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	<title>Arquivos frota &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos frota &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Renovação de frota exige estratégia para liberação de capital nas transportadoras</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/renovacao-de-frota-exige-estrategia-para-liberacao-de-capital-nas-transportadoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 18:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Renovação de frota]]></category>
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		<category><![CDATA[renovação de frota]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O alto custo de aquisição de caminhões novos também impacta a capacidade de renovação da frota, exigindo maior planejamento financeiro por parte das transportadoras.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A renovação de frota é um desafio relevante para as transportadoras brasileiras, em um cenário marcado pelo envelhecimento dos veículos em circulação e pelo alto custo de aquisição de novos caminhões.</p>
<p>Segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT), a idade média dos caminhões no país ultrapassa 15 anos, podendo ser ainda maior entre transportadores autônomos. A própria entidade defende a retirada de veículos com mais de 20 anos de uso, devido ao maior consumo de combustível, níveis mais elevados de emissões e menor segurança operacional.</p>
<p>Na prática, o envelhecimento da frota pressiona os custos das empresas. Veículos mais antigos tendem a demandar mais manutenção, apresentar menor eficiência energética e aumentar o risco de paradas não programadas. Ao mesmo tempo, mantê-los em operação, ou fora dela, representa capital imobilizado em ativos com menor desempenho.</p>
<p>O alto custo de aquisição de caminhões novos também impacta a capacidade de renovação da frota, exigindo maior planejamento financeiro por parte das transportadoras.<br />Nesse contexto, o mercado secundário de caminhões tem ganhado relevância. Dados da Fenauto indicam que foram registradas 444,8 mil transferências de veículos usados em 2025, um crescimento de 27,7% em relação ao ano anterior, refletindo o aumento da demanda por ativos com menor custo de aquisição.</p>
<p>Esse movimento amplia o interesse por ativos provenientes de frotas corporativas, que costumam apresentar maior previsibilidade de uso e manutenção. Ao mesmo tempo, reforça a importância de estratégias mais estruturadas no processo de desmobilização.</p>
<p>A venda sem planejamento ou por canais limitados pode reduzir o retorno financeiro. Ativos ofertados de forma isolada tendem a alcançar menor visibilidade e atrair menos interessados, o que impacta diretamente a formação de preço.</p>
<p>Plataformas digitais têm contribuído para ampliar o alcance dessas negociações. A Superbid Exchange atua nesse ambiente ao conectar empresas a uma base nacional de compradores, por meio de diferentes modalidades de venda, como leilão e venda direta. Hoje, a plataforma reúne mais de 1.7 milhões de contas ativas em todo o país.</p>
<p>“A forma como as transportadoras gerenciam seus ativos ao longo do tempo tem impacto direto na eficiência financeira da operação. A venda estruturada, com maior alcance de compradores, tende a melhorar o retorno e ampliar a capacidade de reinvestimento”, afirma Jacqueline Luz, diretora comercial da Superbid Exchange.</p>
<p>A adoção de processos mais estruturados permite às transportadoras liberar capital, melhorar a alocação de recursos e avançar na renovação da frota de forma mais equilibrada. Em um setor pressionado por custos e necessidade de eficiência, a gestão do ciclo de vida dos ativos passa a ter papel cada vez mais relevante na estratégia das empresas.</p>
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		<title>Multas em rodovias federais caíram 22% durante pandemia</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/multas-em-rodovias-federais-cairam-22-durante-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Oct 2020 12:19:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[frota]]></category>
		<category><![CDATA[multas]]></category>
		<category><![CDATA[multas de trânsito]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Rodoviária Federal]]></category>
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		<category><![CDATA[Rodovias Federais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foram registradas 2,4 milhões de infrações nas rodovias federais em todo o país, de janeiro a junho</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Com a pandemia de coronavírus, as multas de trânsito aplicadas pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) despencaram nos primeiros seis meses deste ano. Dessa forma, foram registradas 2,4 milhões de infrações nas rodovias federais em todo o país, de janeiro a junho. Portanto, uma média de 562 multas por hora.</p>
