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	<title>Arquivos logística &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos logística &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Intermodal South America reflete transformação da cadeia logística</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/logistica/intermodal-south-america-reflete-transformacao-da-cadeia-logistica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 18:28:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cadeia logística]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De 14 a 16 de abril de 2026, o Distrito Anhembi, em São Paulo, será palco da Intermodal South America, que comemora à sua 30ª edição como o principal ponto de encontro dos setores de logística.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/direspecialidade/logistica/intermodal-south-america-reflete-transformacao-da-cadeia-logistica/">Intermodal South America reflete transformação da cadeia logística</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Associados ao SETCESP tem desconto para visitar a feira e participar do congresso</em></p>
<p>De 14 a 16 de abril de 2026, o Distrito Anhembi, em São Paulo, será palco da <strong>Intermodal South America</strong>, que comemora à sua 30ª edição como o principal ponto de encontro dos setores de logística, intralogística, transporte de cargas, tecnologia e comércio exterior da América Latina.</p>
<p>Aproveite essa oportunidade exclusiva: use os cupons de desconto abaixo para garantir sua entrada com condições especiais:</p>
<ul>
<li><strong>50% de desconto para Visitação:</strong>SETC50</li>
<li><strong>20% de desconto para Congresso Interlog Summit:</strong>SETC20</li>
</ul>
<p><strong><a href="https://www.intermodal.com.br/credenciamento/?utm_source=Partner&amp;utm_medium=Comarketing&amp;utm_term=ABTP&amp;utm_campaign=BRZ26ISA-TT-PARCERIAS">Clique aqui e inscreva-se</a></strong></p>
<p>Com uma expectativa de público de 49 mil profissionais e a presença de mais de 500 marcas expositoras, a Intermodal reforça seu propósito de articular negócios, ao conectar oferta e demanda, incentivar parcerias estratégicas e antecipar soluções inovadoras que estão movimentando a cadeia global de suprimentos.</p>
<p>Desde sua origem, o evento se propôs a integrar todos os modais — rodoviário, ferroviário, aquaviário e aéreo — além de terminais, portos, aeroportos, operadores logísticos, embarcadores e prestadores de serviços.</p>
<p>Ao longo de três décadas, o evento acompanhou os grandes ciclos da logística brasileira: a abertura econômica e a modernização portuária; a profissionalização da logística integrada; o avanço das concessões e PPPs em infraestrutura; a digitalização das cadeias de suprimentos; o crescimento do e-commerce e da intralogística; a agenda ESG, de descarbonização e eficiência energética; entre tantos.</p>
<p><strong>Conteúdo exclusivo e em novo formato </strong></p>
<p>Além da área de exposição, o <strong>4º Interlog Summit </strong>estreia nesta edição um novo formato e amplia sua atuação internacional. Com tradução simultânea em todos os painéis e palestras, o summit se estenderá pelos três dias do evento e reunirá dois congressos simultâneos: o <strong>Intermodal – Congresso Internacional </strong>e o <strong>XXVIII CNL – Conferência Nacional de Logística</strong>, promovido pela Abralog.</p>
<p>O tema central, <strong>“Conexões que movem o Brasil: logística e infraestrutura rumo ao protagonismo global”</strong>, reflete o momento de amadurecimento do setor e a necessidade de integração entre modais, políticas públicas, inovação e visão de longo prazo.</p>
<p>A agenda já confirmada aborda temas como a superação de gargalos históricos em infraestrutura, a integração de corredores logísticos e modais, o avanço da cabotagem e da rodocabotagem, a transformação dos portos em hubs globais mais digitais e sustentáveis, os impactos de grandes investimentos portuários e os desafios da intralogística diante da volatilidade da demanda no e-commerce.</p>
<p>Entre os palestrantes já confirmados estão a diretora de Infraestrutura, Transição Energética e Mudança Climática do <strong>BNDES</strong>, Luciana Costa, o Product Manager/Container Division do <strong>Porto de Barcelona, </strong>Eduard Moyà Barberà, o gerente de Supply Chain da <strong>Mondelēz Brasil, </strong>Claudio Pena, o diretor-presidente da <strong>Autoridade Portuária de Santos</strong>, Anderson Pomini e a Operations Director do <strong>Mercado Livre</strong>, Juliana Michelin.</p>
<p><strong>Mercado aquecido: logística e intralogística </strong></p>
<p>O contexto que embala a Intermodal 2026 é de crescimento consistente. Segundo projeções da Cobli, o mercado brasileiro de frete e logística deve saltar de US$ 104,79 bilhões em 2024 para US$ 129,34 bilhões até 2029, crescimento impulsionado principalmente pela expansão do comércio eletrônico, pela modernização da infraestrutura e pelo aumento dos investimentos em tecnologia e automação.</p>
<p>No segmento do <em>real estate </em>logístico e industrial, o setor encerrou 2025 em seu ponto mais aquecido da última década, com taxa de vacância de galpões em 8% no país, mínima histórica e ainda menor nas regiões próximas aos grandes centros urbanos.</p>
<p>Paralelamente, a logística avança de forma acelerada na agenda ESG. A adoção de inteligência artificial, análise de dados em tempo real, automação e combustíveis de baixo carbono já se traduz em ganhos concretos de eficiência, redução de custos e mitigação de riscos.</p>
<p>Exemplos como o uso de IA na cabotagem com a ferramenta StarConnect pela Aliança Navegação e Logística, do grupo Maersk, e a ampliação da frota elétrica da FedEx no Brasil, com foco na neutralização de carbono até 2040, ilustram essas inovações sustentáveis no setor.</p>
<p>Para o Fernando D’Ascola, head de negócios do núcleo de Infraestrutura e Tecnologia da Informa Markets, organizadora do evento, a 30ª edição da Intermodal simboliza esse novo patamar da logística brasileira.</p>
<p>“A Intermodal 2026 será ainda mais inovadora, conectada e internacional. Participar do evento significa estar no centro das decisões estratégicas que vão moldar o futuro da logística na América do Sul, fortalecer a visibilidade global das empresas, ampliar o networking com os maiores players do mercado e acompanhar de perto debates essenciais sobre multimodalidade, ESG, intralogística e comércio exterior”.</p></div>
