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	<title>Arquivos julho &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos julho &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Desemprego cai para 6,4% entre julho e setembro, diz IBGE</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/desemprego-cai-para-64-entre-julho-e-setembro-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 15:20:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[julho]]></category>
		<category><![CDATA[setembro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esta é a segunda menor taxa de desocupação desde 2012.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A taxa de desocupação recuou para 6,4% no trimestre de julho a setembro de 2024. O resultado é 0,5 ponto percentual (p.p.) menor se comparado ao período anterior entre abril e junho de 2024, quando ficou em 6,9%. Em relação ao mesmo trimestre móvel de 2023, a queda é 1,3 p.p. Naquele momento a taxa era 7,7%. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que divulgou os dados nesta quinta-feira (31), “essa é a segunda menor taxa de desocupação da série histórica da PNAD Contínua do IBGE, iniciada em 2012, superando apenas a taxa do trimestre encerrado em dezembro de 2013 (6,3%)”.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1617749&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1617749&amp;o=node" /></p>
<p>A população desocupada, que é o número de pessoas que não estavam trabalhando e procuravam por uma ocupação, diminuiu para 7,0 milhões. Conforme o IBGE, desde o trimestre encerrado em janeiro de 2015 este é o menor contingente. “Com recuos significativos nas duas comparações: -7,2% no trimestre, ou menos 541 mil pessoas buscando trabalho, e -15,8% frente ao mesmo trimestre móvel de 2023, ou menos 1,3 milhão de pessoas”, completou o IBGE no texto da divulgação.</p>
<p>Na visão da coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, a trajetória de queda da desocupação resulta da contínua expansão dos contingentes de trabalhadores que estão sendo demandados por diversas atividades econômicas.</p>
<p>O número de trabalhadores do país registrou novo recorde da PNAD Contínua ao subir para 103,0 milhões. O crescimento da população ocupada avançou 1,2% no trimestre, ou mais 1,2 milhão de trabalhadores. Na comparação anual, aumentou 3,2%, o percentual é equivalente a mais 3,2 milhões de pessoas ocupadas.</p>
<p><strong>Indústria e Comércio</strong></p>
<p>A pesquisa mostrou que o aumento da ocupação no trimestre foi puxado pelo desempenho da Indústria (3,2%) e do Comércio (1,5%). Na comparação trimestral, esses dois grupamentos de atividade absorveram 709 mil trabalhadores, sendo 416 mil da Indústria e 291 mil do Comércio. Outro recorde foi na população ocupada no Comércio que atingiu 19,6 milhões de pessoas. Já os outros grupamentos permaneceram com estabilidade na comparação trimestral.</p>
<p>Segundo a coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, o terceiro trimestre aponta para retenção ou crescimento de ocupados na maioria dos grupamentos de atividades. “Em particular, a indústria registrou aumento do emprego com carteira assinada. Já no comércio, embora a carteira assinada também tenha sido incrementada, o crescimento predominante foi por meio do emprego sem carteira”, informou.</p>
<p>Ainda na comparação anual, os grupamentos Indústria, Construção, Comércio, Transporte, Informação e Comunicação, Administração e Outros Serviços registraram crescimento no número de ocupados. Em movimento diferente, alojamento e alimentação e aerviços domésticos mantiveram estabilidade. Com queda de 4,7%, apenas a agropecuária recuou na sua população ocupada.</p>
<p><strong>Setores privado e público</strong></p>
<p>Ao atingir 53,3 milhões, o número de empregados do setor privado também registrou novo recorde da série. A alta é de 2,2% no trimestre e de 5,3% no ano. Outro dado que superou os desempenhos anteriores foi no número de empregados com carteira de trabalho assinada que chegou a 39,0 milhões e sem carteira de trabalho alcançou 14,3 milhões. “O trabalho com carteira neste setor cresceu 1,5% (mais 582 mil pessoas) no trimestre e 4,3% (mais 1,6 milhão de pessoas) no ano, enquanto o contingente de empregados sem carteira cresceu, respectivamente, 3,9% (mais 540 mil pessoas) e 8,1% (mais 1,1 milhão de pessoas) nas mesmas comparações”, apontou o IBGE.</p>
<p><strong>Setor público</strong></p>
<p>Com o total de 12,8 milhões, os empregados do setor público bateram recorde, contingente que se mantém estável no trimestre e com crescimento de 4,6%, ou mais 568 mil pessoas, no ano. “Essa alta continua sendo puxada pelo grupo dos servidores sem carteira assinada, que cresceu 4,2% no trimestre e 9,1% no ano. O grupo dos militares e servidores estatutários ficou estável nas duas comparações”, indicou o IBGE.</p>
