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	<title>Arquivos estatísticas &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos estatísticas &#8211; SETCESP</title>
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	<item>
		<title>Demanda por serviços de transporte acumula queda de 2,5% em sete meses</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/demanda-por-servicos-de-transporte-acumula-queda-de-25-em-sete-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Sep 2019 12:13:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Associado SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Combustível]]></category>
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		<category><![CDATA[transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A demanda por serviços no país cresceu 0,8% entre janeiro e julho de 2019, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados na PMS (Pesquisa Mensal de Serviços), no dia 12 de setembro.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/demanda-por-servicos-de-transporte-acumula-queda-de-25-em-sete-meses/">Demanda por serviços de transporte acumula queda de 2,5% em sete meses</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A demanda por serviços no país cresceu 0,8% entre janeiro e julho de 2019, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgados na PMS (Pesquisa Mensal de Serviços), no dia 12 de setembro.</p>
<p>Contudo, esse mesmo desempenho não foi percebido pelas empresas que prestam serviços de transporte, pois essas dependem significativamente do dinamismo de outras atividades como a indústria e o comércio. Assim, o transporte acumulou queda de 2,5% no volume de serviços prestados até julho de 2019, quando comparado a igual período do ano anterior.</p>
<p>Apesar do resultado negativo em sete meses, a PMS indica uma recuperação da demanda por transporte. Isso porque houve crescimento de 0,7% no volume de serviços de transporte na comparação entre junho e julho.</p>
<p>Esse é o terceiro mês consecutivo sem perdas de demanda para o setor transportador. Assim, caso essa tendência se mantenha, é possível ter esperança em uma efetiva recuperação do setor transportador ainda em 2019.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/demanda-por-servicos-de-transporte-acumula-queda-de-25-em-sete-meses/">Demanda por serviços de transporte acumula queda de 2,5% em sete meses</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vendas de caminhões avançam 41% até agosto</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/vendas-de-caminhoes-avancam-41-ate-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 19:38:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[caminhões]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[venda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com balanço da Fenabrave, federação que representa os concessionários, os emplacamentos registrados nos oito primeiros meses do ano somaram mais de 64,4 mil unidades</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/vendas-de-caminhoes-avancam-41-ate-agosto/">Vendas de caminhões avançam 41% até agosto</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O desempenho do mercado de caminhões segue trajetória de ascensão. De acordo com balanço da Fenabrave, federação que representa os concessionários, os emplacamentos registrados nos oito primeiros meses do ano somaram mais de 64,4 mil unidades, em alta de 40,9% sobre o resultado apurado um ano antes, de 46,4 mil emplacamentos.</p>
<p>Somente em agosto, as vendas de 9,5 mil caminhões representaram crescimento de 28,8% sobre as 7,4 mil unidades licenciadas no mesmo mês do ano passado. Na comparação com julho, quando registrou 9 mil veículos vendidos, a alta foi de 6,4%.</p>
<p>A categoria de caminhões pesados segue como a principal alavanca na retomada das vendas apresentada nos últimos dois anos. Até agosto, o mercado absorveu pouco mais de 33,5 mil veículos do subsegmento, o que representou participação 51,9% dos negócios totais.</p>
<p>Depois dos pesados, os semipesados registram a segunda maior representatividade. As 15,6 mil unidades negociadas nos oito primeiros meses participaram com 24,3% das vendas. Os leves encerraram com o período com fatia de 11,3%, os médios, 8,2%, e os semileves, 5,7%.</p>
<p>Nos cinco primeiros lugares no ranking de vendas, a Mercedes-Benz lidera com 31,4% de participação. A lista segue com Volkswagen Caminhões e Ônibus na vice-liderança (23,5%), Volvo em terceiro lugar (15,5%), Scania (12,8%) e Ford (8%).</p></div>