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				<a class="et_pb_button et_pb_button_0 et_pb_bg_layout_dark" href="https://www.intermodal.com.br/credenciamento/?utm_source=Partner&#038;utm_medium=Comarketing&#038;utm_term=ABTP&#038;utm_campaign=BRZ26ISA-TT-PARCERIAS" target="_blank">Inscreva-se aqui.</a>
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		<title>Brasil vem se consolidando como hub de logística global, diz secretário de Portos e Aeroportos</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/brasil-vem-se-consolidando-como-hub-de-logistica-global-diz-secretario-de-portos-e-aeroportos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dandara Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 18:35:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda há cinco desafios para o avanço nos investimentos em infraestrutura no Brasil. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O secretário-executivo do Ministério de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, disse nesta segunda-feira, 9, que o Brasil vem se consolidando como &#8220;hub de logística global&#8221; em virtude de modelo de agências independentes e técnicas, e vem registrando aumento do número de concessões. Franca também elogiou o &#8220;diálogo com o TCU&#8221;, que, afirmou, tem contribuído para maior crescimento da infraestrutura no país.</p>
<p>Ele mencionou ainda cinco desafios para o avanço nos investimentos em infraestrutura no Brasil. Primeiramente, apontou a estabilidade institucional. &#8220;Quem investe em infraestrutura, com longo prazo e investimentos vultuosos, precisa de regra, segurança jurídica, a regra do jogo&#8221;, ressaltou.</p>
<p>Outro tópico é o &#8220;planejamento permanente de longo prazo&#8221;, que, reconheceu, é uma atribuição do governo. &#8220;O planejamento é um norte importante&#8221; e ajuda quando há demandas de prefeitos e parlamentares.</p>
<p>Franca indicou ainda financiamentos estruturados, inovação contínua e compromisso socioambiental.</p>
<p>A fala foi durante o seminário &#8220;Superciclo de Investimentos em Infraestrutura &#8211; Avanços e Desafios&#8221;, na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio de Janeiro, evento que reuniu nomes como o ministro das Cidades, Jader Filho.</p></div>
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		<item>
		<title>Transporte rodoviário de cargas enfrenta gargalos logísticos e incertezas regulatórias em 2026</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/transporte-rodoviario-de-cargas-enfrenta-gargalos-logisticos-e-incertezas-regulatorias-em-2026-alerta-setcesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dandara Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 18:54:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[rodovias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de o país contar com uma extensa malha rodoviária, a falta de investimentos e a ausência de planejamento de longo prazo comprometem a competitividade e a eficiência das operações. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O setor de transporte rodoviário de cargas inicia 2026 enfrentando grandes desafios. De acordo com o SETCESP (Sindicato das Empresas de Transporte de Carga de São Paulo e Região), apesar de o país contar com uma extensa malha rodoviária, considerada a espinha dorsal do transporte de cargas, a falta de investimentos e a ausência de planejamento de longo prazo comprometem a competitividade e a eficiência das operações. </p>
<p>Segundo o presidente do SETCESP, Marcelo Rodrigues, “com a proximidade do período eleitoral, o cenário torna-se ainda mais desafiador, gerando uma desaceleração natural nas decisões estratégicas, especialmente em pautas como questões tributárias e de gestão de frota. Neste contexto, é fundamental intensificar a necessidade de propor soluções efetivas para o setor.”</p>
<p>Os principais entraves em São Paulo concentram-se no acesso ao Porto de Santos, o maior da América Latina. O intenso tráfego e as dificuldades de acesso à área portuária geram um “custo oculto” significativo para as transportadoras. Uma das soluções futuras é a construção da terceira pista da Rodovia dos Imigrantes, obra já licitada e prevista para 2031, considerada essencial para otimizar o fluxo de caminhões entre a capital e o litoral.</p>
<p>A conclusão do trecho norte do Rodoanel Mário Covas, por sua vez, tem potencial para aliviar significativamente o trânsito de veículos de carga e de passageiros na Grande São Paulo. Finalizado em dezembro de 2025, o projeto incorpora melhorias como pistas mais largas e túneis, estabelecendo ligação direta com as principais rodovias que chegam à capital.</p>
<p>“A entrega da primeira fase é uma solução realista. Ela permitirá que parte dos caminhões evite áreas urbanas críticas, principalmente em operações para o Porto de Santos nos horários de pico. É a agilidade, a segurança e a eficiência que o setor esperava há anos. No entanto, para um alívio completo e duradouro, é essencial a integração planejada com o sistema viário atual e o direcionamento claro do fluxo logístico”, completa Rodrigues.</p>
<p>Para se adequar aos desafios e à alta demanda do mercado, o SETCESP ressalta a urgência de concretizar projetos estruturais, investir em tecnologia e garantir um ambiente regulatório estável. Segundo o sindicato, somente com essas medidas o transporte de cargas, vital para a economia, poderá alcançar maior segurança, eficiência e sustentabilidade.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>O custo da logística no PIB brasileiro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-custo-da-logistica-no-pib-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dandara Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 18:25:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[PIB brasileiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parte relevante do custo logístico está associado à formação recorrente de filas em pontos da infraestrutura, em especial nos acessos portuários e nas atracações de navios.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Parte relevante do custo logístico está associado à formação recorrente de filas em pontos da infraestrutura, em especial nos acessos portuários e nas atracações de navios</em></p>
<p>Entre gargalos estruturais, fragmentação institucional e baixa integração de dados, o Brasil ainda paga caro para mover sua produção. Estudos setoriais recentes indicam que os custos logísticos no Brasil nos últimos anos se situam entre 15% e 18% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional — cerca de R$ 1,83 trilhões em 2024, de acordo com o Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS).</p>
