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	<title>Arquivos IPCA-15 &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos IPCA-15 &#8211; SETCESP</title>
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		<title>IPCA-15 registra variação de 0,16% em outubro, diz IBGE</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/ipca-15-registra-variacao-de-016-em-outubro-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2022 12:46:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA-15]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em setembro, índice teve queda de 0,37% e, em agosto, recuo de 0,73%</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Considerado uma “prévia da inflação oficial”, o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15) registrou variação de 0,16% em outubro, após dois meses seguidos de deflação, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (25). Em setembro, o índice teve queda de 0,37% e, em agosto, recuo de 0,73%.</p>
<p>No ano, o índice acumula alta de 4,80% e, nos últimos 12 meses, avança 6,85%.</p>
<p>O mercado esperava leve alta de 0,05% na comparação mensal e avanço de 6,75% em relação a outubro de 2021, conforme pesquisa da Reuters.</p>
<p>“Assim como nos últimos meses, o recuo no preço dos combustíveis (-6,14%) impactou o resultado”, disse o instituto em nota.</p>
<p>Três grupos registraram queda em outubro: transportes (-0,64%), comunicação (-0,42%) e artigos de residência (-0,35%). No caso dos transportes, assim como o verificado em setembro, foi puxada pela redução dos preços nos combustíveis: etanol (-9,47%), gasolina (-5,92%), óleo diesel (-3,52%) e gás veicular (-1,33%).</p>
<p>A gasolina teve o maior impacto negativo entre os subitens do IPCA-15, ressalta o IBGE (0,29 ponto percentual).</p>
<p>Apesar do recuo, a queda registrada em setembro pelos transportes foi maior, de -2,35%.</p>
<p>“Em outubro, as passagens aéreas subiram 28,17%, uma aceleração frente a setembro (8,20%), e colaboraram com o maior impacto positivo individual (0,18 p.p.). Também houve aumento em ônibus intermunicipal (0,42%), após os reajustes de 12,00% em Fortaleza (7,52%) e de 5,00% em Porto Alegre (2,39%), além das altas de emplacamento e licença (1,72%) e conserto de automóvel (0,64%), dois subitens de grande peso no grupo”, destaca o IBGE.</p>
<p><strong>Altas</strong></p>
<p>O grupo de saúde e cuidados pessoais teve o maior impacto entre as altas no índice (0,10 p.p.) em outubro, com alta de 0,80%. Dentro desse segmento, o maior aumento veio nos preços dos planos de saúde (1,44%).</p>
<p>“Essa aceleração foi influenciada por reajustes autorizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) nos planos de saúde contratados antes da Lei nº 9.656/98 e com vigência retroativa desde julho. O aumento nos preços de itens de higiene pessoal (1,10%) também influenciou a alta no grupo”, explica o IBGE.</p>
<p>A maior variação entre os grupos foi registrada por vestuário (1,43%), com destaque para as altas de calçados e acessórios (1,82%), das roupas infantis (1,71%) e das joias e bijuterias (1,00%). Já as roupas masculinas (1,54%) e femininas (0,98%) desaceleraram frente ao mês anterior, destaca a pesquisa.</p>
<p>Vale ressaltar também a alta de 0,28% do grupo habitação teve alta de 0,28%, com o aumento de 0,07% da energia elétrica.</p>
<p>O IBGE lembra que, com a Lei Complementar 194/22, os serviços de transmissão e distribuição foram retirados da base de cálculo do ICMS em alguns estados. “Mas foram identificados casos em que houve continuidade da cobrança e, no IPCA-15 de outubro, ocorreram ajustes para compensar a retirada do ICMS, a fim de contabilizar na conta padrão o que foi cobrado dos consumidores”.</p>
<p>Algumas concessionárias também decidiram retirar os serviços de transmissão e distribuição da base de cálculo do ICMS. “Isso foi levado em consideração na conta padrão, que, nesses casos, tem esses serviços retirados da base de cálculo do imposto”.</p>
<p>Também houve alta na taxa de água e esgoto (0,39%), impactada pelo reajuste médio de 13,22% aplicado em uma das concessionárias de Porto Alegre (3,36%) no fim de setembro.</p>
<p>Regionalmente, nove das 11 áreas tiveram inflação em outubro. A maior variação foi registrada em Brasília (0,56%), com o impacto da alta nos preços das passagens aéreas (37,59%), e a menor, em Curitiba (-0,24%), influenciada pela queda da gasolina (-6,58%).</p></div>
