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	<title>Arquivos IPTC &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos IPTC &#8211; SETCESP</title>
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	<item>
		<title>Boletim do IPTC analisa o setor de transporte</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/boletim-do-iptc-analisa-o-setor-de-transporte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 19:39:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETOR DE TRANSPORTE]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
		<category><![CDATA[setor de transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) atualizou o valor para pagamento do tempo adicional de carga e descarga ao transportador.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>TEMPO ADICIONAL DE CARGA E DESCARGA ­— ESTADIA</strong></p>
<p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) atualizou o valor para pagamento do tempo adicional de carga e descarga ao transportador. O valor que antes era de <strong>R$ 2,41</strong> passa a ser de <strong>R$ 2,50</strong> de acordo com correção feita pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulado no período de abril de 2025 a março de 2026, de <strong>3,77%</strong>.</p>
<p>Conforme determina a lei nº 11.442, de 5 de janeiro de 2007, o prazo máximo para carga e descarga do veículo de transporte rodoviário de cargas é de cinco horas, contados da chegada do veículo ao endereço de destino, após o qual este valor será devido ao Transportador Autônomo de Carga (TAC) ou à Empresa de Transporte Rodoviário de Cargas (ETC), por tonelada/hora ou fração.</p>
<p>Para o cálculo do valor referido considera-se a capacidade total de transporte do veículo e incidente o pagamento relativo ao tempo de espera. Além disso, o embarcador e o destinatário da carga são obrigados a fornecer ao transportador documento hábil a comprovar o horário de chegada do caminhão nas dependências dos respectivos estabelecimentos, sob pena de serem punidos com multa a ser aplicada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, que não excederá a 5% (cinco por cento) do valor da carga.</p>
<p><strong>Acompanhe o exemplo:</strong> Um veículo trucado com capacidade de carga de 12 (doze) toneladas, permaneceu imobilizado no cliente, aguardando a descarga da mercadoria, durante 8 (oito) horas.</p>
<p>Estadia = [ n° de horas x capacidade de carga x valor de referência pela lei ]</p>
<p>Estadia = [ (8-5) x 12 toneladas x R$ 2,50 ]</p>
<p>Estadia = [ 3 horas x 12 toneladas x R$ 2,50]</p>
<p><strong>Estadia = R$ 90,00</strong></p>
<p>Portanto, pela permanência de 3 (três) horas a mais no local, ou seja, desconsidera-se o tempo que a carga demoraria para ser descarregada, nesse caso a lei considera aceitável 5 (cinco) horas, começa-se a contar como hora parada após essas 5 (cinco) horas. Resultando em um custo um adicional de R$ 90,00</p>
<p>Considerando o valor anterior, ou seja, antes do reajuste, teríamos uma estadia de R$ 86,76 para a mesma operação citada no exemplo. Em números absolutos, uma variação de R$ 3,24 a mais no custo da operação.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-6827" src="https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image.png" sizes="(max-width: 1017px) 100vw, 1017px" srcset="https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image.png 1017w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-300x185.png 300w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-768x473.png 768w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-783x483.png 783w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image-600x370.png 600w" alt="" width="1017" height="627" /><br /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: ANTT – Elaborado pelo autor</figcaption></figure>
</div>
<p>Portanto, é fundamental que as empresas conheçam plenamente o ciclo de suas atividades e todos os indicadores capazes de impactar, não só o rendimento das operações, mas também a saúde financeira do seu negócio. Por isso, acompanhar todas as correções monetárias corretamente é questão central para esta realidade em que vivemos.</p></div>
			</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Análise técnica destaca cenário econômico e pressões no setor de transporte</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/analise-tecnica-destaca-cenario-economico-e-pressoes-no-setor-de-transporte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 18:44:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A medida foi motivada pelo mecanismo de “gatilho” do combustível, acionado pela variação de 5% no preço do diesel, conforme previsto na Lei nº 13.703/2018.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou, em 20 de março de 2026, a Portaria SUROC nº04, que estabelece o reajuste extraordinário dos coeficientes dos pisos mínimos de frete. A medida foi motivada pelo mecanismo de “gatilho” do combustível, acionado pela variação de 5% no preço do diesel, conforme previsto na Lei nº 13.703/2018.</p>
<p>O preço de mercado do combustível praticado na bomba dos postos de varejo passou de R$ 6,89 por litro para R$ 7,35 por litro, referente à semana de 15/03 a 21/03 de 2026, ou seja, um aumento de R$ 0,46. Diesel (S10), média Brasil – Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – ANP.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_0">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="520" height="297" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/TABELA-1-240304.png" alt="" title="TABELA 1 - 240304" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/TABELA-1-240304.png 520w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/TABELA-1-240304-480x274.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 520px, 100vw" class="wp-image-204645003" /></span>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Tabela 1 – variação geral por tabela considerando os coeficientes CCD</p>
<p>De acordo com os dados analisados, a Tabela D, que trata das operações de alto desempenho com contratação apenas da unidade de tração, foi a que apresentou a maior variação média, com um aumento de 3,80%. A média geral de impacto para todas as tabelas do setor de transporte rodoviário de cargas ficou estabelecida em 3,25%.</p>
<p>Em resumo, a atualização entrou em vigor na data de sua publicação, com um acréscimo no coeficiente de deslocamento (CCD), que passou de R$ 6,368/km para R$ 6,585/km, considerando todas as tabelas disponíveis na resolução. Já o coeficiente de carga e descarga (CC) não sofreu alterações, mantendo o custo fixo de R$ 478,76.</p>
<p>Isoladamente, se analisarmos as categorias de carga, quem sofreu o maior impacto foi o transporte de frigorificada / aquecida (CCD) – tabela D, considerando as variações de CCD previstas na legislação, atingindo 4,19% de aumento.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_1">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="537" height="308" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/TABELA-2-240305.png" alt="" title="TABELA 2 - 240305" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/TABELA-2-240305.png 537w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/TABELA-2-240305-480x275.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 537px, 100vw" class="wp-image-204645004" /></span>
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				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="531" height="307" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/TABELA-3-240306.png" alt="" title="TABELA 3 - 240306" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/TABELA-3-240306.png 531w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/TABELA-3-240306-480x278.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 531px, 100vw" class="wp-image-204645005" /></span>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Tabela 2 – variação média em cada tabela do piso mínimo considerando os coeficientes de CCD</p>