<p>Esse percentual é significativamente superior ao observado em economias desenvolvidas, como a dos Estados Unidos, que se encontra em torno de 8% do PIB americano.</p>
<p>Análises publicadas pela MundoLogística e pelo ILOS apontam também que o patamar brasileiro é fortemente associado à dependência do modal rodoviário, à volatilidade dos preços de frete e até mesmo às condições de armazenagem que, por vezes, são incapazes de acompanhar a produção (como aconteceu em 2025, devido à super safra brasileira), forçando a venda a preços mais baixos, elevando a demanda por transporte emergencial e prejudicando a competitividade nacional.</p>
<p>Ainda que a infraestrutura física seja frequentemente apontada como o principal gargalo, estudos técnicos destacam a relevância crescente de fatores institucionais, informacionais e decisórios.</p>
<p>A fragmentação do planejamento logístico, aliada ao uso limitado de ferramentas analíticas e de simulação, reduz a eficiência sistêmica e amplia os custos indiretos ao longo de toda a cadeia. Assim, parte relevante do custo logístico brasileiro está associado à formação recorrente de filas em pontos críticos da infraestrutura, em especial nos acessos portuários e nas operações de atracação de navios.</p>
<p>Em 2025, conforme o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), 86,83% de tudo que foi exportado pelo Brasil (em US$ FOB) aconteceram por via marítima.</p>
<p>A ausência ou, ainda, o pouco uso de ferramentas de planejamento e otimização, tais quais modelos de alocação de berços, simulação de filas, análise preditiva das chegadas, revisão e otimização de layouts que considerem e adequem espaços para amortização interna dos fluxos, revisão de processos, condições de atendimento – entre outros – resultam em esperas elevadas, nas quedas de produtividade e produção, no aumento do consumo de combustível, em pagamentos de sobrestadias e na imobilização de ativos de alto valor.</p>
<p>Segundo o Valor Econômico e a Revista Ferroviária, em 2024 o Brasil teve um custo de US$ 2,3 bilhões – cerca de R$ 13 bilhões em conversão direta – com demurrage, ou seja, gastos com a sobrestadia de navios nos portos, causados principalmente por gargalos da infraestrutura. Esses custos, embora nem sempre visíveis de forma direta, acabam incorporados ao custo logístico agregado do país.</p>
<p>Segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Plano Nacional de Logística (PNL), aproximadamente 62% da carga transportada no Brasil utiliza o modal rodoviário, enquanto o ferroviário responde por cerca de 19% e o aquaviário, incluindo hidrovias e cabotagem, por aproximadamente 15%. Essa predominância rodoviária implica em maiores custos unitários a cada tonelada movimentada por quilômetro, especialmente em longas distâncias, impactando diretamente o custo logístico agregado.</p>
<p>Diretrizes técnicas e simulações de cenário apresentadas no Plano Nacional de Logística (PNL 2025) indicam que um conjunto coordenado de intervenções estruturantes, incluindo o aumento da participação de modais de maior capacidade (como o ferroviário e o aquaviário), pode resultar em uma redução da ordem de 16% no custo total de transporte, o que equivale a cerca de 0,8% do PIB.</p>
<p>Esses ganhos decorrem não apenas dos menores custos unitários com frete, mas também da maior previsibilidade operacional, da redução de gargalos e da mitigação de congestionamentos nos principais corredores logísticos do país, através da aplicação de ferramentas computacionais e métodos analíticos específicos aplicados ao negócio.</p>
<p>A redução do custo logístico brasileiro depende menos de investimentos isolados e mais de decisões integradas, do uso intensivo de dados, da adoção de ferramentas de planejamento e reequilíbrio modal. Os próximos anos podem ser decisivos para transformar a logística em uma efetiva vantagem competitiva nacional.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Fronteira Legal! ANTT e Receita Federal unem forças para destravar o transporte entre Brasil e Paraguai</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/fronteira-legal-antt-e-receita-federal-unem-forcas-para-destravar-o-transporte-entre-brasil-e-paraguai/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dandara Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 15:11:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[fronteira]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Parceria entre órgãos federais mira a regularização do transporte de cargas leves na fronteira entre as duas nações.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Parceria entre órgãos federais mira a regularização do transporte de cargas leves na fronteira entre as duas nações</em></p>
<p>Em um movimento estratégico para desatar um nó logístico histórico na Ponte da Amizade, o Diretor da ANTT, Severino Medeiros, e o Secretário Especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, reuniram-se nesta quarta-feira (21/1), em Brasília. O encontro marca o nascimento de uma parceria robusta entre as duas maiores forças de regulação e fiscalização do país, com o objetivo de retirar da &#8220;zona cinzenta&#8221; o transporte de cargas leves (até 8 toneladas) entre Foz do Iguaçu e Ciudad del Este. A articulação entre a Agência e o Ministério da Fazenda sinaliza que o Estado brasileiro não apenas reconhece a lacuna regulatória atual, mas está agindo com rapidez para oferecer uma estrutura jurídica sólida que substitua o improviso pela eficiência. Na reunião, também foi reforçada a importância da participação do setor privado no debate do tema.</p>
<p>Diretor da ANTT, Severino Medeiros, destacou que a segurança jurídica é o combustível do desenvolvimento. Segundo o diretor, a criação de regras claras em conjunto com o Paraguai é fundamental para garantir a integridade dos transportadores e das mercadorias, acabando com a insegurança de quem opera na fronteira. Ao abrir diálogo com entidades do setor, o diretor posicionou a ANTT como uma facilitadora da logística internacional, buscando um modelo de operação que atenda às demandas reais do mercado sem abrir mão do controle rigoroso que a travessia exige.</p>