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		<title>IPCA-15 mostra deflação de 0,37% em setembro, levado por combustíveis, diz IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2022 13:16:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA-15]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A mediana das expectativas do mercado apontava para variação mensal de 0,2% e para alta de 8,14% em doze meses.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Considerado uma “prévia da inflação oficial”, o IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15) recuou 0,37% em setembro, após queda de 0,73% em agosto, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (27).</p>
<p>Nos últimos 12 meses, a taxa desacelerou para 7,96%, abaixo dos 9,60% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em setembro de 2021, o índice foi de 1,14%.</p>
<p>A mediana das expectativas do mercado apontava para variação mensal de 0,2% e para alta de 8,14% em doze meses.</p>
<p>Vale ressaltar que o IPCA-15 tem um período de coleta diferente do IPCA, que mede a inflação oficial, indo do meio de agosto ao meio de setembro.</p>
<p>“O preço dos combustíveis teve a maior influência, com destaque para o recuo na gasolina, em particular”, disse o instituto em nota de divulgação.</p>
<p>O IBGE destaca que, apesar da deflação de setembro, apenas três grupos de produtos e serviços dos nove pesquisados tiveram queda no mês. O grupo dos Transportes registrou recuo de 2,35% nos preços, influenciado pelos “combustíveis, sendo responsável pela maior contribuição em pontos percentuais (-0,49 p.p.) no índice.</p>
<p>Também do lado das quedas, o instituto destaca etanol (-10,10%), gasolina (-9,78%), óleo diesel (-5,40%) e gás veicular (-0,30%). A gasolina foi responsável pelo maior impacto negativo entre esses 367 subitens pesquisados no IPCA-15 de setembro.</p>
<p>“Esse resultado decorre da redução no preço do produto vendido para as distribuidoras, em 16 de agosto (R$ 0,18 por litro) e em 2 de setembro (R$ 0,25/l)”, diz o IBGE.</p>
<p>Ainda em Transportes, também houve queda em ônibus urbano (-0,08%), graças à redução dos preços das passagens aos domingos em Salvador (-0,82%), desde 11 de setembro.</p>
<p>O grupo de Alimentação e bebidas recuou 0,47% no mês, puxado para baixo pela alimentação no domicílio (-0,86%).</p>
<p>“Entre os subitens, destacam-se os recuos do óleo de soja (-6,50%), do tomate (-8,04%) e principalmente do leite longa vida (-12,01%). Apesar dessa queda em setembro, o preço do leite acumula alta de 58,19% no ano no IPCA-15. Por outro lado, os subitens que tiveram alta no grupo foram cebola (11,39%), frango em pedaços (1,64%) e frutas (1,33%)”.</p>
<p>Já a alimentação fora do domicílio desacelerou e passou de 0,80% em agosto para 0,59% em setembro. “O item lanche (0,94%) segue em alta, com variação próxima à do mês anterior (0,97%), enquanto a refeição também desacelerou: de 0,72% para 0,36%”.</p>
<p>Do lado das altas nos subitens, vêm passagens aéreas (8,20%), que voltaram a subir após a queda de 12,22% em agosto, seguro voluntário de veículo (1,74%), emplacamento e licença (1,71%) e conserto de automóvel (0,62%).</p>
<p>Nove das 11 regões consideradas pelo índice apresentaram deflação em setembro, com destaque para Recife (-0,93%), influenciada pelo recuo nos preços da gasolina (-13,85%). O maior aumento foi em Belém (0,50%), puxado pela alta da energia elétrica residencial (10,52%). Curitiba registrou 0,03% no IPCA-15 de setembro.</p>
<p><strong>Em alta</strong></p>
<p>O grupo Vestuário avançou 1,66% em setembro, com alta nos preços das roupas femininas (1,83%), masculinas (1,78%) e infantis (1,52%), que voltaram a subir de forma mais intensa, diz o IBGE. Calçados e acessórios (1,58%) também tiveram alta superior a 1%, enquanto as joias e bijuterias (0,98%) cresceram após queda de 0,36% em agosto.</p>
<p>Já o grupo de Saúde e cuidados pessoais (0,94%) foi influenciado pelos itens de higiene pessoal (1,28%), planos de saúde (1,13%) e produtos farmacêuticos (0,81%).</p>
<p>O grupo Habitação subiu 0,47%, após queda de 0,37% em agosto, levado pelo gás de botijão (0,81%) e aluguel residencial (0,72%), além da energia elétrica (0,41%).</p>
<p>“Em Belém (10,52%), a tarifa por kWh foi reajustada em 14,74% em 7 de agosto. O subitem gás encanado (0,30%) também cresceu, em função dos reajustes verificados em duas áreas: no Rio de Janeiro (0,13%), com reajuste de 0,20% desde 1º de agosto; e em Curitiba (1,95%), onde foi aplicado um aumento de 2,26% nas tarifas residenciais em 9 de agosto”, diz o IBGE.</p></div>
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		<title>IPCA-15 de agosto deve ficar perto de -1%, aponta economista da FGV</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/ipca-15-de-agosto-deve-ficar-perto-de-1-aponta-economista-da-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2022 12:44:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[fgv]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA-15]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Economista André Braz aponta que índice ainda deve colher impactos das quedas na gasolina e energia elétrica</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), a prévia da inflação do mês, deve ficar perto de -1% em agosto, no comparativo com o mês anterior. É o que projeta André Braz, coordenador do Índice de Preços ao Consumidor do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV Ibre).</p>
