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	<title>Arquivos EUA &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos EUA &#8211; SETCESP</title>
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	<item>
		<title>Governo Lula diz aos EUA que tarifaço de Trump pode comprometer &#8216;severamente&#8217; relações comerciais entre os países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 12:52:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
		<category><![CDATA[relações comerciais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Documento foi enviado ao representante do governo Trump para o Comércio. Brasil tenta negociar alternativas com a Casa Branca a tarifas impostas.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou uma manifestação ao governo dos Estados Unidos na qual afirma que o <span class="highlight highlighted">&#8220;tarifaço&#8221; do presidente Donald Trump</span><span class="highlight highlighted"> pode comprometer &#8220;severamente&#8221; as relações comerciais dos dois países.</span></p>
<div id="chunk-4qsq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O envio da manifestação foi noticiado pelo jornal &#8220;Folha de S. Paulo&#8221;, e a <strong>GloboNews </strong>também teve acesso ao documento, encaminhado à página oficial do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês)</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e38r4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="6">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A manifestação foi enviada num contexto em que o gabinete do representante do governo Trump para o Comércio abriu consultas públicas sobre os anúncios de tarifas feitos pela Casa Branca.</p>
<div id="chunk-2kn2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Desde que tomou posse, Trump tem anunciado uma série de medidas para impor tarifas sobre produtos importados vendidos para os Estados Unidos, entre as quais a taxa de 25% sobre aço e alumínio produzidos por outros países, medida que afeta diretamente esses setores no Brasil.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8hhpd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">&#8220;O governo do Brasil reconhece os esforços do governo dos Estados Unidos para promover o desenvolvimento industrial e a criação de empregos nos Estados Unidos, uma política pública legítima que também é perseguida pelo governo brasileiro&#8221;, diz o documento.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>&#8220;O Brasil insta os Estados Unidos a priorizar o diálogo e a cooperação em vez da imposição de restrições comerciais unilaterais, cujos riscos podem alimentar uma espiral negativa de medidas que poderiam comprometer severamente nossa relação comercial mutuamente benéfica&#8221;, acrescenta o governo brasileiro.</em></p>
<div id="chunk-3vk1v">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em manifestações públicas, o presidente Lula tem defendido a adoção da reciprocidade, mecanismo diplomático por meio do qual o Brasil poderia implementar as mesmas tarifas comerciais aplicadas pelos Estados Unidos.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Entretanto, outros integrantes do governo brasileiro têm tentado negociar com os Estados Unidos alternativas a essas tarifas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-11c3q">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Nesse contexto, os ministros Mauro Vieira (Relações Exteriores) e Geraldo Alckmin (Desenvolvimento, Indústria e Comércio) têm feito reuniões com representantes do governo Trump.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4pdtr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Conforme o documento do governo, Brasil e Estados Unidos têm mantido ao longo de 200 anos relações diplomáticas marcadas pela força, pela profundidade e pelos benefícios mútuos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8132n">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Acrescentou o governo que, ao longo de dois séculos, as relações comerciais entre os dois países geraram crescimento econômico, criação de empregos e desenvolvimento.</p>
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>&#8220;O governo brasileiro continua disponível, junto com o governo dos Estados Unidos, a lidar com as atuais e futuras questões comerciais, a beneficiar os nossos países, trabalhadores e indústrias&#8221;, completa o documento enviado.</em></p>
<div id="chunk-2g32u">
