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	<title>Arquivos crescimento econômico &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos crescimento econômico &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Brasil é o sétimo em ranking de crescimento econômico com 40 países</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/brasil-e-o-setimo-em-ranking-de-crescimento-economico-com-40-paises/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 19:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento econômico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>PIB brasileiro expandiu 3,4% em 2024.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O <strong>Brasil ocupa a sétima posição no ranking de 40 países que apresentaram dados de crescimento econômico referente a 2024</strong>. A listagem é elaborada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como clube dos países ricos, por reunir nações com as economias mais avançadas do mundo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1633595&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1633595&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, </strong>conforme divulgou nesta sexta-feira (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Países</p>
<p><strong>A OCDE tem 38 países, e o Brasil não está entre os membros efetivos</strong>, mas iniciou processo de adesão.</p>
<p>A organização lista informações sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB – conjunto de bens e serviços produzidos no país) de 39 países, entre eles os não membros Brasil, China, Índia, Indonésia, Arábia Saudita e África do Sul. A <strong>Agência Brasil</strong> acrescentou o dado da Rússia, que cresceu 4,1% em 2024.</p>
<p>Chile, Grécia, Luxemburgo e Nova Zelândia fazem parte da OCDE, mas não foram listados pois ainda não terem divulgado dados relativos a 2024.</p>
<p>Comparação</p>
<p>País mais populoso do mundo, com mais de 1,4 bilhão de habitantes, a <strong>Índia lidera o ranking de crescimento, com taxa anual de 6,7%.</strong> Em seguida aparecem China e Indonésia, ambos com expansão de 5%.</p>
<p>O primeiro país das Américas a figurar no ranking é a Costa Rica, que cresceu 4,3% em 2024. Os Estados Unidos, maior economia do mundo, têm a 11ª maior alta (2,8%).</p>
<p>O salto do PIB do Brasil foi superior à média dos países da OCDE, da União Europeia e do Grupo dos 7 (G7, países mais industrializados do mundo: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido).</p>
<p>Já entre os primeiros países a formarem o Brics (grupo de nações emergentes: Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul), o Brasil fica na frente apenas da África do Sul.</p>
<p>Cinco países apresentam queda no PIB, incluindo a Alemanha (-0,2%), maior economia da Europa.</p>
<p>Confira o ranking:</p>
<p>1) Índia: 6,7% </p>
<p>2) Indonésia: 5% </p>
<p>3) China: 5% </p>
<p>4) Costa Rica: 4,3% </p>
<p>5) Rússia: 4,1% </p>
<p>6) Dinamarca: 3,6% </p>
<p>7) Brasil: 3,4% </p>
<p>8) Espanha: 3,2% </p>
<p>9) Turquia: 3,2% </p>
<p>10) Polônia: 2,9% </p>
<p>11) Estados Unidos: 2,8% </p>
<p>12) Lituânia: 2,7% </p>
<p>13) Noruega: 2,1% </p>
<p>14) Eslováquia: 2% </p>
<p>15) Coreia: 2% </p>
<p>16) Portugal: 1,9% </p>
<p>17) Colômbia: 1,7% </p>
<p>18) Eslovênia: 1,6% </p>
<p>19) Canadá: 1,5% </p>
<p>20) México: 1,5% </p>
<p>21) Suíça: 1,3% </p>
<p>22) Arábia Saudita: 1,3% </p>
<p>23) França: 1,2% </p>
<p>24) República Tcheca: 1,1% </p>
<p>25) Austrália: 1,1% </p>
<p>26) Bélgica: 1% </p>
<p>27) Suécia: 1% </p>
<p>28) Países Baixos: 0,9% </p>
<p>29) Reino Unido: 0,9% </p>
<p>30) Itália: 0,7% </p>
<p>31) África do Sul: 0,6% </p>
<p>32) Hungria: 0,5% </p>
<p>33) Islândia: 0,5% </p>
<p>34) Israel: 0,1% </p>
<p>35) Japão: 0,1% </p>
<p>36) Finlândia: -0,2% </p>
<p>37) Alemanha: -0,2% </p>
<p>38) Estônia: -0,3% </p>
<p>39) Letônia: -0,4% </p>
<p>40) Áustria: -1,2% </p>
<p>Comparação com grupo de países:</p>
<p>Brasil: 3,4%</p>
<p>G7: 1,7%</p>
<p>OCDE: 1,7%</p>
<p>União Europeia (27 países): 1%</p>
<p>Zona do Euro (20 países): 0,9%</p></div>
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		<title>Crescimento econômico é disseminado no país, com exceção do Sudeste</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/crescimento-economico-e-disseminado-no-pais-com-excecao-do-sudeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Sep 2022 14:23:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento econômico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resultado negativo de São Paulo freou crescimento, diz BC</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Resultado negativo de São Paulo freou crescimento, diz BC</em></p>
