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	<title>Arquivos econômica &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos econômica &#8211; SETCESP</title>
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		<title>CNT lança publicação inédita sobre importância econômica e logística dos terminais de carga nos portos do Brasil</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/cnt-lanca-publicacao-inedita-sobre-importancia-economica-e-logistica-dos-terminais-de-carga-nos-portos-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2023 12:40:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CNT]]></category>
		<category><![CDATA[econômica]]></category>
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		<category><![CDATA[terminais de carga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo abrange 12 instalações portuárias localizadas em oito estados: Maranhão, São Paulo, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Pará e Rio Grande do Sul.</p>
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<p>Um dos maiores portos do mundo é brasileiro. O Complexo Portuário de Santos (SP) é composto por 45 terminais aptos a receber navios, sendo 39 deles públicos (arrendados) e seis de uso privado (autorizados). Essas instalações são o elo de exportação do Brasil para 154 países. Em 2022, o complexo santista registrou a maior movimentação anual dos últimos 10 anos, 126 milhões de toneladas de carga. Apesar das dimensões gigantescas, sua estrutura sofre com desafios como a falta de coordenação dos agentes públicos intervenientes nas atividades portuárias e a de infraestrutura de acesso aos terminais portuários: rodovias, ferrovias e acessos aquaviários. Tais fatores, além de influenciarem na deficiência do transporte, elevam os custos logísticos.</p>
<p><strong>Os mesmos problemas abrangem outros onze terminais de carga dos portos do país retratados na publicação Terminais de Carga do Brasil &#8211; Gateways Portuários, lançado pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) nesta quinta-feira (14). São eles: </strong>Terminal Marítimo de Ponta da Madeira e Itaqui (<strong>Maranhão</strong>); Terminal de Tubarão e Portocel (<strong>Espírito Santo</strong>); Paranaguá (<strong>Paraná</strong>); Terminal Aquaviário de Angra dos Reis, Rio de Janeiro e Porto do Açu (<strong>Rio de Janeiro</strong>); Rio Grande (<strong>Rio Grande do Sul</strong>); Portonave (<strong>Santa Catarina</strong>); e Vila do Conde (<strong>Pará</strong>).</p>
<p>Juntos essas instalações portuárias movimentaram cerca de 64% das cargas totais de longo curso nos anos de 2021 e 2022. O percentual evidencia a representatividade da amostra selecionada pelo estudo da CNT e mostra a vocação exportadora como predominância, de modo geral. O levantamento detalha como funcionam essas instalações, especializadas na movimentação de cargas internacionais. Trata-se do terceiro volume da série Terminais de Carga do Brasil, que se dedica a apresentar, de forma detalhada, esses elos das cadeias logísticas de fundamental relevância para a organização e distribuição dos fluxos de mercadorias.</p>
<p>Os gateways portuários para a navegação de longo curso atuam, principalmente, como portas de entrada e saída para importações e exportações. O trabalho apresenta uma caracterização abrangente dessas instalações. Dentre os aspectos analisados, estão a movimentação de mercadorias, a infraestrutura existente, os indicadores operacionais e o desempenho ambiental. Na prática, busca-se apresentar a importância desses terminais para o desenvolvimento econômico brasileiro, tanto em âmbito regional como nacional, bem como expor os principais desafios enfrentados pelo setor portuário e propor melhorias.</p>
<p>De acordo com a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), existem, no Brasil, 235 instalações portuárias — públicas ou privadas, marítimas ou fluviais. Desse total, 96 (41%) apresentaram movimentação de cargas de longo curso no ano de 2022, sendo consideradas nesta série, portanto, gateways portuários. Por sua vez, 28 são portos organizados (terminais públicos geridos por uma autoridade portuária e operados mediante contratos de arrendamento) e 68 são Terminais de Uso Privado (TUPs), submetidos ao regime de autorização. No estudo da Confederação, foi detalhado o perfil de seis portos organizados e seis TUPs.</p>
<p>Predomina nelas, de modo geral, como característica comum, a vocação exportadora. Quanto aos tipos de mercadorias transportadas, nota-se o predomínio da soja e do minério de ferro, na exportação, e de fertilizantes, na importação. Seja minério de ferro, soja ou carga conteinerizada, uma parcela expressiva do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro passa por esses portos. Decorre disso a necessidade de divulgação ampla das condições de operação e as especificidades inerentes a esses terminais de carga. Esses dados, assim, confirmam a relevância da exportação de <em>commodities</em> para a balança comercial do Brasil, sobretudo nos setores agropecuário e minerador.</p>
<p><strong>Movimentação</strong></p>