<p>A parceria entre a ANTT e a Receita Federal do Brasil simboliza a união da inteligência regulatória com a eficiência aduaneira. Ao estabelecer normas precisas para os caminhões de pequeno porte, as instituições não apenas combatem a irregularidade, mas potencializam a competitividade do Brasil no comércio com o Paraguai. O alinhamento institucional entre Medeiros e Barreirinhas garante que o controle de transporte e a fiscalização tributária caminhem juntos, eliminando gargalos burocráticos e promovendo uma operação segura que beneficia diretamente o desenvolvimento e a competitividade do comércio exterior.</p>
<p>Para o Brasil e o Paraguai, a regularização desses caminhões leves vai transformar a dinâmica econômica da região, atraindo mais investimentos e profissionalizando o setor. Ao resolver essa questão histórica, a ANTT e a RFB aumentam a segurança nacional nas fronteiras e fortalecem os laços do Mercosul, garantindo que a integração entre as duas nações seja feita sob a luz da legalidade e da eficiência operacional. O avanço das negociações nas próximas semanas deve consolidar o marco de como parcerias entre órgãos federais podem modernizar a economia, a segurança e o desenvolvimento do Brasil e do Paraguai.</p></div>
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		<title>Entraves que afetam o transporte no Brasil são listados por Plano Nacional de Logística</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/entraves-que-afetam-o-transporte-no-brasil-sao-listados-por-plano-nacional-de-logistica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 19:34:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[PNL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diagnóstico do PNL 2050 aponta gargalos no transporte de cargas e de pessoas e orienta ações de longo prazo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_5 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Diagnóstico do PNL 2050 aponta gargalos no transporte de cargas e de pessoas e orienta ações de longo prazo</em></p>
<p>Ao menos 12 problemas travam a logística, impactando o transporte de cargas e de pessoas no Brasil, segundo a avaliação estratégica do Plano Nacional de Logística (PNL) 2050, apresentado pelo Governo Federal no fim do mês passado.</p>
<p>Esses entraves vão orientar ações para o aperfeiçoamento dos modais, a fim de promover eficiência e competitividade nos meios de transporte no País. O plano ainda recebe contribuições e está previsto para ser concluído até março. O PNL 2050 é o primeiro plano formulado sob as diretrizes do Planejamento Integrado de Transportes (PIT), instituído por decreto pelo Governo Federal em maio de 2024. O objetivo é aumentar a competitividade nacional, reduzir desigualdades regionais e apoiar decisões estratégicas de longo prazo.</p>
<p>Ainda serão definidos os cenários-meta preliminares, etapa que orientará a priorização dos projetos e a consolidação das diretrizes do plano, antes de sua incorporação às metas do PIT. O PNL 2050 pretende estabelecer uma agenda de investimentos de longo prazo, com foco na diversificação dos modais, redução de custos logísticos, aumento da segurança e adaptação da infraestrutura aos desafios climáticos.</p>
<p>O diagnóstico apontou, entre outros pontos, a predominância do modal rodoviário, a subutilização de ferrovias, os entraves à cabotagem e às hidrovias, a baixa qualidade das estradas vicinais, a falta de segurança pública e de mão de obra, a depreciação da infraestrutura existente, dificuldades para a multimodalidade, o alto impacto ambiental do setor, o custo logístico para a sociobiodiversidade e a vulnerabilidade das infraestruturas às mudanças climáticas.</p>
<p>No transporte de cargas, foram identificadas dificuldades no escoamento da produção para exportação, no atendimento ao mercado doméstico e no abastecimento interno, além de gargalos logísticos na origem das cargas e no transporte de insumos essenciais.</p>
<p>Segundo o Ministério dos Transportes, a partir desse mapeamento, o PNL 2050 será utilizado para equilibrar a matriz de transportes, valorizando modais de maior capacidade e eficiência, como ferrovias, hidrovias, cabotagem e portos. A diretriz é estruturar corredores integrados, capazes de conectar áreas produtoras, centros de consumo e mercados internacionais, com ganhos de eficiência e redução de custos.</p>
<p><strong>Ministério quer mais ferrovias</strong></p>
<p>Para alavancar o modal ferroviário em 2026, o Ministério dos Transportes lançou a Política Nacional de Concessões Ferroviárias, estabelecendo regras de planejamento, governança, sustentabilidade e financiamento, combinando recursos públicos e privados.</p>
<p>A carteira prevê oito leilões este ano, somando mais de 9 mil quilômetros de trilhos, com expectativa de cerca de R$ 140 bilhões em investimentos diretos e potencial de alavancar até R$ 600 bilhões ao longo do desenvolvimento dos projetos.</p>
<p>A expansão das ferrovias é estratégica para reduzir custos logísticos, ampliar a capacidade de transporte e diminuir a dependência das rodovias em longas distâncias.</p>
<p><strong>Rodovias </strong></p>
<p>O modal rodoviário segue como eixo central da logística nacional, especialmente no deslocamento da população e na distribuição de cargas. Dados da Pesquisa CNT de Rodovias 2025, da Confederação Nacional do Transporte (CNT), apontam que 37,9% dos 114,2 mil quilômetros estão ótimos ou bons, subindo 5% em relação a 2024. No mesmo período, o percentual de rodovias consideradas ruins ou péssimas caiu de 26,6% para 19,1%.</p>
<p>Em menos de três anos, o Ministério dos Transportes realizou 22 leilões rodoviários, com mais de 10 mil quilômetros concedidos e R$ 247 bilhões em investimentos. Para 2026, estão previstos mais 13 leilões, com expectativa de R$ 148 bilhões adicionais.</p>
<p><strong>Estradas vacinais</strong></p>
<p>No caso das vias rurais, o diagnóstico incorporou estudos, em parceria com a Confederação Nacional da Agricultura (CNA), que apontam as estradas vicinais como o elo mais frágil da cadeia logística do agronegócio.</p></div>