<p>Em contrapartida, as operações de carga granel pressurizada (CCD) da tabela A – para operações do transporte rodoviário de carga lotação, foi quem sofreu a menor alteração em relação as demais categorias, o que resultou em uma variação de 1,25%.</p>
<p>Caso você, transportador, siga rigorosamente a tabela do piso mínimo, pode aplicar os novos valores encontrados na Portaria SUROC nº04, de forma simplificada na calculadora para o piso mínimo atrvés do  site, acesse: http://iptcsp.com.br/calculadora-do-piso-minimo-de-frete/</p></div>
			</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Confira: IPTC analisa a nova tabela de frete</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/confira-iptc-analisa-a-nova-tabela-de-frete-5/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 17:47:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Piso Mínimo do TRC]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204642787</guid>

					<description><![CDATA[<p>A nova tabela apresenta um aumento geral de  1,73%.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/confira-iptc-analisa-a-nova-tabela-de-frete-5/">Confira: IPTC analisa a nova tabela de frete</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_2 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou nesta segunda-feira (19/01), durante a 1.024ª Reunião de Diretoria Colegiada (ReDir), o reajuste dos pisos mínimos de frete do transporte rodoviário de cargas no Brasil. A atualização presente na <strong>Resolução 6.076</strong> considera a aprovação do Relatório Final da Audiência Pública nº 08/2025 encerrando assim um processo técnico, participativo e transparente que atualiza a metodologia e os coeficientes usados no cálculo do frete mínimo por quilômetro rodado, conforme previsto na <strong>Lei n° 13.703/2018</strong></p>
<p>Além disso, destacamos que a resolução trouxe menções e definições de nomenclaturas técnicas que podem auxiliar na interpretação e aplicação do piso mínimo, como:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Veículo automotor de cargas: foi referido como equipamento autopropelido destinado ao transporte rodoviário de cargas.</li>
<li>Caminhão simples: essa denominação corresponde aos caminhões de configuração básica com 2 ou 3 eixos sendo 1 eixo dianteiro e 1 ou 2 eixos traseiro com implemento fixo na carroceria, como os modelos conhecidos popularmente como toco.</li>
<li>Unidade de tração: termo utilizado para se referir a um veículo automotor.</li>
</ul>
<p>Importante ressaltar também, que no artigo 7°, parágrafo único a resolução afirma que a Política Nacional de Piso Mínimo (PNPM) não se aplica a:</p>
<p>I – ao Transporte Rodoviário Internacional de Cargas, exceto na situação de que trata o art. 49 da Resolução nº 6.038, de 8 de fevereiro de 2024;</p>
<p>II – aos contratos de transporte de TAC-Agregado celebrados nos termos do art. 4º, § 1º, da Lei nº 11.442, de 2007; e</p>
<p>III – ao Transporte de Carga Própria.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6589" src="https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image.png" sizes="(max-width: 496px) 100vw, 496px" srcset="https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image.png 496w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-300x150.png 300w" alt="" width="496" height="248" /><br /><figcaption class="wp-element-caption">Tabela 1 – variação geral por tabela considerando os coeficientes CC e CCD</figcaption></figure>
</div>
<p>Analisando os tipos de tabela contempladas no ato normativo, podemos concluir quem sofreu maior aumento foi a Tabela A, quando há contratação da composição veicular no transporte de carga lotação, com variação de 2,21% frente a 1,73% de aumento geral.</p>
<p>Em resumo, a atualização entrou em vigor na data de sua publicação, com um <strong>acréscimo no coeficiente de deslocamento (CCD)</strong>, que passou de <strong>R$ 5,913/km para R$ 5,986/km</strong>, considerando todas as tabelas disponíveis na resolução. Já o <strong>coeficiente de carga e descarga (CC)</strong> também sofreu alteração, atualizando o custo fixo de <strong>R$ 466,92 </strong>para<strong> R$ 478,76</strong>.</p>
<p>Isoladamente, se analisarmos as categorias de carga, quem sofreu o maior impacto foi o transporte de carga perigosa (geral) – tabela A, considerando as variações de CCD e CC previstas na legislação, atingindo <strong>3,15%</strong> de aumento.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-6590" src="https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1.png" sizes="(max-width: 941px) 100vw, 941px" srcset="https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1.png 941w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-300x85.png 300w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-768x219.png 768w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-870x248.png 870w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2026/01/image-1-600x171.png 600w" alt="" width="941" height="268" /><br /><figcaption class="wp-element-caption">Tabela 2 – variação média em cada tabela do piso mínimo considerando os coeficientes de CC e CCD</figcaption></figure>
</div>
<p>Em contrapartida, as operações de carga Perigosa (geral) da tabela D – para operações em que haja a contratação apenas do veículo automotor de cargas de alto desempenho, foi quem sofreu a menor alteração em relação as demais categorias, o que resultou em uma variação de <strong>0,89%.</strong></p>
<p>Caso você, transportador, siga rigorosamente a tabela do piso mínimo, pode aplicar os novos valores encontrados na Resolução 6.076, de forma simplificada na calculadora para o piso mínimo em nosso site, acesse: <a href="http://iptcsp.com.br/calculadora-do-piso-minimo-de-frete/" target="_blank" rel="noopener">http://iptcsp.com.br/calculadora-do-piso-minimo-de-frete/</a></p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
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			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/confira-iptc-analisa-a-nova-tabela-de-frete-5/">Confira: IPTC analisa a nova tabela de frete</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O perfil salarial do motorista no TRC: análise por região e experiência</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-perfil-salarial-do-motorista-no-trc-analise-por-regiao-e-experiencia-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 14:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa iptc]]></category>
		<category><![CDATA[salário do motorista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204642454</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dados demonstram como a remuneração média está ligada à localização geográfica e a fatores de experiência, como idade e tempo de vínculo na empresa.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-perfil-salarial-do-motorista-no-trc-analise-por-regiao-e-experiencia-2/">O perfil salarial do motorista no TRC: análise por região e experiência</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_3 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><strong><em>Por Ricardo Henrique, analista de dados do IPTC</em></strong></p>
<p><em>Dados demonstram como a remuneração média está ligada à localização geográfica e a fatores de experiência, como idade e tempo de vínculo na empresa</em></p>
<p>Entre os profissionais do transporte rodoviário de cargas, o motorista de caminhão ocupa um papel central. Diante da relevância dessa categoria, o IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Cargas) analisou os microdados da RAIS 2024 (Relação Anual de Informações Sociais), concentrando-se no cargo de motorista de caminhão (CBO &#8211; Classificação Brasileira de Ocupações 782510) com jornada entre 41 e 44 horas semanais, sob regime CLT.</p>