<p>As regiões do país apresentaram crescimento econômico disseminado, com exceção do Sudeste que registrou relativa estabilidade. A avaliação é do Banco Central (BC) e consta do Boletim Regional, publicação trimestral que apresenta as condições da economia por regiões e por alguns estados do país, divulgada hoje (2), em Brasília.</p>
<p>A estabilidade do Sudeste, no segundo trimestre, ocorreu devido o recuo dos serviços financeiros e o arrefecimento da expansão do comércio. Por outro lado, nacionalmente, o crescimento foi mais disseminado do que no primeiro trimestre com expansões significativas em outras regiões.</p>
<p>Segundo o boletim, a economia do Sudeste perdeu ritmo no segundo trimestre, com o Índice de Atividade Econômica Regional (IBCR) variando negativamente em 0,1% no trimestre, em relação ao trimestre imediatamente anterior (1,6%). O BC informou, também, que o resultado foi influenciado pelo desempenho de São Paulo, que teve queda de 0,5%. Os demais estados do Sudeste apresentaram avanço, com destaque para Minas Gerais, com alta de 1,5% na atividade. No acumulado em 12 meses até junho, a economia da região registrou incremento de 2,6%.</p>
<p>“O aumento das vendas do comércio desacelerou para 0,2% no segundo trimestre em relação ao anterior, quando havia crescido 1,5%. Houve avanço em cinco dos dez segmentos pesquisados, com destaque para equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação, além de combustíveis. Em sentido oposto, setores mais sensíveis ao crédito e à elevação da taxa de juros, como os de material de construção, veículos, motocicletas, partes e peças e móveis e eletrodomésticos, apresentaram retração”, explicou o boletim.</p>
<p>De acordo com o BC, o setor de serviços continuou o processo de retomada pós-pandemia, com avanço em todos os segmentos, especialmente o de serviços prestados às famílias. “Nesse sentido, o volume de serviços não financeiros apresentou expansão de 2% no segundo trimestre, mantendo o bom desempenho observado nos três meses anteriores (1,8%) e superando o nível pré-pandemia”, observou.</p>
<p>A avaliação do Banco Central é que as políticas temporárias de apoio à renda e os auxílios dados pelo governo federal à população, tendem a favorecer a expansão no consumo das famílias, com impactos positivos no comércio e no setor de serviços. Por outro lado, “a indústria ainda deve repercutir as dificuldades nas cadeias de suprimento de insumos e a elevação dos custos de produção”.</p>
<p><strong>Recuperação no Sul</strong></p>
<p>No Sul do país, onde sobressaiu o desempenho de comércio e serviços, houve recuperação da queda acentuada observada no trimestre anterior, relacionada à quebra das safras de soja e milho. Segundo o BC, além do final da apropriação das safras de verão, houve retomada mais intensa no comércio, na construção e em segmentos da prestação de serviços, sobretudo às famílias, e discreta ampliação da produção industrial.</p>
<p>O IBCR da região aponta que a economia do Sul cresceu 2,8% no segundo trimestre em relação ao anterior (-2,9%). Em 12 meses, é a que apresenta a menor expansão dentre as regiões (1%), influenciada pelos resultados modestos da agricultura e da indústria.</p>
<p>Já o IBCR da região Norte variou 1,5% no segundo trimestre em relação ao trimestre anterior, influenciado pela expansão do setor de serviços. O destaque é o Pará que cresceu 1,9% na mesma base de comparação, impulsionado pela construção e por serviços às empresas, enquanto o indicador do Amazonas expandiu 1,7%, puxado por serviços às famílias e alojamento e alimentação. Em 12 meses, o indicador de atividade da região acumulou crescimento de 1,7%.</p>
<p>No caso do Nordeste, houve expansão de 1% no IBCR da região no segundo trimestre de 2022, refletindo a continuidade da retomada do setor de serviços, além do desempenho favorável da agropecuária e da construção civil.</p>
<p>“No mesmo sentido, a indústria de transformação acumula expansão significativa, com três trimestres seguidos de alta, impulsionada principalmente pelo setor de derivados de petróleo. A ocupação segue em elevação no mercado de trabalho formal e informal, mas a recuperação dos rendimentos tem sido mais lenta que a média nacional”, explica o boletim. Em doze meses até junho, o indicador de atividade do Nordeste acumulou alta de 3,5%.</p>