<p>O número oficial do IPCA-15 será divulgado pelo IBGE às 9h desta quarta-feira (24). Segundo dados da plataforma Investig.com, o mercado projeta um IPCA-15 negativo, de -0,81%.</p>
<p>Nesta terça-feira (23), o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que espera uma inflação abaixo de 6,5% neste ano. A afirmação foi feita durante durante uma apresentação no XVIII International Investment Seminar, promovido pelo Moneda Asset Management.</p>
<p>Campos Neto também avaliou que será “muito difícil”, em 2023, trazer o IPCA para dentro da meta de 3,25%.</p>
<p>Após uma deflação de 0,68% em julho, segundo Braz, a medição do IBGE deve ser novamente impactada pela queda nos preços dos combustíveis. As contas do economista apontam uma redução de 16,91% no valor da gasolina e de 10,69% no etanol.</p>
<p>A gasolina sofreu três diminuições de preço pela Petrobras em cerca de um mês, sendo que a última delas começou a valer para as refinarias na última semana. A primeira foi de R$ 4,06 para R$ 3,86 no dia 20 de julho; a segunda, de R$ 3,86 para R$ 3,71 no último dia 29; e, no último dia 16, de R$ 3,71 para R$ 3,53.</p>
<p>A gasolina, assim como o etanol, ainda registra os impactos da redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), com a limitação da alíquota por meio de uma lei nacional. A redução do tributo também tem impactos pelo segundo mês seguido na energia elétrica, com uma redução de 3,92%, segundo André Braz.</p>
<p>Com esses efeitos, entre os nove grupos de mercadorias e serviços avaliados pelo IBGE, o economista prevê -5,41% em transportes e -0,62% em habitação. Também deve registrar queda o grupo de comunicação, com -0,43%.</p>
<p>Já vestuário (0,45%), artigos de residência (0,29%), saúde e cuidados pessoais (0,66%), despesas pessoais (0,40%) e educação (0,05%) devem registrar aumentos, assim como alimentação e bebidas, que soma a maior alta, de 0,91%, apesar de já mostrar uma desaceleração.</p>
<p>Braz destaca que o IPCA-15 ainda vai colher impactos vistos no mês de julho. Ele acredita que a inflação do mês cheio de agosto será negativa, porém com menor recuo de preços.</p>
<p>“Na direção do final do mês, esses movimentos de gasolina e energia perdem um pouco o efeito, quer dizer, a contribuição deles para o índice diminui. […] Até porque surgiram alguns reajustes de energia em algumas cidades do país, que diminuem o benefício da redução de ICMS”, avalia.</p>
<p>Para o economista, os brasileiros com renda mais baixa ainda seguem sendo os mais impactados pela alta nos preços.</p>
<p>“Apesar do número vir mais negativo do que na última apuração, muita gente ainda sente a carestia dos alimentos. Outras coisas, como bens duráveis, máquinas de lavar, geladeira, fogão, carro estão com aumento de preço. Tem muita coisa inflacionada, que subiu bastante e ainda pressiona o resultado do índice. O rico que gasta mais com gasolina, energia, é que vai continuar colhendo os benefícios dessa inflação negativa. O mais pobre, que concentra o gasto em alimentos, não tem muito espaço para perceber isso”, avalia.</p></div>
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		<title>IPCA-15 tem deflação de 0,73% em agosto</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/ipca-15-tem-deflacao-de-073-em-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2022 13:48:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[deflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA-15]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É a menor taxa da série histórica do índice, iniciada em 1991</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/ipca-15-tem-deflacao-de-073-em-agosto/">IPCA-15 tem deflação de 0,73% em agosto</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), a prévia da inflação oficial, registrou deflação (queda de preços) de 0,73% em agosto deste ano. É a menor taxa da série histórica do IPCA-15, iniciada em 1991, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O IPCA-15 havia registrado taxas de inflação de 0,13% em julho deste ano e de 0,89% em agosto do ano passado. Com o resultado deste mês, o IPCA-15 acumula taxas de inflação de 5,02% no ano e de 9,60% em 12 meses.</p>
<p>A queda de preços observada na prévia de agosto foi puxada principalmente pelos transportes, que registraram deflação de que 5,24%. O comportamento deste grupo de despesas foi influenciado pelo recuo dos preços dos combustíveis (-15,33%).</p>