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		<title>Inflação em São Paulo sobe 0,33%</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/inflacao-em-sao-paulo-sobe-033/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 19:35:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,33% em agosto, ganhando força em relação ao aumento de 0,14% observado em julho</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/inflacao-em-sao-paulo-sobe-033/">Inflação em São Paulo sobe 0,33%</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>PC-Fipe sobe 0,33% em agosto e inflação acumulada em 2019 atinge 2,56%.</p>
<p>O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,33% em agosto, ganhando força em relação ao aumento de 0,14% observado em julho e também ante o ganho de 0,28% verificado na terceira quadrissemana do mês passado, segundo dados publicados hoje pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe)</p>
<p>Entre janeiro e agosto, o IPC-Fipe acumulou inflação de 2,56%. No período de 12 meses até agosto, o índice subiu 3,71%. No mês passado, os custos de Habitação tiveram alta de 0,89%, maior do que o avanço de 0,54% de julho. Além disso, Alimentação (de -0,11% em julho para 0,17% em agosto) e Transportes (de -0,14% para 0,27%) migraram de deflação para inflação. Já Despesas Pessoais recuaram 0,19% em agosto, após caírem em ritmo mais forte em julho, de 0,33%.</p>
<p>Por outro lado, houve desaceleração nos custos de Saúde (de 0,46% em julho para 0,40% em agosto) e de Educação (de 0,48% para 0,04%). Os preços de Vestuário, por sua vez, diminuíram 0,41% no último mês, revertendo acréscimo de 0,39% visto em julho.</p>
<p>Veja abaixo como ficaram os componentes do IPC-Fipe em agosto:</p>
<ul>
<li>Habitação: 0,89%</li>
<li>Alimentação: 0,17%</li>
<li>Transportes: 0,27%</li>
<li>Despesas Pessoais: -0,19%</li>
<li>Saúde: 0,40%</li>
<li>Vestuário: -0,41%</li>
<li>Educação: 0,04%</li>
<li>Índice Geral: 0,33</li>
</ul>
<p> </p></div>
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		<item>
		<title>Terminais do Porto de Santos projetam recordes para 2019</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/terminais-do-porto-de-santos-projetam-recordes-para-2019/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 19:31:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Santos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de queda de 3,5% no primeiro semestre, empresas estão otimistas com o aumento de movimentação no cais santista, algumas instalações tiveram um primeiro semestre positivo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Apesar de queda de 3,5% no primeiro semestre, empresas estão otimistas com o aumento de movimentação no cais santista</p>
<p>Algumas instalações tiveram um primeiro semestre positivo. “Essa movimentação acumulada na primeira metade de 2019 representou um crescimento de aproximadamente 13% quando comparado ao período equivalente do ano anterior”, destacou o diretor comercial da Santos Brasil, Marcos Tourinho, sobre as operações da empresa.</p>
<p>Segundo o executivo, entre janeiro e junho, o Tecon Santos movimentou aproximadamente 800 mil TEU. Até o final do ano, a empresa pretende atingir a marca de 1,44 milhão de TEU, um crescimento de cerca de 20% em relação ao volume operado em 2018.</p>
<p>“O crescimento de volume esperado para 2019 tem como principais vetores os novos contratos comerciais de serviços de longo curso com rota para a Ásia, assinados em 2018, sendo que o início da operação de um deles ocorreu em janeiro de 2019. O crescimento orgânico, dependente da dinâmica macroeconômica do País, poderá impulsionar o volume de contêineres no segundo semestre de 2019”, destacou o executivo.</p>
<p>O diretor comercial da DP World Santos, Fabio Siccherino, também segue otimista. “Devemos fechar o ano com uma movimentação superior ao ano passado, de aproximadamente 650 mil TEU e pouco mais de 600 mil toneladas de celulose”.</p>
<p>A empresa aposta em uma recuperação das operações no segundo semestre. Isto porque, entre janeiro e junho, o volume de contêineres movimentados foi 5% inferior se comparado ao mesmo período de 2018.</p>
<p>“O primeiro semestre de 2019 foi marcado pela reestruturação dos serviços de navegação de longo curso que escalam o Porto de Santos. Em abril, iniciamos a operação de novos serviços envolvendo os armadores CMA CGM, Evergreen, Cosco e Yang Ming, que representaram um aumento nos volumes movimentados mensalmente. Houve um aumento significativo nos demais serviços de valor agregado oferecidos pelo terminal, entre eles, Crossdocking, Armazém Geral e Transporte Rodoviário”, explica Siccherino.</p>
<p><strong>Economia</strong></p>
<p>A situação da economia brasileira explica o resultado negativo do primeiro semestre no Brasil Terminal Portuário (BTP). De janeiro a junho, foram 695.734 TEU, uma queda de 2% em relação aos primeiros seis meses do ano passado.</p>