<div id="chunk-cg63o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Procurado, o Itamaraty confirmou que o governo brasileiro enviou o documento ao USTR.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fru1e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">&#8220;O governo brasileiro tem acompanhado a matéria com grande atenção, diante dos potenciais impactos às exportações brasileiras. Desde a abertura da consulta pública pelo USTR, a Embaixada do Brasil em Washington, o Ministério das Relações Exteriores e o MDIC têm trabalhado em estreita coordenação para apresentar as respostas ao governo norte-americano&#8221;, declarou o Itamaraty.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-88ijv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Embora o governo venha falando que uma das opções do Brasil seria acionar a Organização Mundial do Comércio, diplomatas dizem nos bastidores que atualmente a entidade está &#8220;paralisada&#8221; – em razão da falta de indicação de juízes para o órgão de solução de controvérsias.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-692cs">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">E, na prática, a OMC não tem como mediar um eventual acordo nem tem força para garantir a implementação de uma eventual decisão.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">
</div>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="19">
<p class="content-text__container" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">
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			</item>
		<item>
		<title>EUA vão impor tarifa de 25% a países que compram petróleo e gás da Venezuela, diz Trump</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/eua-vao-impor-tarifa-de-25-a-paises-que-compram-petroleo-e-gas-da-venezuela-diz-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 19:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[petroleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mídia internacional afirmou, no entanto, que Trump pode descartar tarifas sobre setores específicos quando aplicar taxas recíprocas.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (24) que qualquer país que compre petróleo ou gás da Venezuela pagará uma tarifa de 25% sobre negociações feitas com os EUA.</p>
<p>Essa &#8220;tarifa secundária&#8221; entrará em vigor em 2 de abril, informou Trump em publicação no Truth Social.</p>
<p><em>&#8220;Portanto, qualquer país que compre petróleo e/ou gás da Venezuela será forçado a pagar uma tarifa de 25% aos Estados Unidos em qualquer comércio que fizer com nosso país&#8221;, disse Trump em sua rede social.</em></p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No início deste mês, Trump emitiu uma ordem para suspender por 30 dias uma licença que os EUA haviam concedido à Chevron desde 2022 para operar na Venezuela e exportar seu petróleo, depois de acusar o presidente Nicolás Maduro de não progredir nas reformas eleitorais e no retorno de migrantes.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e5vtg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Após o anúncio de Trump, os preços do petróleo no mercado internacional subiam 1%.</p>
<div id="chunk-3bed5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="12">
<div class="content-intertitle">
<h2>Sinais de flexibilidade sobre as tarifas recíprocas</h2>
</div>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Apesar da publicação sobre novas taxas impostas aos países que compram petróleo e gás da Venezuela, há sinalizações de que o presidente norte-americano pode ser mais flexível com alguns setores específicos na imposição das tarifas recíprocas, prometidas pelo republicano em fevereiro.</p>
<div id="chunk-1rcr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Nesta segunda-feira, por exemplo, Trump afirmou que pode dar descontos em tarifas a &#8220;muitos países&#8221;, reiterando que planeja anunciar mais taxas sobre automóveis nos próximos dias.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6vn68">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">&#8220;Anunciaremos algumas tarifas adicionais nos próximos dias, relacionadas a automóveis e também à madeira&#8221;, disse o presidente norte-americano em entrevista a jornalistas, acrescentando que nem todas as taxas serão inclusas em 2 de abril.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dll64">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Mais cedo, no entanto, um funcionário do governo Trump advertiu <span class="highlight highlighted">que a situação era fluida e que nenhuma decisão final havia sido tomada</span>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e28nv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O próprio Trump determinará, em última instância, o conteúdo do anúncio de 2 de abril, que ele tem chamado de &#8220;Dia da Liberação&#8221; para a economia dos EUA. O movimento tem como objetivo reduzir o déficit global de US$ 1,2 trilhão no comércio de mercadorias, elevando as tarifas dos EUA aos níveis cobrados por outros países e contrapondo suas barreiras comerciais não tarifárias.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a6p1b">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Trump disse em fevereiro que pretende impor tarifas sobre automóveis &#8220;na casa dos 25%&#8221; e taxas semelhantes sobre semicondutores e importações de produtos farmacêuticos, mas depois concordou em adiar algumas tarifas sobre automóveis após pressão das três maiores montadoras dos EUA para obter uma isenção.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1erdi">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O Wall Street Journal e a Bloomberg informaram que tarifas a setores específicos devem ser adiadas, citando também um funcionário do governo.</p>