<p>A redução chegou a 22% em relação ao mesmo período de 2019, quando os motoristas receberam 3,1 milhões de autuações, média de 727 por hora. No entanto, o ranking dos tipos de infrações teve poucas alterações em relação ao ano passado.</p>
<p>A campeã disparada continua sendo a multa por dirigir com a velocidade superior à máxima permitida em 20%, com 1,05 milhão, média de 240 infrações por hora. Entretanto, a ocorrência também teve uma queda de 39%, considerando o 1,7 milhão registrado no ano passado. Neste caso, a infração é considerada média, com valor de R$ 130,16 e 4 pontos na CNH.</p>
<p>Em segundo lugar vem a autuação por deixar de manter acesa luz baixa durante o dia nas estradas, com 241.514, um pequeno aumento (1%) em relação ao ano passado, desbancando a de velocidade superior em mais de 20% até 50% da máxima permitida, que ficou em terceiro, com 188.895. A autuação também é considerada média, com valor de R$ 130,16 e mais 4 pontos na carteira de habilitação.</p></div>
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		<title>Contran proíbe utilização de radares ocultos</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/contran-proibe-utilizacao-de-radares-ocultos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2020 12:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[estrada]]></category>
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		<category><![CDATA[radares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todas as vias monitoradas deverão ter placas indicando a velocidade máxima permitida</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) proibiu os radares ocultos no Brasil. De acordo com a Resolução 798, publicada no Diário Oficial da União dna última quarta-feira (9) os medidores de velocidade deverão estar sempre visíveis. Além disso, todas as vias monitoradas deverão ter placas indicando a velocidade máxima permitida.</p>
<p>Os trechos monitorados e a localização dos radares também deverão ser divulgados na internet. Assim, a nova regra entra em vigor a partir do dia 1º de novembro deste ano.</p>
<p>Com isso, as mudanças feitas pelo Contran atendem a um pedido do presidente Bolsonaro. No ano passado, ele solicitou as novas regras ao Ministério da Infraestrutura e defendeu que radares em estradas fossem apenas “educativos”, e não punitivos. Anteriormente, o presidente já havia determinado a suspensão de radares móveis em rodovias federais. No entanto, a Justiça suspendeu a determinação.</p>
<div class="td-post-content">
<p>Agora, pelas novas regras, também fica proibido o uso de equipamentos sem registrador de imagem, como radares móveis por exemplo. E haverá restrições à instalação de radares do tipo fixo redutor, conhecido popularmente como ‘lombada eletrônica‘.</p>
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		<title>Produção de caminhões tem alta de 39% em junho</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/producao-caminhoes-alta-junho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2020 19:09:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao todo,  foram fabricados 5,6 mil caminhões no País no sexto mês do ano, ante 4,1 mil em maio</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A produção de caminhões no Brasil cresceu 39% em junho em relação a maio. Ao todo,  foram fabricados 5,6 mil caminhões no País no sexto mês do ano, ante 4,1 mil em maio. No entanto, na comparação com junho de 2019, quando foram fabricadas 9.993 unidades, houve queda 43,6%. As informações foram divulgadas neste segunda-feira (6) pela <strong>Anfavea</strong>, a associação que reúne as fabricantes de veículos. Confira os quadros no pé desta reportagem.</p>
<p>De acordo com o vice-presidente para veículos pesados da Anfavea, Gustavo Bonini, apesar de o resultado de junho ser positivo, ainda não é possível falar de recuperação.</p>
<p>De janeiro a junho de 2020, foram produzidos 34,8 mil caminhões no Brasil. No primeiro semestre de 2019, das linhas de montagem saíram 55,4 mil caminhões. Na comparação deste ano com o ano passado, houve retração de 37,2%.</p>
<p>“Esse cenário mostra o quanto a pandemia da covid-19 está impactando os negócios de caminhões”, diz Bonini. De acordo com o executivo, a expectativa é que os números de 2020 fechem no vermelho. “Mantemos as projeções de queda de 36% do mercado de caminhões neste ano”, afirma.</p>
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		<item>
		<title>Jamef leva espírito natalino para as estradas do Brasil</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/jamef-leva-espirito-natalino-para-as-estradas-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2019 17:11:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associado SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[frota]]></category>