<p>Em 2022, os portos organizados movimentaram cerca de 422 milhões de toneladas de carga, ao passo que os terminais autorizados movimentaram quase o dobro desse volume, aproximadamente 786 milhões de toneladas. </p>
<p>No que tange à distribuição dos perfis de carga, o granel sólido tem a maior representatividade na movimentação tanto dos portos organizados quanto dos TUPs. Os terminais de Ponta da Madeira (MA) e de Tubarão (ES), ambos vocacionados para o transporte de minério de ferro, são os maiores contribuintes para esse resultado nos terminais autorizados. Por outro lado, verifica-se a relevância da movimentação de contêineres nos portos organizados (20% em 2022), impulsionada pelos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR).</p>
<p>Os principais entraves ao desenvolvimento dos gateways portuários analisados no estudo foram a ausência ou a precariedade das infraestruturas de acesso e a insegurança jurídica e regulatória, além da pluralidade de órgãos reguladores e da excessiva burocracia no setor. Como soluções, a CNT propõe a criação de um ambiente de negócios estável e previsível e a atuação conjunta e coordenada de autoridades para a definição de normas e regulamentos.</p>
<p>Outro fator que afeta os gateways portuários é a ausência de representatividade nos CAPs (Conselhos de Autoridade Portuária) de todos os entes afetados por suas decisões. Na avaliação da CNT, as atuais regras de acesso devem ser revistas para incluir a participação dos TUPs — quando for o caso — nesses conselhos. O trabalho destaca ainda a ausência de uma estratégia governamental integrada de longo prazo para o desenvolvimento do setor portuário e a necessidade de adequada priorização de empreendimentos nos Planos Setoriais.</p>
<p>Essa publicação fornece dados e análises técnicas para auxiliar a tomada de decisão de gestores públicos e agentes privados e o adequado direcionamento de recursos. Insere-se, portanto, na visão da CNT de ser referência na produção de conhecimento sobre o setor de transporte — contribuindo para o seu desenvolvimento e de todos os demais setores produtivos, sem os quais não há como o Brasil prosperar.</p>
<p><a href="https://cdn.cnt.org.br/diretorioVirtualPrd/16485e30-bc1f-4525-ace7-45fc9164a90b.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Clique aqui para acessar a publicação.</strong></a></p>
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		<item>
		<title>CNT divulga análise sobre o desempenho da atividade econômica no país no 3º trimestre</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/cnt-divulga-analise-sobre-o-desempenho-da-atividade-economica-no-pais-no-3o-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Dec 2023 13:54:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[CNT]]></category>
		<category><![CDATA[econômica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os detalhes estão no novo Boletim de Conjuntura Econômica, da CNT, publicado nesta quinta-feira (07).</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O PIB (Produto Interno Bruto) se mantém estável no 3º semestre deste ano. Já o setor do transporte, armazenagem e correios segue com crescimento acumulado de 3,5% no ano, cinco pontos percentuais acima do PIB nacional. Apesar da boa performance, o indicador registrou queda de 0,9% no 3º semestre, após oito trimestres consecutivos de crescimento.</p>
<p>Os detalhes sobre o indicador do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) estão detalhados no Boletim de Conjuntura Econômica lançado nesta quinta-feira (7), pela CNT (Confederação Nacional do Transporte). O informe traz uma síntese para o transportador sobre indicadores que retratam o desempenho da atividade econômica e do setor de transporte.</p>
<p>“A divulgação do IBGE mostra que o nível de investimento reduziu de 18,3% do PIB no 2º trimestre para 16,6% no terceiro. Esse é um motivo de grande preocupação para, pois a competitividade do setor está significativamente relacionada às condições e à oferta das infraestruturas para a atividade”, ressalta a gerente de economia da CNT, Fernanda Schwantes.</p>
<p>A inflação medida em outubro também é destaque no informe da Confederação. De acordo com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), o transporte foi o terceiro grupo com maior inflação no mês de outubro. O setor ficou atrás apenas de artigos de residência e vestuário. Considerando os insumos para o serviço de transporte, cabe destacar que o diesel foi o único combustível com elevação de preços em outubro. Mesmo com o aumento de preços, o diesel acumulou queda no ano até outubro (-5,35%).</p>
<p><strong>Emprego</strong></p>
<p>O crescimento no número de contratações é outro aspecto positivo detalhado no Boletim. De janeiro a outubro de 2023, a movimentação de emprego no transporte acumula saldo positivo de 99.707 vagas ocupadas, considerando admissões e desligamentos no período. O crescimento no número de contratações detalhado no Boletim, traz os dados que foram atualizados no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) e estão disponíveis no Painel CNT do Emprego no Transporte.</p>