<p>Mas, para 2019, as expectativas são positivas. A BTP espera um crescimento de 5% sobre o ano passado, quando operou 1,3 milhão de TEU. “Para este segundo semestre, temos uma expectativa mais positiva, principalmente nas exportações de proteína animal, algodão, milho e café para o extremo oriente. A vinda à BTP das escalas de exportação de serviços da Ásia, durante o período de pico, também contribuirá para uma melhora do resultado esperado”, destacou a empresa, em nota.</p>
<p><strong>Empresas planejam crescimento anual</strong></p>
<p>Obras de expansão, novos contratos e investimentos em tecnologia. Os terminais de contêineres planejam estratégias para garantir o aumento das operações no cais santista até o final deste ano.</p>
<p>Na DP World, que fica na Área Continental de Santos, os investimentos foram de R$ 20 milhões. Segundo o diretor comercial do terminal, Fabio Siccherino, o montante foi utilizado na construção de um novo galpão. Também estão previstos outros esforços na expansão das operações de celulose.</p>
<p>“Em março deste ano, iniciamos a operação de um novo armazém logística de 6 mil metros quadrados para operação de ova e desova de contêineres, que será utilizado para armazenagem de carga geral, além de operações de ova e desova de contêineres”, destacou o executivo.</p>
<p>Já no Tecon Santos, administrado pela Santos Brasil, o foco elevar o nível de serviço prestado na instalação. Para o diretor comercial da empresa, Marcos Tourinho, o aumento do volume operado consolida a estratégia de manter o foco no cliente, oferecendo termos e condições competitivas e serviços customizados.</p>
<p>“Adicionalmente, estamos realizando vultosos investimentos na modernização e expansão das operações do Tecon Santos, com a ampliação da infraestrutura, envolvendo a aquisição de novos equipamentos para a movimentação de cargas, a qualificação e aprimoramento de pessoal e a busca de novas ferramentas tecnológicas que aumentem a eficiência dos processos e do fluxo operacional do terminal”, destacou Tourinho.</p>
<p>Segundo o executivo, está previsto para as próximas semanas o início das obras de expansão do cais do Tecon. A obra adicionará 220 metros ao cais atual, que passará a ter 1.510 metros de extensão (considerando os 310 metros do cais do TEV).</p>
<p>A nova infraestrutura de berços de atracação, somada aos novos guindastes de cais e aos demais equipamentos adquiridos no ano passado, permitirá a operação simultânea de até três navios de 366 metros de comprimento, da classe New Panamax.</p>
<p>Também foi realizada a compra de dois guindastes tipo “STS Gantry-Cranes”, com entrega prevista para o primeiro trimestre do ano que vem.</p>
<p>Já no Brasil Terminal Portuário (BTP), os investimentos somam US$ 10 milhões, o equivalente a mais de R$ 37 milhões. A empresa investiu na ampliação da frota com a aquisição de equipamentos de última geração. Foram quatro RTGs, dois Reach Stackers e 12 Terminal Tractors.</p>
<p>O terminal de contêine-res que fica na Alemoa também aposta na aprovação de reformas estruturantes – principalmente a da Previdência. Com isso, a expectativa é de uma reação positiva da economia.</p></div>
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			</div></p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/terminais-do-porto-de-santos-projetam-recordes-para-2019/">Terminais do Porto de Santos projetam recordes para 2019</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Balança comercial tem saldo positivo de US$ 3,28 bilhões em agosto</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/balanca-comercial-tem-saldo-positivo-de-us-328-bilhoes-em-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2019 20:09:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 3,28 bilhões no mês de agosto, informou nesta última segunda-feira (2/9) balanço divulgado pela Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/balanca-comercial-tem-saldo-positivo-de-us-328-bilhoes-em-agosto/">Balança comercial tem saldo positivo de US$ 3,28 bilhões em agosto</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Acumulado nos oito primeiros meses é de superávit de US$ 31,75 bilhões</em></p>
<p>A balança comercial brasileira registrou saldo positivo de US$ 3,28 bilhões no mês de agosto, informou nesta última segunda-feira (2/9) balanço divulgado pela Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais do Ministério da Economia. O valor é 23,7% superior ao alcançado no mesmo período de 2018.</p>
<p>Em agosto, o país exportou US$ 18,85 bilhões, uma queda de 8,55% em relação ao registrado no mesmo mês do ano passado. Já as importações somaram US$ 15,57 bilhões, queda de 13,32% em relação a agosto de 2018.</p>
