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	<title>Arquivos Copom &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Copom &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Ata do Copom prevê taxa Selic em 14,25% diante de cenário inflacionário desafiador</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/ata-do-copom-preve-taxa-selic-em-1425-diante-de-cenario-inflacionario-desafiador/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 20:14:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o relatório, o ambiente externo segue desafiador, especialmente devido à conjuntura econômica dos Estados Unidos.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/ata-do-copom-preve-taxa-selic-em-1425-diante-de-cenario-inflacionario-desafiador/">Ata do Copom prevê taxa Selic em 14,25% diante de cenário inflacionário desafiador</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p dir="ltr">O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central indicou, em sua última reunião, elevar a taxa básica de juros, a Selic, em 1 ponto percentual (pp) na Selic em março, o que aumentariaa taxa de juros dos atuais 13,25% para 14,25% ao ano. O indicativo para a próxima reunião é a última sinalização feita pelo colegiado, que optou por deixar em aberto as decisões da política monetária a partir do encontro do mês de maio.</p>
<div class="pub-ret pub-retangulo-interna--1">
<div id="cb-publicidade-retangulo-interna-1-b" data-google-query-id="CObbw6arrYsDFaVc3QIdpZoFNg">Essa decisão é justificada pela análise de cenário. “O Comitê avaliou que os determinantes de prazo mais curto, como a taxa de câmbio e a inflação corrente, e os determinantes de médio prazo, como o hiato do produto e as expectativas de inflação, seguem exigindo uma política monetária mais contracionista”, afirmou na ata.</div>
<div data-google-query-id="CObbw6arrYsDFaVc3QIdpZoFNg">
<p dir="ltr">“Para além da próxima reunião, a magnitude total do ciclo de aperto monetário será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação, em especial dos componentes mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária, das projeções de inflação, das expectativas de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos”, disse o colegiado.</p>
<p class="texto">O ambiente externo segue desafiador, especialmente devido à conjuntura econômica dos Estados Unidos. A postura da política monetária americana, que impacta diretamente os fluxos de capitais para mercados emergentes, adiciona incertezas ao cenário econômico global orçando a necessidade de cautela por parte das economias emergentes.</p>
<p class="texto">“Comitê acompanhou com atenção os movimentos do câmbio, que tem reagido, notadamente, às notícias fiscais domésticas, às notícias da política econômica norte-americana e ao diferencial de juros”, destacou. </p>
<p class="texto">No Brasil, os indicadores de atividade econômica e mercado de trabalho têm demonstrado dinamismo, sustentados por um consumo aquecido e forte concessão de crédito. Entretanto, a inflação está cheia e seus núcleos permanecem acima da meta estipulada pelo Banco Central. As expectativas para 2025 e 2026, aferidas pela pesquisa Focus, subiram significativamente para 5,5% e 4,2%, respectivamente, apontando uma desancoragem preocupante.</p>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/ata-do-copom-preve-taxa-selic-em-1425-diante-de-cenario-inflacionario-desafiador/">Ata do Copom prevê taxa Selic em 14,25% diante de cenário inflacionário desafiador</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Copom eleva juros básicos da economia para 13,25% ao ano</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1325-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 17:09:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[13]]></category>
		<category><![CDATA[25% ao ano]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alta do dólar e preço dos alimentos influenciaram decisão.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1325-ao-ano/">Copom eleva juros básicos da economia para 13,25% ao ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o Banco Central (BC) aumentar mais uma vez os juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 1 ponto percentual, para 13,25% ao ano. Além de esperada pelo mercado financeiro, a elevação em 1 ponto havia sido anunciada pelo Banco Central na reunião de dezembro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1628336&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1628336&amp;o=node" /></p>
<p>Em comunicado, o Copom afirmou que as incertezas externas, principalmente nos Estados Unidos, suscitam dúvidas sobre a postura do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano). Em relação ao Brasil, o texto informa que a economia brasileira está aquecida, com a inflação cheia e os núcleos (medida que exclui preços mais voláteis, como alimentos e energia) acima da meta de inflação, e que as incertezas sobre os gastos públicos provocaram perturbações nos preços dos ativos.</p>