<div id="chunk-brnsj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Até o momento, ele impôs novas tarifas de 20% sobre as importações chinesas, restaurou totalmente as tarifas de 25% sobre as importações globais de aço e alumínio e impôs tarifas de 25% sobre as importações do Canadá e do México que não estão em conformidade com um acordo comercial norte-americano.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f3uh5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="61" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Duas altas autoridades de Trump — o secretário do Tesouro, Scott Bessent, e o principal assessor econômico da Casa Branca, Kevin Hassett — disseram na semana passada que<span class="highlight highlighted"> o governo deverá focar o esperado anúncio de tarifas recíprocas em 2 de abril em um conjunto mais restrito de países com os maiores superávits comerciais e altas barreiras tarifárias e não tarifárias.</span></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-99ipu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Bessent se referiu a esses países como os &#8220;15 Sujos&#8221;, uma referência a 15% dos países, enquanto Hassett disse à Fox Business que o foco seria em 10 a 15 países.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6q6e0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="26">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Um porta-voz do escritório do Representante de Comércio dos EUA, que está liderando o esforço para determinar as tarifas recíprocas, não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. Um porta-voz da Casa Branca também não respondeu.</p>
<div id="chunk-cro7q">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em uma solicitação de comentários públicos sobre as tarifas recíprocas, o escritório do Representante de Comércio disse que estava particularmente interessado nos maiores parceiros comerciais dos EUA e aqueles com os maiores superávits comerciais de mercadorias.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2553r">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="29">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O escritório do Representante de Comércio indicou Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, União Europeia, Índia, Indonésia, Japão, Coreia, Malásia, México, Rússia, Arábia Saudita, África do Sul, Suíça, Taiwan, Tailândia, Turquia, Reino Unido e Vietnã como sendo de interesse particular, acrescentando que eles cobrem 88% do comércio total de mercadorias com os EUA.</p>
</div>
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</div></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/eua-vao-impor-tarifa-de-25-a-paises-que-compram-petroleo-e-gas-da-venezuela-diz-trump/">EUA vão impor tarifa de 25% a países que compram petróleo e gás da Venezuela, diz Trump</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo divulga os 10 produtos que o Brasil mais exporta aos EUA e quais têm tarifa zero</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/governo-divulga-os-10-produtos-que-o-brasil-mais-exporta-aos-eua-e-quais-tem-tarifa-zero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 17:50:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[exporta]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[tarifa zero]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204632278</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vice-presidente e ministro do Mdic, Geraldo Alckmin apontou desequilíbrio nas tarifas entre os dois países.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/governo-divulga-os-10-produtos-que-o-brasil-mais-exporta-aos-eua-e-quais-tem-tarifa-zero/">Governo divulga os 10 produtos que o Brasil mais exporta aos EUA e quais têm tarifa zero</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_2 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) divulgou, nessa sexta-feira (14), a lista dos dez produtos que o Brasil mais exporta para os Estados Unidos, destacando quais têm tarifa zero. Em coletiva de imprensa quinta-feira (14), o vice-presidente e ministro do Mdic, Geraldo Alckmin, apontou desequilíbrio nas tarifas entre os dois países.</p>