<p><strong>Rendimento</strong></p>
<p>No trimestre terminado em agosto, o rendimento médio real das pessoas ocupadas ficou em R$ 3.227. O valor, conforme o IBGE, não mostrou “variação estatisticamente significativa frente ao trimestre móvel anterior”. Na comparação com o mesmo trimestre móvel de 2023, apresentou alta de 3,7%.</p>
<p>A massa de rendimentos, que é a soma das remunerações de todos os trabalhadores, atingiu R$ 327,7 bilhões. Esse resultado mantém a estabilidade no trimestre e cresce 7,2% na comparação anual.</p>
<p><strong>PNAD Contínua</strong></p>
<p>De acordo com o IBGE, a pesquisa é a principal que analisa a força de trabalho do país. A amostra abrange 211 mil domicílios, espalhados por 3.500 municípios visitados a cada trimestre. Cerca de 2 mil entrevistadores trabalham na pesquisa, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE.</p>
<p>Por causa da pandemia de covid-19, o IBGE adotou a coleta de informações da pesquisa por telefone a partir de 17 de março de 2020, mas em julho de 2021, houve a coleta de forma presencial. “É possível confirmar a identidade do entrevistador no <em>site</em> Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante”, sugeriu o IBGE.</p></div>
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		<title>Veja o que os economistas esperam para o emprego com carteira assinada em julho</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/veja-o-que-os-economistas-esperam-para-o-emprego-com-carteira-assinada-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2024 13:34:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carteira assinada]]></category>
		<category><![CDATA[julho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministro diz que resultado em sete meses vai superar o de todo o ano passado.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O mercado de trabalho deve ter registrado a abertura líquida de 183.100 vagas com carteira assinada em julho, segundo mediana de 19 projeções de consultorias e instituições financeiras coletadas pelo Valor Data. As estimativas vão de 156.251 a 235.000.</p>
<p>O Ministério do Trabalho e Emprego divulga dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) relativos a julho na quarta-feira, às 14h30.</p>
<p>Para 2024, a projeção é de abertura líquida de 1.779.473 vagas no mercado formal, segundo mediana de 15 projeções reunidas pelo Valor Data.</p>
<p>As projeções vão de 1,4 milhão a 2,22 milhões.</p>
<p>Em junho, foi registrado saldo líquido de 201.705 vagas com carteira assinada, acima da expectativa mediana de 160 mil.</p>
<p>No início da semana, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que o Caged de julho trará, para os sete meses de 2024, números superiores aos acumulados nos 12 meses do ano passado.</p>
<p>“O Caged de julho vem bem. Nos sete meses desse ano, tem número maior do que nos 12 meses do ano passado”, afirmou Marinho.</p></div>
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		<title>Prévia da inflação em julho fica abaixo da taxa de junho, aponta IBGE</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/previa-da-inflacao-em-julho-fica-abaixo-da-taxa-de-junho-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 14:24:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[julho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Índice foi de 0,30% ante 0,39% do mês anteior.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A prévia da inflação oficial do país em julho registrou 0,30%, mais baixa que a de junho, quando ficou em 0,39%. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado nesta quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE, mostrou que a maior variação, de 1,12%, e o maior impacto, de 0,23 ponto percentual, partiram do grupo Transportes, seguidos por Habitação (0,49% e 0,07 p.p) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,33% e 0,05 p.p).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1605305&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1605305&amp;o=node" /></p>
<p>De acordo com o IBGE, em 12 meses, a variação do IPCA-15 atingiu 4,45%, patamar superior aos 4,06% verificados em igual período imediatamente anterior. Em julho de 2023, a taxa registrou queda de 0,07%.</p>
<p>A pesquisa para o cálculo do IPCA-15 indicou ainda que sete dos nove grupos de produtos e serviços analisados avançaram em julho. Em movimento contrário, ficaram o grupo de Alimentação e Bebidas, com queda de 0,44%, e o de Vestuário, queda de 0,08%.</p>