<p>“O comitê segue acompanhando com atenção como os desenvolvimentos da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. A percepção dos agentes econômicos sobre o regime fiscal e a sustentabilidade da dívida segue impactando, de forma relevante, os preços de ativos e as expectativas dos agentes”, destacou o comunicado.</p>
<p>Em relação às próximas reuniões, o Copom confirmou que elevará a Selic em 1 ponto percentual na reunião de março, mas não informou se as altas continuarão na reunião de maio, apenas que observará a inflação. “Para além da próxima reunião, o comitê reforça que a magnitude total do ciclo de aperto monetário será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação”, ressaltou.</p>
<p>Essa foi a quarta alta seguida da Selic. A taxa está no maior nível desde setembro de 2023, quando também estava em 13,25% ao ano. A alta consolida um ciclo de contração na política monetária.</p>
<p>Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto e uma de 1 ponto percentual.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em dezembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-01/inflacao-oficial-do-pais-em-2024-e-de-483-acima-do-limite-da-meta" target="_blank" rel="noopener">ficou em 0,52%</a>. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apesar da bandeira verde nas contas de luz, o preço dos alimentos, principalmente da carne e de algumas frutas, continuou a subir.</p>
<p>Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,83% em 2024, acima do teto da meta do ano passado. Pelo novo <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-06/cmn-define-centro-da-meta-continua-de-inflacao-em-3">sistema de meta contínua</a> em vigor a partir deste mês, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</p>
<p>No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em janeiro de 2025, a inflação desde fevereiro de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em fevereiro, o procedimento se repete, com apuração a partir de março de 2024. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>
<p>No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-12/projecao-de-crescimento-da-economia-sobe-de-32-para-35-em-2024">previsão de que o IPCA termine 2025 em 4,5%</a>, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. O próximo relatório será divulgado no fim de março.</p>
<p>As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim <em>Focus</em>, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-01/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-de-508-para-55" target="_blank" rel="noopener">em 5,5%</a>, 1 ponto acima do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,96%.</p>
<p>O comunicado do Copom trouxe as expectativas atualizadas do Banco Central sobre a inflação. A autoridade monetária prevê que o IPCA chegará a 5,2% em 2025 (acima do teto da meta) e 4% no acumulado em 12 meses no fim do terceiro trimestre em 2026. Isso porque o Banco Central trabalha com o que chama de “horizonte ampliado”, considerando o cenário para a inflação em até 18 meses.</p>
<p>O Banco Central aumentou as estimativas de inflação. Na reunião anterior, de novembro, o Copom previa IPCA de 4,5% em 2025 e de 4% em 12 meses no fim do segundo trimestre de 2026.</p>
<h2>Crédito mais caro</h2>
<p>O aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação. Isso porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas maiores dificultam o crescimento econômico. No último <em>Relatório de Inflação</em>, o Banco Central <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-12/projecao-de-crescimento-da-economia-sobe-de-32-para-35-em-2024" target="_blank" rel="noopener">elevou para 2,1% a projeção de crescimento</a> para a economia em 2025.</p>
<p>O mercado projeta crescimento um pouco menor. Segundo a última edição do boletim <em>Focus</em>, os analistas econômicos preveem <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-01/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-de-508-para-55" target="_blank" rel="noopener">expansão de 2,06%</a> do PIB em 2025.</p>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1325-ao-ano/">Copom eleva juros básicos da economia para 13,25% ao ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Copom eleva juros básicos da economia para 11,25% ao ano</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1125-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 15:08:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alta do dólar e preço dos alimentos influenciaram decisão.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1125-ao-ano/">Copom eleva juros básicos da economia para 11,25% ao ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_2 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o Banco Central (BC) aumentar o ritmo de alta dos juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 11,25% ao ano. A decisão era esperada pelo mercado financeiro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1618555&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1618555&amp;o=node" /></p>