<p>Ele destacou que, enquanto apenas quatro dos dez produtos mais exportados pelo Brasil para os EUA têm alíquota zero, 8 dos principais itens importados dos Estados Unidos pelo Brasil estão isentos de tarifas. </p>
<p>Na lista de exportações com tarifa zero, estão os óleos brutos de petróleo, aviões e outros veículos aéreos vazios com peso superior a 15.000 kg; gasolinas (exceto para aviação) e aeronaves a turbojato vazias, com peso entre 7.000 kg e 15.000 kg.</p>
<p>Entre os produtos importados dos Estados Unidos com alíquota zero, estão partes de turborreatores ou turbopropulsores, turborreatores com empuxo superior a 25 kN; gás natural liquefeito; óleos brutos de petróleo; gasóleo (óleo diesel); naftas para a indústria petroquímica; hulha betuminosa não aglomerada e óleos lubrificantes sem aditivos.</p>
<p>Na lista dos dez itens mais importados pelo Brasil, apenas dois estão sujeitos a tarifas: copolímeros de etileno e alfa-olefina com densidade inferior a 0,94, e outros tipos de polietileno sem carga, com densidade igual ou superior a 0,94, ambos em formas primárias.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Os 10 mais exportados:</strong></p>
<p>&#8211; Óleos brutos de petróleo</p>
<p>&#8211; Outros produtos semimanufaturados de ferro ou aço não ligado, de seção transversal retangular, que contenham, em peso, menos de 0,25 % de carbono</p>
<p>&#8211; Café não torrado, não descafeinado, em grão</p>
<p>&#8211; Pastas químicas de madeira, à soda ou ao sulfato, exceto pastas para dissolução, semibranqueadas ou branqueadas, de não coníferas</p>
<p>&#8211; Ferro fundido bruto não ligado, que contenha, em peso, 0,5 % ou menos de fósforo</p>
<p>&#8211; Outros aviões e outros veículos aéreos, de peso superior a 15.000 kg, vazios</p>
<p>&#8211; Outras gasolinas, exceto para aviação</p>
<p>&#8211; Aviões e outros veículos aéreos, a turbojato, 7000 kg &lt; peso &lt;= 15000 kg, vazios</p>
<p>&#8211; Carnes desossadas de bovino, congeladas</p>
<p>&#8211; Produtos semimanufaturados, de outras ligas de aços</p></div>
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		<title>China anuncia tarifas de 10% e 15% em importações de produtos dos EUA</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/china-anuncia-tarifas-de-10-e-15-em-importacoes-de-produtos-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 17:51:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[importação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nova taxação anunciada nesta terça-feira (4) entrará em vigor a partir de 10 de fevereiro</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Nova taxação anunciada nesta terça-feira (4) entrará em vigor a partir de 10 de fevereiro. Estados Unidos impôs tarifa de 10% sobre todas as importações chinesas.</p>
<p>A China impôs nesta terça-feira (4) novas tarifas sobre importações dos Estados Unidos em uma resposta às taxações norte-americanas determinadas pelo presidente Donald Trump sobre produtos chineses na última sexta-feira (31), em meio a uma guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo, informou a agência de notícias Reuters.</p>
<p>Tarifas adicionais de 10% em todas as importações chinesas para os EUA entraram em vigor nesta terça, depois que Trump afirmou que a China não estava fazendo o suficiente para interromper o fluxo de drogas ilícitas para os Estados Unidos.</p>
<p>Em contrapartida, o Ministério das Finanças da China informou que vai impor taxas de 15% para carvão e Gás Natural Liquefeito (GNL) dos EUA e 10% para petróleo bruto, equipamentos agrícolas e alguns automóveis. As novas tarifas sobre as exportações dos EUA começarão em 10 de fevereiro, segundo o ministério.</p>
<p>Segundo a agência, a China também informou que iniciaria uma investigação antitruste contra a Alphabet Inc, dona do Google, enquanto incluía tanto a PVH Corp, holding de marcas como Calvin Klein, quanto a empresa de biotecnologia americana Illumina em sua “lista de entidades não confiáveis”.</p>
<p>Na segunda-feira (3), Trump suspendeu sua ameaça de tarifas de 25% sobre o México e o Canadá no último minuto, concordando com uma pausa de 30 dias em troca de concessões sobre o controle de fronteiras e a aplicação de leis contra o crime com os dois países vizinhos.</p>
<p>Porém, não houve o mesmo alívio para a China. Um porta-voz da Casa Branca disse que Trump não conversaria com o presidente chinês Xi Jinping no começo desta semana.</p></div>
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		<title>Ministro diz que vai propor instrumento para conter preço do combustível</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/ministro-diz-que-vai-propor-instrumento-para-conter-preco-do-combustivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jan 2020 15:27:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[combustível]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Minas e Energia]]></category>