<p>De acordo com os dados da Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais, as exportações de produtos básicos, como milho, fumo em folhas, café em grãos, carne suína e minério de ferro somaram US$ 10,34 bilhões.</p>
<p>Os produtos manufaturados, como carros, motores e autopeças, somaram US$ 6,16 bilhões. Já os semimanufaturados, como ferro, aço, ferro em ligas, somaram US$ 2,31 bilhões.</p>
<p>No acumulado de janeiro a agosto, o saldo comercial acumulou supéravit de US$ 31,75 bilhões, valor 12,9% inferior ao alcançado em igual período de 2018, que somou US$ 36,66 bilhões.</p>
<p>As exportações apresentaram, no acumulado de 2019, valor de US$ 148,85 bilhões. O número representa uma queda de 5,2% em relação ao apurado no mesmo período de 2018, que foi US$ 157,9 bilhões.</p>
<p>As importações somaram US$ 107,09 bilhões, queda de 2,8% sobre o mesmo período do ano anterior, de US$ 121,23 bilhões.</p></div>
			</div>
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			</div>
				
				
			</div></p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/balanca-comercial-tem-saldo-positivo-de-us-328-bilhoes-em-agosto/">Balança comercial tem saldo positivo de US$ 3,28 bilhões em agosto</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A confiança dos consumidores deixa a desejar</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/a-confianca-dos-consumidores-deixa-a-desejar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2019 20:05:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consumo]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dos sete itens que compõem a pesquisa de Intenção de Consumo das Famílias, apenas três se situam no campo positivo, são tímidos os indicadores de que o consumo tende a se recuperar neste semestre.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/a-confianca-dos-consumidores-deixa-a-desejar/">A confiança dos consumidores deixa a desejar</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_10 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Dos sete itens que compõem a pesquisa Intenção de Consumo das Famílias, apenas três se situam no campo positivo</em></p>
<p>São tímidos os indicadores de que o consumo tende a se recuperar neste semestre. É o que mostram levantamentos da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Os indicadores ainda estão no campo negativo, embora a pesquisa Intenção de Consumo das Famílias (ICF), da CNC, após cair desde março deste ano, tenha registrado alta entre julho e agosto.</p>
<p>A marca de 91,4 pontos da ICF é semelhante à de 91,2 pontos observada em dezembro de 2018, revelando que não se pode falar senão em estabilização ao longo do ano. Mas, comparativamente ao ponto mais alto do período, a queda foi forte em relação a fevereiro, quando a ICF atingiu 98,5 pontos.</p>
<p>Dos sete itens que compõem a ICF, apenas três se situam no campo positivo (acima dos 100 pontos). São eles a confiança no emprego atual, a perspectiva profissional e a renda atual, que subiram, entre agosto de 2018 e agosto de 2019, respectivamente, 3,3%, 3,5% e 9,5%. Trata-se, nos três casos, de um sentimento favorável dos consumidores que contrasta com os níveis gerais de desemprego. Os analistas da CNC entendem que, embora tenham sido abertos apenas 525 mil postos de trabalho formal em 12 meses, até junho, já houve impacto favorável no ânimo das famílias, inclusive daquelas com renda inferior a 10 salários mínimos mensais.</p>
<p>Também houve melhora nos itens compra a prazo, nível de consumo atual, perspectiva de consumo e momento para duráveis, mas a partir de níveis muito baixos. É sinal de que a recuperação é incerta e, se ocorrer, tende a ser mais lenta do que seria desejável.</p>
<p>Em termos geográficos, os indicadores são muito melhores na Região Sul, com destaque positivo para Florianópolis. Também houve melhora no Sudeste, mas, enquanto São Paulo registrou ICF de 91,5 pontos, em Belo Horizonte o índice foi de 83,7 pontos; no Rio foi de 79,3 pontos; e em Vitória, de apenas 55,8 pontos.</p>
<p>O que permite manter os níveis de consumo em 2019 é a inflação em patamar reduzido, que faz com que os pequenos aumentos reais de salários constatados nos acordos coletivos registrados no Ministério da Economia assegurem uma melhora do padrão de vida dos que mantêm o emprego. Juros menores no crédito ao consumidor poderiam ajudar o varejo.</p></div>