<p>A economia do Centro-Oeste continuou em trajetória de crescimento no segundo trimestre do ano. O IBCR da região apresentou alta de 2% se comparado ao trimestre anterior, quando cresceu 1,1%. De acordo com o BC, os destaques da região são para o comércio, a agricultura, a construção civil e os serviços às famílias. No acumulado de doze meses, o IBCR do Centro-Oeste cresceu 4,6%.</p>
<p>“Em síntese, no segundo trimestre, a atividade econômica continuou apresentando desempenho favorável e mais disseminado regionalmente, à exceção do Sudeste, onde houve perda de ritmo. O mercado de trabalho manteve trajetória de recuperação, com queda acentuada na taxa de desocupação em todas as regiões nos últimos doze meses. Ressalte-se a desaceleração intensa da inflação no trimestre, influenciada pela redução dos preços da gasolina e da energia elétrica, em decorrência das desonerações tributárias. Prospectivamente, as políticas temporárias de apoio à renda devem trazer estímulo à demanda agregada no curto prazo, impactando a atividade no segundo semestre”, disse o BC no Boletim Regional.</p>
<p><strong>Evolução da pecuária</strong></p>
<p>Na publicação, o Banco Central também apresentou um boxe com os resultados da pecuária de corte em 2021 e primeiro semestre de 2022, a partir da evolução dos abates, vendas externas, custos dos principais insumos e preços.</p>
<p>Em 2021, houve expansão nas produções de suínos e frangos, enquanto a de bovinos reduziu pelo segundo ano consecutivo. “Mantendo a trajetória ascendente, o abate de suínos atingiu 4,9 milhões de toneladas em 2021, 9,3% acima de 2020, e o de frangos alcançou novo recorde, totalizando 14,6 milhões de toneladas, crescimento de 6,2% relativamente ao ano anterior, com recuperação no consumo doméstico e expansão nas exportações”, informa o boletim.</p>
<p>Já em relação à pecuária bovina, “em contexto de oferta limitada e preços elevados”, as 7,5 milhões de toneladas de carcaças abatidas em 2021 representaram recuo de 4,7%, comparativamente a 2020. O BC disse que a produção de bovinos é liderada pelo Centro-Oeste, seguida do Sudeste e Norte, e as de suínos e frangos concentram se no Sul.</p>
<p><strong>Bovinos e suínos</strong></p>
<p>No primeiro semestre de 2022, houve crescimento de 4,1%, 6,4% e 1,5% no volume abatido de bovinos, suínos e frangos, respectivamente, comparado a igual período de 2021.</p>
<p>“Os preços internos em 2021 acompanharam a trajetória das cotações de soja e milho, principais insumos para a alimentação animal, em ano de frustração da safra brasileira do cereal. No início de 2022, a elevação observada nos preços das commodities (mercadorias) agrícolas se intensificou com o conflito entre Rússia e Ucrânia (a partir de fevereiro de 2022) e seus desdobramentos sobre as estimativas de produção e exportação mundial de grãos, além de dificuldades logísticas, inclusive as decorrentes de novos lockdowns (fechamento total) na China [em razão da covid-19]. No segundo trimestre, observou-se redução nas cotações internacionais da soja e do milho (entrada da segunda safra), favorecendo a produção”, destacou o BC.</p>
<p>Já as receitas das exportações de carnes registraram bom desempenho em 2021, aumentando 14,7% em relação a 2020, a maior parcela vinda de bovinos, especialmente provenientes do Centro-Oeste e Sudeste, enquanto o Sul foi destaque em suínos e frangos. “As perspectivas para a produção pecuária nacional seguem positivas, seja pelo comportamento esperado para a demanda externa quanto pela retomada gradual do mercado doméstico, beneficiado por atividade econômica mais robusta”, informou o boletim.</p></div>
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		<item>
		<title>OCDE mantém estimativas do crescimento econômico em 2019 e 2020</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/ocde-mantem-estimativas-do-crescimento-economico-em-2019-e-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2019 20:36:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento econômico]]></category>