<p>O objetivo foi traçar um panorama comparativo da remuneração média formal desses profissionais em todas as cinco regiões brasileiras, relacionando os resultados com a faixa etária e o tempo de vínculo empregatício.</p>
<p><strong>A correlação com a idade</strong></p>
<p>Quando os dados são cruzados, surge um padrão consistente: a idade tem relação direta com a remuneração. Motoristas mais experientes tendem a receber salários mais altos, o que sugere que a experiência acumulada, seja em tempo de direção, conhecimento de rotas ou condução preventiva, é valorizada pelas transportadoras.</p>
<p>Em todas as regiões, a faixa ‘51 anos ou mais’ apresenta as maiores médias salariais, seguida pela faixa ‘31 a 50 anos’, com os motoristas de até 30 anos concentrando as menores médias. No Sudeste, por exemplo, a média evolui de R$ 3.148,33 (até 30 anos) para R$ 3.762,94 (31 a 50 anos) e alcança R$ 3.815,62 (51+).</p>
<p>Esse comportamento reforça a importância do acúmulo de experiência como diferencial competitivo, principalmente em um segmento que exige habilidades técnicas e resiliência emocional.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_3">
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>A relação entre salário e tempo de vínculo</strong></p>
<p>O terceiro eixo da análise aprofunda o impacto do tempo de emprego na remuneração e mostra a ligação mais forte entre todas as variáveis estudadas. Independentemente da região, observa-se uma escada salarial progressiva: quanto maior for o tempo de vínculo, maior a média salarial.</p>
<p>No Sul, a progressão é clara: o salário sobe de R$ 2.980,36 (quem tem até 6 meses de vínculo) para R$ 3.502,88 (quem tem de 1 a 2 anos), R$ 3.829,45 (quem tem de 5 a 10 anos) e atinge R$ 4.119,72 para motoristas com 10 anos ou mais de tempo de empresa. No Centro-Oeste, o comportamento se repete: de R$ 2.813,54 (quem tem até 6 meses) para R$ 3.943,28 (quem tem 10 anos ou mais).</p>
<p>Essa relação indica que o mercado valoriza a fidelização e a estabilidade, recompensando motoristas que permanecem nas empresas por longos períodos. Isso também pode estar associado à redução de custos de rotatividade de pessoal e ao ganho de produtividade resultante da experiência acumulada.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_4">
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Um comportamento salarial mapeado</strong></p>
<p>Os dados da RAIS 2024 permitem compreender o perfil salarial do motorista de caminhão no TRC sob uma perspectiva nacional e comparativa. O estudo revela três comportamentos nítidos:</p>
<ol>
<li>A remuneração varia por região;</li>
<li>A idade influencia positivamente o salário; e</li>
<li>O tempo de vínculo é o fator de maior impacto na progressão salarial.</li>
</ol>
<p>Diante desse panorama, a análise do IPTC não apenas revela as diferenças regionais e o peso da experiência na remuneração, mas também aponta caminhos para o aprimoramento das políticas de gestão de pessoas no setor. Valorizar o motorista é um passo fundamental para um transporte mais eficiente e seguro.</p>
<p><em>Fonte: Instituto Paulista do Transporte de Cargas (IPTC), com base nos microdados da RAIS 2024 (CBO 782510). Metodologia e análises desenvolvidas pelo autor.</em></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-perfil-salarial-do-motorista-no-trc-analise-por-regiao-e-experiencia-2/">O perfil salarial do motorista no TRC: análise por região e experiência</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O perfil salarial do motorista no TRC: análise por região e experiência</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-perfil-salarial-do-motorista-no-trc-analise-por-regiao-e-experiencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 20:38:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 84]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa iptc]]></category>
		<category><![CDATA[salário do motorista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204641970</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dados demostram como a remuneração média está ligada à localização geográfica e a fatores de experiência, como idade e tempo de vínculo na empresa</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-perfil-salarial-do-motorista-no-trc-analise-por-regiao-e-experiencia/">O perfil salarial do motorista no TRC: análise por região e experiência</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_4 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><strong><em>Por Ricardo Henrique, analista de dados do IPTC</em></strong></p>
<p><em>Dados demostram como a remuneração média está ligada à localização geográfica e a fatores de experiência, como idade e tempo de vínculo na empresa</em></p>
<p>Entre os profissionais do transporte rodoviário de cargas, o motorista de caminhão ocupa um papel central. Diante da relevância dessa categoria, o IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Cargas) analisou os microdados da RAIS 2024 (Relação Anual de Informações Sociais), concentrando-se no cargo de motorista de caminhão (CBO &#8211; Classificação Brasileira de Ocupações 782510) com jornada entre 41 e 44 horas semanais, sob regime CLT.</p>
<p>O objetivo foi traçar um panorama comparativo da remuneração média formal desses profissionais em todas as cinco regiões brasileiras, relacionando os resultados com a faixa etária e o tempo de vínculo empregatício.</p>
<p><strong>A correlação com a idade</strong></p>
<p>Quando os dados são cruzados, surge um padrão consistente: a idade tem relação direta com a remuneração. Motoristas mais experientes tendem a receber salários mais altos, o que sugere que a experiência acumulada, seja em tempo de direção, conhecimento de rotas ou condução preventiva, é valorizada pelas transportadoras.</p>
<p>Em todas as regiões, a faixa ‘51 anos ou mais’ apresenta as maiores médias salariais, seguida pela faixa ‘31 a 50 anos’, com os motoristas de até 30 anos concentrando as menores médias. No Sudeste, por exemplo, a média evolui de R$ 3.148,33 (até 30 anos) para R$ 3.762,94 (31 a 50 anos) e alcança R$ 3.815,62 (51+).</p>
<p>Esse comportamento reforça a importância do acúmulo de experiência como diferencial competitivo, principalmente em um segmento que exige habilidades técnicas e resiliência emocional.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_5">
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>A relação entre salário e tempo de vínculo</strong></p>
<p>O terceiro eixo da análise aprofunda o impacto do tempo de emprego na remuneração e mostra a ligação mais forte entre todas as variáveis estudadas. Independentemente da região, observa-se uma escada salarial progressiva: quanto maior for o tempo de vínculo, maior a média salarial.</p>
<p>No Sul, a progressão é clara: o salário sobe de R$ 2.980,36 (quem tem até 6 meses de vínculo) para R$ 3.502,88 (quem tem de 1 a 2 anos), R$ 3.829,45 (quem tem de 5 a 10 anos) e atinge R$ 4.119,72 para motoristas com 10 anos ou mais de tempo de empresa. No Centro-Oeste, o comportamento se repete: de R$ 2.813,54 (quem tem até 6 meses) para R$ 3.943,28 (quem tem 10 anos ou mais).</p>
<p>Essa relação indica que o mercado valoriza a fidelização e a estabilidade, recompensando motoristas que permanecem nas empresas por longos períodos. Isso também pode estar associado à redução de custos de rotatividade de pessoal e ao ganho de produtividade resultante da experiência acumulada.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Um comportamento salarial mapeado</strong></p>