<p>Dentro do grupo Alimentação e Bebidas, uma contribuição importante para a redução de 0,44% em julho foi a alimentação em domicílio, que caiu 0,70%. Contribuíram para esse resultado as quedas da cenoura (21,60%), do tomate (17,94%), da cebola (7,89%) e das frutas (2,88%). Em alta, destacam-se o leite longa vida (2,58%) e o café moído (2,54%).</p>
<p>A alta de 0,25% na alimentação fora do domicílio significou uma desaceleração na comparação com o mês de junho, quando ficou em 0,59%. A explicação da queda de ritmo, segundo o IBGE, são as altas menos intensas do lanche, de 0,80% em junho para 0,24% em julho, e da refeição, de 0,51% em junho para 0,23% em julho.</p>
<p>Já no grupo Habitação, que avançou 0,49%, a influência foi a energia elétrica residencial com variação de 1,20% e impacto de 0,05 p.p.</p>
<p>“Em julho, passou a vigorar a bandeira tarifária amarela, que acrescenta R$ 1,885 a cada 100 kwh consumidos. A alta também foi influenciada pelos seguintes reajustes tarifários: de 6,76% em Belo Horizonte (3,40%), a partir de 28 de maio; e de -2,43% em uma das concessionárias de São Paulo (0,42%), a partir de 4 de julho”, observou o IBGE.</p>
<p>Outra influência em Habitação foi a expansão de 0,22% da taxa de água e esgoto. O avanço é decorrente dos reajustes tarifários de 9,85% em Brasília (5,02%), a partir de 1º de junho; e de 2,95% em Curitiba (0,09%), a partir de 17 de maio. “No subitem gás encanado (-0,28%), o resultado do Rio de Janeiro (-0,93%) decorre de redução média de 1,75%, a partir de 1º de junho”, aponta o IBGE.</p>
<p>A alta de 19,21% nas passagens aéreas impactou o grupo Transportes e contribuiu com 0,12 p.p. no indicador de julho. Os combustíveis (1,39%), gasolina (1,43%), etanol (1,78%) e óleo diesel (0,09%) também aumentaram, mas o gás veicular apresentou queda de 0,25%.</p>
<p><strong>Regiões</strong></p>
<p>Entre as regiões, dez áreas de abrangência registraram elevação no mês. A maior foi em Brasília (0,61%), em consequência das elevações da passagem aérea (13,68%), da taxa de água e esgoto (5,02%) e da gasolina (2,94%). Recife foi responsável pelo menor resultado (-0,05%). Lá a influência para o desempenho foram as quedas nos preços do tomate (-37,13%) e da cenoura (-28,27%).</p>
<p><strong>IPCA-15</strong></p>
<p>De acordo com o IBGE, a metodologia utilizada no cálculo do IPCA-15 é a mesma do IPCA. A diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica. </p>
<p>Para o resultado deste mês, foram coletados os preços no período de 15 de junho a 15 de julho (referência) e comparados com os vigentes de 16 de maio a 14 de junho (base).</p>
<p>“O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia”, informa o IBGE.</p></div>
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		<item>
		<title>Micro e pequenas empresas lideram geração de empregos em julho</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/micro-e-pequenas-empresas-lideram-geracao-de-empregos-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 12:23:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[julho]]></category>
		<category><![CDATA[Micro e pequenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pequenos negócios respondem por 79,8% das vagas abertas no país.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>As micro e pequenas empresas (MPEs) são o carro-chefe da criação de empregos com carteira assinada no país. Em julho, 79,8% das vagas abertas no Brasil foram absorvidas pelos pequenos negócios. Isso representa 113,8 mil postos de trabalho de um total de 142,7 mil. O levantamento foi feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e obtido em primeira mão pela Agência Brasil. Esse montante representa uma média de 3.670 vagas formais geradas a cada dia.</p>
<p>O volume total criado pelas MPEs é quase seis vezes maior que o número de contratações das médias e grandes empresas (MGEs), que concentraram 13,5% das vagas criadas (19.229). Os demais segmentos são instituições sem fins lucrativos (3.813), pessoas físicas (6.032) e administração pública (-200).</p>
<p>No levantamento do Sebrae, são consideradas microempresas as firmas com até nove empregados (agropecuária, comércio e serviço) ou 19 funcionários (indústria e mineração). Pequenas empresas são as que têm até 49 trabalhadores (agropecuária, comércio e serviço) ou 99 empregados (indústria e mineração).</p>
<p><strong>Sete meses seguidos</strong></p>
<p>O estudo leva em conta dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. O saldo de julho foi o sétimo resultado positivo seguido. A última vez que as MPEs tiverem um mês com mais demissões que admissões foi em dezembro, mês em que a economia costuma ter perda de emprego, por concentrar o término de contratos temporários relacionados à demanda das festas de fim de ano.</p>