		<category><![CDATA[OCDE]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A expectativa para o crescimento da atividade econômica brasileira, registrado pelo Produto Interno Bruto (PIB) a preço de mercado, se manteve em 1,7% e 0,8% para 2020 e 2019, respectivamente</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A expectativa para o crescimento da atividade econômica brasileira, registrado pelo Produto Interno Bruto (PIB) a preço de mercado, se manteve em 1,7% e 0,8% para 2020 e 2019, respectivamente. Os números são da versão preliminar do relatório econômico da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), grupo de “países ricos” no qual o governo Bolsonaro aspira a entrada do Brasil, divulgado ontem (21/11). A revisão veio para o ano de 2021, em que a previsão passou de 2%, em setembro, para 1,8%.</p>
<p>O documento sinaliza que, embora em ritmo gradual, a economia do país está se recuperando, principalmente por fatores domésticos. “Além da aprovação da reforma previdenciária, as melhores perspectivas para o andamento da reforma estrutural aumentam a confiança e sustentam o investimento, que também é impulsionado por condições financeiras mais favoráveis. A baixa inflação e o acesso ao saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) vão sustentar um consumo mais forte. Partindo do pressuposto de que a agenda de reformas continua avançando, projeta-se que o crescimento seja impulsionado em 2020”, explica o texto.</p>
<p>“O aumento da produtividade dependerá da melhoria do clima de negócios através da reformas tributária, que simplificará a burocracia e vai diminuir barreiras comerciais”, acrescenta. Por outro lado, o relatório pondera que a queda do desemprego tem sido lenta, bem como os novos empregos recém-criados se caracterizam pela baixa qualidade, como os informais.</p>
<p>Ainda de acordo com a análise dos economistas do grupo, as perspectivas fiscais continuam desafiadoras, limitando o espaço de atuação da política fiscal. “A dívida pública bruta permanece alta, em quase 80% do PIB, e o principal: há um déficit de 1,4% do PIB, que fica aquém do excedente de 1,5% necessário para estabilizar a dívida pública”. A OCDE indica que a reestruturação dos gastos obrigatórios &#8211; especialmente na redução dos altos salários do setor público &#8211; e da indexação do Orçamento se tornaram cruciais para garantir o equilíbrio das regras fiscais.</p>
<p>O relatório faz uma crítica a não desindexação do salário mínimo e dos benefícios previdenciários. Tal medida teria beneficiado “principalmente as famílias de classe média, deixando menos recursos para benefícios sociais direcionados no combate à pobreza, concentrada entre crianças e juventude”. Uma sugestão apresentada no texto é o aumento dos limites de renda no programa Bolsa Família, que representa 0,5% do PIB. “Isso tiraria mais pessoas de pobreza, reduziria a desigualdade de renda e fortaleceria os incentivos à frequência escolar e exames médicos, reduzindo assim as desigualdades com relação à educação e à saúde”.</p>
<p>A aposta da OCDE é de que a produtividade brasileira, embora retida no momento pela baixa concorrência, irá puxar o crescimento no longo prazo. “Uma regulamentação doméstica mais favorável à concorrência e maior integração na economia global, inclusive através da ratificação do acordo comercial UE-Mercosul, poderia resolver isso, reduzindo simultaneamente o custo de bens intermediários e de capitais”, indica.</p>
<p>A análise do cenário econômico brasileiro alerta que os riscos estão ligados, principalmente, ao andamento das reformas. “Um cenário político fragmentado torna difícil construir consenso para reformas importantes, que geralmente exigem super maiorias no Congresso. Sem uma redução dos itens de despesa obrigatórios, a regra de despesas pode ser violada já em 2020, resultando em maiores custos de financiamento, perda de confiança, menor crescimento e possível um retorno à recessão. Uma crise agravante na vizinha Argentina pode reduzir as exportações. Por outro lado, um momento de reforma mais forte poderia melhorar o clima de negócios e acelerar o crescimento. O agravamento das tensões comerciais globais pode desviar o comércio para o benefício do Brasil no curto prazo mas com o risco de um custo prejudicial à demanda futura de importação da China e dos Estados Unidos, as duas principais parceiros comerciais”, completa.</p>
<p><strong>Global</strong></p>
<p>No cenário mundial, o crescimento econômico está em seu ritmo mais lento desde a crise financeira. A estimativa é de que em 2019 a atividade fique em 2,9%. Após revisão na estimativa de 3% em setembro, o valor para expansão da economia global em 2020 é o mesmo que o deste ano.</p>