<p>Os dados da RAIS 2024 permitem compreender o perfil salarial do motorista de caminhão no TRC sob uma perspectiva nacional e comparativa. O estudo revela três comportamentos nítidos:</p>
<ol>
<li>A remuneração varia por região;</li>
<li>A idade influencia positivamente o salário; e</li>
<li>O tempo de vínculo é o fator de maior impacto na progressão salarial.</li>
</ol>
<p>Diante desse panorama, a análise do IPTC não apenas revela as diferenças regionais e o peso da experiência na remuneração, mas também aponta caminhos para o aprimoramento das políticas de gestão de pessoas no setor. Valorizar o motorista é um passo fundamental para um transporte mais eficiente e seguro.</p>
<p><em>Fonte: Instituto Paulista do Transporte de Cargas (IPTC), com base nos microdados da RAIS 2024 (CBO 782510). Metodologia e análises desenvolvidas pelo autor.</em></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-perfil-salarial-do-motorista-no-trc-analise-por-regiao-e-experiencia/">O perfil salarial do motorista no TRC: análise por região e experiência</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Acidentes no transporte de cargas: o que os dados de 2024 revelam</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/acidentes-no-transporte-de-cargas-o-que-os-dados-de-2024-revelam-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 20:34:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa iptc]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204640470</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mais que números, os dados revelam padrões fundamentais para entendermos os desafios da segurança viária no setor. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/acidentes-no-transporte-de-cargas-o-que-os-dados-de-2024-revelam-2/">Acidentes no transporte de cargas: o que os dados de 2024 revelam</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_5 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<a class="et_pb_button et_pb_button_0 et_pb_bg_layout_dark" href="https://api.setcesp.org.br/revista/um-peso-a-mais-na-carga-do-iof-09-2025" target="_blank">Leia a edição 83 completa</a>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>Por: Thiago Fagotti</em></p>
<p><strong><em>O retrato atual das rodovias brasileiras</em></strong></p>
<p>Diariamente, ocorrem 87 acidentes envolvendo veículos de carga nas rodovias federais brasileiras. Em 2024, foram registradas 31.232 ocorrências pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), representando um aumento de 7,5% em relação ao ano anterior. Mais que números, esses dados revelam padrões fundamentais para entendermos os desafios da segurança viária no setor.</p>
<p>A concentração geográfica dos acidentes chama a atenção: as rodovias BR-101 e BR-116 respondem por quase 30% do total de ocorrências. Essa concentração não é coincidência, pois elas são as principais artérias do transporte nacional.</p>
<p>No total, 54.982 veículos de carga estiveram envolvidos em acidentes nas rodovias federais durante 2024. A análise detalhada revela que semirreboques e caminhões-trator, juntos, correspondem a cerca de 50% desses veículos acidentados.</p>
<p>Anatomia dos acidentes: causas e consequências</p>
<p>A análise das causas revela um padrão preocupante: a falta de atenção do condutor domina as estatísticas e tem crescido aceleradamente entre 2023 e 2024, superando o aumento geral de acidentes. Embora a base de dados não permita distinguir o motivo exato da desatenção – se uso de celular, fadiga, distração externa –, esse crescimento ressalta a urgência de campanhas focadas na atenção plena ao dirigir.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_7">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1080" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_835.png" alt="" title="Dentro_da_matéria_Revista_835" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_835.png 1080w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_835-980x980.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_835-480x480.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1080px, 100vw" class="wp-image-204639660" /></span>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Quando observamos os tipos de acidentes, a colisão traseira representa quase 1 em cada 4 acidentes envolvendo veículos de carga. Contudo, é a colisão frontal que mais preocupa pela sua letalidade: em 2024, a taxa de mortalidade para ocupantes de veículos de carga em colisões frontais atingiu 7%. Ao expandirmos para todas as vítimas envolvidas em acidentes deste tipo com veículos de carga, o número se torna ainda mais alarmante: 14,8%.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_8">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1080" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_836-1.png" alt="" title="Dentro_da_matéria_Revista_836" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_836-1.png 1080w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_836-1-980x980.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_836-1-480x480.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1080px, 100vw" class="wp-image-204639667" /></span>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_13  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Quando a estrada se torna mais perigosa</strong></p>
<p>A análise temporal revela um paradoxo interessante: o maior volume de acidentes ocorre durante o dia, especialmente nos períodos da manhã e tarde, devido ao maior fluxo de veículos. Porém, é durante a madrugada que os acidentes se tornam mais letais, com pico especialmente pronunciado nas madrugadas de sábado, onde a taxa de mortalidade dos acidentes chega a 9,51%.</p>
<p>Essa alta letalidade na madrugada pode estar associada à combinação de fatores como fadiga do condutor, visibilidade reduzida, monotonia das longas viagens e consequente falta de atenção. Esses dados sublinham a importância de estratégias específicas para diferentes períodos e condições de operação.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_14  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Acidentes </strong></p>
<table width="0">
<tbody>
<tr>
<td width="113">
<p><strong>Dia da semana</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>Manhã</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>Tarde</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>Noite</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>Madrugada</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>segunda-feira</p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1454</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1508</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>938</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>516</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>terça-feira</p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1437</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1527</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1000</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>462</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>quarta-feira</p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1393</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1534</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1022</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>504</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>quinta-feira</p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1399</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1492</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1054</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>517</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>sexta-feira</p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1447</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1738</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1372</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>572</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>sábado</p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1262</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1269</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1135</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>715</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>domingo</p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>819</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1236</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1265</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>645</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Taxa de mortalidade</strong></p>