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		<category><![CDATA[Natal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O final de ano chegou e com ele os sentimentos de paz, esperança e amor que essa época renova</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O final de ano chegou e com ele os sentimentos de paz, esperança e amor que essa época renova. Com essa premissa, a Jamef Encomedas Urgentes pretende levar o espirito natalino e alegria por onde passar. Para isso, a empresa preparou decorações especiais de natal em alguns veículos de sua frota: carretas e Accelos.</p>
<p>A decoração deste ano tem como objetivo estimular a imaginação de quem encontra os veículos nas ruas e estradas. Eles foram personalizados com o tema do Papai Noel saindo de dentro dos baús, mostrando os presentes, simbolizando as entregas especiais que a Jamef realiza durante esta época do ano.</p>
<p>Pensando sempre na segurança viária, a Jamef optou por um recurso de plotagem que em nada interfere na visão de outros motoristas nas ruas e ou estradas. “Estamos fazendo o que fazemos de melhor: entregando as encomendas por todo o país com o foco nos prazos, total cuidado e segurança, compromissos que fazem parte do DNA da Jamef. E agora, fazemos isso com espírito de festas”, conta Paulo Nogueirão, diretor comercial &amp; marketing da Jamef.</p>
<p>De acordo com Paulo, os colaboradores da empresa sabem que, principalmente nesta época do ano, as encomendas têm destinos especiais, pois dentro das caixas estão presentes de Natal repletos de sonhos e expectativas. “Com as carretas de final de ano ficamos mais próximos de nossos clientes e parceiros, estreitando o relacionamento, além de deixar as estradas do Brasil mais alegres”, finaliza Nogueirão.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Tabela elevou preço do frete em 11% e fez crescer uso de frota própria por empresas, diz CNI</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/tabela-elevou-preco-do-frete-em-11-e-fez-crescer-uso-de-frota-propria-por-empresas-diz-cni/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2019 12:12:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Logística]]></category>
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		<category><![CDATA[frota]]></category>
		<category><![CDATA[preço]]></category>
		<category><![CDATA[tabela de frete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de um ano após instituição da medida, aumento de custo tem sido repassado para o consumidor final e preços subiram em média 5%, diz pesquisa.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_9 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Mais de um ano após instituição da medida, aumento de custo tem sido repassado para o consumidor final e preços subiram em média 5%, diz pesquisa.</em></p>
<p>A tabela do frete, adotada no governo Temer para dar fim à greve dos caminhoneiros, fez o custo médio do transporte de carga subir, em média, 11%, aponta pesquisa divulgada nesta quarta-feira (25) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O número compara os valores apurados em agosto deste ano com os praticados antes de a medida entrar em vigor.</p>
<p>Esse aumento de custo tem sido repassado ao consumidor final pelas empresas, que reportaram reajuste médio de 5% nos preços de seus produtos, mostra a pesquisa.</p>
<p>O levantamento ouviu 685 empresas. O salto médio do custo do frete rodoviário ficou próximo do verificado em agosto do ano passado, de 12%.</p>
<p>A CNI destaca, porém, que há grande diferença nos valores divulgados pelas empresas, provavelmente decorrente das distâncias contratados, do tipo de produto transportado e da necessidade de pagamento de frete de retorno.</p>
<p>Enquanto 18% das companhias disseram que o preço do frete se manteve inalterado com a tabela, 47% comunicaram altas de até 15%, e 24% apontaram aumentos superiores a 15%.</p>
<p><strong>Frota própria</strong></p>
<p>A instituição dos preços mínimos provocou ainda o aumento da formação de frota própria pelas empresas, indica a pesquisa.</p>
<p>A variação líquida – percentual de empresas que aumentaram o uso, menos o das empresas que diminuíram – para o uso de caminhões próprios ficou em 15 pontos percentuais.</p>
<p>Segundo o estudo, cresceu também a contratação transportadoras (2 pontos percentuais), mas caiu o uso de cooperativas de caminhoneiros (-4 pontos percentuais), e de caminhoneiros autônomos (-9 pontos percentuais).</p>
<p>A frota própria é o segundo tipo de transporte mais usado pelas empresas – 28% delas disseram usar sempre ou quase sempre. O primeiro são as transportadoras (77%).</p>