<p>Já para 2021, assumindo que riscos como guerras comerciais serão contidos, a projeção está em avanço de 3%. Segundo o relatório da OCDE, uma das principais preocupações é de que os governos não consigam lidar com desafios globais, como a mudança climática, a digitalização econômica e o desmoronamento da ordem multilateral.</p></div>
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		<item>
		<title>Confiança do setor de serviços cai 1,1 ponto de julho para agosto</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/confianca-do-setor-de-servicos-cai-11-ponto-de-julho-para-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Aug 2019 16:38:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento econômico]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Índice de Confiança de Serviços (ICS), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 1,1 ponto de julho para agosto deste ano e atingiu 92,3 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. A queda veio depois de duas altas consecutivas.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>A queda veio depois de duas altas consecutivas, diz FGV</em></p>
<p>O Índice de Confiança de Serviços (ICS), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 1,1 ponto de julho para agosto deste ano e atingiu 92,3 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos. A queda veio depois de duas altas consecutivas.</p>
<p>Nove das 13 principais atividades do setor de serviços pesquisadas tiveram queda na confiança. O Índice de Expectativas, que mede a confiança nos próximos meses, recuou 2,3 pontos e atingiu 95,3 pontos.</p>
<p>O Índice da Situação Atual, que mede a confiança no momento presente, ficou estável este mês nos 89,4 pontos. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) do setor de serviços caiu 0,6 ponto percentual, para 81,8%.</p>
<p>Segundo o pesquisador da FGV Rodolpho Tobler, o resultado mostra que os empresários voltaram a ficar cautelosos com os próximos meses, enquanto o volume de serviços no momento continua melhorando lentamente. Para ele, a recuperação do setor deve continuar gradual, sem perspectivas de aceleração no curto prazo.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/confianca-do-setor-de-servicos-cai-11-ponto-de-julho-para-agosto/">Confiança do setor de serviços cai 1,1 ponto de julho para agosto</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Mercado projeta crescimento de 0,82% para a economia</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/mercado-projeta-crescimento-de-082-para-a-economia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2019 14:13:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento econômico]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após 20 reduções consecutivas, a estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia subiu ligeiramente. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Após 20 reduções consecutivas, a estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia subiu ligeiramente. É o que mostra o boletim Focus, resultado de pesquisa semanal a instituições financeiras, feita pelo Banco Central(BC) e divulgada às segundas-feiras, pela internet.</p>
<p>A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211; desta vez passou de 0,81% para 0,82%.</p>
<p>A expectativa das instituições financeiras é que a economia tenha crescimento maior em 2020. A estimativa é 2,10%, a mesma da semana passada. A previsão para 2021 e 2022 permanece em 2,50%.</p>
<p>Inflação</p>
<p>A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,82% para 3,78% este ano.</p>
<p>A meta de inflação de 2019, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.</p>
<p>A projeção para 2020 permanece em 3,90%. A meta para o próximo ano é 4%, com intervalo de tolerância 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Para 2022, a meta é 3,5%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. A previsão do mercado financeiro para a inflação em 2021 segue em 3,75%. A estimativa para 2022 caiu de 3,75% para 3,65%.</p>
<p>Taxa básica de juros</p>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano.</p>
<p>Ao final de 2019, as instituições financeiras esperam que a Selic esteja em 5,5% ao ano, a mesma perspectiva há 3 semanas.</p>
<p>Para o fim de 2020, a expectativa para a taxa básica caiu de 6% para 5,75% ao ano, e, no fim de 2021, permanece em 7% ao ano. Para 2022, a previsão caiu de 7,5% para 7% ao ano.</p>