<p>A alta consolida um ciclo de contração na política monetária. Após passar um ano em 13,75% ao ano, entre agosto de 2022 e agosto de 2023, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano, começando a aumentar a Selic na reunião de setembro, quando a taxa subiu 0,25 ponto.</p>
<p>Em comunicado, o Copom informou que a incerteza nos Estados Unidos se ampliou. Sem citar diretamente a eleição do ex-presidente Donald Trump, o texto mencionou “a conjuntura econômica incerta nos Estados Unidos, o que suscita maiores dúvidas sobre os ritmos da desaceleração, da desinflação e, consequentemente, sobre a postura do Fed [Federal Reserve, Banco Central norte-americano]”.</p>
<p>Em relação ao cenário doméstico, o Copom informou que está acompanhando a política fiscal e cobrou ajustes dos gastos públicos. “O Comitê reafirma que uma política fiscal crível e comprometida com a sustentabilidade da dívida, com a apresentação e execução de medidas estruturais para o orçamento fiscal, contribuirá para a ancoragem das expectativas de inflação e para a redução dos prêmios de risco dos ativos financeiros, consequentemente impactando a política monetária”, destacou o comunicado.</p>
<p><strong>Inflação</strong></p>
<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em setembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial, subiu para 0,44%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), puxado pela bandeira vermelha nas contas de luz e pelo preço dos alimentos, que subiu por causa da seca no início do semestre. O IPCA de outubro só será divulgado na sexta-feira (8).</p>
<p>Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,42% em 12 meses, cada vez mais próximo do teto da meta deste ano. Para 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,5% nem ficar abaixo de 1,5% neste ano.</p>
<p>No último <em>Relatório de Inflação</em>, divulgado no fim de setembro pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou para 4,31% a previsão para o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-09/banco-central-eleva-de-23-para-32-projecao-do-pib-em-2024" target="_blank" rel="noopener">IPCA em 2024</a>, mas a estimativa pode subir ainda mais mudar por causa da alta do dólar e do impacto da seca prolongada sobre os preços. O próximo relatório será divulgado no fim de dezembro.</p>
<p>As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim <em>Focus</em>, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-11/em-semana-de-copom-mercado-eleva-previsoes-para-taxa-de-juros" target="_blank" rel="noopener">em 4,59%</a>, acima do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,38%.</p>
<p>O comunicado do Copom trouxe as expectativas atualizadas do Banco Central sobre a inflação. A autoridade monetária prevê que o IPCA chegará a 4,6% em 2024 (acima do teto da meta), 3,9% em 2025 e 3,6% no acumulado em 12 meses no fim do primeiro trimestre em 2026. Isso porque o Banco Central trabalha com o que chama de “horizonte ampliado”, considerando o cenário para a inflação em até 18 meses.</p>
<p>O Banco Central aumentou as estimativas de inflação. Na reunião anterior, de setembro, o Copom previa IPCA de 4,3% em 2024, de 3,7% em 2025 e de 3,5% no acumulado em 12 meses no fim do primeiro trimestre em 2026</p>
<p><strong>Crédito mais caro</strong></p>
<p>O aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação. Isso porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas maiores dificultam o crescimento econômico. No último <em>Relatório de Inflação</em>, o Banco Central elevou para 3,2% a projeção de crescimento para a economia em 2024. O número foi revisado após o expansão de 3,1% do PIB em 2024.</p>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1125-ao-ano/">Copom eleva juros básicos da economia para 11,25% ao ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Em semana de Copom, mercado eleva previsões para taxa de juros</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/em-semana-de-copom-mercado-eleva-previsoes-para-taxa-de-juros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 14:09:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[previsões]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estimativa de inflação está em 4,59% e estoura meta definida pelo CMN.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/em-semana-de-copom-mercado-eleva-previsoes-para-taxa-de-juros/">Em semana de Copom, mercado eleva previsões para taxa de juros</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_3 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam pelo aumento da taxa básica de juros, a Selic, para 11,25% ao ano, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) nesta terça-feira (5) e quarta-feira (6).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1618222&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1618222&amp;o=node" /></p>
<p>A previsão está no Boletim Focus desta segunda-feira (4), pesquisa divulgada semanalmente pelo BC com a expectativa para os principais indicadores econômicos. Os analistas de mercado também elevaram a estimativa para a taxa básica para os próximos anos.</p>
