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	<title>Arquivos HSM &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos HSM &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Arena SEST SENAT trouxe para a HSM+ temas ligados ao setor de transporte</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/arena-sest-senat-trouxe-para-a-hsm-temas-ligados-ao-setor-de-transporte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2022 13:31:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SEST SENAT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Debates sobre inovação, gestão e sustentabilidade marcaram a participação do Sistema CNT no primeiro dia da HSM+</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Presente na HSM+, o Sistema CNT realiza uma série de palestras na Arena SEST SENAT sobre temas relacionados a inovação, gestão e sustentabilidade.</p>
<p>No painel “Automação, Conectividade e Dados: como o Data Science está transformando as Cidades Inteligentes”, Frederico Boghossian Torres, advogado de Data Privacy do Mercado Livre, e Eric Dhaese, diretor geral do Rappi no Brasil, refletiram sobre a responsabilidade de se processar grandes volumes de dados e as maneiras de usar a Ciência de Dados em prol da melhoria dos serviços e da satisfação dos clientes.</p>
<p>A conversa foi mediada por Felipe Chibas, especialista Latam do Núcleo de Cidades Inteligentes da GAPMIL Unesco, que instigou os participantes a mostrarem sua visão sobre o papel da análise de dados em seus negócios. “É uma responsabilidade tremenda fazer uso dos dados de nossa plataforma, mas Data Science não precisa ser algo a se temer – na verdade, é o nosso core business”, apontou Frederico Torres. “A gente vê a Data Science como ferramenta, que gera valor para a economia e promove a melhor experiência para o usuário”, acrescentou.</p>
<p>“A Data Sciente é parte do que a Rappi”, ressaltou Eric Dhaese. Segundo o diretor, a operação da Rappi leva sempre em conta três elos: empreendedores, entregadores e clientes finais. “Cada pedido feito no aplicativo dispara muitas atividades, que precisam ser sincronizadas. Pode parecer simples, mas é preciso tecnologia pesada e muitas mãos para que um entregador não fique esperando enquanto um restaurante prepara um prato. Em meio a uma imensidão de dados, os algoritmos vão aprendendo a ser cada vez mais eficientes, traçando rotas e localizando os entregados mais próximos”, detalhou.</p>
<p>“Atração e retenção de talentos em mobilidade: como criar um ambiente inovador e confortável para as próximas gerações” foi o tema do painel mediado por Marcus Vinicius Gasques, diretor de redação da Autoesporte. Em sua participação, Fernanda Sarreta, VP administrativa na IC Transportes, disse que a empresa precisou repensar a abordagem para atrair profissionais mais jovens.</p>
<p>“A vida nas estradas não os atrai mais. Precisamos comunicar a nova geração sobre as vantagens de ser motorista, dizer que o caminhão, hoje, é um veículo totalmente tecnológico e que é possível ser bem remunerado”, apontou a vice-presidente. Segundo ela, o mercado está buscando colaboradores com um pouco mais de escolaridade e que tenham familiaridade com tecnologia. “É sempre preciso comunicá-los sobre as vantagens da tecnologia para vencer eventuais resistências. Por exemplo, quando implantamos as câmeras nas cabines, enfatizamos que era uma ferramenta para salvar vidas – e não um Big Brother”, relatou.</p>
<p>“Reter as pessoas e cuidar bem delas é nossa meta”, enfatizou o palestrante Emerson Cardoso, vice-presidente de Operações Logísticas da Fadel Transportes, empresa que já foi seis vezes reconhecida pela certificação GPTW como um “ótimo lugar para se trabalhar”. Apesar dessa política, Cardoso disse que o turnover continua sendo um desafio e que se constata um envelhecimento da mão de obra no setor de um modo geral.</p>
<p>Cardoso ponderou, ainda, que rotinas simples podem fazer grande diferença na hora de reter bons profissionais. “Por exemplo, quando o motorista sai para a viagem, ele já sabe a rota que vai fazer, que condições vai enfrentar, quais serão os pontos de parada?”, questiona. “Sabemos que o país tem problemas de infraestrutura. Tudo isso tem de ser mapeado antes e é preciso abrir o jogo para esse colaborador – é esse o cuidado que temos de ter”, aconselhou.</p>