<p>Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>Dólar</p>
<p>A previsão para a cotação do dólar ao final deste ano caiu de R$ 3,80 para R$ 3,75% e para 2020, permanece em R$ 3,80.</p></div>
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		<title>Governo vai anunciar programa econômico no 2º semestre, diz Guedes</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/governo-vai-anunciar-programa-economico-no-2o-semestre-diz-guedes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2019 12:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento econômico]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o ministro, medidas serão implementadas após a tramitação da reforma da Previdência e vão precisar de colaboração do Congresso</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/governo-vai-anunciar-programa-economico-no-2o-semestre-diz-guedes/">Governo vai anunciar programa econômico no 2º semestre, diz Guedes</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Segundo o ministro, medidas serão implementadas após a tramitação da reforma da Previdência e vão precisar de colaboração do Congresso</p>
<p>O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira 4, que o governo pretende lançar um programa econômico no segundo semestre, para ser tocado após a aprovação da reforma da Previdência. Segundo ele, será um trabalho de colaboração com o Congresso. A declaração é dada num momento em que o Legislativo tenta assumir o protagonismo da pauta econômica, como adiantou VEJA.</p>
<p>Em evento na cidade de São Paulo, Guedes, lamentou os ataques recebidos pelo governo e, em um sinal para a oposição, disse: “Merecemos algum apoio e compreensão. A bola é sua? Só você pode jogar?”, afirmou o ministro, em referência aos governos de esquerda.</p>
<p>A economia brasileira apresentou queda de 0,2% no primeiro trimestre deste ano na comparação com o quarto trimestre de 2018. A projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2019 vem sendo cortada semana após semana pelo mercado. De acordo com o Boletim Focus mais recente, divulgado semanalmente, a previsão é que o crescimento da economia seja de 0,87% neste ano. Em janeiro deste ano, o mercado financeiro chegou a estimar o PIB em 2,57%.</p>
<p>Guedes também disse que a reforma tributária e o pacto federativo serão os dois grandes eixos do governo no segundo semestre. Segundo o ministro, a ideia é promover uma simplificação e uma redução dos tributos na reforma que começará a tramitar na Câmara. O ministro acrescentou que considera positivo que os deputados estejam dispostos a debater uma proposta tributária própria, com origem no Legislativo, e disse que os projetos irão convergir à frente. Ele faz referência a um texto apresentado pelo deputado Baleia Rossi (MDB-SP),que já tramita na Casa. A proposta pretende unificar cinco tributos (IPI, PIS e Cofins, ICMS e ISS) em um imposto batizado de Imposto sobre Operações com Bens e Serviços (IBS), de competência federal, estadual e municipal.</p>
<p>Já sobre o pacto federativo, medida para descentralizar o poder para os estados e municípios decidirem seus próprios gastos, Guedes disse que começará a ser negociado com o Senado. O objetivo, de acordo com o ministro, é fortalecer Estados e municípios, reforçando a União como um todo. “Se fizermos o pacto federativo, nenhuma crise dura mais do que um ano e meio”, disse Guedes.</p>
<p>Aprovação da reforma na Câmara</p>
<p>Sobre a reforma da Previdência, o ministro disse esperar a aprovação da reforma da Previdência nos dois turnos no plenário da Câmara dos Deputados ainda antes do recesso parlamentar, que começa no dia 18 de julho. Ele disse ainda estar confiante no trabalho do Congresso, não só para a reforma da Previdência, mas para todas as reformas.</p>
<p>Quando soube da aprovação por parte da comissão especial da reforma, na tarde desta quinta-feira, Guedes disse que se tratava da “comprovação da tese de que a maioria (dos parlamentares) quer botar (o País) para funcionar”. “Tem uma ou outra criatura do pântano, que vive no paleolítico, mas muita gente quer acertar”, afirmou ele.</p>
<p>Além disso, o ministro disse que com a aprovação da reforma, a taxa básica de juros, Selic, deve cair. Atualmente, ela é de 6,5%, a mais baixa da história. “A economia brasileira é uma baleia ferida que foi arpoada várias vezes, sangrou, sangrou e parou. Mas ela é resiliente e forte, se você começar a tirar os arpões, ela começa a mexer de novo, e é o que vamos fazer”, disse Guedes. “Se você tira o arpão dos juros, os juros devem descer”, acrescentou Guedes.</p></div>