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		<title>Prévia do PIB&#8217;, IBC-Br tem recuo de 0,13% no 2º trimestre e indica risco de recessão técnica</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/previa-do-pib-ibc-br-tem-recuo-de-013-no-2o-trimestre-e-indica-risco-de-recessao-tecnica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2019 20:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No semestre, porém, indicador acumula alta de 0,62%; ao chegar ao STF para participar de seminário sobre Liberdade Econômica, o ministro Paulo Guedes evita comentar resultado </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/previa-do-pib-ibc-br-tem-recuo-de-013-no-2o-trimestre-e-indica-risco-de-recessao-tecnica/">Prévia do PIB&#8217;, IBC-Br tem recuo de 0,13% no 2º trimestre e indica risco de recessão técnica</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma &#8220;prévia&#8221; do Produto Interno Bruto (PIB), teve recuo de 0,13% no segundo trimestre na comparação com os três meses anteriores, informou o BC nesta segunda-feira, 12. Levantamento do Projeções Broadcast apontava mediana negativa de 0,40% para o indicador no período, com intervalo que ia de queda de 1,32% a taxa zero. Em relação ao mesmo segundo trimestre de 2018, houve alta de 0,85%.</p>
<p>Banco Central</p>
<p>Banco Central prevê crescimento de 0,8% no PIB deste ano. Foto: André Dusek/Estadão</p>
<p>Esse resultado indica a possibilidade de recessão técnica da economia brasileira: o PIB no primeiro trimestre ficou negativo e, tecnicamente, dois trimestres seguidos de queda na atividade econômica configuram recessão técnica.</p>
<p>O ministro da Economia, Paulo Guedes, que participa nesta manhã de um seminário sobre a Medida Provisória 881, da Liberdade Econômica, no Supremo Tribunal Federal, evitou comentar o indicador.</p>
<p>Em junho, o IBC-BR teve alta de 0,30%, na série com ajuste sazonal, depois de avançar 1,10% em maio (dado revisado). Foi a segunda elevação registrada no governo de Jair Bolsonaro. O aumento ficou dentro do intervalo projetado pelos analistas do mercado financeiro consultados pelo Broadcast Projeções, que esperavam resultado entre -1,02% e +0,70% (mediana em +0,10%).</p>
<p>Na comparação entre os meses de junho de 2019 e junho de 2018, houve baixa de 1,75% na série sem ajustes sazonais.</p>
<p>O resultado foi de alta de 0,62% na série sem ajustes sazonais no acumulado do primeiro semestre e de 1,08% nos 12 meses encerrados em junho. A projeção atual do BC para a atividade doméstica em 2019 é de avanço de 0,8%.</p></div>
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		<title>Número de empresas cai pelo segundo ano e volta ao patamar do início da década</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/numero-de-empresas-cai-pelo-segundo-ano-e-volta-ao-patamar-do-inicio-da-decada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2019 18:12:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[instituto brasileiro de geografia e estatística]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204568896</guid>

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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O total de empresas em atividade no país era de 5 milhões em 2017, o pior resultado desde 2010, quando totalizava 5,1 milhões. Desde o início da crise econômica, em 2014, o número de empresas recuou em 74,2 mil e a população assalariada diminuiu em 3,2 milhões.</p>
<p>Esses resultados, divulgados hoje pelo IBGE, são do Cadastro Central de Empresas (CEMPRE), que reúne também organizações da administração pública e entidades sem fins lucrativos.</p>
<p>O estudo mostra que entre 2007 e 2013, houve um crescimento contínuo no número de empresas, passando de 4,4 milhões para 5,4 milhões. Em 2014, no entanto, esse número recuou em 288,9 mil organizações e, apesar do pequeno aumento de 11,6 mil em 2015, nos dois anos seguintes o número voltou a diminuir 64,4 mil em 2016 e 21,5 mil em 2017.</p>
<p>O pessoal ocupado assalariado cresceu em todos os anos entre 2007 e 2014, período em que foram gerados 11,6 milhões de novos postos de trabalho formais, totalizando 48,3 milhões, o nível mais elevado da série histórica. Mas, em 2015 e 2016, esse movimento se inverteu com a redução de 3,7 milhões de postos. Esse número voltou a crescer em 2017, com 550,7 mil novos postos, totalizando 45,1 milhões de ocupados.</p>
<p>“Vemos que houve redução importante nos últimos anos e está difícil para as empresas se estabelecerem e gerarem empregos. Por isso, tanto em número de empresas como em pessoal assalariado, estamos em um patamar do início da década passada”, ressaltou a analista da pesquisa, Denise Guichard.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-204568897" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/CEMPRE_infografico1-300x300.jpg" alt="" width="780" height="780" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/CEMPRE_infografico1-300x300.jpg 300w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/CEMPRE_infografico1-150x150.jpg 150w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/CEMPRE_infografico1-250x250.jpg 250w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/CEMPRE_infografico1.jpg 750w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p><strong>Diferença salarial entre homens e mulheres cai, mas ainda é de 20,7%</strong></p>