<p>Entre os combustíveis, foram observadas quedas de 16,80% na gasolina, de 10,78% no etanol, de 5,40% no gás veicular e de 0,56% no óleo diesel.</p>
<p>Outros grupos de despesa com deflação foram habitação (-0,37%), com destaque para o recuo nos preços da energia elétrica residencial (-3,29%); e comunicação (-0,30%).</p>
<p>Por outro lado, os alimentos apresentaram a maior alta de preços do IPCA-15 no período (1,12%), taxa semelhante à observada no mês anterior (1,16%), devido a produtos como o leite longa vida (14,21%), frutas (2,99%), queijo (4,18%) e frango em pedaços (3,08%).</p>
<p>Também tiveram inflação os grupos de despesa saúde e cuidados pessoais (0,81%), despesas pessoais (0,81%), vestuário (0,76%), educação (0,61%) e artigos de residência (0,08%).</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/ipca-15-tem-deflacao-de-073-em-agosto/">IPCA-15 tem deflação de 0,73% em agosto</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>IPCA-15 tem alta de 0,99% em fevereiro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/ipca-15-tem-alta-de-099-em-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Feb 2022 14:32:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA-15]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É a maior variação para o mês desde 2016</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/ipca-15-tem-alta-de-099-em-fevereiro/">IPCA-15 tem alta de 0,99% em fevereiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), a prévia da inflação oficial, ficou em 0,99% em fevereiro, 0,41 ponto percentual (pp) acima da taxa de janeiro (0,58%). É a maior variação para o mês de fevereiro desde 2016 (1,42%).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1444217&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1444217&amp;o=node" /></p>
<p>No ano, o IPCA-15 acumula alta de 1,58% e, em 12 meses, de 10,76%, acima dos 10,20% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em fevereiro de 2021, a taxa foi 0,48%. Os dados foram divulgados hoje (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Houve variações positivas em oito dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados. A exceção foi saúde e cuidados pessoais, cujos preços recuaram 0,02%, após a alta de 0,93% verificada em janeiro.</p>
<p><strong>Educação</strong></p>
<p>Segundo o IBGE, a maior variação (5,64%) e o maior impacto (0,32 pp) vieram do grupo educação. “Com a maior variação (5,64%) entre os grupos, o segmento de educação teve um impacto de 0,32 pp no IPCA-15, dos quais 0,28 pp vieram da alta dos cursos regulares (6,69%), por conta dos reajustes habituais do início do ano letivo. As maiores variações vieram do ensino fundamental (8,03%), da pré-escola (7,55%), do ensino médio (7,46%), da creche (6,47%) e do ensino superior (5,90%). Curso técnico e pós-graduação subiram 4,40% e 2,93%, respectivamente”, informa o IBGE.</p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block zoom-on-hover-sm shadow-hover w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Divulgação/IBGE" src="https://imagens.ebc.com.br/XD18jmEm78-o1x8rMsTQ7z2f6LU=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/ipca15ibge.jpg?itok=sjTIii4A" alt="IPCA-15 de fevereiro de 2022" /></div>
</div>
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<div class="meta">IPCA-15 de fevereiro de 2022 &#8211; <strong>Divulgação/IBGE</strong></div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Alimentação e transportes</strong></p>
<p>Na sequência, vieram alimentação e bebidas (com alta de 1,20% e impacto no IPCA de 0,25 pp), que acelerou na comparação com o mês anterior (0,97%), e transportes, que subiu 0,87% após queda de 0,41% em janeiro e contribuiu com 0,19 pp em fevereiro.</p>
<p>No grupo de alimentação, as maiores altas vieram de alguns tubérculos, raízes e legumes, como a cenoura (49,31%) e a batata inglesa (20,15%). Alimentação e bebidas é o grupo com o segundo maior peso no IPCA-15, com cerca de 21% do total.</p>
<p>Com alta de 0,87%, o grupo dos transportes teve como o destaque os veículos próprios (2,01%): automóveis novos (2,64%), motocicletas (2,19%) e automóveis usados (2,10%). Já os combustíveis registraram estabilidade em fevereiro: enquanto óleo diesel (3,78%) e a gasolina (0,15%) subiram, etanol (-1,98%) e gás veicular (-0,36%) registraram queda.</p>