<p><strong>Outros tipos de transporte</strong></p>
<p>Mais de um ano após a instituição da tabela do frete, 74% das empresas não aumentou ou passou a usar outros modais que não o rodoviário. Segundo a CNI, isso reflete e dificuldade das companhias em função da dependência desse tipo de transporte.</p>
<p>Outras 15% optaram por começar a usar ou ampliar o transporte de carga por cabotagem, 3% por ferrovias, e 1% por hidrovias.</p></div>
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		<title>Frota própria faz venda de caminhões aumentar no Brasil</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/frota-propria-faz-venda-de-caminhoes-aumentar-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jun 2019 19:38:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associado SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[caminhões]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[frota]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo do segundo semestre de 2018, as vendas de caminhões foram crescendo mês a mês e fecharam em 76,4 mil unidades, alta de 46,8% ante 2017</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Ao longo do segundo semestre de 2018, as vendas de caminhões foram crescendo mês a mês e fecharam em 76,4 mil unidades, alta de 46,8% ante 2017</p>
<p>Apesar da estagnação da economia, as vendas de caminhões no País somaram 39 mil unidades nos cinco primeiros meses do ano, alta de 47% ante igual período de 2018, sinalizando que está se consolidando um movimento de investimentos das empresas em frotas próprias, na esteira da elevação de custos com o preço tabelado do frete. Os dados foram divulgados ontem pela Fenabrave, entidade que representa concessionárias de veículos.</p>
<p>A produtora de soja e milho Amaggi, da família do ex-ministro da Agricultura Blairo Maggi, o frigorífico JBS e a fabricante de alimentos Predilecta já fizeram investimentos do tipo. A processadora de grãos americana Cargill estuda seguir o mesmo caminho desde o ano passado &#8211; a empresa informou que ainda não tomou uma decisão, pois aguarda a posição do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a validade da tabela. A concorrente Bunge informou que aguarda uma decisão do Supremo &#8220;avaliando diversas possibilidades em relação ao frete de seus produtos&#8221; e disse, em nota, que &#8220;confia que o Poder Judiciário afastará a tabela de fretes mínimos o mais rápido possível&#8221;.</p>
<p>O tabelamento do preço do frete foi instituído por lei em agosto, após a greve de caminhoneiros que paralisou o País, em maio de 2018. Diversos setores reclamaram da medida, por causa do custo. Um levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), de 2018, estimou que os gastos com transporte rodoviário subiram em média 12%. A medida acabou questionada no Supremo, mas, enquanto as ações não são julgadas, vale a tabela, conforme decisão liminar da corte.</p>
<p>Ao longo do segundo semestre de 2018, as vendas de caminhões foram crescendo mês a mês e fecharam em 76,4 mil unidades, alta de 46,8% ante 2017, conforme a Fenabrave.</p>
<p>Para Bráulio Borges, economista sênior da LCA Consultores, não há outra &#8220;explicação plausível&#8221; para a continuidade do crescimento nas vendas que não seja a demanda das empresas investindo em frotas próprias. Isso porque a atividade está estagnada não só na economia como um todo, mas o fluxo de caminhões nas rodovias com pedágio, calculado pela ABCR, entidade que representa as concessionárias, não cresce desde o início de 2018.</p>
<p>Movimento generalizado. Segundo o presidente da Associação Nacional dos Usuários de Transportes (Anut), Luis Henrique Baldez, o investimento em frotas próprias é um movimento &#8220;natural&#8221; e &#8220;generalizado&#8221;, embora as estratégias das empresas variem. Em alguns casos, as empresas recorrem a outras modalidades de transporte, como a cabotagem e as ferrovias. Em outros, compram ou alugam caminhões.</p>
<p>A Amaggi, por exemplo, anunciou a compra de 300 caminhões da Scania em novembro passado. À época, a montadora sueca informou que tinha outras 400 encomendas, de clientes variados. O frigorífico JBS confirmou a aquisição de 360 caminhões após a greve. Procurada, a companhia não quis informar sobre planos de novos investimentos na frota.</p>
<p>Após a greve dos caminhoneiros, a fabricante de alimentos Predilecta viu o frete terceirizado ficar de 20% a 25% mais caro, segundo Antônio Carlos Tadiotti, sócio-diretor da empresa. A empresa comprou então 15 caminhões, acelerando a estratégia de manter frota própria, que já fazia sentido econômico antes. &#8220;Hoje, temos 180 caminhões. Pretendemos chegar a 200&#8221;, disse o diretor.</p>