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		<title>Logística de alta performance B2B deve crescer em 2025</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/logistica-de-alta-performance-b2b-deve-crescer-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jan 2025 14:55:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associado SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[Prestex]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O especialista em logística e CCO da Prestex, Marcelo Zeferino, fala sobre a transformação do setor para este ano.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">O setor de logística no Brasil deve continuar crescendo em 2025, seguindo o ritmo do crescimento do consumo e do PIB, mesmo que menos acelerado. A previsão do </span><a href="https://www.gov.br/secom/pt-br/assuntos/noticias/2024/12/ipea-projeta-crescimento-de-3-5-do-pib-neste-ano-e-de-2-4-para-2025#:~:text=No%20entanto%2C%20com%20uma%20taxa,termos%20interanuais%20no%20quarto%20trimestre."><span style="font-weight: 400;">IPEA</span></a><span style="font-weight: 400;"> é que o PIB de 2024 feche o ano em 3,5%, enquanto a expectativa para 2025 segue na casa dos 2,4%. Outro indicador de crescimento do setor de logística B2B, que engloba transporte, armazenagem, controle e estoque de produtos, é o crescimento previsto de </span><a href="https://exame.com/economia/com-demanda-menor-industria-devera-crescer-menos-em-2025-e-ter-alta-de-21-projeta-cni/"><span style="font-weight: 400;">2%</span></a><span style="font-weight: 400;"> do PIB da indústria de transformação em 2025, abrangendo as indústrias de máquinas, peças e a fabricação de bens de consumo como automóveis, bebidas, medicamentos, roupas, entre outros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo o especialista em logística emergencial e de alta performance, Marcelo Zeferino, CCO da </span><a href="http://www.prestex.com.br"><span style="font-weight: 400;">Prestex,</span></a><span style="font-weight: 400;"> o desempenho da indústria da transformação está diretamente ligado ao desempenho da logística B2B. “A fabricação just-in-time, a globalização do mercado e necessidade dos clientes por entregas cada vez mais rápidas, passaram a impulsionar uma revolução na logística emergencial e de alta performance para a indústria da transformação”, afirma. Segundo o especialista, o principal desafio neste sentido é reduzir os lead times de produção, ou seja, o tempo desde o momento em que uma ordem de serviço é criada até se tornar um produto acabado e entregue ao cliente final.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro dado da logística que deve fechar 2024 com saldo positivo é o de empregos no setor. O segmento vem registrando um ritmo acelerado de contratações no Brasil nos últimos meses. Entre janeiro e outubro de 2024, o número de </span><a href="https://abolbrasil.org.br/noticias/noticias/vagas-no-setor-de-logistica-crescem-947-de-janeiro-a-outubro-segundo-bne"><span style="font-weight: 400;">vagas abertas </span></a><span style="font-weight: 400;">cresceu 94,7% em relação ao mesmo período de 2023, passando de 34.288 para 66.765 oportunidades. Os dados são do Banco Nacional de Empregos (BNE). “É uma reação em cadeia, o consumo cresce, a produção cresce, os empregos na logística crescem também”, comenta Zeferino.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a Associação Brasileira de Operadores Logísticos (</span><a href="https://abolbrasil.org.br/"><span style="font-weight: 400;">ABOL</span></a><span style="font-weight: 400;">), o setor representa 1,8% do PIB brasileiro, sendo responsável por 2,3 milhões de empregos diretos e indiretos no país. O Brasil possui cerca de 1,3 mil operadores logísticos que atendem variados segmentos e nichos do mercado.</span></p>
<p><b>Da emergência à alta performance </b><span style="font-weight: 400;">&#8211; Focada no atendimento emergencial e de alta performance B2B para a indústria da</span> <a href="https://www.prestex.com.br/blog/logistica-para-industria-da-transformacao/#O_que_e_a_industria_da_transformacao"><span style="font-weight: 400;">transformação</span></a><span style="font-weight: 400;">, a operadora logística </span><a href="https://www.prestex.com.br/?utm_source=newsletter&amp;utm_medium=e-mail&amp;utm_campaign=choice_RP&amp;utm_id=choice_RP&amp;utm_term=prestex%2C+transporte+aereo+de+carga+emergencial%2C+logistica+aerea&amp;utm_content=choice_RP"><span style="font-weight: 400;">Prestex</span></a><span style="font-weight: 400;"> vem apresentando resultados crescentes ao tirar empresas do sufoco nas urgências extremas de logística. “O transporte de carga emergencial é caracterizado pela necessidade imediata de entrega, geralmente em resposta a uma imprevisibilidade como uma demanda inesperada, uma parada de produção, quebras de máquinas, até um desastre natural ou emergência na área de saúde, que  requerem uma resposta rápida e flexível”,explica o CCO da Prestex, Marcelo Zeferino.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O executivo detalha que no emergencial frequentemente são utilizadas rotas alternativas e alta performance, geralmente com uso do modal aéreo combinado com o rodoviário, para garantir que suprimentos críticos como alimentos, água, medicamentos e maquinários cheguem rapidamente ao destino, evitando prejuízos significativos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com 1.293 novos clientes entre os anos de 2023 e 2024, a Prestex ampliou suas bases de atendimento em território nacional, próximas aos principais aeroportos, e investiu em tecnologia para crescer. A companhia finalizou o ano de 2024 perto de 130 mil operações, índice 27% superior que em 2023. As regiões com maiores participações nos resultados da empresa foram o Sudeste (72%), o Nordeste (13%) e o Sul (11%). Para 2025, a Prestex prospecta manter a liderança no segmento de logística emergencial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra aposta da companhia para este ano é aprimorar o uso de IA, Iot e Blockchain investindo na logística preditiva. “Por meio do histórico de ocorrências e análise de grande volume de dados é possível antever gaps e urgências, migrando o cliente de uma logística emergencial para uma logística de alta performance, na qual processos são otimizados, com ganho de tempo e redução de custos operacionais nos transportes de cargas”, comenta Zeferino. </span></p></div>