<p>Especificamente em outubro, o setor de transporte gerou 11.048 postos formais de trabalho. Entre os seus segmentos, o rodoviário de cargas apresentou o maior saldo de empregos (8.502) no mês. O resultado global foi superior ao saldo de setembro (9.434) e de outubro de 2022 (8.930) e de 2021 (6.827). O desempenho representa um avanço importante para o setor. </p>
<p>Em termos regionais, os estados com maior geração de emprego em outubro foram: São Paulo (3.825), Paraná (1.000), Rio de Janeiro (957) e Santa Catarina (908). Rio Grande do Norte (-20) e Amapá (-14) foram os únicos estados com saldo negativo em outubro.</p>
<p>Acesse o <a href="https://cnt.org.br/documento/7621bd9f-36b8-44e7-80f1-a2e6ded9cdf4" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Boletim de Conjuntura Econômica – Dezembro 2023</a></p></div>
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		<item>
		<title>Pesquisa revela que 53% dos brasileiros acreditam em melhora econômica</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/pesquisa-revela-que-53-dos-brasileiros-acreditam-em-melhora-economica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Oct 2023 20:29:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[econômica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo CNI, somente 24% consideram bom momento econômico atual.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Pouco mais da metade da população brasileira acredita que a economia vai melhorar nos próximos 6 meses, embora a maioria acredite que o momento econômico atual seja regular, ruim ou péssimo. A conclusão consta da pesquisa Retratos da Sociedade Brasileira – Economia e População, da Confederação Nacional da Indústria (CNI).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1562552&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1562552&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo o levantamento, 53% dos pesquisados acreditam em melhoria da situação econômica, contra 21% que acreditam que nada deve mudar em 6 meses e 22% que acreditam em piora no mesmo período. Realizada pelo Instituto de Pesquisa em Reputação e Imagem (IPRI), a pesquisa ouviu 2.004 pessoas em todas as unidades da Federação entre 14 e 19 de setembro.</p>
<p>Em relação ao momento atual, 24% da população considera boa a situação da economia, 36% consideram regular e 38% afirmam que a situação está ruim ou péssima.</p>
<p>A percepção varia conforme a região do país. A melhor avaliação está no Nordeste, onde 32% dizem que o desempenho atual da economia está ótimo ou bom. O percentual cai para 23% no Norte e no Centro-Oeste, para 20% no Sudeste e para 18% no Sul. Em contrapartida, o Norte e Centro-Oeste lideram a avaliação ruim ou péssima, com 44%, seguido pelo Sul (43%), pelo Sudeste (39%) e pelo Nordeste (30%).</p>
<p>Apesar da avaliação menos positiva sobre o momento atual da economia, 45% da população brasileira considera ter havido melhorias nos últimos 6 meses. Entre os que consideram a situação da economia atual ruim ou péssima, 17% avaliam que ela está melhor do que no primeiro trimestre.</p>
<p><strong>Parâmetros</strong></p>
<p>A pesquisa também perguntou a expectativa dos entrevistados sobre os indicadores econômicos. Ao todo, foram analisados quatro parâmetros: inflação, juros nos financiamentos pessoais, desemprego e pobreza.</p>
<p>Em relação à inflação, 46% da população acreditam que a inflação subirá nos próximos 6 meses, e 29% acreditam que a inflação vai começar a cair. Sobre os juros, 39% da população acreditam em alta nas taxas dos financiamentos pessoais no mesmo período, enquanto 24% avaliam que elas devem cair.</p>
<p>Para o desemprego, a expectativa é que a taxa aumente nos próximos 6 meses para 30% dos entrevistados e que caia para 31%. Em relação à pobreza, 29% dos brasileiros afirmam que a pobreza ao seu redor subirá e outros 29%, o mesmo percentual, acreditam que a pobreza diminuirá.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Boletim de Conjuntura Econômica da CNT destaca queda da taxa Selic</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/boletim-de-conjuntura-economica-da-cnt-destaca-queda-da-taxa-selic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 14:12:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim de Conjuntura]]></category>
		<category><![CDATA[CNT]]></category>
		<category><![CDATA[econômica]]></category>
		<category><![CDATA[taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O informe técnico de agosto também traz resultado positivo na geração de empregos no setor de transporte no primeiro semestre deste ano.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/boletim-de-conjuntura-economica-da-cnt-destaca-queda-da-taxa-selic/">Boletim de Conjuntura Econômica da CNT destaca queda da taxa Selic</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A CNT (Confederação Nacional do Transporte) publicou, nessa segunda-feira (7), novo informe técnico, que traz o panorama econômico atual do Brasil. O <strong>Boletim de Conjuntura Econômica – Agosto 2023</strong> reúne informações importantes para o transporte com relação aos indicadores econômicos e seus impactos no setor.</p>