<p>Segundo Tadiotti, a estratégia faz sentido porque permite otimizar a logística, já que os caminhões que entregam produtos em todo o País podem voltar carregados de matéria-prima, como tomate e milho &#8211; a empresa tem nos molhos de tomate um de seus carros-chefe.</p></div>
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		<title>Jamef comprova redução de custos operacionais durante teste com Accelo de câmbio automatizado</title>
		<link>https://setcesp.org.br/uncategorized/204568277/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2019 20:22:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Parceria SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhão]]></category>
		<category><![CDATA[frota]]></category>
		<category><![CDATA[Mercedes-Benz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novidade da Mercedes-Benz no mercado brasileiro, o câmbio totalmente automatizado dos caminhões Accelo foi testado e aprovado pela Jamef, uma das maiores transportadoras de cargas fracionadas do País.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/uncategorized/204568277/">Jamef comprova redução de custos operacionais durante teste com Accelo de câmbio automatizado</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Novidade da Mercedes-Benz no mercado brasileiro, o câmbio totalmente automatizado dos caminhões Accelo foi testado e aprovado pela Jamef, uma das maiores transportadoras de cargas fracionadas do País. O cliente vem utilizando o caminhão médio Accelo 1316 6&#215;2 e o modelo leve 1016 com câmbio automatizado em serviços de entregas urbanas de encomendas urgentes e nas operações de transferência de carga entre suas unidades.</p>
<p>“O Mercedes-Benz Accelo, que sempre atendeu as nossas expectativas, surpreendeu na versão automatizada, com bons resultados operacionais para a empresa”, afirma Michael Oliveira, diretor de Operações da Jamef. “Há uma melhora no consumo, trazendo economia para a nossa operação de transporte. Além disso, essa tecnologia demanda menor custo de manutenção. Já o motorista ganha em conforto de dirigibilidade, melhor performance e produtividade”. </p>
<p>De acordo com o cliente, a Jamef investe frequentemente em tecnologias e processos visando cumprir sua missão à risca, que é assegurar a entrega de encomendas urgentes dentro do prazo prometido a seus clientes. Nesse contexto, além do caminhão Accelo nas entregas urbanas, a empresa inova com a aplicação da tecnologia Sorter, sistema automatizado de distribuição de encomendas, novidade em sua unidade de Barueri/SP, que traz mais agilidade, pontualidade e segurança durante todo o processo operacional.</p>
<p>“A Mercedes-Benz se encaixa na logística de transporte da nossa empresa com toda a sua linha de caminhões, do Accelo ao Actros e até a Sprinter“, diz Michael Oliveira. “Dos mais de 200 veículos Mercedes-Benz da nossa frota própria, 100 unidades são do Accelo 815, um caminhão muito importante para nós pela versatilidade na distribuição urbana. Nós sempre acompanhamos a evolução deste modelo, como agora em que estamos testando os veículos automatizados”.</p>
<p><strong>Jamef é a primeira a testar o Accelo com câmbio automatizado</strong></p>
<p>Especializada em encomendas urgentes de cargas fracionadas (comércio eletrônico, varejista, têxtil, farmacêutico, automotivo e outros), a Jamef é um tradicional cliente e parceiro da marca há 56 anos, quando iniciou suas atividades de transporte com o caminhão LP 321, utilizado ainda hoje pela empresa.</p>
<p>Reafirmando a confiança nos caminhões Mercedes-Benz, a Jamef é a primeira empresa a testar o Accelo automatizado, o que possibilita a comparação de dados como desempenho, consumo, custos operacionais e conforto, entre outros.</p>
<p>“O Accelo é um caminhão excelente e ágil para coleta e entrega urbana. É o mais valente da sua categoria”, ressalta Juliano Alba, gerente de Tráfego, Frota e Manutenção da Jamef. “Esse caminhão aguenta a pauleira do dia a dia, com conforto para os motoristas, robustez e disponibilidade. Nesse sentido, zelamos pela manutenção da frota, utilizando somente peças genuínas, tanto nas nossas oficinas em São Paulo e Barueri, quanto nos concessionários Mercedes-Benz que nos atendem no restante do País. Como resultado, os Accelo rodam praticamente o tempo todo, parando apenas para manutenções preventivas”.</p>
<p>Juliano Alba diz que a Jamef trabalha com foco em custo por quilômetro para avaliar os gastos operacionais de sua frota própria. “O custo por quilômetro do Accelo é excelente, levando em conta a média de consumo de diesel, gasto com manutenção e disponibilidade, critérios essenciais para nossa gestão”, diz ele.</p>