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		<title>Veículos elétricos demandam logística de alta performance</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/veiculos-eletricos-demandam-logistica-de-alta-performance/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 14:20:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associado SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[veículos elétricos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil já tem 300 mil veículos eletrificados leves em circulação. Baterias de íon de lítio utilizadas são consideradas cargas perigosas e requerem transporte específico.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/veiculos-eletricos-demandam-logistica-de-alta-performance/">Veículos elétricos demandam logística de alta performance</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_7 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><div>Com a crescente <u><a id="m_-5665077642598687083OWAc5726f2b-0162-40f8-4b78-f66f33965e8d" href="https://abve.org.br/eletrificados-crescem-145-no-trimestre-e-tem-segundo-melhor-mes-da-historia/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://abve.org.br/eletrificados-crescem-145-no-trimestre-e-tem-segundo-melhor-mes-da-historia/&amp;source=gmail&amp;ust=1724163441648000&amp;usg=AOvVaw369AA9HGmFsrecfcb4IPHU">demanda</a></u> do mercado nacional pelos veículos elétricos e eletrificados e o aumento das alíquotas de <u><a id="m_-5665077642598687083OWA82132929-8c76-8ac5-ad4e-cb475f3997a7" href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/economia/audio/2024-07/imposto-sobre-importacao-de-carro-eletrico-aumenta-para-18#:~:text=Para%20os%20el%C3%A9tricos%2C%20a%20partir,partir%20de%20julho%20de%202026." target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/economia/audio/2024-07/imposto-sobre-importacao-de-carro-eletrico-aumenta-para-18%23:~:text%3DPara%2520os%2520el%25C3%25A9tricos%252C%2520a%2520partir,partir%2520de%2520julho%2520de%25202026.&amp;source=gmail&amp;ust=1724163441648000&amp;usg=AOvVaw1isqLVxs8HFGcuIsracyIx">impostos</a></u> para importações, anunciado pelo governo a partir de julho de 2024,  as principais fabricantes chinesas como a Neta, BYD e GWM já se preparam para fabricar no Brasil, com início ainda para este ano. O crescimento dessa indústria deverá ser proporcional ao crescimento da cadeia de suprimentos e  do setor logístico para garantir que a produção dos veículos elétricos e eletrificados acompanhe o ritmo da demanda.</div>
<div> </div>
<div>Os dados da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (<u><a id="m_-5665077642598687083OWA498d1628-20df-a170-cd21-0eade3f76f84" href="https://abve.org.br/80-mil-eletrificados-so-no-primeiro-semestre/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://abve.org.br/80-mil-eletrificados-so-no-primeiro-semestre/&amp;source=gmail&amp;ust=1724163441648000&amp;usg=AOvVaw0X_RTcptZCbSHyJkdNiB8h">ABVE</a></u>) mostram que o mercado da eletromobilidade veio para ficar e só tende a crescer no Brasil. O primeiro semestre de 2024 registrou um total de 79.304 veículos leves eletrificados vendidos, um aumento de 146% sobre os 32.239 do primeiro semestre de 2023.</div>
<div> </div>
<div>No total, o país chegou à marca de 300 mil veículos eletrificados leves em circulação. Os eletrificados incluem todas as tecnologias: os BEV (<i>Battery Electric Vehicles</i>, na sigla em inglês) que são 100% elétricos, os PHEV <i>(Plug-in Hybrid Electric Vehicles) </i>híbridos elétricos plug-in, os HEV<i> (Hybrid Electric Vehicles)</i> flex e a gasolina (não plug-in) e os micro-híbridos MHEV, com baixo grau de eletrificação.</div>
<div> </div>
<div>O excelente momento da eletromobilidade no Brasil, traz também desafios para a logística deste setor. Na avaliação do especialista em logística emergencial e de alta performance, Marcelo Zeferino, CCO da <u><a id="m_-5665077642598687083OWA45e6212b-d22e-dd97-611a-0e584348ede0" href="https://www.prestex.com.br/?utm_source=newsletter&amp;utm_medium=e-mail&amp;utm_campaign=choice_RP&amp;utm_id=choice_RP&amp;utm_term=prestex%2C+transporte+aereo+de+carga+emergencial%2C+logistica+aerea&amp;utm_content=choice_RP" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.prestex.com.br/?utm_source%3Dnewsletter%26utm_medium%3De-mail%26utm_campaign%3Dchoice_RP%26utm_id%3Dchoice_RP%26utm_term%3Dprestex%252C%2Btransporte%2Baereo%2Bde%2Bcarga%2Bemergencial%252C%2Blogistica%2Baerea%26utm_content%3Dchoice_RP&amp;source=gmail&amp;ust=1724163441648000&amp;usg=AOvVaw2cIgv5hT6xikiNup1ulAYL">Prestex</a></u>, apesar de os veículos elétricos terem menos componentes na cadeia produtiva, quando comparados aos veículos tradicionais, as especificidades do segmento exigem uma logística integrada, tecnológica e de alta performance. “A bateria do veículo elétrico, por exemplo, além de ser o componente de maior valor, está incluída na categoria de carga perigosa, pois é feita em íon de lítio, altamente inflamável. Seu transporte e manuseio necessitam de operadores com licenças específicas e cuidados essenciais”, explica o especialista.</div>
<div> </div>
<div>Marcelo Zeferino lembra ainda que a logística de alta performance é crucial para o início da produção dos veículos eletrificados no Brasil, abrangendo desde a cadeia de suprimentos, aquisição de insumos, interação entre fornecedores e clientes, armazenamento e controle de estoque,  transporte, segurança na armazenagem, distribuição e comercialização.</div>
<div> </div>
<div>As empresas de logística vêm investindo em novas tecnologias para integrar as estratégias de rastreabilidade e visibilidade, reduzindo riscos e aumentando a eficiência operacional do setor. “A indústria automobilística precisa maximizar o gerenciamento de riscos, uma vez que qualquer falha pode ser fatal para o negócio devido à complexidade de sua cadeia de produção”, ressalta o especialista em logística, Marcelo Zeferino</div>
<div> </div>
<div><b>RASTREABILIDADE</b> &#8211; Alguns operadores logísticos já trabalham com softwares de roteirização, gerenciando de forma preditiva a rota de um caminhão ou aeronave no transporte de componentes para as indústrias. Essas informações são transmitidas em tempo real para a planta da fábrica, evitando a parada de produção e tomada de decisões mais assertivas. “A <u><a id="m_-5665077642598687083OWAa2f5511c-e5ba-297d-25eb-65115ad203bf" href="https://www.prestex.com.br/?utm_source=newsletter&amp;utm_medium=e-mail&amp;utm_campaign=choice_RP&amp;utm_id=choice_RP&amp;utm_term=prestex%2C+transporte+aereo+de+carga+emergencial%2C+logistica+aerea&amp;utm_content=choice_RP" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.prestex.com.br/?utm_source%3Dnewsletter%26utm_medium%3De-mail%26utm_campaign%3Dchoice_RP%26utm_id%3Dchoice_RP%26utm_term%3Dprestex%252C%2Btransporte%2Baereo%2Bde%2Bcarga%2Bemergencial%252C%2Blogistica%2Baerea%26utm_content%3Dchoice_RP&amp;source=gmail&amp;ust=1724163441648000&amp;usg=AOvVaw2cIgv5hT6xikiNup1ulAYL">Prestex</a></u>, empresa referência em logística emergencial B2B, por exemplo, foi uma das pioneiras no país a ter um APP de <u><a id="m_-5665077642598687083OWA89957384-7eaa-d808-9008-4cbbd7c2893b" href="https://www.prestex.com.br/rastreamento/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.prestex.com.br/rastreamento/&amp;source=gmail&amp;ust=1724163441648000&amp;usg=AOvVaw0qUwb3OY9sZmeP63J7-STK">rastreamento</a></u> de cargas também utilizado pela indústria automobilística”, comenta o especialista Marcelo Zeferino.</div>