<p>O índice alcançado pelas MPEs em julho só é inferior, em 2023, ao registrado em janeiro, quando elas foram responsáveis por 81% das contratações.</p>
<p>Os principais motores da abertura de trabalho nas MPEs, em julho, foram os setores de serviços (46,7 mil vagas), construção (26,1 mil vagas) e comércio (25 mil vagas). As atividades que mais se destacaram foram construção de edifícios (8,6 mil vagas), restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas (5,8 mil), e transporte rodoviário de carga (4,4 mil).</p>
<p>A abertura de ocupação com carteira assinada nas MGEs se concentrou principalmente na indústria de transformação (6,5 mil), serviços (5,8 mil) e agropecuária (4,7 mil).</p>
<p><strong>Acumulado do ano</strong></p>
<p>No acumulado de 2023, a participação proporcional das MPEs na geração de ocupação formal é menor, mas elas seguem na liderança. São 825,4 mil empregos do total de 1,1 milhão criados no Brasil. Isso representa 70,8%, contra 16,4% das MGEs.</p>
<p>Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, os números são um reflexo da confiança dos pequenos empreendedores no aquecimento da economia. “A partir de indicadores cada vez mais positivos, somados ao controle da inflação e à perspectiva de continuidade na queda da taxa de juros, os donos de pequenos negócios estão retomando o otimismo. É a confiança de que o país é capaz de acelerar o ritmo de crescimento que faz os empreendedores criarem vagas de emprego”, avalia.</p>
<p>Em julho e no acumulado do ano, todos os estados e o Distrito Federal apresentam saldo positivo de empregos formais em MPEs.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Produção industrial cai 0,3% em julho, no terceiro mês negativo seguido</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/producao-industrial-cai-03-em-julho-no-terceiro-mes-negativo-seguido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Roberto Cesar]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2019 12:31:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[industria]]></category>
		<category><![CDATA[julho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204571191</guid>

					<description><![CDATA[<p>A produção da indústria nacional caiu 0,3% em julho, na comparação com junho, acumulando -1,7% no ano. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/producao-industrial-cai-03-em-julho-no-terceiro-mes-negativo-seguido/">Produção industrial cai 0,3% em julho, no terceiro mês negativo seguido</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A produção da indústria nacional caiu 0,3% em julho, na comparação com junho, acumulando -1,7% no ano. É o terceiro mês negativo seguido, após quedas em maio e junho. Frente a julho de 2018, o resultado foi de -2,5% e, em 12 meses, de -1,3%. Os resultados são da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada hoje pelo IBGE.</p>
<p>Apesar de ser o terceiro resultado negativo seguido, o perfil de julho ficou diferente do que o observado em maio e junho, explica o gerente da pesquisa, André Macedo: “antes, o perfil de recuo era disseminado. Já em julho, 15 das 26 atividades estão positivas, indicando uma concentração de resultados negativos”.</p>
<p>Os destaques negativos na comparação com junho ficaram com outros produtos químicos (-2,6%), bebidas (-4%), alimentos (1%) e equipamentos de informática e produtos eletrônicos (-3,3%). Por outro lado, a indústria extrativa cresceu 6%, terceiro resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação, acumulando 18,5% em três meses e recuperando parte dos -24,5% acumulados nos quatro meses anteriores.</p>
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<p>Na comparação com julho mês de 2018, o resultado de -2,5% foi menos intenso do que os -5,9% registrados em junho. A diferença pode ser explicada, em parte, por julho ter um dia útil a mais neste ano. Já o acumulado no ano (-1,7%) apresentou aceleração em relação ao resultado do primeiro semestre (-1,5%).</p>
<p>No quadro por grandes categorias econômicas, somente bens intermediários apresentaram queda, tanto na comparação com julho de 2018 (-5,4%), quanto no acumulado no ano (-3%). Em ambos os casos, a categoria sofreu pressão da indústria extrativa.</p>
<p>“São duas visões diferentes da mesma atividade. Na margem, observamos uma recuperação parcial da extração de minério de ferro, devido à reabertura gradativa de sítios de mineração, após um período de suspensão para fiscalização. Porém, frente a 2018, a base de comparação é alta e percebe-se claramente que ainda há muita influência do rompimento da barragem de Brumadinho”, conclui o gerente da pesquisa.</p></div>
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