		<category><![CDATA[petroleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, pretende apresentar até o início de março um instrumento que sirva para equalizar os preços dos combustíveis em momentos de alta na cotação do petróleo</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/ministro-diz-que-vai-propor-instrumento-para-conter-preco-do-combustivel/">Ministro diz que vai propor instrumento para conter preço do combustível</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, pretende apresentar até o início de março um instrumento que sirva para equalizar os preços dos combustíveis em momentos de alta na cotação do petróleo. Entre as principais possibilidades está a criação de um fundo que seria abastecido com recursos de royalties e participações especiais oriundas de petróleo e gás.</p>
<p>No Orçamento de 2020, a União prevê arrecadar R$ 68,2 bilhões em receitas advindas da exploração de recursos naturais. Esse fundo, no entanto, contaria com recursos extras, que extrapolem esse valor &#8211; calculado com base em um patamar médio de US$ 60 por barril, de acordo com relatórios do Ministério da Economia.</p>
<p>“Pretendo apresentar esse instrumento ao presidente da República em até dois meses”, disse o ministro. Ele frisou que o governo Jair Bolsonaro não vai romper contratos, frustrar expectativas ou interferir nos preços e na economia. “Os mecanismos ainda estão sendo discutidos, evidentemente há uma série de sugestões e contribuições, e tudo será analisado tecnicamente.”</p>
<p>A ideia começou a ser estudada pelo Ministério de Minas e Energia em setembro, quando drones atacaram um complexo de refinarias da Arábia Saudita, maior exportador de petróleo do mundo, o que levou a uma alta na cotação do petróleo. Esse incidente, assim como o mais recente, em que um ataque norte-americano matou o general iraniano Qassim Suleimani no aeroporto de Bagdá, gerou uma pressão sobre a commodity, mas o movimento logo foi seguido de uma acomodação e recuo nas cotações.</p>
<p>Depois de chegar ao nível dos US$ 70 por barril nos últimos dias, hoje, o brent fechou em queda de 4,15%, a US$ 65,44 por barril. O ministro avalia que, neste momento, portanto, não seria necessário tomar nenhuma medida para impedir uma alta dos combustíveis no País. “Não é para agora”, disse.</p>
<p>Ainda assim, o ministro avalia que o País precisa ter uma alternativa pronta, à disposição do governo, dependendo do tamanho e da duração dessas crises. Albuquerque destaca que desde a primeira crise de preços no petróleo, em 1973, o Brasil nunca teve um mecanismo de compensação para o valor dos combustíveis.</p>
<p>O ministro considera que a situação brasileira hoje é diferente. Desde agosto do ano passado, segundo ele, o Brasil se tornou exportador líquido de petróleo e a produção continua em crescimento, o que significa que o País pode se beneficiar de altas nos preços da commodity. “Exportamos 1,1 milhão de barris por dia. É uma situação totalmente diferente de momentos como a crise do petróleo de 1973. Por isso, podemos adotar medidas que estejam de acordo com essa nova conjuntura”, disse.</p>
<p>Ainda não está definido de que forma esse fundo funcionaria, nem que órgão faria a gestão dos recursos ou mesmo que gatilho dispararia a transferência dos recursos para as empresas que venderem combustíveis. Segundo o ministro, o Ministério da Economia também vai participar das discussões. Uma das ideias seria deixar o fundo sob o comando do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), colegiado formado por 10 ministérios e comandado pelo MME.</p>
<p>O uso da Petrobrás como instrumento para amortecer o repasse dos preços internacionais do petróleo ao mercado interno, alternativa adotada pelos governos dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, foi um erro, diz o ministro, e quase quebrou a companhia. Já a alternativa do governo Michel Temer, que criou um subsídio bilionário para o diesel para acabar com a greve de caminhoneiros, foi &#8220;a medida que era possível naquele momento”.</p>
<p>“Estamos trabalhando justamente para que não tenha essa necessidade de avaliar se essa foi ou não a melhor medida. Vamos ter mecanismos para se contrapor a situações como essa. Não estamos trabalhando nisso para agora, estamos trabalhando para sempre”, afirmou. “O combustível, em um País como o nosso, em que a mobilidade é baseada basicamente em transporte que usa derivados do petróleo, tem que ter mecanismos. Isso é fundamental.”</p>