<p>Os demais grupos ficaram entre a variação de 0,15% de habitação e de 1,94% de artigos de residência.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/ipca-15-tem-alta-de-099-em-fevereiro/">IPCA-15 tem alta de 0,99% em fevereiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Prévia da inflação, IPCA-15 de janeiro fica em 0,58%, informa IBGE</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/previa-da-inflacao-ipca-15-de-janeiro-fica-em-058-informa-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jan 2022 13:09:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA-15]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Índice desacelerou com queda na gasolina, apesar da alta nos alimentos</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A prévia da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), desacelerou em janeiro para 0,58%, após registrar alta de 0,78% em dezembro de 2021.</p>
<p>No acumulado de 12 meses, o indicador ficou em 10,20%, depois de bater 10,42% nos 12 meses imediatamente anteriores. Em janeiro de 2021, o IPCA-15 foi de 0,78%.</p>
<p>Os dados foram divulgados hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o Instituto, o resultado foi puxado pela queda de 0,41% no grupo dos transportes, que foi influenciado pela diminuição nos preços da gasolina (-1,78%) e das passagens aéreas (-18,21%). Também tiveram redução no período apurado o etanol (-3,89%) e o gás veicular (-0,26%).</p>
<p>Por outro lado, os outros oito grupos componentes do IPCA-15 tiveram alta no primeiro mês do ano. Alimentação e bebidas subiram 0,97%, puxadas pela alta de 1,03% na alimentação no domicílio.</p>
<p>Os principais impactos foram na cebola (17,09%), frutas (7,10%), café moído (6,50%) e carnes (1,15%). No mês, foram registradas quedas nos preços da batata-inglesa (-9,20%), do arroz (-2,99%) e do leite longa vida (-1,70%).</p>
<p>A alimentação fora do domicílio subiu 0,81%, acelerando em relação à alta de 0,08% registrada em dezembro. Enquanto o lanche passou -3,47% no mês anterior para 1,25%, a refeição ficou em 0,63%, abaixo da alta de 1,62% de dezembro.</p>
<p>O grupo saúde e cuidados pessoais subiu 0,93%, com destaque para os itens de higiene pessoal, que ficaram 3,79% mais caros em janeiro. Já os planos de saúde recuaram 0,69%, após a incorporação, em dezembro, da última fração mensal do reajuste anual suspenso em 2020.</p>
<p>Segundo o IBGE, com isso, em janeiro foi incorporada a fração referente ao reajuste negativo de -8,19% anunciado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no ano passado.</p>
<p>O grupo habitação subiu 0,62%, refletindo o impacto da alta de 1,55% no aluguel residencial. Também tiveram alta o gás encanado (8,40%), consequência do reajuste de 17,64% em São Paulo.</p>
<p>Por outro lado, a energia elétrica desacelerou para 0,03%, depois de subir 0,96% em dezembro. A taxa de água e esgoto subiu 0,28%, com o reajuste de 9,05% ocorrido em Salvador.</p>
<p>A maior variação foi verificada em vestuário, que subiu 1,48%. Todos os itens pesquisados ficaram mais caros, como roupas masculinas (2,35%), roupas femininas (1,19%) e calçados e acessórios (1,20%). Nos artigos de residência, a alta foi de 1,4%, com destaques para a alta de 2,26% nos eletrodomésticos e equipamentos e de 2,04% nos itens de mobiliário.</p>
<p>Despesas pessoais subiram 0,51% em janeiro, educação ficou 0,25% mais cara e comunicação subiu 1,09%.</p>
<p>De acordo com o IBGE, todas as áreas pesquisadas para o IPCA-15 tiveram alta em janeiro. A maior foi na região metropolitana de Salvador, onde a taxa subiu 1,08%, influenciada pelos itens de higiene pessoal (4,57%) e pelas frutas (9,90%). O menor resultado foi o de Brasília, com alta de 0,19%, impactada pela queda no preço da gasolina (-4,89%) e das passagens aéreas (-14,37%).</p></div>
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		<title>IPCA-15: prévia da inflação sobe 1,17% em novembro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/ipca-15-previa-da-inflacao-sobe-117-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 14:42:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA-15]]></category>
		<category><![CDATA[prévia da inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acumulado em 12 meses fica em 10,73%, impactado pela alta na gasolina</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A prévia da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), apresentou alta de 1,17% em novembro. O resultado representa a maior variação para o mês desde 2002, quando o índice ficou em 2,08%.</p>
<p>No mês passado, o IPCA-15 ficou em 1,20% e em novembro de 2020, 0,81%. O acumulado do ano está em 9,57% e em 12 meses a prévia da inflação está em 10,73%, acima dos 10,34% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Os dados foram divulgado hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Todos os grupos de serviços e produtos pesquisados tiveram alta na prévia de novembro. O maior impacto individual no indicador foi da gasolina, que ficou 6,62% mais cara no mês, influenciando o resultado dos transportes, com variação de 2,89%, a maior entre os grupos pesquisados. No ano, a gasolina subiu 44,83% e em 12 meses a alta acumulada é de 48%.</p>
