um exemplo disso é que, na pesquisa, as mulheres brasileiras que possuem nível de escolaridade superior é de 22,8%, contra 18,4% dos homens. Além do mais, voltando para o cenário das mulheres do TRC, cerca de 91% das respondentes disseram ter o desejo de alcançar uma posição maior que a função atual. Outro dado interessante é que 79% delas se sentem preparadas para ocuparem uma posição maior na empresa de transporte em que atua.</p>
<p style="font-weight: 400;">Isso significa que força de vontade, dedicação e capacitação não faltam por parte delas. O que falta é oportunidade e, consequentemente, igualdade.</p>
<p style="font-weight: 400;">As mulheres batalharam muito para conquistar tudo o que conseguiram até aqui. Mas ainda faltam diversas mudanças para que a equidade de gênero seja alcançada no mundo corporativo, principalmente no setor de transporte rodoviário de cargas.</p>
<p style="font-weight: 400;">Por isso, hoje e sempre estamos ao lado das profissionais do TRC – e também das mulheres que atuam em outros setores da economia –, nos esforçando para que elas sempre tenham vez e colaborando com o tom da sua voz para tornar o nosso mundo cada mais igual.</p>
<p style="font-weight: 400;">Você pode conhecer o projeto:</p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_2_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_2 et_pb_bg_layout_light" href="https://www.vezevoz.org/" target="_blank">Vez e Voz</a>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_8 news-text  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p style="font-weight: 400;">E assistir a live completa em nosso canal oficial do YouTube:</p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_3_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_3 et_pb_bg_layout_light" href="https://www.youtube.com/watch?v=yMsGlkg1Gb0" target="_blank">Saiba o que as mulheres do TRC tem a dizer</a>
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			</div></p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/a-vez-e-a-voz-delas/">A vez e a voz delas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Projeto voltado para mulheres do TRC é apresentado em live do SETCESP</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/projeto-voltado-para-mulheres-do-trc-e-apresentado-em-live-do-setcesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2020 19:07:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Live]]></category>
		<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
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		<category><![CDATA[mulheres do trc]]></category>
		<category><![CDATA[setcesp]]></category>
		<category><![CDATA[Vez e Voz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vez e Voz é um movimento que tem o objetivo de apoiar as profissionais do setor de transporte rodoviário de cargas. Conheça!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_8 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Vez e Voz é um movimento que tem o objetivo de apoiar as profissionais do setor de transporte rodoviário de cargas. Conheça!</em></p>
<p>As mulheres, hoje em dia, estão presentes em todos os setores da economia, inclusive no de transporte rodoviário de cargas. Apesar da crescente participação feminina, a igualdade de gênero no mundo corporativo precisa ainda de uma atenção maior.</p>
<p>O SETCESP está atento a todos esses movimento e, por isso, na tarde da última quarta-feira (14), a entidade realizou, em seu canal oficial do YouTube, a live “<strong>O que as mulheres que trabalham no TRC tem a dizer</strong>”, que contou com a mediação da presidente executiva da entidade, Ana Jarrouge, e da diretora do SETCESP, Barbara Calderani.</p>
<p>O objetivo da transmissão ao vivo foi apresentar o <strong>Vez e Voz</strong>, um projeto voltado exclusivamente para as mulheres que atuam no setor de transporte rodoviário de cargas e que começou em agosto de 2020, por meio de uma pesquisa aplicada pelo IPTC (Instituto Paulista de Transporte de Cargas), órgão vinculado ao SETCESP, e que obteve 657 respostas.</p>
<p>Depois de agradecer as mulheres que responderam ao questionário, Jarrouge apresentou os principais resultados do estudo, coordenado pela coordenadora de comunicação do SETCESP, Camila Florencio, e pelo diretor executivo do IPTC, Fernando Zingler.</p>
<p>“A mulher ocupou o seu lugar pela competência, e vai assumir a sua colocação onde quiser. Podemos estar em qualquer lugar dentro do segmento de transporte rodoviário de cargas, em outros também”, ressaltou a presidente executiva.</p>
<p>Além dos resultados da pesquisa, dois vídeos foram apresentados durante a live. No primeiro, foi perguntado para algumas profissionais do setor mencionadas no estudo <strong>quais eram os seus maiores desafio no TRC</strong>, enquanto que no outro, foi questionado <strong>como elas se sentiam ao saberem que outras mulheres se inspiravam nelas</strong>.</p>
<p>Você pode assistir a live e conferir todos os resultados da pesquisa aqui:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="O que as mulheres que trabalham no TRC tem a dizer?" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/yMsGlkg1Gb0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Aproveite e acesse o site do <strong>Vez e Voz</strong> para conhecer tudo o que será feito a partir de agora para todas as mulheres do TRC:</p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_4_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_4 et_pb_bg_layout_light" href="https://www.vezevoz.org/%20" target="_blank">Permita-se dar vez à sua voz!</a>
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		<title>Live: O que as mulheres que trabalham no TRC tem a dizer?</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/live-o-que-as-mulheres-que-trabalham-no-trc-tem-a-dizer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2020 11:22:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Live]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
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		<category><![CDATA[transporte rodoviário de cargas]]></category>
		<category><![CDATA[TRC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Transmissão ao vivo revelará os dados da pesquisa realizada em agosto deste ano com as profissionais do setor</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_10 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Transmissão ao vivo revelará os dados da pesquisa realizada em agosto deste ano com as profissionais do setor</em></p>
<p>Como parte das celebrações do Outubro Rosa, mês de combate e prevenção do câncer de mama, e também de apoio a todas as mulheres que fazem parte do setor de transporte rodoviário de cargas, o SETCESP realizou, juntamente com o IPTC (Instituto Paulista de Transporte de Cargas), uma pesquisa que <a href="https://setcesp.org.br/noticias/pesquisamulheres/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">revelou dados sobre as profissionais do TRC</a>.</p>
<p>Essa pesquisa será divulgada completa no próximo dia <strong>14 de outubro</strong>, na live “<strong>O que as mulheres que trabalham no TRC tem a dizer?</strong>”, que será transmitida no canal oficial do SETCESP no YouTube, e contará com a participação do presidente do Conselho Superior e de Administração da entidade, Tayguara Helou, da presidente executiva do SETCESP, Ana Jarrouge, e das empresárias Barbara Calderani e Ducimara Salathiel.  </p>
<p>Fora a pesquisa, uma surpresa será apresentada na live para que as mulheres ganhem uma voz mais alta dentro do setor de transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>Anote na sua agenda!</p>
<p><strong>Data: </strong>14 de outubro<br /><strong>Horário: </strong>a partir das 17h00<br /><strong><em>No canal oficial do SETCESP no YouTube</em></strong></p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_5_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_5 et_pb_bg_layout_light" href="https://www.youtube.com/watch?v=GkMOiQUToa8%20" target="_blank">Defina o seu lembrete aqui</a>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_11 news-text  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>Não perca e divulgue essa novidade com a hashtag #MulheresNoTRC.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/live-o-que-as-mulheres-que-trabalham-no-trc-tem-a-dizer/">Live: O que as mulheres que trabalham no TRC tem a dizer?</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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