<p>Na palestra “ESG no Transporte: boas práticas para um futuro sustentável e exponencial”, Pedro Telles, gerente de Sustentabilidade da Movida, compartilhou um pouco da jornada de sustentabilidade da locadora de veículos. A empresa segue um plano a partir dos pilares “mitigação”, “compensação” e “adaptação”, com foco em minimizar os impactos das mudanças climáticas que estão em curso.</p>
<p>“A gente entende que a sustentabilidade tem de ser pensada na estrutura inteira. Sabemos que o nosso principal ativo é responsável por grandes emissões, mas este também é um mercado sobre inovação”, instigou. “Há estudos que dizem que o uso de um carro alugado corta a necessidade de quatro ou cinco outros. Sair do modelo de posse para o modelo de uso pode trazer essa eficiência, que vai nos nos ajudar a avançar no enfrentamento dos desafios da sociedade”, sublinhou. </p></div>
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		<title>O que você precisa saber para aumentar as suas vendas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-que-voce-precisa-saber-para-aumentar-as-suas-vendas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2020 11:40:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Motivação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[HSM]]></category>
		<category><![CDATA[pós venda]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O processo de vendas é dividido em diversas partes, existe a fase da prospecção, as ligações frias, as ligações quentes, o ciclo de vendas, o follow up, o fechamento e o pós venda</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O processo de vendas é dividido em diversas partes, existe a fase da prospecção, as ligações frias, as ligações quentes, o ciclo de vendas, o follow up, o fechamento e o pós venda. Cada uma dessas fases é subdividida em várias etapas, mas é apenas no fechamento que o vendedor tem sua recompensa, ganha sua comissão, soluciona o problema do cliente e faz sua empresa faturar.</p>
<p>Mas passar rápido por cada fase para chegar logo no fechamento, na maior parte das vezes não vai garantir o sucesso do negócio. Portanto, o foco deve ser total em investigar bem o cliente, para que você possa ser um diferencial por si só, por saber sua necessidade, aumentando as probabilidades a seu favor quando chegar na fase do fechamento.</p>
<p> </p>
<p>Falar com analistas ou gerentes intermediários ajuda a entender sobre a realidade do cliente e a coletar pontos de dor e necessidades da operação. Mas pode nos passar uma falsa impressão de que estamos fazendo nosso trabalho bem feito, pois temos uma reunião para colocar na agenda, podemos utilizar toda a nossa habilidade em fazer apresentações e justificamos para quem quer que seja, que “estamos sendo produtivos”.</p>
<p>O grande problema, é que na maioria das vezes a nossa apresentação nem chega ao conhecimento do decisor, pois em geral os níveis intermediários das corporações não possuem a visão estratégica necessária para decidir quais projetos devem seguir e quais devem ficar pelo caminho. Dessa forma, se você quiser obter realmente uma vantagem competitiva em negociações com grandes empresas, deve seguir os as estratégias abaixo.</p>
<p>O primeiro passo é criar conteúdo de qualidade nas redes sociais, principalmente no Linkedin.</p>
<p>Neste caso, não importa se você é um vendedor que faz parte de uma companhia ou se é um empreendedor. Nos dias atuais você tem uma oportunidade única na história de mostrar ao mundo suas habilidades, seus conhecimentos e os diferenciais do seu produto ou serviço. Publique tudo o que possa ajudar seu possível cliente a te notar como uma autoridade no seu campo de atuação e faça isso com a maior frequência possível, de preferência, todos os dias.</p>
<p>Além disso, o Linkedin pode te aproximar do seu potencial cliente, você pode fazer um convite para ser parte da rede dos decisores das empresas que estão no seu radar. Uma dica aqui é buscar alguém dentro do seu ciclo de contatos que possa indicá-lo. Depois de aceito na rede do seu target, eu não aconselho enviar mensagens no direct do Linkedin, pois esse nível de profissional recebe uma enxurrada de mensagens de fornecedores e não há tempo para separar o joio do trigo, com isso praticamente todas as mensagens são descartadas praticamente sem serem lidas.</p>