<p>O transporte por aplicativo teve alta de 16,23% na prévia de novembro, após ter subido 11,60% em outubro. Já as passagens aéreas ficaram 6,34% mais baratas, depois de subir 28,76% na prévia de setembro e 34,35% em outubro.</p>
<p>No grupo habitação, que subiu 1,06%, a maior contribuição foi do gás de botijão, que teve a 18ª alta consecutiva, ficando 4,34% mais caro em novembro. O produto acumula alta de 51,05% desde junho de 2020. A energia elétrica desacelerou e subiu 0,93%, após subir 3,91% em outubro. Além do reajuste em Goiânia, Brasília e São Paulo, desde setembro está em vigor a bandeira tarifária Escassez Hídrica, que acrescenta R$ 14,20 na conta de luz a cada 100 kWh consumidos.</p>
<p>O grupo alimentação e bebidas desacelerou, com alta de 0,4% em novembro, depois de subir 1,38% em outubro. As principais altas foram do tomate (14,02%), batata-inglesa (14,13%), cebola (7%), frango em pedaços (3,07%) e queijo (2,88%). Por outro lado, houve queda no preço das carnes (-1,15%), leite longa vida (-3,97%) e frutas (-1,92%).</p>
<p>Em saúde e cuidados pessoais, os itens higiene pessoal (1,65%) e produtos farmacêuticos (1,13%) foram as maiores influências para a alta de 0,80% na prévia do mês. Vestuário subiu 1,59%, educação ficou estável, com alta de 0,01%, e artigos de residência ficaram 1,53% mais caros, despesas pessoais subiram 0,61% e o grupo comunicação teve alta de 0,32% na prévia de novembro.</p>
<p><strong>Regiões</strong></p>
<p>Segundo o IBGE, todas as áreas pesquisadas tiveram alta no IPCA-15 de novembro. A maior variação foi em Goiânia, com alta de 1,86%, puxada pelo reajuste da energia elétrica (10,93%) e pela gasolina (5,87%). A menor inflação foi medida na região metropolitana de Belém, que subiu 0,76%, com a queda de 2,05% na energia elétrica e de 9,3% no açaí.</p>
<p>O IPCA-15 difere do IPCA pelo período de coleta, que vai do dia 16 do mês anterior ao 15 do mês de referência, e nas regiões pesquisadas. A população-objetivo do IPCA-15 são as famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos, residentes nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Porto Alegre, além do Distrito Federal e do município de Goiânia.</p></div>
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		<title>Prévia da inflação fica em 1,20% em outubro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/previa-da-inflacao-fica-em-120-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Oct 2021 13:06:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA-15]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É a maior variação para o mês desde 1995</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/previa-da-inflacao-fica-em-120-em-outubro/">Prévia da inflação fica em 1,20% em outubro</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) ficou em 1,20% em outubro, 0,06 ponto percentual (pp) acima da taxa de setembro (1,14%). Trata-se da maior variação para um mês de outubro desde 1995 (1,34%) e a maior variação mensal desde fevereiro de 2016 (1,42%).</p>
<p>O IPCA-15, divulgado ontem (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é uma prévia da inflação oficial do país, o IPCA.</p>
<p>No ano, o IPCA-15 acumula alta de 8,30% e, em 12 meses, de 10,34%, acima dos 10,05% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2020, a taxa foi de 0,94%.</p>
<p>Com o maior impacto individual (0,19 pp) no mês de outubro, a energia elétrica (3,91%) foi destaque no grupo habitação (1,87%). Segundo o IBGE, a alta decorre, em grande medida, da vigência da bandeira tarifária escassez hídrica, em todo o período de referência do índice, com acréscimo de R$ 14,20 na conta de luz a cada 100 kWh consumidos, o mais alto entre todas as bandeiras.</p>
<p>“Durante o período base do IPCA-15, vigorou tanto a bandeira escassez hídrica, na primeira quinzena de setembro, quanto a bandeira vermelha patamar 2, na segunda quinzena de agosto. Outra contribuição importante dentro do grupo veio do gás de botijão (3,80%), cujos preços subiram pelo 17º mês consecutivo e acumulam, em 2021, alta de 31,65%”, informou o IBGE.</p>
<p>No grupo dos transportes, as passagens aéreas foram o destaque, com alta de 34,35%, registrando impacto de 0,16 ponto percentual. Houve aumento no preço das passagens em todas as regiões, sendo a menor delas em Goiânia (11,56%) e a maior no Recife (47,52%). Os combustíveis continuam em alta (2,03%) e pressionando os preços. A gasolina, componente com o maior peso do IPCA-15, subiu 1,85% e acumula 40,44% em 12 meses. Os demais combustíveis também subiram: etanol (3,20%), óleo diesel (2,89%) e gás veicular (0,36%).</p>
