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	<title>Arquivos Desemprego no Brasil &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Desemprego no Brasil &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Desemprego no 1º trimestre é de 6,1%, o menor já registrado no período</title>
		<link>https://setcesp.org.br/direspecialidade/mudancas/desemprego-no-1o-trimestre-e-de-61-o-menor-ja-registrado-no-periodo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:25:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego no Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A taxa de desemprego no primeiro trimestre do ano ficou em 6,1%. O indicador fica acima do registrado no quarto trimestre de 2025 (5,1%), porém é a menor taxa de desocupação para um primeiro trimestre desde 2012.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Pnad Contínua: país tinha 6,6 milhões de pessoas em busca de trabalho</em></p>
<p>A taxa de desemprego no primeiro trimestre do ano ficou em 6,1%. O indicador fica acima do registrado no quarto trimestre de 2025 (5,1%), porém é a menor taxa de desocupação para um primeiro trimestre desde 2012, quando começou a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.</p>
<p>Nos três primeiros meses do ano passado, o desemprego tinha marcado 7%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.</p>
<p>Desde o trimestre encerrado em maio de 2025, a taxa de desemprego não ultrapassava 6%. No trimestre móvel encerrado em fevereiro de 2026, a taxa de desocupação foi de 5,8%.</p>
<p>No entanto, o IBGE não recomenda comparação em meses imediatamente seguidos, pois há sobreposição de dados. Por exemplo, os números de fevereiro se repetem nas duas últimas divulgações da pesquisa. Por isso, o instituto prefere fazer comparações com o quarto trimestre de 2025.</p>
<p>Trabalhadores<br />O primeiro trimestre de 2026 terminou com 6,6 milhões em busca de emprego. É a chamada população desocupada. O contingente é 19,6% superior (1,1 milhão de pessoas) ao do quarto trimestre de 2025, porém fica 13% a menos que o primeiro trimestre de 2025.</p>
<p>No mesmo trimestre, o total de ocupados chegou a 102 milhões de pessoas, 1 milhão a menos que no último trimestre de 2025 e 1,5 milhão acima do contingente do primeiro trimestre do ano passado, ou seja, comparação anual.</p>
<p>Comportamento sazonal<br />O comportamento do mercado de trabalho no primeiro trimestre foi marcado por características sazonais, ou seja, típicas do período do ano, como explica a coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy.</p>
<p>“A redução do contingente de trabalhadores ocorreu em atividades que, tipicamente, apresentam esse comportamento; seja devido à tendência de recuo no comércio nesse período do ano; seja pela dinâmica de encerramento de contratos temporário nas atividades de educação e saúde no setor público municipal.”</p>
<p>De todos os 10 agrupamentos de atividades apurados pelo IBGE, nenhum apresentou crescimento de ocupados, e três tiveram queda: comércio (1,5%, ou menos 287 mil pessoas ocupadas), administração pública (2,3%, ou menos 439 mil pessoas) e serviços domésticos (2,6%, ou menos 148 mil pessoas).</p>
<p>Queda na informalidade<br />Apesar de a taxa de desocupação ter aumentado no primeiro trimestre de 2026 em relação ao último trimestre de 2025, o Brasil vivenciou redução da informalidade.</p>
<p>No trimestre encerrado em março, a taxa de informalidade foi de 37,3% da população ocupada, o que equivale a 38,1 milhões de trabalhadores informais, ou seja, sem direitos trabalhistas garantidos.</p>
<p>No fim de 2025, a taxa era de 37,6%, enquanto no primeiro trimestre de 2025 era 38%.</p>
<p>O número de empregados com carteira assinada no setor privado ficou em 39,2 milhões, sem variações significativas no trimestre, mas subindo 1,3% (504 mil pessoas a mais) em um ano.</p>
<p>O contingente de trabalhadores sem carteira no setor privado teve retração de 2,1% (menos 285 mil pessoas) no trimestre, chegando a 13,3 milhões. Em um ano, houve estabilidade, isto é, sem mudança estatística significativa.</p>
<p>O número de trabalhadores por conta própria ficou estável no trimestre: 26 milhões. Em comparação ao primeiro trimestre de 2025, houve alta de 2,4% (607 mil pessoas a mais).</p>
<p>Pnad<br />A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.</p>