<table width="0">
<tbody>
<tr>
<td width="111">
<p><strong>Dia da semana</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>Manhã</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>Tarde</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>Noite</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>Madrugada</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>segunda-feira</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,1%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,4%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>5,4%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>5,9%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>terça-feira</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,8%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,2%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>5,1%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>5,4%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>quarta-feira</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,2%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,3%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>5,1%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>7,0%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>quinta-feira</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,2%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,6%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>6,2%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>6,3%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>sexta-feira</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,6%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,5%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>5,4%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>6,0%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>sábado</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,5%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,5%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>6,6%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>9,5%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>domingo</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>4,2%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,8%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>7,2%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>5,7%</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>A proteção desigual para ocupantes: veículos de cargas versus outros veículos</strong></p>
<p>Um dos pontos mais significativos da análise revela uma diferença notável no impacto dos acidentes. Enquanto a maior parte dos ocupantes de veículos de carga sai ileso, as vítimas em outros tipos de veículos não compartilham da mesma proteção, com a maioria sofrendo lesões leves ou graves. A taxa de mortalidade mais que triplica para quem está em outros veículos: 2,28% para ocupantes de veículos de carga, versus 7,4% para ocupantes de outros tipos de veículos.</p>
<p>Esse dado reforça que a segurança na via é um dever de todos, com foco especial na proteção de todos os usuários da rodovia. O aumento de 10% nas vítimas fatais entre 2023 e 2024 (de 3.437 para 3.782) sublinha essa necessidade.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Estratégias de prevenção</strong></p>
<p>A prevenção eficaz combina múltiplas frentes de ação. A manutenção preventiva regular evita falhas mecânicas críticas, enquanto o treinamento contínuo mantém motoristas atualizados em práticas de direção defensiva. O planejamento adequado de viagem, antecipando rotas e paradas para descanso, e a adaptação constante às condições de tráfego e clima são fundamentais. O respeito rigoroso aos limites de velocidade e sinalização, junto com períodos adequados de descanso, formam a base de um transporte mais seguro.</p>
<p>Os dados de 2024 confirmam que a segurança no transporte de cargas é um desafio complexo, mas não intransponível. A predominância da desatenção como causa, a letalidade das colisões frontais, a vulnerabilidade específica de condutores mais experientes e os padrões temporais de risco oferecem direções claras para ações preventivas.</p>
<p>O setor de transporte, com sua posição estratégica na economia nacional, tem a oportunidade de liderar transformações positivas. Investimentos em tecnologia, treinamento focado nos riscos identificados e campanhas de conscientização são passos fundamentais. Mais que uma meta operacional, a segurança representa um compromisso ético que protege vidas e impulsiona o bem-estar de toda a sociedade.</p>
<p>Com participação ativa de todos os envolvidos: empresas, condutores e entidades do setor –, podemos construir rodovias mais seguras, onde a experiência do transporte de cargas brasileiro se traduza em resultados cada vez melhores para todos.</p></div>
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				<a class="et_pb_button et_pb_button_1 et_pb_bg_layout_dark" href="https://api.setcesp.org.br/revista/um-peso-a-mais-na-carga-do-iof-09-2025" target="_blank">Leia a edição 83 completa</a>
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			</div>
				
				
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			</item>
		<item>
		<title>Acidentes no transporte de cargas: o que os dados de 2024 revelam</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/acidentes-no-transporte-de-cargas-o-que-os-dados-de-2024-revelam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 17:41:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Edição 83]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa iptc]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204639655</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mais que números, os dados revelam padrões fundamentais para entendermos os desafios da segurança viária no setor. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>Por: Thiago Fagotti</em></p>
<p><strong><em>O retrato atual das rodovias brasileiras</em></strong></p>
<p>Diariamente, ocorrem 87 acidentes envolvendo veículos de carga nas rodovias federais brasileiras. Em 2024, foram registradas 31.232 ocorrências pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), representando um aumento de 7,5% em relação ao ano anterior. Mais que números, esses dados revelam padrões fundamentais para entendermos os desafios da segurança viária no setor.</p>
<p>A concentração geográfica dos acidentes chama a atenção: as rodovias BR-101 e BR-116 respondem por quase 30% do total de ocorrências. Essa concentração não é coincidência, pois elas são as principais artérias do transporte nacional.</p>
<p>No total, 54.982 veículos de carga estiveram envolvidos em acidentes nas rodovias federais durante 2024. A análise detalhada revela que semirreboques e caminhões-trator, juntos, correspondem a cerca de 50% desses veículos acidentados.</p>
<p>Anatomia dos acidentes: causas e consequências</p>