<p>O uso da Cide como fonte de recursos para o fundo foi descartado pelo ministro, já que o tributo está zerado para diesel, em R$ 0,10 por litro de gasolina e não há cobrança sobre etanol. Ainda segundo Albuquerque, qualquer alteração em tributação, seja Cide ou ICMS, imposto estadual definido pelos governadores, deve ser tratado no âmbito da reforma tributária, que está em discussão no Congresso Nacional. “Estamos estudando alternativas que estejam no nosso alcance, ou seja, do Executivo federal”, disse Albuquerque.</p>
<p>Ainda não está decidido se ele servirá para gasolina, diesel ou para todos os derivados. O ministro avalia que a medida não seria uma intervenção. “Isso não atrapalha o livre mercado. Os preços vão continuar a ser estabelecidos livremente.”</p>
<p>Albuquerque disse ainda que a venda de refinarias pela Petrobrás deve ajudar a reduzir os preços dos combustíveis no futuro. Hoje, a Petrobrás detém 99% das refinarias e elas têm uma ociosidade da ordem de 20% a 25%. A ideia é que a companhia reduza sua participação a 49%, de acordo com acordo firmado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), e que os investimentos nas refinarias sejam feitos por empresas privadas que aumentem a produção e também importem derivados. Além de deter praticamente todas as refinarias do País, a Petrobrás acaba sendo a única importadora, o que confere à companhia uma posição de domínio de mercado.</p></div>
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		<title>Governo estuda compensação em caso de alta dos combustíveis</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/governo-estuda-compensacao-em-caso-de-alta-dos-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2020 11:58:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[governo]]></category>
		<category><![CDATA[Irã]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Crise envolvendo EUA e Irã pode afetar preço internacional do petróleo. Governo federal estuda formas de compensar o valor</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Crise envolvendo EUA e Irã pode afetar preço internacional do petróleo. Governo federal estuda formas de compensar o valor</em></p>
<p>O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou na última segunda-feira (6), após se reunir com o presidente Jair Bolsonaro, que o governo federal estuda formas de compensar uma eventual alta no preço dos combustíveis, caso a crise envolvendo Estados Unidos e Irã impacte com mais força o preço internacional do petróleo. </p>
<p>&#8220;Temos que criar, talvez, mecanismos compensatórios que compensem esse aumento sem alterar o equilíbrio econômico do país. Que isso não gere inflação, mas também não frustre expectativa de receitas&#8221;, adiantou o ministro em coletiva de imprensa, ao lado do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e do diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), Décio Odone.</p>
<p>Albuquerque praticamente descartou a possibilidade de o governo instituir algum tipo de subsídio para segurar alta do combustível, como foi feito, em 2018, no governo de Michel Temer, frente ao aumento no preço do óleo diesel, uma das principais reclamações dos caminhoneiros, que paralisaram o país durante uma greve em maio daquele ano.</p>
<p>&#8220;Não sei se será feito com impostos [subsídios], certamente não vamos procurar esse caminho dos impostos para não onerar mais ainda, mas se há maior receita, talvez possa haver uma compensação em cima disso e esse é um dos instrumentos que estão sendo analisados&#8221;, disse.</p>
<p>Redução de ICMS</p>
<p>Uma proposta apresentada pelo próprio presidente da República é a possibilidade dos estados reduzirem a alíquota do ICMS sobre combustíveis, um imposto estadual, que tem forte impacto na formação do preço final nos postos.   </p>
<p>&#8220;Aproximadamente um terço do preço combustível, no final, são impostos estaduais, o ICMS. No Rio de Janeiro, por exemplo, está em 30%&#8221;, afirmou Bolsonaro a jornalistas na portaria do Ministério de Minas e Energia.</p>
<p>O presidente voltou a dizer que não adotará nenhuma política de controle de preços. &#8220;Não existe interferência do governo. Não sou intervencionista, e essa política está muito bem conduzida pelo nosso ministro, almirante Bento&#8221;.</p>
<p>Na coletiva de imprensa, perguntado sobre uma possível compensação tributária por parte dos estados, Bento Albuquerque disse que a ideia está sendo estudada e que poderá ser discutida no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne secretários da Fazenda dos estados, integrantes da pasta e o governo federal. &#8220;Isso já está sendo discutido, no âmbito do governo, para que quando tiver essa pauta, possam haver uma reunião, no mais alto nível, com o presidente e os governadores&#8221;.</p></div>
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