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	<title>Arquivos defasagem &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos defasagem &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Com redução do preço do diesel pela Petrobras, defasagem cai para 7% nas refinarias</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/com-reducao-do-preco-do-diesel-pela-petrobras-defasagem-cai-para-7-nas-refinarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 14:24:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A entidade considera os preços favoráveis à importação</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A diferença do <strong>preço do diesel</strong> no Brasil em relação ao mercado internacional caiu para um dígito no dia 1º de maio, após a redução média de 9,8% anunciada pela Petrobras na semana passada, segundo levantamento de preços da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (<strong>Abicom</strong>).</p>
<p>A entidade considera os preços favoráveis à importação. O preço do diesel nas refinarias da Petrobras está 7% acima do praticado no Golfo do México, região usada como parâmetro para os combustíveis, enquanto a gasolina tem defasagem positiva de 8% nas refinarias da Petrobrás.</p>
<p><strong>Preços do diesel<br /></strong><br />Segundo a Abicom, com essa diferença, a estatal poderia fazer uma nova redução no preço do litro do diesel da ordem de R$ 0,22, e da gasolina, em R$ 0,23. Na semana passada, a defasagem do diesel chegou a atingir 19%, enquanto a gasolina se mantém em um dígito há várias semanas, apesar do último reajuste da Petrobras ter ocorrido há 63 dias.</p></div>
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		<title>A defasagem persistente</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/a-defasagem-persistente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2020 11:45:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CONET]]></category>
		<category><![CDATA[defasagem]]></category>
		<category><![CDATA[frete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estudo técnico apresentado durante o CONET, que ocorreu entre os dias 6 e 7 de fevereiro, revelou a defasagem média de 13,9% no frete recebido pelo transportador em relação à tabela referencial da NTC&#038;Logística</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O assunto em si não é novo, mas vale uma reflexão diante dos recentes dados divulgados. O estudo técnico apresentado durante o CONET, que ocorreu entre os dias 6 e 7 de fevereiro, revelou a defasagem média de 13,9% no frete recebido pelo transportador em relação à tabela referencial da NTC&amp;Logística.</p>
<p>Segundo a pesquisa realizada pelo Departamento de Custos Operacionais da Associação Nacional de Transporte de Cargas e Logística &#8211; DECOPE/NTC&amp;Logística esse percentual fica cerca de 9,6% nas operações com transporte de cargas fracionadas, e de 18,7% nas com cargas lotações ou fechadas.</p>
<p>Esses valores foram apurados ainda sem levar em consideração os demais componentes tarifários, tais como frete-valor e GRIS. Foi constatado que muitos contratantes não remuneram adequadamente o transportador com relação aos serviços complementares ou adicionais, como a cubagem da mercadoria e a EMEX (Taxa de Emergência Excepcional) para regiões que se encontram em estado crítico de segurança como o Rio de Janeiro.</p>
<p>A defasagem no frete tem sua origem tanto no acúmulo das perdas ao longo dos anos, quanto na inflação dos insumos que compõem os custos, como o combustível, salários e manutenção dos veículos.</p>
<p>Como se não bastasse, ainda há o problema do atraso no recebimento dos fretes. A pesquisa realizada com 2.500 empresas de transporte de cargas também revelou, que os fretes no Brasil vêm sendo pagos cada vez mais com atraso. Do total das companhias consultadas, 61,5% delas têm valores a receber atrasados.</p>
<p>Estamos em um período de retomada da economia, mas continuamos com uma defasagem que compromete o rendimento das empresas do setor.</p>
<p>O SETCESP chama atenção, que a eliminação da defasagem não é só de interesse do transportador, mas também de todo o Brasil, que para voltar a crescer precisa eliminar os gargalos logísticos e escoar com eficiência sua produção, principalmente, pelo sistema rodoviário.</p></div>
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