<p>O executivo ressalta ainda que os motoristas também aprovaram o Accelo com câmbio automatizado. “Eles já têm familiaridade com os caminhões da marca. Com o Accelo, a satisfação é ainda maior de dirigir um Mercedes-Benz, seja na distribuição urbana, fazendo a entrega das encomendas rápidas, ou nos trechos rodoviários, realizando a transferência de cargas entre as nossas unidades. Em qualquer situação, o câmbio automatizado foi totalmente aprovado”.</p>
<p>De acordo com Juliano, a Jamef busca otimizar ao máximo a logística interna de distribuição, que está sob total controle da empresa. “Quando o caminhão sai para a entrega, já não dependemos só da equipe, porque temos de encarar os desafios das ruas, como congestionamentos, tráfego intenso, stress dos horários de pico e outras ocorrências. Nessas ocasiões, o Accelo é um grande aliado dos motoristas, devido à sua agilidade no trânsito e ao conforto da cabina, ajudando a acelerar a entrega das encomendas urgentes, que é a nossa promessa aos clientes”. </p>
<p><strong>O melhor caminhão para distribuição e coleta urbana</strong></p>
<p>Desde 2017, foram introduzidas mais de 15 novidades nos caminhões Accelo, com destaque para a cabina estendida, banco do motorista pneumático, tanque adicional de 150 litros (total de 300 litros, a maior capacidade da categoria) e agora o câmbio automatizado. Com isso, o Accelo se consolida como o melhor caminhão para entregas urbanas dos segmentos de leves e médios. O modelo foi desenvolvido para assegurar essa vantagem aos clientes e vem cumprindo esse compromisso à risca. A fim de demonstrar na prática essas características e os seus benefícios no transporte e distribuição urbana, a Mercedes-Benz, em conjunto com a Rede de Concessionários, começou a disponibilizar caminhões Accelo para uso em operações de empresas de transporte.</p>
<p>“Com o início das vendas em abril deste ano, o Accelo é a primeira linha de caminhões leves e médios a entregar o câmbio automatizado no mercado brasileiro”, diz Roberto Leoncini, vice-presidente de Vendas e Marketing Caminhões e Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil. “Além disso, somos a única marca a oferecer câmbio automatizado para toda a linha de caminhões, reforçando a liderança em tecnologia e o pioneirismo no País”.</p>
<p><strong>Câmbio automatizado reduz o consumo e oferece mais conforto</strong></p>
<p>O câmbio automatizado sem pedal de embreagem é um item opcional para clientes do Accelo, que continuam contando com a versão de câmbio manual. Para o 815 está disponível o modelo Eaton 6106A. Para o 1016 e o 1316 é a versão Eaton 6206A. Estes câmbios de 6 marchas se caracterizam pelo ótimo escalonamento de marchas, com primeira reduzida de 6,20 e última marcha com overdrive 0,78, combinando excelente partida em rampa e altas velocidades operacionais, tornando os caminhões aptos para trafegarem no intenso tráfego urbano, assim como em rodovias.</p>
<p>Essa tecnologia traz a combinação do câmbio mecânico com acionamento automatizado das trocas de marchas, sem pedal de embreagem. A grande vantagem é a otimização do consumo de combustível, pois o câmbio tem potencial para minimizar as diferenças de condução entre os motoristas, fazendo com que a média de consumo da frota melhore significativamente.</p>
<p>No caso do Accelo, a redução de consumo de combustível pode atingir até 3% em operações urbanas pela automatização e inteligência aplicada no câmbio. Dessa forma, o câmbio automatizado mostra-se a melhor solução para os caminhões que circulam nas cidades, onde as trocas de marchas são constantes, aliviando o estresse do motorista e tornando a condução muito mais segura.</p>
<p>Além disso, o câmbio automatizado prolonga a vida útil da embreagem em pelo menos duas vezes, reduzindo em muito o custo de manutenção e operação do veículo.</p>
<p>Esse câmbio conta com dois modos de condução: função Eco (mais econômica) e Power (para situações de subidas/serras e ultrapassagens). A tecnologia também tem sistema que reconhece a inclinação da pista e a carga do veículo realizando a troca de marcha de forma mais correta e adequada de acordo com as condições de pista e do veículo. Além disso, vem equipado com auxílio de partida em rampa, Isso facilita a operação do veículo e aumenta a segurança.</p>
<p>O Accelo ganha mais destaque em segurança com tecnologias como freio ABS, EBD (distribuição eletrônica da força de frenagem nos eixos) e ASR (controle de tração das rodas).</p>
<p><strong>Caminhão moderno com conforto similar ao de um automóvel</strong></p>
<p>Com o Accelo, manobrar o caminhão é extremamente fácil, graças ao seu reduzido círculo de viragem, o menor de sua categoria, até 1,2 metro menor que os principais concorrentes. Com ele, circular em ruas estreitas e no interior dos bairros e manobrar em espaços apertados, situações muito comuns em centros de distribuição, supermercados e centrais de abastecimento, é um trabalho prático e rápido.</p>