<p>Ao invés de perder seu tempo e nunca obter uma resposta, faça de outra forma, busque uma aproximação com algum contato em comum e peça uma recomendação. O ideal é conseguir o telefone do seu potencial cliente e fazer uma ligação diretamente para ele. Qual a chance de ter sucesso nesse tipo de abordagem? Posso te garantir que é bem maior do que através do método utilizado por 99% dos vendedores e que já sabemos que não gera resultado.Esse contato por telefone deve ser firme, rápido e objetivo. Uma vez em contato com o executivo de seu interesse, você terá apenas 4 segundos para conseguir mostrar a ele 3 coisas: que você confia no que faz, que está entusiasmado com seu produto ou serviço e que é uma autoridade no assunto.</p>
<p>Treine seu discurso quantas vezes forem necessárias para que você esteja completamente afiado e confiante que o que você está vendendo é algo que irá ajudar seu cliente a resolver o problema dele. O ponto aqui é que a maioria dos vendedores sente que está incomodando o cliente. Diversas vezes já ouvi coisas do tipo: “poxa, mas o cara é importante, tem um monte de coisa pra resolver e eu vou atrapalhar ele com uma ligação”. Se você pensa dessa forma, sinto dizer que está na profissão errada ou está bastante equivocado sobre qual é o papel do vendedor consultor. Se você não se percebe como um executivo de vendas e que seu papel é fazer negócios, sua carreira na área comercial não irá decolar.</p>
<p>Após agendar a reunião você tem mais trabalho a fazer. Você irá visitar as redes sociais do seu prospect para saber mais sobre a vida dele. Procure a pessoa no Facebook e Instagram para saber quais são os gostos, as opiniões, sobre que assuntos comenta, se tem filhos, se tem algum hobbie, enfim, tudo o que puder saber sobre seu cliente poderá te ajudar a desenvolver rapport durante a reunião. Lembre-se, ter a oportunidade de falar diretamente com 1 decisor vale mais do que fazer 10 reuniões com níveis intermediários, portanto, ainda que você consiga fazer muito menos reuniões, terá um resultado muito mais efetivo do que se seguir o manual do vendedor mediano.</p>
<p>Uma vez na reunião é hora de dar um show.</p>
<p>Primeiro você deverá chegar na reunião entendendo em qual contexto a empresa está inserida. Você deverá saber para que a empresa serve, quais são os produtos, como os clientes chegam até ela, quantos funcionários possui, em que países atua, qual a visão que o mercado tem sobre ela, quem são os competidores da empresa e quais são os seus competidores na empresa. A maior parte das respostas você terá em uma pesquisa na web e o restante você irá perguntar para o cliente durante a reunião.</p>
<p>Veja, as perguntas nessa fase precisam ser estratégicas, não pergunte coisas obvias, faça as perguntas que ninguém faz e coloque o cliente para pensar nas respostas. Com base nas respostas, você avança para a fase de compreender qual o problema que a empresa tem, e de que forma seu produto poderia ser a solução para isso. Ainda nessa fase, você estará basicamente fazendo perguntas. Coloque o cliente para falar sobre o problema. Nesta fase, você precisa coletar o máximo de informações específicas sobre as necessidades, dificuldades e desejos de melhoria do cliente.</p>
<p>Feito isto, você deverá mostrar ao cliente o impacto que o problema terá se não for resolvido e os desdobramentos da não solução do problema. Explore o problema, mas sempre de forma ética. Lembre-se, você é o consultor que está lá para diagnosticar o problema e propor a solução.</p>
<p>E para fechar a reunião, você irá mostrar todos os problemas resolvidos no futuro com a sua solução.</p>
<p>Você e seu cliente chegarão juntos à conclusão de que seu produto é o ideal para melhorar a operação da empresa dele, e que trará benefícios caso seja contratado, ou que a empresa terá seus problemas aumentados se nada for feito. Esse é o modelo que sempre funcionou para mim, conhecido como método SPIN Selling, criado pelo inglês Neil Rackham, no final do século XX e que está em linha com a abordagem dos maiores vendedores do mundo em vendas B2B.</p>
<p>Utilizando esse método, você não precisa contar com a sorte, com o pensamento positivo e tampouco terá que ficar justificando o não resultado em vendas.</p>
<p>Seus clientes o verão como um profissional de excelência, um consultor que se importa em entender as dores do cliente e em propor a solução que provoque a verdadeira transformação.</p></div>
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