<p>O estudo mostrou também que a participação das mulheres no pessoal ocupado total aumentou de 41,9% para 44,6% entre 2009 e 2017. Segundo Denise, áreas onde há predominância de trabalhadoras têm apresentado as maiores altas de pessoal. Por exemplo, em 2017, houve aumento de 550,7 mil pessoas ocupadas assalariadas. Destes, 390 mil postos foram na seção saúde humana e serviços sociais enquanto educação respondeu por 247,4 mil.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-204568898" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/CEMPRE_infografico2-300x300.jpg" alt="" width="780" height="780" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/CEMPRE_infografico2-300x300.jpg 300w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/CEMPRE_infografico2-150x150.jpg 150w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/CEMPRE_infografico2-250x250.jpg 250w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/CEMPRE_infografico2.jpg 751w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p>Isso tem contribuído para a redução da desigualdade salarial entre homens e mulheres, que passou de 25% para 20,7%, entre 2009 e 2017. Mesmo assim, enquanto homens recebiam um salário médio mensal de R$ 3.086,00, o das mulheres era de R$ 2.555,84.</p>
<p>“As mulheres têm conseguido aumentos reais superiores aos dos homens. Se juntarmos aumento de mão de obra feminina com geração de novos postos de trabalho em áreas onde elas predominam, então aumenta a participação da mulher e os salários em termos reais”, explica Denise.</p>
<p><strong>Salário de quem tem nível superior é quase três vezes maior do que quem não tem</strong></p>
<p>O estudo revelou, ainda, que o percentual de ocupados com nível superior cresceu de 16,5% para 22,6%, entre 2009 e 2017. Isso representou aumento de 53,8% de pessoal com nível superior, passando de 6,6 milhões para 10,2 milhões de pessoas. O salário médio de quem possuía nível superior era quase três vezes superior às pessoas sem esse nível de instrução. Em 2017, o salário médio mensal variava de R$ 1.971,82, entre as pessoas sem nível superior, para R$ 5.832,38, entre as pessoas com nível superior.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-204568899" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/CEMPRE_infografico3-300x300.jpg" alt="" width="780" height="780" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/CEMPRE_infografico3-300x300.jpg 300w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/CEMPRE_infografico3-150x150.jpg 150w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/CEMPRE_infografico3-250x250.jpg 250w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/CEMPRE_infografico3.jpg 751w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /></p>
<p> “O pessoal assalariado ocupado com nível superior vem crescendo desde 2009 até nos períodos de crise. A pessoa com melhor formação tem mais chance de entrar no mercado de trabalho, ou seja, tem havido maior absorção de profissionais pelas empresas. Mas isso não quer dizer que estão em posto de nível superior”, conclui Denise Guichard.</p></div>
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			</div></p>
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			</item>
		<item>
		<title>PIB do transporte confirma baixo desempenho e registra queda de 0,6%</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/pib-do-transporte-confirma-baixo-desempenho-e-registra-queda-de-06/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2019 21:03:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O resultado representa uma alta de 0,5% em relação ao mesmo período de 2018, mas uma queda de 0,2% em relação ao 4º trimestre de 2018. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/pib-do-transporte-confirma-baixo-desempenho-e-registra-queda-de-06/">PIB do transporte confirma baixo desempenho e registra queda de 0,6%</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro acumulou R$ 1,71 trilhão entre janeiro e março de 2019, de acordo com informações divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O resultado representa uma alta de 0,5% em relação ao mesmo período de 2018, mas uma queda de 0,2% em relação ao 4º trimestre de 2018.</p>
<p>O mau desempenho reflete a fraqueza da atividade econômica, puxada, principalmente, pelo baixo dinamismo da indústria nacional e do setor agropecuário, que amargaram uma retração de 0,7% e de 0,5% no 1º trimestre de 2019 em relação ao trimestre imediatamente anterior, respectivamente, e justifica a piora das expectativas do mercado.</p>