<p>Quanto aos grupos analisados, a maior variação foi no de transportes (2,06%) que, além das altas nas passagens aéreas e nos combustíveis, registrou variação positiva em automóveis novos (1,64%), usados (1,56%) e nas motocicletas (1,27%). No caso dos automóveis usados, trata-se da 13ª alta consecutiva, acumulando 13,21% de variação nos últimos 12 meses.</p>
<p>Segundo a pesquisa, o grupo de alimentação e bebidas (1,38%) foi influenciado principalmente pela alimentação no domicílio, que passou de 1,51% em setembro para 1,54% em outubro. Os preços das frutas subiram 6,41% e contribuíram com 0,06 ponto percentual de impacto. Houve alta também nos preços do tomate (23,15%), da batata inglesa (8,57%), do frango em pedaços (5,11%), do café moído (4,34%) do frango inteiro (4,20%) e do queijo (3,94%).</p>
<p>Por outro lado, foi registrada queda nos preços da cebola (-2,72%) e, pelo nono mês consecutivo, do arroz (-1,06%). As carnes, após 16 meses seguidos de alta, tiveram queda de 0,31%.</p>
<p>A alimentação fora do domicílio acelerou na passagem de setembro (0,69%) para outubro (0,97%), principalmente por causa do lanche (1,71%), cujos preços haviam recuado 0,46% no mês anterior. A alta da refeição (0,52%), por sua vez, foi menor que a observada em setembro (1,31%).</p>
<p>De acordo com o levantamento, todas as áreas pesquisadas apresentaram alta em outubro. O menor resultado ocorreu em Belém (0,51%), devido à queda nos preços do açaí (-4,74%), das carnes (-0,98%) e dos itens de higiene pessoal (-0,64%). A maior variação foi registrada em Curitiba (1,58%), com altas da energia elétrica (4,15%) e da gasolina (3,47%).</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/previa-da-inflacao-fica-em-120-em-outubro/">Prévia da inflação fica em 1,20% em outubro</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prévia da inflação tem alta de 0,44% em maio, maior resultado para o mês desde 2016</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/previa-inflacao-maio-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 13:53:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA-15]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aumentos na energia elétrica e dos medicamentos pesaram no IPCA-15, que acumula avanço de 7,27% no período de 12 meses</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/previa-inflacao-maio-2021/">Prévia da inflação tem alta de 0,44% em maio, maior resultado para o mês desde 2016</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_8 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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<article class="n--noticia__header ">
<p class="n--noticia__subtitle" style="text-align: center;"><em>Aumentos na energia elétrica e dos medicamentos pesaram no IPCA-15, que acumula avanço de 7,27% no período de 12 meses</em></p>
<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo &#8211; 15 (IPCA-15), uma prévia da <strong>inflação</strong> oficial, registrou alta de 0,44% em maio, após ter avançado 0,60% em abril, informou nesta terça-feira, 25, o <strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</strong>. Esse é o maior resultado para um mês de maio desde 2016, quando o índice ficou em 0,86%. Em maio de 2020, a taxa foi de -0,59%.</p>
<p>O resultado ficou dentro das estimativas dos analistas do mercado financeiro consultados pelo <strong>Projeções Broadcast</strong>, que esperavam uma alta de 0,43% a 0,61%. No ano, o IPCA-15 acumulou alta de 3,27% e, em 12 meses, de 7,27%. </p>
<p>O grupo saúde e cuidados pessoais (1,23%) acelerou na comparação com abril (0,44%), respondendo pelo maior impacto sobre o indicador de maio, principalmente por causa do reajuste de 10,08% nos <strong>medicamentos</strong>, no início do mês anterior.</p>
<p>Mas foi a alta na <strong>energia elétrica</strong> (2,31%), no grupo habitação (0,79%), que contribuiu com o maior impacto individual no índice. Em maio, passou a vigorar a bandeira tarifária vermelha patamar 1, que acrescenta R$ 4,169 na conta de luz a cada 100 quilowatts-hora consumidos, depois de quatro meses seguidos da bandeira amarela, cujo acréscimo é menor (R$ 1,343).</p>
<p>Outro destaque no grupo habitação foi o gás de botijão (1,45%), que subiu pelo 12º mês consecutivo, embora menos que em abril (2,49%).</p>
<p>Alimentação e bebidas (0,48%) acelerou com a alta na alimentação no domicílio, que passou de 0,19% em abril para 0,50% em maio. Entre os destaques, as carnes (1,77%) &#8211; que acumulam aumento de 35,68% nos últimos 12 meses &#8211; e o tomate (7,24%), que havia caído 3,48% em abril.</p>