<p>O conforto da cabina é similar ao de um automóvel, assegurando bem-estar a bordo e produtividade. Entre seus diferenciais de mercado inclui-se a cabina estendida, que oferece melhor ergonomia e mais espaço para os ocupantes e para a acomodação de objetos. A Mercedes-Benz é a única marca a oferecer cabina estendida para a distribuição urbana, posicionando o Accelo entre os mais confortáveis do segmento.</p>
<p>A cabina estendida se caracteriza por um prolongamento de 180 mm na parte traseira. Com isso, o banco do motorista ganhou uma nova posição, recuada em 25 mm e com ajuste longitudinal de 210 mm, ampliando o espaço para as pernas. A regulagem do encosto foi aumentada para 25 graus. Isso resulta em maior espaço e melhor ergonomia, principalmente para pessoas de maior estatura, adequando o habitáculo aos mais diversos biotipos de motoristas.</p>
<p>O encosto do banco do acompanhante ganhou mais 6 graus de inclinação. O prolongamento de 180 mm da cabina estendida também permitiu a instalação de 3 porta-objetos atrás dos bancos, obtendo um ganho de volume de 32 litros. Aliado a uma rede na parede traseira, isso torna-se uma ótima solução para guardar objetos e bagagens, contribuindo para melhor organização do espaço.</p>
<p>Outro item importante admirado pelos motoristas, o banco pneumático é oferecido como opcional na versão com cabina estendida. Este banco tem várias regulagens e sua suspensão absorve com excelência as irregularidades da via, oferecendo um alto padrão de conforto e ergonomia.</p>
<p>O tanque adicional de combustível de 150 litros eleva para 300 litros a capacidade total do caminhão, resultando na maior autonomia do segmento. Essa solução exclusiva do Accelo para sua categoria é ideal para aplicações interurbanas e rodoviárias, proporcionando melhor planejamento de paradas para abastecimento.</p>
<p>Os modelos leves Accelo 815 (8.300 kg de PBT – peso bruto total) e Accelo 1016 (9.600 kg de PBT) e o médio Accelo 1316 (13.000 kg de PBT) são equipados com o motor mais robusto do mercado, o que é muito importante na distribuição urbana. O motor Mercedes-Benz OM 924 LA de 4,8 litros, o mesmo utilizado nos semipesados Atego de 17 ton, que se destaca pela força, economia, robustez e durabilidade. O Accelo 1016 e o 1316 têm o maior torque da categoria, até 610 Nm, 10% a mais que seus principais concorrentes.</p>
<p>A linha Accelo tem as maiores plataformas de carga da categoria, com até 0,55 metro a mais que seus principais concorrentes nos modelos 815 e 1016, equivalendo a cerca de 3 m3 a mais de volume de carga. No modelo 1316 a diferença é até 1,85 metro maior que seus principais concorrentes, o que equivale a 7 m3 a mais de volume de carga.</p>
<p>Devido a suas dimensões compactas, a linha Accelo é ideal para o trânsito intenso das grandes cidades. Algumas versões atendem às legislações de restrição de circulação, como o VUC (Veículo Urbano de Carga).</p>
<p><strong>Sobre a Jamef</strong></p>
<p>Fundada em 1963 e especializada no transporte de cargas fracionadas, a Jamef acaba de completar 56 anos e tem 30 filiais em todo o Brasil, atuando com uma frota rodoviária 100% rastreada via satélite e com parcerias no transporte aéreo, alcançando assim todo o território nacional.</p>
<p>Visando acompanhar as tendências de mercado em canais de atendimento, segurança e gestão de riscos, a Jamef investe cada vez mais em inovações com tecnologias de ponta. Entre as recentes implementações inclui-se o Detector de Fadiga dentro das cabinas dos caminhões, com câmeras e algoritmos de inteligência artificial e conexão 4G, que permite controlar o comportamento do motorista e alcançar o principal objetivo: detectar sono e cansaço em tempo real, além de outras ocorrências. Isso traz melhorias operacionais e, principalmente, garante mais segurança ao motorista.</p>
<p>Automação Operacional com Sorter é uma avançada tecnologia implantada na unidade de Barueri que assegura ainda mais agilidade, pontualidade e segurança durante todo o processo operacional. O sistema automatizado de distribuição de encomendas contribui para padronizar os processos de carga e descarga e dar ainda mais velocidade e exatidão na roteirização das entregas e viagens, durante as transferências das cargas. O sistema permite a aferição das caixas, como peso e suas dimensões, gerando informações precisas.</p>
<p>Tracking on time é outra solução de inteligência artificial que aprende os roteiros, condições de trânsito e tempo de parada nos clientes, ampliando a produtividade das entregas e antecipando informações em tempo real para o solicitante, do que foi realizado, e uma prévia do que irá ocorrer.</p>
<p>Já o App Jamef Rastreamento é uma exclusividade para o cliente consultar onde está sua encomenda, utilizando para isso dispositivos móveis que facilitam e agilizam os processos.</p></div>