<p>A análise das causas revela um padrão preocupante: a falta de atenção do condutor domina as estatísticas e tem crescido aceleradamente entre 2023 e 2024, superando o aumento geral de acidentes. Embora a base de dados não permita distinguir o motivo exato da desatenção – se uso de celular, fadiga, distração externa –, esse crescimento ressalta a urgência de campanhas focadas na atenção plena ao dirigir.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Quando observamos os tipos de acidentes, a colisão traseira representa quase 1 em cada 4 acidentes envolvendo veículos de carga. Contudo, é a colisão frontal que mais preocupa pela sua letalidade: em 2024, a taxa de mortalidade para ocupantes de veículos de carga em colisões frontais atingiu 7%. Ao expandirmos para todas as vítimas envolvidas em acidentes deste tipo com veículos de carga, o número se torna ainda mais alarmante: 14,8%.</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Quando a estrada se torna mais perigosa</strong></p>
<p>A análise temporal revela um paradoxo interessante: o maior volume de acidentes ocorre durante o dia, especialmente nos períodos da manhã e tarde, devido ao maior fluxo de veículos. Porém, é durante a madrugada que os acidentes se tornam mais letais, com pico especialmente pronunciado nas madrugadas de sábado, onde a taxa de mortalidade dos acidentes chega a 9,51%.</p>
<p>Essa alta letalidade na madrugada pode estar associada à combinação de fatores como fadiga do condutor, visibilidade reduzida, monotonia das longas viagens e consequente falta de atenção. Esses dados sublinham a importância de estratégias específicas para diferentes períodos e condições de operação.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_20  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Acidentes </strong></p>
<table width="0">
<tbody>
<tr>
<td width="113">
<p><strong>Dia da semana</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>Manhã</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>Tarde</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>Noite</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>Madrugada</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>segunda-feira</p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1454</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1508</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>938</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>516</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>terça-feira</p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1437</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1527</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1000</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>462</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>quarta-feira</p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1393</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1534</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1022</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>504</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>quinta-feira</p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1399</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1492</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1054</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>517</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>sexta-feira</p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1447</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1738</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1372</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>572</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>sábado</p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1262</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1269</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1135</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>715</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="113">
<p>domingo</p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>819</strong></p>
</td>
<td width="76">
<p><strong>1236</strong></p>
</td>
<td width="66">
<p><strong>1265</strong></p>
</td>
<td width="85">
<p><strong>645</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Taxa de mortalidade</strong></p>
<table width="0">
<tbody>
<tr>
<td width="111">
<p><strong>Dia da semana</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>Manhã</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>Tarde</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>Noite</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>Madrugada</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>segunda-feira</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,1%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,4%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>5,4%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>5,9%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>terça-feira</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,8%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,2%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>5,1%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>5,4%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>quarta-feira</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,2%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,3%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>5,1%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>7,0%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>quinta-feira</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,2%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,6%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>6,2%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>6,3%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>sexta-feira</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,6%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,5%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>5,4%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>6,0%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>sábado</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,5%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,5%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>6,6%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>9,5%</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="111">
<p>domingo</p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>4,2%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>3,8%</strong></p>
</td>
<td width="72">
<p><strong>7,2%</strong></p>
</td>
<td width="80">
<p><strong>5,7%</strong></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_21  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>A proteção desigual para ocupantes: veículos de cargas versus outros veículos</strong></p>
<p>Um dos pontos mais significativos da análise revela uma diferença notável no impacto dos acidentes. Enquanto a maior parte dos ocupantes de veículos de carga sai ileso, as vítimas em outros tipos de veículos não compartilham da mesma proteção, com a maioria sofrendo lesões leves ou graves. A taxa de mortalidade mais que triplica para quem está em outros veículos: 2,28% para ocupantes de veículos de carga, versus 7,4% para ocupantes de outros tipos de veículos.</p>
<p>Esse dado reforça que a segurança na via é um dever de todos, com foco especial na proteção de todos os usuários da rodovia. O aumento de 10% nas vítimas fatais entre 2023 e 2024 (de 3.437 para 3.782) sublinha essa necessidade.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_12">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="1080" height="1080" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_837.png" alt="" title="Dentro_da_matéria_Revista_837" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_837.png 1080w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_837-980x980.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Dentro_da_materia_Revista_837-480x480.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1080px, 100vw" class="wp-image-204639668" /></span>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Estratégias de prevenção</strong></p>