<p>Único grupo com deflação em maio, transportes (-0,23%) foi influenciado pela queda de 28,85% nos preços das passagens aéreas. Também houve recuo nos preços dos transportes por aplicativo (-9,11%) e do seguro voluntário de veículo (-3,18%).</p>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/previa-inflacao-maio-2021/">Prévia da inflação tem alta de 0,44% em maio, maior resultado para o mês desde 2016</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Prévia da inflação tem alta de 0,81% em novembro, a maior para o mês desde 2015</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/previa-da-inflacao-tem-alta-de-081-em-novembro-a-maior-para-o-mes-desde-2015/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Nov 2020 13:40:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O grupo de Transportes (1%) foi impulsionado pela alta da gasolina (1,17%), subitem de maior peso do IPCA-15</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Influenciada pelos alimentos, a prévia da inflação ficou em 0,81% em novembro, maior índice para o mês desde 2015 (0,85%). Além do grupo de Alimentação e bebidas, que teve alta de 2,16%, todos os demais subiram: Transportes (1%), Artigos de residência (1,40%), Habitação (0,34%) e Vestuário (0,96%), além de Saúde e Cuidados Pessoas (0,04%), Despesas Pessoais (0,14%), Comunicação (0,06%) e Educação (0,01%). Os resultados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado hoje (24) pelo IBGE.</p>
<p>A taxa de novembro é 0,13 ponto percentual (p.p.) abaixo da registrada em outubro (0,94%). No ano, o índice acumula alta de 3,13%. Já o acumulado dos últimos 12 meses é de 4,22% contra 3,52% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2019, a taxa foi de 0,14%.</p>
<p>O grupo com maior influência no índice no mês (0,44 p.p.) foi Alimentação e bebidas (2,16%), que acumula alta de 12,12% no ano. Destaque para os preços dos alimentos para consumo no domicílio, que subiram 2,69% influenciados pela alta de itens importantes no consumo das famílias, como as carnes (4,89%), o arroz (8,29%) e a batata-inglesa, que passou de -4,39% em outubro para 33,37% em novembro. Também subiram o tomate (19,89%) e óleo de soja (14,85%). Entre as quedas, a principal foi a do leite longa vida (-3,81%).</p>
<p>A alimentação fora do domicílio também contribuiu para o IPCA-15 de novembro e acelerou de 0,54% em outubro para 0,87% em novembro, principalmente em função da alta do item lanche (1,92%). Já refeição variou (0,49%), menos que a alta de outubro (0,93%).</p>
<p>Outro grupo de forte impacto (0,20 p.p), Transportes (1%) foi impulsionado pela alta da gasolina (1,17%), subitem de maior peso do IPCA-15. Os preços de outros combustíveis como o etanol (4,02%), o óleo diesel (0,53%) e o gás veicular (0,55%) também tiveram alta na passagem de outubro para novembro. Outra contribuição importante no grupo foi do item automóvel novo: alta de 1,07%. O aumento nas passagens aéreas (3,46%) em novembro mostrou desaceleração frente a outubro (39,90%).</p>
<p>Entre as quedas do grupo de Transportes, destaque para as passagens dos ônibus interestaduais (-0,52%) e dos ônibus intermunicipais (-0,40%).</p>
<p>Em Artigos de residência (1,40%), as maiores contribuições vieram dos itens mobiliário (2,40%) e eletrodomésticos e equipamentos (2,23%). Os preços dos aparelhos de ar-condicionado destacaram-se e tiveram alta de 11,23%.</p>
<p>Já no grupo Habitação (0,34%), a variação positiva da taxa de água e esgoto (0,33%) reflete os reajustes tarifários de 3,04% em Belo Horizonte (1,33%), vigente desde 1º de novembro, e de 5,88% em uma das concessionárias de Porto Alegre (1,69%), vigente desde 1º de outubro. Já o resultado do item energia elétrica (-0,04%) foi influenciado por dois reajustes e uma redução tarifária: Brasília (-0,01%), redução de 0,63%, a partir de 22 de outubro; Goiânia (0,79%), reajuste de 2,57%, a partir de 22 de outubro; e São Paulo (-0,39%), reajuste de 3,87% em uma das concessionárias pesquisadas, vigente desde 23 de outubro.</p>
<p>Em São Paulo, apesar do reajuste tarifário, houve redução na alíquota de PIS/COFINS em uma das concessionárias pesquisadas, o que fez com que o resultado tenha ficado negativo.</p>
<p><strong>Todas as regiões tiveram alta em novembro</strong></p>
<p>Quanto aos índices regionais, todas as regiões pesquisadas apresentaram alta, sendo o menor resultado verificado na Região Metropolitana de Recife (0,31%), especialmente por conta da queda nos preços da gasolina (-1,37%); e o maior no município de Goiânia (1,26%), onde a alta de 3,25% na gasolina foi a principal responsável.</p>
<p>Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados no período de 14 de outubro a 12 de novembro de 2020 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 12 de setembro a 13 de outubro de 2020 (base). O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e do município de Goiânia. A metodologia utilizada é a mesma do IPCA, a diferença está no período de coleta dos preços e na abrangência geográfica.</p></div>
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