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		<title>Produção industrial tem leve alta em abril, mas acumula queda de 2,7% no ano</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/producao-industrial-tem-leve-alta-em-abril-mas-acumula-queda-de-27-no-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Jun 2019 20:10:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento econômico]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[industria]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[produção industrial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção da indústria nacional cresceu 0,3% em abril, na comparação com março, porém o setor ainda acumula queda de 2,7% nos quatro primeiros meses do ano, segundo a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta terça-feira (4) pelo IBGE.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A produção da indústria nacional cresceu 0,3% em abril, na comparação com março, porém o setor ainda acumula queda de 2,7% nos quatro primeiros meses do ano, segundo a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta terça-feira (4) pelo IBGE. Na comparação com abril do ano passado, a indústria caiu 3,9%. Com esses resultados, a produção está 17,3% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011.</p>
<p>A maior influência negativa partiu do setor extrativo, pressionado pela redução na produção de minério de ferro, decorrente do rompimento da barragem em Brumadinho (MG), em janeiro. Com isso, a indústria extrativa caiu 9,7%, e teve o quarto resultado negativo seguido na comparação com o mês anterior, acumulando -25,7% no ano. Em relação a abril de 2018, o recuo foi de 24%.</p>
<p>“Há um efeito de queda em sequência do setor por conta de Brumadinho, e isso vem trazendo impactos negativos na indústria como um todo”, explica o gerente da pesquisa, André Macedo, complementado que o crescimento na indústria geral seria de 1,2% se o setot extrativo não fosse considerado na pesquisa.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone  wp-image-204568356" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Gráfico-IBGE-2019-6-4-300x234.jpeg" alt="" width="808" height="630" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Gráfico-IBGE-2019-6-4-300x234.jpeg 300w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Gráfico-IBGE-2019-6-4-768x598.jpeg 768w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Gráfico-IBGE-2019-6-4-1024x798.jpeg 1024w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Gráfico-IBGE-2019-6-4-1080x842.jpeg 1080w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Gráfico-IBGE-2019-6-4.jpeg 1200w" sizes="(max-width: 808px) 100vw, 808px" /></p>
<p>Ante março, houve crescimento em 20 das 26 atividades pesquisadas, o resultado mais disseminado para o setor industrial desde junho de 2018, quando 22 das 26 atividades tiveram alta. “Isso em um mês após a intensa queda promovida pela greve dos caminhoneiros. A indústria havia crescido 12,5% em junho do ano passado”, relembra Macedo.</p>
<p>Entre as altas na passagem de março para abril, destaque para o crescimento de 7,1% em veículos, 8,3% em máquinas e equipamentos, 5,2% em produtos químicos e 1,5% em alimentos. Esses setores reverteram os resultados negativos de março.</p>
<p>“Veículos automotores vêm mostrando um comportamento de maior volatilidade, em função de uma demanda doméstica que não consegue acompanhar essa produção. Ainda há a crise na Argentina afetando as exportações desse setor, então se regula a produção para atender a demanda”, diz Macedo.</p>
<p>A ligeira alta de abril foi influenciada pelos resultados positivos em três das quatro grandes categorias econômicas em relação a março. Houve altas de 3,4% em bens de consumo duráveis, 2,9% em bens de capital e de 2,6% em bens de consumo semi e não duráveis. Já o setor de bens intermediários caiu 1,4%, a quarta queda seguida, acumulando -4,2% nesse período.</p>
<p>Sobre a indústria de transformação como um todo, Macedo diz que há uma constante que contribui para justificar a queda do setor industrial no ano. “São fatores que a gente já comenta para o setor industrial, associados à demanda em ritmo menor e à taxa de desocupação do mercado de trabalho”.</p></div>
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