<p>Por outra ótica, também é possível destacar a contribuição negativa das exportações (-1,9%) e dos investimentos (-1,7%) para o desempenho da economia brasileira. Considerando esse foco de análise, o consumo das famílias (+0,3%) e da administração pública (+0,4%) foram responsáveis por evitar que a contração da economia brasileira fosse ainda maior.</p>
<p>O setor de serviços, por sua vez, conseguiu obter um aumento de 0,2% nos primeiros três meses de 2019, quando comparado ao trimestre anterior, sendo os segmentos de transporte (-0,6%) e de comércio (-0,1%) os únicos a apresentarem contração nas mesmas bases de comparação.</p>
<p>O PIB do transporte foi calculado em R$ 64,86 bilhões no acumulado de janeiro a março de 2019. Esse valor representa um aumento de 0,2% em relação ao mesmo período de 2018, mas, quando se compara o trimestre corrente com o imediatamente anterior, é o terceiro resultado negativo do setor nos últimos quatro trimestres.</p></div>
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			</div></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Preços ao produtor têm terceira alta seguida e aumentam 1,27% em abril</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/precos-ao-produtor-tem-terceira-alta-seguida-e-aumentam-127-em-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 May 2019 19:36:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[estatísticas]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A indústria teve inflação de 1,27% em abril, na comparação com março, influenciada pelas altas nos preços de derivados do petróleo, alimentos e produtos do setor extrativo e metalúrgico. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/precos-ao-produtor-tem-terceira-alta-seguida-e-aumentam-127-em-abril/">Preços ao produtor têm terceira alta seguida e aumentam 1,27% em abril</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_18 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A indústria teve inflação de 1,27% em abril, na comparação com março, influenciada pelas altas nos preços de derivados do petróleo, alimentos e produtos do setor extrativo e metalúrgico. É a terceira alta seguida nos preços, que aceleraram 1,59% em março e acumulam crescimento de 2,57% no ano.</p>
<p>Os dados são do Índice de Preços ao Produtor (IPP), divulgado hoje pelo IBGE. A pesquisa mede a variação dos preços dos produtos na “porta das fábricas”, sem impostos e frete, de 24 atividades das indústrias extrativas e de transformação.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone  wp-image-204568218" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/05/Gráfico-IBGE-2019-5-29-300x232.jpeg" alt="" width="813" height="629" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/05/Gráfico-IBGE-2019-5-29-300x232.jpeg 300w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/05/Gráfico-IBGE-2019-5-29-768x595.jpeg 768w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/05/Gráfico-IBGE-2019-5-29-1024x793.jpeg 1024w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/05/Gráfico-IBGE-2019-5-29-1080x836.jpeg 1080w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/05/Gráfico-IBGE-2019-5-29.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 813px) 100vw, 813px" /></p>
<p>Assim como em março, houve altas em derivados do petróleo e na indústria extrativa, de 3,18% e 3,02%, respectivamente. No entanto, o analista da pesquisa, Manuel Campos, destaca os alimentos, que tiveram o maior crescimento no ano, de 1,40%, e têm o maior peso no cálculo do índice.</p>
<p>“A China está com [casos de] gripe suína, então houve um aumento da demanda externa, que fez os preços das carnes subirem. O açúcar também subiu, acompanhando os preços internacionais”, explica Campos. Outro motivo para a alta é a depreciação de 1,3% do Real, que impactou positivamente a pauta de exportação brasileira.</p>
<p>O setor metalúrgico, com alta de 2,29%, também sofreu influência da China, que escoou sua produção de aço para o Brasil, por causa das restrições impostas pelos EUA e pela Europa. “Nos últimos sete meses, foram apenas duas variações positivas de preços no setor, com alta acumulada de 0,56% no ano”, analisa Campos.</p>
<p>Entre as grandes categorias econômicas, abril registrou altas de 0,79% em bens de capital, de 1,06% em bens intermediários e de 1,67% em bens de consumo, sendo de 1,02% em bens de consumo duráveis e de 1,81% em bens de consumo semi e não duráveis.</p>
<p>“Alimentos e refino de petróleo também ajudam a explicar o comportamento de bens de consumo semi e não duráveis. Juntos, esses produtos têm 56% de peso nessa categoria econômica”, explica Campos.</p>
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