<p>Na reunião de setembro, o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-09/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1075-ao-ano%2C" target="_blank" rel="noopener">Copom elevou a Selic pela primeira vez em mais de dois anos, para 10,75% ao ano</a>, diante da alta recente do dólar e das incertezas em torno da inflação.</p>
<p>A última alta dos juros ocorreu em agosto de 2022, quando a taxa subiu de 13,25% para 13,75% ao ano. Após passar um ano nesse nível, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano.</p>
<p>Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 em 11,75% ao ano. Depois do encontro desta semana, o Copom vai se reunir mais uma vez este ano, em 10 e 11 de dezembro.</p>
<p>Para o fim de 2025, a estimativa para a taxa básica subiu de 11,25% ao ano para 11,5% ao ano. Para 2026 e 2027, o mercado prevê que a taxa seja reduzida, mas elevou o seu nível em 0,25 ponto percentual para os dois anos, para 9,75% ao ano e 9,25% ao ano, respectivamente.</p>
<p><strong>Inflação</strong></p>
<p>A Selic é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>Pela quinta semana consecutiva, a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país, subiu, passando de 4,55% para 4,59% este ano. Se confirmado, o IPCA estoura o teto da meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).</p>
<p>Para 2025, a projeção da inflação também subiu de 4% para 4,03%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,61% e 3,5%, respectivamente.</p>
<p>A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo CMN, a meta é de 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>A partir de 2025, entrará em vigor o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-06/bc-descumprira-meta-se-inflacao-ficar-fora-do-alvo-por-seis-meses" target="_blank" rel="noopener">sistema de meta contínua</a> e, assim, o CMN não precisará mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>Em setembro, puxado principalmente pela conta de energia elétrica das residências, a <a href="http://3https//agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-10/ipca-registra-alta-de-044-em-setembro" target="_blank" rel="noopener">inflação no país foi de 0,44%</a> após o IPCA ter registrado deflação de 0,02% em agosto. De acordo com o IBGE, em 12 meses o IPCA acumula 4,42%.</p>
<p><strong>PIB e câmbio</strong></p>
<p>A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano também subiu de 3,08% para 3,1%. No segundo trimestre do ano, o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-09/pib-cresce-14-no-segundo-trimestre-e-fica-acima-do-esperado" target="_blank" rel="noopener">surpreendeu e subiu 1,4%</a> em comparação com o primeiro trimestre. De acordo com o IBGE, na comparação com o segundo trimestre de 2023, a alta foi de 3,3%.</p>
<p>Para 2025, a expectativa para o PIB é de crescimento de 1,93%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro estima expansão do PIB também em 2%, para os dois anos.</p>
<p>Em 2023, também superando as projeções, a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-03/economia-brasileira-cresce-29-em-2023" target="_blank" rel="noopener">economia brasileira cresceu 2,9%</a>, atingindo R$ 10,9 trilhões, de acordo com o IBGE. Em 2022, a taxa de crescimento havia sido de 3%.</p>
<p>A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,50 para o fim deste ano. No fim de 2025, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,43.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/em-semana-de-copom-mercado-eleva-previsoes-para-taxa-de-juros/">Em semana de Copom, mercado eleva previsões para taxa de juros</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Copom decide nesta quarta se eleva juros básicos da economia</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/copom-decide-nesta-quarta-se-eleva-juros-basicos-da-economia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 14:58:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[juros básicos da economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Taxa Selic, em 10,5% ao ano, pode subir 0,25 ou 0,5 ponto</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/copom-decide-nesta-quarta-se-eleva-juros-basicos-da-economia/">Copom decide nesta quarta se eleva juros básicos da economia</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Com possibilidade de divisão entre os membros, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (17) se mantém ou eleva a taxa básica de juros, a Selic. A recente alta do dólar e o impacto da seca sobre o preço de energia e alimentos trouxeram a indefinição se o colegiado subirá os juros básicos pela primeira vez em mais de dois anos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1612619&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1612619&amp;o=node" /></p>