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		<title>Frota circulante passará de 60 milhões em 2020</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/frota-circulante-passara-de-60-milhoes-em-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 20:22:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[frota]]></category>
		<category><![CDATA[Sindipeças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A previsão para 2020 é de pouco mais de 2 milhões de caminhões rodando no Brasil </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Somente de automóveis serão quase 40 milhões rodando no país em dois anos</p>
<p>A frota brasileira deverá passar dos 60 milhões de veículos em 2020 na soma de automóveis, veículos comerciais leves, pesados e motos. A estimativa foi divulgada no Relatório da Frota Circulante, estudo anual do Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores). Até o fim do ano passado esse total era de 57,9 milhões, o que indica para estes dois anos um crescimento de 3,7%.</p>
<p>Pelas novas projeções, somente de automóveis serão quase 40 milhões (38,9 milhões pelo Sindipeças) rodando em 2020. O volume de 37,1 milhões referente a 2018 crescerá 4,8% até 2020.</p>
<p>A maior alta porcentual, no entanto, tende a ocorrer nos comerciais leves. Até o fim do ano passado eles somavam 5,3 milhões de unidades. Devem chegar em 2020 com 5,7 milhões, 7,4% a mais.</p>
<p>As estimativas do Sindipeças preveem pequena alta para a frota de caminhões. Ela permaneceu de 2015 a 2017 na faixa de 1,96 milhão de unidades e subiu para 1,98 milhão em 2018. A previsão para 2020 é de pouco mais de 2 milhões de caminhões rodando no Brasil e crescimento de 1,3% nestes dois anos.</p></div>
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		<title>Caminhões com 16 anos ou mais são um quarto da frota</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/caminhoes-com-16-anos-ou-mais-sao-um-quarto-da-frota/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2019 20:20:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Sindipeças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A média etária dos caminhões encontrados é de 11 anos e 4 meses</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/caminhoes-com-16-anos-ou-mais-sao-um-quarto-da-frota/">Caminhões com 16 anos ou mais são um quarto da frota</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>E mais da metade deles têm entre 6 e 15 anos de vida, como aponta novo estudo do Sindipeças</em></p>
<p>Um quarto dos caminhões do Brasil está com 16 anos ou mais. E 55% da frota tem entre 6 e 16 anos de vida. Os números fazem parte do novo Relatório da Frota Circulante divulgado pelo Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores). Ainda de acordo com o estudo, 19% desses veículos têm até cinco anos de idade. Como resultado, a média etária dos caminhões encontrados é de 11 anos e 4 meses.</p>
<p>Essa média era de 11 anos em 2017 e só não é mais alta atualmente por causa do agronegócio, que favorece desde 2018 a retomada nas vendas do segmento de caminhões para o transporte de grãos. De acordo com a projeção do Sindipeças, a média de idade estará em quase 12 anos até o fim de 2020.</p>
<p>A frota de ônibus também envelhece. Como exemplo, de 2017 para 2018 passou de 10 anos e 1 mês para 10 anos e 4 meses. E quase 60% desses veículos têm entre 6 e 15 anos. De acordo com o Sindipeças, a média estará próxima a 11 anos até o fim do ano que vem.</p>
<p>Os anos de recessão também resultaram no envelhecimento dos automóveis. De acordo com o Sindipeças, a média etária subiu entre 2015 e 2018 de 8 anos e 11 meses para 9 anos e 7 meses e estará em 10 anos até o fim de 2020. É verdade que 27% deles têm até 5 anos, mas outros 18% estão com 16 ou mais. A idade dos comerciais leves avançou mais lentamente desde a metade da década, é mais baixa que a dos automóveis e está atualmente em 7 anos e 11 meses.</p>
<p>A crise também foi cruel com nossa “sambada” frota de motocicletas, atualmente com 7 anos e 9 meses em média. E 60% delas estão com 6 a 15 anos de idade.</p>
<p>IMPORTADOS: PARTICIPAÇÃO PRÓXIMA A 15%</p>
<p>O Relatório da Frota Circulante do Sindipeças revela que a participação dos importados caiu entre 2015 e 2018 apenas 0,5 ponto porcentual (de 15,1% para 14,6%). O levantamento de 2018 indica a presença de 6,5 milhões deles no País, ante 38,2 milhões de nacionais.</p>
<p>A participação pode se manter estável ou com baixo crescimento nos próximos anos. Embora não haja mais sobretaxação nem restrição de cotas como ocorreu durante o Inovar-Auto, a desvalorização do real vem prejudicando o desempenho desse mercado.</p></div>
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