<p>A prevenção eficaz combina múltiplas frentes de ação. A manutenção preventiva regular evita falhas mecânicas críticas, enquanto o treinamento contínuo mantém motoristas atualizados em práticas de direção defensiva. O planejamento adequado de viagem, antecipando rotas e paradas para descanso, e a adaptação constante às condições de tráfego e clima são fundamentais. O respeito rigoroso aos limites de velocidade e sinalização, junto com períodos adequados de descanso, formam a base de um transporte mais seguro.</p>
<p>Os dados de 2024 confirmam que a segurança no transporte de cargas é um desafio complexo, mas não intransponível. A predominância da desatenção como causa, a letalidade das colisões frontais, a vulnerabilidade específica de condutores mais experientes e os padrões temporais de risco oferecem direções claras para ações preventivas.</p>
<p>O setor de transporte, com sua posição estratégica na economia nacional, tem a oportunidade de liderar transformações positivas. Investimentos em tecnologia, treinamento focado nos riscos identificados e campanhas de conscientização são passos fundamentais. Mais que uma meta operacional, a segurança representa um compromisso ético que protege vidas e impulsiona o bem-estar de toda a sociedade.</p>
<p>Com participação ativa de todos os envolvidos: empresas, condutores e entidades do setor –, podemos construir rodovias mais seguras, onde a experiência do transporte de cargas brasileiro se traduza em resultados cada vez melhores para todos.</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/acidentes-no-transporte-de-cargas-o-que-os-dados-de-2024-revelam/">Acidentes no transporte de cargas: o que os dados de 2024 revelam</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Confira: IPTC analisa a nova tabela de frete</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/confira-iptc-analisa-a-nova-tabela-de-frete-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 19:28:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Piso Mínimo do TRC]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204637690</guid>

					<description><![CDATA[<p>A nova tabela apresenta um aumento geral de 2,98%.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/confira-iptc-analisa-a-nova-tabela-de-frete-4/">Confira: IPTC analisa a nova tabela de frete</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou nesta quinta-feira (17/7), durante a 1.012ª Reunião de Diretoria Colegiada (ReDir), o reajuste dos pisos mínimos de frete do transporte rodoviário de cargas no Brasil. A atualização presente na <strong>Resolução 6.067</strong> considera a variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 3,28% entre dezembro de 2024 e maio de 2025, e o preço médio do óleo diesel S10, fixado em R$ 6,02 por litro, conforme levantamento mais recente da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</p>
<p>A medida, de caráter ordinário, é prevista pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13703.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei nº 13.703/2018</a>, que instituiu a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas. Além disso, a atualização segue a metodologia consolidada pela Resolução ANTT nº 5.867/2020, que norteia os cálculos com base em custos fixos (como remuneração e capital) e variáveis (como diesel e manutenção). A revisão não altera a estrutura da tabela, mas apenas os valores de referência.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5985" src="https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-3.png" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" srcset="https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-3.png 500w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-3-300x153.png 300w" alt="" width="500" height="255" /><br /><figcaption class="wp-element-caption">Tabela 1 – variação geral por tabela considerando os coeficientes CCD</figcaption></figure>
</div>
<p>Analisando os tipos de tabela contempladas no ato normativo, podemos concluir quem sofreu maior aumento foi a Tabela A, quando há contratação da composição veicular no transporte de carga lotação, com variação de 5,85% frente a 2,98% de aumento geral.</p>
<p>Em resumo, a atualização entrou em vigor na data de sua publicação, com um <strong>acréscimo no coeficiente de deslocamento (CCD)</strong>, que passou de <strong>R$ 5,826/km para R$ 5,913/km</strong>, considerando todas as tabelas disponíveis na resolução. Já o <strong>coeficiente de carga e descarga (CC)</strong> também sofreu alteração, atualizando o custo fixo de <strong>R$ 444,89 </strong>para<strong> R$ 466,92</strong>.</p>
<p>Isoladamente, se analisarmos as categorias de carga, quem sofreu o maior impacto foi o transporte de carga perigosa (geral) – tabela A, considerando as variações de CCD e CC previstas na legislação para veículos de 5 e 6 eixos, atingindo <strong>8,87%</strong> de aumento.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5986" src="https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-4.png" sizes="(max-width: 941px) 100vw, 941px" srcset="https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-4.png 941w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-4-300x87.png 300w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-4-768x224.png 768w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-4-870x253.png 870w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/image-4-600x175.png 600w" alt="" width="941" height="274" /><br /><figcaption class="wp-element-caption">Tabela 2 – variação média em cada tabela do piso mínimo considerando os coeficientes de CCD</figcaption></figure>
</div>
<p>Em contrapartida, as operações de carga Perigosa (geral) da tabela D – para operações em que haja a contratação apenas do veículo automotor de cargas de alto desempenho, foi quem sofreu a menor alteração em relação as demais categorias, o que resultou em uma variação de <strong>1,36%.</strong></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/confira-iptc-analisa-a-nova-tabela-de-frete-4/">Confira: IPTC analisa a nova tabela de frete</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>IPTC analisa a nova tabela dos pisos mínimos de frete</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/iptc-analisa-a-nova-tabela-de-frete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2025 18:29:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Piso Mínimo do TRC]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204635935</guid>

					<description><![CDATA[<p>A nova tabela apresenta uma queda de -2,56% quando comparada à resolução anterior.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/iptc-analisa-a-nova-tabela-de-frete/">IPTC analisa a nova tabela dos pisos mínimos de frete</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_8 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (28/05), a atualização dos valores dos pisos mínimos de frete do transporte rodoviário de cargas. A Portaria Suroc nº 23/2025 atualiza os coeficientes de pisos mínimos de frete em decorrência de reajuste no preço do Diesel S10.</p>
<p>A Lei nº 13.703/2018, determina que a tabela seja reajustada sempre que ocorrer oscilação no valor do combustível superior a 5%, seja para baixo ou para cima, chamada de “gatilho”.</p>