<div> </div>
<div>O sistema, iniciado em 2009, permite que o cliente visualize 24h por dia todas as etapas de sua carga via APP, computador ou tablet. O processo é realizado com ferramentas de tecnologia avançada e RFID que informam em tempo real a localização da carga, alertas de movimentação, alteração de temperatura (no caso das baterias), controle de velocidade, alerta de desvio de rota, indicadores de falhas e previsão precisa de entrega.</div></div>
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		<title>PIB 2024 deve alavancar a logística</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/pib-2024-deve-alavancar-a-logistica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 14:36:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[2024]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasil LOG aposta no setor e realiza a feira, pela primeira vez, em ano consecutivo ao sucesso de 2023</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Com uma expectativa de alta de 2,2% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2024, segundo o “Balanço Macrofiscal de 2023 e perspectivas para 2024” do Ministério da Fazenda (MF) (divulgado em 31/01/24), o setor logístico deve avançar por desempenhar um papel vital na economia do Brasil, sendo responsável pelo gerenciamento e fluxo de bens e serviços.</p>
<p>“A logística é o termômetro da economia, ela é a primeira a parar em crise e a primeira a retomar” &#8211; afirma Adelson Lopes – idealizador da Brasil LOG, Feira Internacional de Logística, que pela primeira vez será realizada em anos consecutivos, chegando em sua 9ª edição nos dias 22, 23 e 24 de maio de 2024.</p>
<p>A Brasil LOG é referência para o segmento da logística; em sua edição, em 2023, registrou a presença de 22 estados brasileiros e 270 cidades brasileiras, além de visitantes e expositores internacionais como a empresa chinesa que fabrica esteiras, Wayzim, que lançou sua vinda para o Brasil na edição de 2023 e está retornando em 2024 em função do sucesso alcançado pela Brasil Log.</p>
<p>Na edição de maio de 2023, gerou cerca de R$ 10 milhões, mas para Lopes esse número não para por aí, por que muitos negócios são consolidados posteriormente, promovidos pelas soluções que a feira oferece aos cinco modais da logística: terrestre, aéreo, marítimo, ferroviário e hidroviário, ainda em expansão. Os negócios na 9ª Brasil LOG também serão fomentados pelo Encontro de Negócios do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) e pelas duas rodadas de negócios promovidas pela Associação Comercial e Empresarial (ACE).</p>
<p>Porque estar na 9ª Brasil LOG?</p>
<p>Acessar serviços e soluções, se atualizar sobre as demandas da logística em um único local otimiza tempo, considerando que o setor enfrenta inúmeros desafios, desde a infraestrutura, distâncias geográficas, à tecnologia e gestão.</p>
<p>Para Lopes, o desafio é se manter competitivo em um mercado complexo e que aponta o crescimento do transporte rodoviário de cargas, em função do e-commerce.</p>
<p>Entre as soluções para logística, a Brasil Log traz expositores com ferramentas que compilam dados, dão visibilidade aos processos, melhoram a produtividade e também iniciativas sustentáveis.</p>
<p>Outro destaque são palestras gratuitas com temas pertinentes às necessidades e atualidades do mercado; bem como teste drive de caminhões e empilhadeiras.</p>
<p>Estrutura e público</p>
<p>A 9ª edição da Brasil LOG será realizada em uma área de 53 mil m², em três pavilhões para mais de 60 expositores, no Parque Comendador Antônio Carbonari – Parque da Uva.</p>
<p>A expectativa é de que passem pela feira representantes de empresas americanas, alemãs e chinesas, de todos os modais logísticos, de Condomínios Logísticos, Centros de Distribuições, Armazenagem, Estocagem, Consultorias e profissionais como Agentes de Carga, Armadores, Despachantes Aduaneiros, Importadores e Exportadores.</p>
<p>Além das empresas e autônomos que atuam no segmento, a edição 2023 foi prestigiada também por representantes municipais, do Governo do Estado, Autarquias como ARTESP e orgãos federais como Infraero.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Logística reversa</p>
<p>Uma das novidades da Brasil LOG 2024 é coleta de resíduo eletrônico para descarte em conformidade com a Lei 12.305/2010 da Política Nacional de Resíduos Sólidos, em parceria com a empresa Ecotronics Ambiental.</p>
<p>A captação será feita no hall de entrada da feira e o laudo ambiental para pessoa jurídica será emitido mediante os dados da empresa. Estão entre resíduo eletrônico, computadores, notebooks, celulares, smartphones, tablets, impressoras, aparelhos telefônicos, monitores, televisores, DVD player, vídeo cassete, cabos, fios elétricos, placas de circuito, sucatas ferrosas, sucatas não ferrosas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>SERVIÇO:</p>
<p>A entrada é gratuita, mas é necessário o credenciamento pelo site <a href="https://feiradelogistica.com/" target="_blank" rel="noopener">www.feiradelogistica.com</a><br />Feira Internacional de Logística: 22 a 24 de maio de 2024 das 12h às 20h<br />Local: Parque da Uva, em Jundiaí/SP.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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		<title>CNT lança publicação inédita sobre importância econômica e logística dos terminais de carga nos portos do Brasil</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/cnt-lanca-publicacao-inedita-sobre-importancia-economica-e-logistica-dos-terminais-de-carga-nos-portos-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2023 12:40:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CNT]]></category>
		<category><![CDATA[econômica]]></category>
		<category><![CDATA[logística]]></category>
		<category><![CDATA[terminais de carga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo abrange 12 instalações portuárias localizadas em oito estados: Maranhão, São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Pará e Rio Grande do Sul.</p>