<p>No comunicado da última reunião, no fim de julho, o Copom informou que o cenário econômico dentro e fora do Brasil exige cautela. Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-09/mercado-eleva-para-296-projecao-de-expansao-da-economia-em-2024" target="_blank" rel="noopener">deve subir 0,25 ponto percentual</a> nesta reunião e encerrar 2024 em 11,25% ao ano.</p>
<p>Nesta quarta-feira, ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão. A última alta dos juros ocorreu em agosto de 2022, quando a taxa subiu de 13,25% para 13,75% ao ano. Após passar um ano nesse nível, a taxa teve seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, entre agosto do ano passado e maio deste ano. Nas reuniões, de junho e julho, o Copom decidiu manter a taxa em 10,5% ao ano, no menor nível desde fevereiro de 2022.</p>
<p><strong>Inflação</strong></p>
<p>Na ata da reunião mais recente, o Copom informou que <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-08/com-alta-do-dolar-e-dos-gastos-publicos-bc-avalia-subir-juros" target="_blank" rel="noopener">avaliava uma elevação nos juros </a>por causa da valorização do dólar e do aumento dos gastos públicos. Os membros do colegiado afirmaram que o momento é “ainda de maior cautela e de acompanhamento diligente dos condicionantes da inflação”.</p>
<p>De acordo com o último boletim Focus, a estimativa de inflação para 2024 subiu de 4,22% há quatro semanas para 4,35%. Isso representa inflação cada vez mais próxima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3% para este ano, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.</p>
<p>Em agosto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-09/indice-que-mede-inflacao-oficial-tem-deflacao-em-agosto" target="_blank" rel="noopener">ficou negativo em 0,02%</a>, a primeira deflação desde junho de 2023. O alívio, no entanto, é temporário.</p>
<p>A inflação ficou negativa em agosto por causa da queda dos preços de energia, que <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-08/aneel-muda-bandeira-tarifaria-para-vermelha-patamar-2-em-setembro" target="_blank" rel="noopener">subirão a partir de setembro </a>por causa da bandeira tarifária vermelha. Além disso, na semana passada, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, admitiu que a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-09/inflacao-provocada-por-seca-nao-se-resolve-com-juros-diz-haddad" target="_blank" rel="noopener">seca prolongada terá impacto no preço dos alimentos</a>. Na ocasião, o ministro defendeu que o choque de oferta de alimentos não seja resolvido por meio de juros.</p>
<p>Nos últimos meses, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os alimentos e os serviços têm puxado a inflação. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 4,24% em 12 meses, dentro da meta para 2024, mas próximo do teto.</p>
<p><strong>Taxa Selic</strong></p>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>
<p>Meta</p>
<p>Para este ano, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%. Para 2025 e 2026, as metas também são de 3% para os dois anos, com o mesmo intervalo de tolerância.</p>
<p>No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-06/banco-central-eleva-estimativa-de-pib-para-23-este-ano" target="_blank" rel="noopener">IPCA termine 2024 em 4%</a>, mas a estimativa foi divulgada antes da alta do dólar e do impacto da seca prolongada. O próximo relatório será divulgado no fim de setembro.</p></div>
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		<title>Em recado claro, membros do Copom afirmam que podem subir os juros para conter a inflação</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/em-recado-claro-membros-do-copom-afirmam-que-podem-subir-os-juros-para-conter-a-inflacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Aug 2024 13:18:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diretores do BC deixaram de lado comunicação típica e sinalizaram claramente que possibilidade de alta de juros está no radar.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span class="is_emphasis">Os membros do Comitê de Política Monetária (<strong>Copom</strong>) deixaram de lado a usual comunicação indireta na ata da última reunião publicada nesta terça-feira, 6. </span>Eles afirmaram, explicitamente e de maneira unânime, que não hesitarão em <strong>aumentar a taxa de juros</strong> para assegurar a convergência da <strong>inflação</strong> à meta se julgarem apropriado.</p>
<p>Na prática, os diretores do Banco Central (BC) sinalizaram claramente que podem <strong>subir os juros</strong> nas próximas reuniões.</p>
<p class="m-0 p-0 lg:text-pretty body-extra-large text-colors-text overflow-hidden py-3 lg:py-4">Com isso, <span class="is_emphasis">a dúvida agora passa a ser quando começará o ciclo de alta e se essas elevações serão de 0,25 ponto percentual ou de 0,5 ponto percentual.</span></p>