<p>A Pnad é divulgada no dia seguinte a outro indicador de comportamento do mercado de trabalho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e que acompanha apenas o cenário de empregados com carteira assinada.</p>
<p>De acordo com o Caged, março apresentou saldo positivo de 228 mil vagas formais. Em 12 meses, o balanço é positivo em 1,2 milhão de postos com carteira assinada.</p></div>
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		<title>Desemprego recua para 6,2% no trimestre</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/desemprego-recua-para-62-no-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 18:15:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego no Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Analista da pesquisa afirmou que esse é o melhor patamar do mercado de trabalho em 10 anos. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Analista da pesquisa afirmou que esse é o melhor patamar do mercado de trabalho em 10 anos. Dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada pelo instituto nesta sexta-feira (27)</em></p>
<p>A taxa de desemprego brasileira desacelerou e atingiu 6,2% no trimestre encerrado em maio. Nos três meses anteriores, a taxa era de 6,8%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O resultado também representa uma queda de 1 ponto percentual (p.p.) em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior, quando a taxa era de 7,1%.</p>
<p>Ao todo, 6,8 milhões de pessoas estavam sem emprego no país. Esse número representa uma queda de 8,6% em comparação ao trimestre anterior, quando 7,5 milhões de pessoas estavam desocupadas. Em relação aos mesmos três meses de 2024 (7,8 milhões), a queda foi de 12,3%.</p>
<p>Segundo o analista da pesquisa do IBGE, William Kratochwill, o resultado da Pnad indica que o mercado de trabalho está no melhor patamar dos últimos dez anos.</p>
<p>&#8220;Esse número de 6,8 milhões de pessoas desocupadas é algo próximo ao que tínhamos no final de 2014, inicio de 2015. Então [desde então], o mercado não esteve tão bem como está agora&#8221;, afirma.</p>
<p>Já o contingente de pessoas com carteira assinada no setor privado atingiu um novo recorde no trimestre encerrado em maio, com um total de 39,8 milhões de pessoas. O número, segundo o IBGE, representa uma alta de 0,5% em comparação ao trimestre anterior e um avanço de 3,7% em relação ao observado no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Segundo Kratochwill, os principais motivadores para a redução da taxa de desemprego foram o aumento do contingente de ocupados e as taxas de subutilização mais baixas.</p>
<p>&#8220;Assim, semelhante às divulgações anteriores, o mercado de trabalho se mostra aquecido, levando à redução da mão-de-obra mais qualificada disponível e ao aumento de vagas formais”, explica .</p>
<p>A quantidade de pessoas ocupadas no trimestre encerrado em maio foi de 103,9 milhões de pessoas, um avanço de 1,2% na comparação com os três meses anteriores e alta de 2,5% na relação anual. Já o nível de ocupação, que responde pelo percentual de pessoas ocupadas em idade de trabalhar, atingiu 58,5% — alta de 0,6 p.p. ante o trimestre anterior.</p>
<p>Ainda segundo o instituto, outro destaque ficou com a queda robusta vista no número de desalentados (2,89 milhões) — aqueles que gostariam de trabalhar, mas desistiram de procurar emprego —, que registrou uma queda de 10,6% em relação aos três meses encerrados em abril e recuo de 13,1% na comparação de base anual. Esse é o menor número de desalentados desde 2016.</p>
<p>&#8220;Essa queda pode ser explicada pela melhoria consistente das condições do mercado de trabalho. O aumento da ocupação gera mais oportunidades, percebidas pelas pessoas que estavam desmotivadas”, diz Kratochwill em nota oficial.</p>
<p>A taxa composta de subutilização da força de trabalho — que é a força de trabalho &#8220;desperdiçada&#8221; do país, ou seja, poderiam estar trabalhando, mas não estão — ficou em 14,9%. Nesse caso, o resultado representa uma queda de 0,8 p.p. na comparação trimestral e de 1,9 p.p. na relação anual.</p>
<p>Veja os destaques da pesquisa:</p>
<ul>
<li>Taxa de desocupação: 6,2%</li>
<li>População desocupada: 6,8 milhões de pessoas</li>
<li>População ocupada: 103,9 milhões</li>
<li>População fora da força de trabalho: 66,7 milhões</li>
<li>População desalentada: 2,89 milhões</li>
<li>Empregados com carteira assinada: 39,8 milhões</li>
<li>Empregados sem carteira assinada: 13,7 milhões</li>
<li>Trabalhadores por conta própria: 26,2 milhões</li>