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<p>Um dos maiores portos do mundo é brasileiro. O Complexo Portuário de Santos (SP) é composto por 45 terminais aptos a receber navios, sendo 39 deles públicos (arrendados) e seis de uso privado (autorizados). Essas instalações são o elo de exportação do Brasil para 154 países. Em 2022, o complexo santista registrou a maior movimentação anual dos últimos 10 anos, 126 milhões de toneladas de carga. Apesar das dimensões gigantescas, sua estrutura sofre com desafios como a falta de coordenação dos agentes públicos intervenientes nas atividades portuárias e a de infraestrutura de acesso aos terminais portuários: rodovias, ferrovias e acessos aquaviários. Tais fatores, além de influenciarem na deficiência do transporte, elevam os custos logísticos.</p>
<p><strong>Os mesmos problemas abrangem outros onze terminais de carga dos portos do país retratados na publicação Terminais de Carga do Brasil &#8211; Gateways Portuários, lançado pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) nesta quinta-feira (14). São eles: </strong>Terminal Marítimo de Ponta da Madeira e Itaqui (<strong>Maranhão</strong>); Terminal de Tubarão e Portocel (<strong>Espírito Santo</strong>); Paranaguá (<strong>Paraná</strong>); Terminal Aquaviário de Angra dos Reis, Rio de Janeiro e Porto do Açu (<strong>Rio de Janeiro</strong>); Rio Grande (<strong>Rio Grande do Sul</strong>); Portonave (<strong>Santa Catarina</strong>); e Vila do Conde (<strong>Pará</strong>).</p>
<p>Juntos essas instalações portuárias movimentaram cerca de 64% das cargas totais de longo curso nos anos de 2021 e 2022. O percentual evidencia a representatividade da amostra selecionada pelo estudo da CNT e mostra a vocação exportadora como predominância, de modo geral. O levantamento detalha como funcionam essas instalações, especializadas na movimentação de cargas internacionais. Trata-se do terceiro volume da série Terminais de Carga do Brasil, que se dedica a apresentar, de forma detalhada, esses elos das cadeias logísticas de fundamental relevância para a organização e distribuição dos fluxos de mercadorias.</p>
<p>Os gateways portuários para a navegação de longo curso atuam, principalmente, como portas de entrada e saída para importações e exportações. O trabalho apresenta uma caracterização abrangente dessas instalações. Dentre os aspectos analisados, estão a movimentação de mercadorias, a infraestrutura existente, os indicadores operacionais e o desempenho ambiental. Na prática, busca-se apresentar a importância desses terminais para o desenvolvimento econômico brasileiro, tanto em âmbito regional como nacional, bem como expor os principais desafios enfrentados pelo setor portuário e propor melhorias.</p>
<p>De acordo com a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), existem, no Brasil, 235 instalações portuárias — públicas ou privadas, marítimas ou fluviais. Desse total, 96 (41%) apresentaram movimentação de cargas de longo curso no ano de 2022, sendo consideradas nesta série, portanto, gateways portuários. Por sua vez, 28 são portos organizados (terminais públicos geridos por uma autoridade portuária e operados mediante contratos de arrendamento) e 68 são Terminais de Uso Privado (TUPs), submetidos ao regime de autorização. No estudo da Confederação, foi detalhado o perfil de seis portos organizados e seis TUPs.</p>
<p>Predomina nelas, de modo geral, como característica comum, a vocação exportadora. Quanto aos tipos de mercadorias transportadas, nota-se o predomínio da soja e do minério de ferro, na exportação, e de fertilizantes, na importação. Seja minério de ferro, soja ou carga conteinerizada, uma parcela expressiva do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro passa por esses portos. Decorre disso a necessidade de divulgação ampla das condições de operação e as especificidades inerentes a esses terminais de carga. Esses dados, assim, confirmam a relevância da exportação de <em>commodities</em> para a balança comercial do Brasil, sobretudo nos setores agropecuário e minerador.</p>
<p><strong>Movimentação</strong></p>
<p>Em 2022, os portos organizados movimentaram cerca de 422 milhões de toneladas de carga, ao passo que os terminais autorizados movimentaram quase o dobro desse volume, aproximadamente 786 milhões de toneladas. </p>
<p>No que tange à distribuição dos perfis de carga, o granel sólido tem a maior representatividade na movimentação tanto dos portos organizados quanto dos TUPs. Os terminais de Ponta da Madeira (MA) e de Tubarão (ES), ambos vocacionados para o transporte de minério de ferro, são os maiores contribuintes para esse resultado nos terminais autorizados. Por outro lado, verifica-se a relevância da movimentação de contêineres nos portos organizados (20% em 2022), impulsionada pelos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR).</p>
<p>Os principais entraves ao desenvolvimento dos gateways portuários analisados no estudo foram a ausência ou a precariedade das infraestruturas de acesso e a insegurança jurídica e regulatória, além da pluralidade de órgãos reguladores e da excessiva burocracia no setor. Como soluções, a CNT propõe a criação de um ambiente de negócios estável e previsível e a atuação conjunta e coordenada de autoridades para a definição de normas e regulamentos.</p>
<p>Outro fator que afeta os gateways portuários é a ausência de representatividade nos CAPs (Conselhos de Autoridade Portuária) de todos os entes afetados por suas decisões. Na avaliação da CNT, as atuais regras de acesso devem ser revistas para incluir a participação dos TUPs — quando for o caso — nesses conselhos. O trabalho destaca ainda a ausência de uma estratégia governamental integrada de longo prazo para o desenvolvimento do setor portuário e a necessidade de adequada priorização de empreendimentos nos Planos Setoriais.</p>
<p>Essa publicação fornece dados e análises técnicas para auxiliar a tomada de decisão de gestores públicos e agentes privados e o adequado direcionamento de recursos. Insere-se, portanto, na visão da CNT de ser referência na produção de conhecimento sobre o setor de transporte — contribuindo para o seu desenvolvimento e de todos os demais setores produtivos, sem os quais não há como o Brasil prosperar.</p>
<p><a href="https://cdn.cnt.org.br/diretorioVirtualPrd/16485e30-bc1f-4525-ace7-45fc9164a90b.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Clique aqui para acessar a publicação.</strong></a></p>
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