<p class="m-0 p-0 lg:text-pretty body-extra-large text-colors-text overflow-hidden py-3 lg:py-4">&#8220;À luz desse acompanhamento, o Comitê avaliará a melhor estratégia: de um lado, se a estratégia de manutenção da taxa de juros por um tempo suficientemente longo levará a inflação à meta no horizonte relevante; <span class="is_emphasis">de outro lado, o Comitê, unanimemente, reforçou que não hesitará em elevar a taxa de juros para assegurar a convergência da inflação à meta se julgar apropriado</span>&#8220;, informaram os diretores do BC.</p>
<p class="m-0 p-0 lg:text-pretty body-extra-large text-colors-text overflow-hidden py-3 lg:py-4">&#8220;Como usual, as estratégias adotadas pelo Comitê refletirão o compromisso com o cumprimento da meta de inflação, visando também a reancoragem das expectativas de inflação de modo a minimizar o custo da desinflação. O Comitê se manterá vigilante e relembra que eventuais ajustes futuros na taxa de juros serão ditados pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta.&#8221;</p>
<p class="m-0 p-0 lg:text-pretty body-extra-large text-colors-text overflow-hidden py-3 lg:py-4">Os membros do Copom afirmaram que o cenário atual é marcado por projeções mais elevadas e mais riscos para a <strong>alta da inflação</strong>.</p>
<p class="m-0 p-0 lg:text-pretty body-extra-large text-colors-text overflow-hidden py-3 lg:py-4">E que o desenrolar do cenário será particularmente importante para definir os próximos passos de política monetária. De maneira unânime, eles afirmaram que o momento é de maior cautela e de acompanhamento diligente dos condicionantes da inflação.</p>
<p class="m-0 p-0 lg:text-pretty headline-small text-colors-text py-3"><strong>Inflação de serviços preocupa Copom</strong></p>
<p class="m-0 p-0 lg:text-pretty body-extra-large text-colors-text overflow-hidden py-3 lg:py-4">Segundo o Copom, as taxas de inflação de bens industriais e de alimentação no domicílio mantiveram suas recentes trajetórias, deixando de contribuir para a desinflação nesse estágio do processo desinflacionário.</p>
<p class="m-0 p-0 lg:text-pretty body-extra-large text-colors-text overflow-hidden py-3 lg:py-4">Para piorar, a <strong>inflação de serviços</strong> assumiu papel preponderante na dinâmica de redução de preços.</p>
<p class="m-0 p-0 lg:text-pretty body-extra-large text-colors-text overflow-hidden py-3 lg:py-4">&#8220;Debateu-se então o papel da dinâmica do mercado de trabalho e das expectativas de inflação para a determinação da inflação de serviços. Concluiu-se que o processo desinflacionário arrefeceu e que os níveis de inflação corrente acima da meta, em contexto de dinamismo da atividade econômica, tornam a convergência da inflação à meta mais desafiadora&#8221;, informou o BC.</p>
<p class="m-0 p-0 lg:text-pretty body-extra-large text-colors-text overflow-hidden py-3 lg:py-4">Além disso, os membros do Copom avaliaram que o cenário prospectivo de inflação se tornou mais desafiador, com o aumento das projeções de inflação de médio prazo, mesmo condicionadas em uma trajetória de taxa de juros mais elevada.</p>
<p class="m-0 p-0 lg:text-pretty body-extra-large text-colors-text overflow-hidden py-3 lg:py-4">Com isso, os diretores do BC concluíram unanimemente pela necessidade de uma <strong>política monetária ainda mais cautelosa</strong> e de acompanhamento diligente do desenrolar do cenário.</p>
<p>&#8220;O Comitê avalia que a condução da política monetária é um fator fundamental para a reancoragem das expectativas e continuará tomando decisões que salvaguardem a credibilidade e, consequentemente, reduzam o custo da desinflação&#8221;, afirmaram os membros do Copom. &#8220;O Comitê não se furtará ao seu compromisso com o atingimento da meta de inflação e entende o papel fundamental das expectativas na dinâmica da inflação.&#8221;</p>
<p><em>Foto: divulgação Exame</em></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/em-recado-claro-membros-do-copom-afirmam-que-podem-subir-os-juros-para-conter-a-inflacao/">Em recado claro, membros do Copom afirmam que podem subir os juros para conter a inflação</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Copom decide nesta quarta se corta ou mantém juros básicos da economia</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/copom-decide-nesta-quarta-se-corta-ou-mantem-juros-basicos-da-economia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 13:06:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Taxa Selic, em 10,5% ao ano, pode ser mantida ou cair 0,25 ponto.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/copom-decide-nesta-quarta-se-corta-ou-mantem-juros-basicos-da-economia/">Copom decide nesta quarta se corta ou mantém juros básicos da economia</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Com a possibilidade de divisão entre os membros, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (19) se corta ou mantém a taxa básica de juros, a Selic. A recente alta do dólar e da inflação e os juros altos nos Estados Unidos trouxeram a indefinição se o colegiado encerrará o ciclo de cortes, que começou em agosto do ano passado, ou se fará uma última redução de 0,25 ponto percentual.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1600243&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1600243&amp;o=node" /></p>