<p>O principal destaque foi a redução da taxa básica de juros da economia. Após um ano sem mudanças na Selic, o Copom (Comitê de Política Monetária) decidiu, na reunião dos dias 1º e 2 de agosto, por uma redução de 0,5 ponto percentual. Com isso, a meta da taxa Selic passou para 13,25% ao ano.</p>
<p>A publicação ressalta que, para o transportador, a redução da Selic é favorável, pois baliza as taxas de juros praticadas no crédito tomado pelo setor, bem como para realização de investimentos.</p>
<p>Também é destaque do boletim a queda da inflação do óleo diesel: 27,4% no acumulado em 12 meses até junho.</p>
<p>De acordo com a Confederação, o emprego no transporte fechou o primeiro semestre do ano com saldo de 61.586 postos — 5.264 a mais que no mesmo período do ano anterior. Em junho, o setor transportador gerou 9.039 postos de trabalho. Os detalhes da movimentação do emprego no setor podem ser conferidos no <a href="https://www.cnt.org.br/painel-emprego-transporte" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Painel CNT do Emprego no Transporte</strong></a>.</p>
<p>Já o volume de serviços de transporte, medido pela PMS/IBGE (Pesquisa Mensal de Serviços), teve bom desempenho em maio de 2023, com crescimento de 2,2%, após queda de 4,4% no mês anterior. Conforme a publicação da Confederação, esse foi o melhor desempenho entre os grupos de serviços medidos pela PMS. Com isso, os serviços de transporte estão 23,7% acima do período pré-pandemia (fevereiro de 2020).</p>
<p>Os destaques foram o transporte aéreo e aquaviário, com crescimento de 10,1% e 9,8%, respectivamente, no mês de maio. Segundo o IBGE, o segmento aéreo atingiu um volume de serviços 13,9% acima do pré-pandemia; o aquaviário, 46,1%; e o terrestre, 26,9%.</p>
<p><a href="https://cnt.org.br/documento/57fc34ba-899f-4d9e-ba84-523b340db499" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Acesse o Boletim de Conjuntura Econômica – Agosto 2023</strong></a></p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Desempenho da atividade econômica em fevereiro impulsiona vagas de emprego no transporte no mês de março</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/desempenho-da-atividade-economica-em-fevereiro-impulsiona-vagas-de-emprego-no-transporte-no-mes-de-marco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2023 13:12:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho]]></category>
		<category><![CDATA[econômica]]></category>
		<category><![CDATA[transporte]]></category>
		<category><![CDATA[vagas de emprego]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204609377</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os detalhes estão retratados no novo Boletim de Conjuntura Econômica da CNT, publicado nesta quarta-feira (10).</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/desempenho-da-atividade-economica-em-fevereiro-impulsiona-vagas-de-emprego-no-transporte-no-mes-de-marco/">Desempenho da atividade econômica em fevereiro impulsiona vagas de emprego no transporte no mês de março</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O transporte registrou, em março deste ano, a abertura de 20.139 postos de trabalho, considerando admissões e desligamentos. O valor representa quase o dobro do observado para o setor no mesmo mês dos dois anos anteriores. O resultado de março contribuiu significativamente para a elevação do acumulado em 2023: de janeiro a março, foram gerados 31.995 empregos com carteira assinada no transporte, cerca de 12 mil vagas a mais que o mesmo período em 2021 e 2022.</p>
<p>O crescimento no número de admissões está detalhado no Boletim de Conjuntura Econômica lançado nesta quarta-feira (10), pela Confederação Nacional do Transporte. O informe técnico traz os dados, atualizados até março de 2023, da movimentação do emprego publicados no Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).</p>
<p>Outra boa notícia é que o transporte foi o segmento que apresentou o maior crescimento do volume de serviços em fevereiro, mensurado na Pesquisa Mensal de Serviços (PMS). De acordo com a PMS, a evolução do setor foi de 2,3%, no segundo mês do ano, contra -4,4% registrado em janeiro. O índice também cresceu para o volume de serviços em geral, passando de -3,0%, em janeiro, para 1,1%, em fevereiro. A retomada é um termômetro do avanço no desempenho da atividade econômica.</p>
<p>O documento elaborado pela CNT também analisa a manutenção da taxa básica de juros em 13,75% ao ano pelo Banco Central e a elevação da taxa de juros de referência nos Estados Unidos e na Europa. Os países têm adotado essa medida para o controle da inflação. No acumulado em 12 meses até março, a inflação do transporte, medida pelo IPCA, teve redução de 1,6% e o diesel acumulou queda de 4,58%. Por outro lado, outros combustíveis acumulam alta de preços em 2023, em função do retorno da cobrança de impostos federais.</p>
<p>Acesse o <a href="https://cnt.org.br/documento/46d06ab2-f27c-4110-8fbe-f266d33f0f45" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Boletim de conjuntura econômica &#8211; maio 2023</a> </p></div>
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