<li>Trabalhadores informais: 39,3 milhões</li>
</ul>
<p><strong>Taxa de informalidade cai para 37,8%</strong></p>
<p>Ainda segundo o IBGE, a taxa de informalidade — que é a proporção de trabalhadores informais na população ocupada — foi de 37,8%, o que corresponde a 39,3 milhões de trabalhadores informais. O resultado do índice representa uma queda tanto em relação ao trimestre móvel anterior (38,1%) quanto em comparação aos mesmos três meses do ano passado (38,6%).</p>
<p>O instituto indica que a queda na informalidade é consequência da estabilidade no número de trabalhadores sem carteira assinada (13,7 milhões) e da alta no número de trabalhadores por conta própria com CNPJ (+3,7%).</p>
<p>O IBGE ainda mostrou que dentre os dez agrupamentos de atividade investigados pela Pnad, apenas o segmento de Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais registrou crescimento na ocupação no trimestre encerrado em maio e os três meses anteriores.</p>
<p>“Esse grupamento possui uma característica peculiar neste trimestre, pois é quando ocorre o início do ano letivo. Consequentemente, é preciso uma estrutura de suporte, com a contratação de professores, ajudantes, cuidadores, cozinheiros e recepcionistas”, afirma o analista responsável pela pesquisa.</p>
<p><strong>Massa de rendimento dos trabalhadores bateu recorde</strong></p>
<p>O rendimento médio mensal real habitual de todos os trabalhadores chegou a R$ 3.457 no trimestre encerrado em maio de 2025 — resultado estável em relação aos três meses anteriores e 3,1% maior na comparação anual.</p>
<p>Já a massa de rendimento real habitual, que representa a soma das remunerações de todos os trabalhadores, atingiu R$ 354,6 bilhões, um novo recorde da série histórica do IBGE. Nesse caso, a alta foi de 1,8% no trimestre e de 5,8 ante o mesmo período do ano passado.</p>
<p>Segundo Kratochwill, o maior número de pessoas ocupadas amplia a base de rendimentos:</p>
<p>“Como o rendimento médio real permaneceu estável, consequentemente ocorreu aumento da massa de rendimentos, ou seja, a maior massa de rendimentos resultou quase exclusivamente da expansão do volume de ocupados, e não de aumento do rendimento médio”, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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		<title>Desemprego no Brasil cai para média de 9,3% em 2022, o menor patamar desde 2015, aponta IBGE</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/desemprego-no-brasil-cai-para-media-de-93-em-2022-o-menor-patamar-desde-2015-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 14:15:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego no Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o IBGE, perdas com a pandemia foram totalmente recuperadas pelo mercado de trabalho brasileiro</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Dados divulgados nesta terça-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que o mercado de trabalho brasileiro superou, ao final de 2022, o patamar pré-pandemia. A taxa média de desemprego no ano foi de 9,3%, o menor patamar desde 2015. No quarto trimestre, encerrado em dezembro, a taxa recuou para 7,9%, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“O ano de 2021 foi de transição, saindo do pior momento da série histórica, sob o impacto da pandemia e do isolamento ocorrido em 2020. Já 2022 marca a consolidação do processo de recuperação” afirmou a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy.</p>
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<p>A pesquisadora destacou que, em dois anos, a desocupação do mercado de trabalho recuou 4,5 pontos percentuais. No entanto, a taxa de desemprego no país ainda se encontra 2,4 pontos percentuais acima do menor nível da série, registrado em 2014, quando ficou em 6,9%.</p>
<p>&#8220;No entanto, o número de pessoas em busca de trabalho está 46,4% mais alto que em 2014, quando o mercado de trabalho tinha o menor contingente de desocupados (6,8 milhões) da série histórica da PNAD Contínua&#8221;, destacou a coordenadora da pesquisa.</p>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/desemprego-no-brasil-cai-para-media-de-93-em-2022-o-menor-patamar-desde-2015-aponta-ibge/">Desemprego no Brasil cai para média de 9,3% em 2022, o menor patamar desde 2015, aponta IBGE</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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