<p>Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), considerando o preço final do Diesel S10 nas bombas entre 18/05/2025 e 24/05/2025, o preço médio do Diesel S10 ao consumidor ficou em R$ 6,10 por litro, o que resultou em um percentual de variação acumulado de <strong>-5,28%</strong>, desde quando ocorreu o último reajuste na tabela frete, quando o valor de referência adotado foi de R$ 6,44 por litro.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5724" src="https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-2.png" sizes="(max-width: 308px) 100vw, 308px" srcset="https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-2.png 308w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-2-300x160.png 300w" alt="" width="308" height="164" /><br /><figcaption class="wp-element-caption">Tabela 1: impacto geral por tabela considerando os coeficientes CCD</figcaption></figure>
</div>
<p>Analisando os tipos de tabela contempladas no ato normativo, podemos concluir quem sofreu maior redução foi a Tabela D, quando há contratação apenas do veículo automotor de cargas de alto desempenho, com queda de -2,97% frente a -2,56% de redução geral.</p>
<p>Isoladamente, se analisarmos as categorias de carga, quem sofreu o maior impacto foi o transporte de carga Frigorificada / Aquecida – tabela D, considerando as variações de CCD previstas na legislação, atingindo <strong>-3,28%</strong> de redução.</p>
<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-5723" src="https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-1.png" sizes="(max-width: 941px) 100vw, 941px" srcset="https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-1.png 941w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-1-300x87.png 300w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-1-768x224.png 768w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-1-870x253.png 870w, https://www.iptcsp.com.br/wp-content/uploads/2025/05/image-1-600x175.png 600w" alt="" width="941" height="274" /><br /><figcaption class="wp-element-caption">Tabela 2: variação média em cada tabela do piso mínimo considerando os coeficientes de CCD</figcaption></figure>
</div>
<p>Em contrapartida, as operações de carga Perigosa (Granel Líquido) da tabela A – Transporte Rodoviário de Carga Lotação, foi quem sofreu a menor alteração em relação as demais categorias, o que resultou em uma variação de –<strong>2,10%.</strong></p>
<p>Em resumo, a atualização entrou em vigor na data de sua publicação, com um <strong>decréscimo no coeficiente de deslocamento (CCD)</strong>, que passou de <strong>R$ 5,987/km para R$ 5,826/km</strong>, considerando todas as tabelas disponíveis na resolução. Já o <strong>coeficiente de carga e descarga (CC)</strong> permaneceu inalterado, mantendo o custo fixo de <strong>R$ 444,89</strong>.</p>
<p>Caso você, transportador, siga rigorosamente a tabela do piso mínimo, pode aplicar os novos valores encontrados na Portaria nº 3, de forma simplificada, na calculadora para o piso mínimo, entre no site do IPTC, <a href="https://www.iptcsp.com.br/boletim-tecnico-e-economico-n42/" target="_blank" rel="noopener">acessando aqui.</a></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/iptc-analisa-a-nova-tabela-de-frete/">IPTC analisa a nova tabela dos pisos mínimos de frete</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Confira: IPTC analisa a nova tabela de frete</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/confira-iptc-analisa-a-nova-tabela-de-frete-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 19:55:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Piso Mínimo do TRC]]></category>
		<category><![CDATA[IPTC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204632123</guid>

					<description><![CDATA[<p>A nova tabela apresenta um aumento médio nos valores de 2,77% quando comparada à resolução anterior.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/confira-iptc-analisa-a-nova-tabela-de-frete-3/">Confira: IPTC analisa a nova tabela de frete</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A ANTT publicou a Portaria nº 3 no Diário</p>
<p>Oficial na última sexta-feira, atualizando os valores dos pisos mínimos de frete. A medida acompanha o recente aumento significativo no preço dos combustíveis anunciado pela Petrobras. A atualização corresponde a elevação de <strong>6,29%</strong> no preço do <strong>Diesel A nas refinarias</strong>, o que impacta diretamente os custos do transporte e, consequentemente, o preço final ao consumidor.</p>
<p class="has-text-align-left">O reajuste considera o preço final do Diesel S10 nas bombas, uma vez que a Lei nº 13.703/2018 determina que a tabela seja reajustada sempre que ocorrer oscilação no valor do combustível superior a 5%, seja para baixo ou para cima, chamada de “gatilho”.</p>
<p class="has-text-align-left">Segundo o levantamento da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre 02/02/2025 a 08/02 de 2025, o preço médio do Diesel S10 ao consumidor ficou em R$6,44 por litro. Neste caso, a portaria vigente, apresenta um aumento médio nos valores de <strong>2,77%</strong> quando comparada imediatamente à resolução anterior.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-204632126 alignnone size-full" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/tabela-2.png" alt="" width="602" height="307" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/tabela-2.png 602w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/tabela-2-480x245.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 602px, 100vw" /></p>
<p>Analisando os tipos de tabela contempladas no ato normativo, podemos concluir quem sofreu o maior aumento foi a Tabela D, quando há contratação apenas do veículo automotor de cargas de alto desempenho. Isoladamente, se analisarmos as categorias de carga, quem sofreu o maior impacto foi o transporte de carga Frigorificada / Aquecida – tabela D, considerando as variações de CCD previstas na legislação, atingindo <strong>3,40%</strong> de aumento.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-204632127 alignnone size-full" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/tabela-3.png" alt="" width="1028" height="360" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/tabela-3.png 1028w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/tabela-3-980x343.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/tabela-3-480x168.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1028px, 100vw" /></p>
<p>Em contrapartida, as operações de carga Perigosa (Granel Líquido) da tabela A – Transporte Rodoviário de Carga Lotação, foi quem sofreu a menor alteração em relação as demais categorias, o que resultou em uma variação de <strong>2,15%.</strong></p>
<p>Em resumo, a atualização entrou em vigor na data de sua publicação, com um <strong>acréscimo no coeficiente de deslocamento (CCD)</strong>, que passou de <strong>R$ 5,826/km para R$ 5,987/km</strong>, considerando todas as tabelas disponíveis na resolução. Já o <strong>coeficiente de carga e descarga (CC)</strong> permaneceu inalterado, mantendo o custo fixo de <strong>R$ 444,89</strong>.</p>
<p>Caso você, transportador, siga rigorosamente a tabela do piso mínimo, pode aplicar os novos valores encontrados na Portaria nº 3, de forma simplificada, na calculadora para o piso mínimo, entre no site do IPTC, acesse: <a href="http://iptcsp.com.br/calculadora-do-piso-minimo-de-frete/" target="_blank" rel="noopener">http://iptcsp.com.br/calculadora-do-piso-minimo-de-frete/</a></p>
<p><a href="https://www.gov.br/antt/pt-br/assuntos/ultimas-noticias/antt-reajusta-tabela-dos-pisos-minimos-defrete" target="_blank" rel="noopener">Leia aqui a notícia da ANTT.</a></p>
<p>&nbsp;</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/confira-iptc-analisa-a-nova-tabela-de-frete-3/">Confira: IPTC analisa a nova tabela de frete</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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