<p>Nos comunicados da última reunião, em maio, o Copom deixou de informar o que faria nos encontros seguintes. Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-06/mercado-financeiro-espera-por-manutencao-da-taxa-de-juros-nesta-semana" target="_blank" rel="noopener">continuar em 10,5% ao ano</a> até o fim de 2024. Há um mês, a estimativa era de que a Selic encerrasse o ano em 10%.</p>
<p>Nesta quarta-feira, ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão. Nas últimas sete reuniões, a autoridade monetária reduziu a Taxa Selic, com seis cortes de 0,5 ponto e um corte de 0,25 ponto, na última reunião, em maio.</p>
<p>Inflação</p>
<p>Na ata da reunião mais recente, o Copom informou que via alta nas <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-05/bc-ve-alta-de-expectativas-de-inflacao-e-nao-indica-corte-de-juros" target="_blank" rel="noopener">expectativas de inflação</a>. O documento informou que a divisão entre os diretores do Banco Central não se deveu a motivações políticas, mas sobre o comprometimento com as indicações das reuniões anteriores. Até março, o BC indicava que pretendia cortar a Selic em 0,5 ponto percentual em maio.</p>
<p>Na última reunião, os diretores Carolina de Assis Barros, Diogo Abry Guillen, Otávio Ribeiro Damaso e Renato Dias de Brito Gomes, indicados pelo governo anterior, votaram por uma redução de 0,25 ponto percentual. Votaram por uma redução de 0,50 ponto percentual os seguintes membros: Ailton de Aquino Santos, Gabriel Muricca Galípolo, Paulo Picchetti e Rodrigo Alves Teixeira, indicados pelo atual governo. Coube ao presidente do BC, Roberto Campos Neto, também indicado pelo governo anterior, desempatar a votação e decidir pelo corte de 0,25 ponto.</p>
<p>Segundo o último boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras feita pelo BC, a estimativa de inflação para 2024 subiu bastante, de 3,8% há quatro semanas para 3,96%. Isso representa inflação cada vez mais próxima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3% para este ano, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.</p>
<p>Em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-06/inflacao-de-maio-sobe-para-046-influenciada-pelos-alimentos" target="_blank" rel="noopener"> inflação oficial</a>, subiu para 0,46%. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os alimentos puxaram o indicador após as enchentes no Rio Grande do Sul. Com o resultado, o indicador acumula alta de 3,93% em 12 meses, dentro da meta para 2024.</p>
<p>Taxa Selic</p>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>
<h2>Meta</h2>
<p>Para 2024, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%. Para 2025 e 2026, as metas também são de 3% para os dois anos, com o mesmo intervalo de tolerância.</p>
<p>No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-03/banco-central-revisa-previsao-de-crescimento-da-economia-para-19" target="_blank" rel="noopener">previsão</a> de que o IPCA termine 2024 em 3,5%, mas a estimativa foi divulgada antes da alta do dólar e das enchentes no Rio Grande do Sul. O próximo relatório será divulgado no fim de junho.</p>
<p><em>Foto: divulgação Agência Brasil</em></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/copom-decide-nesta-quarta-se-corta-ou-mantem-juros-basicos-da-economia/">Copom decide nesta quarta se corta ou mantém juros básicos da economia</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Copom decide nesta quarta corte dos juros básicos da economia</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/copom-decide-nesta-quarta-corte-dos-juros-basicos-da-economia-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2024 14:21:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Taxa Selic, em 11,25% ao ano, deve cair em 0,5 ponto percentual.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/copom-decide-nesta-quarta-corte-dos-juros-basicos-da-economia-2/">Copom decide nesta quarta corte dos juros básicos da economia</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_7 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decide nesta quarta-feira (20) o tamanho do corte na taxa básica de juros, a Selic. Mesmo com a recente alta do dólar e com os juros altos nos Estados Unidos, o órgão deve reduzir a Selic, atualmente em 11,25% ao ano, para 10,75% ao ano. Esse será o sexto corte desde agosto, quando a autoridade monetária interrompeu o ciclo de aperto monetário.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1586342&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1586342&amp;o=node" /></p>
<p>Nos comunicados das últimas reuniões, o Copom tinha informado que os diretores do BC e o presidente do órgão, Roberto Campos Neto, tinham previsto, por unanimidade, cortes de 0,5 ponto percentual nos próximos encontros. No entanto, existe a expectativa se a Selic vai ser reduzida apenas até a reunião de maio ou se os cortes continuarão até o segundo semestre.</p>
<p>Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve realmente cair 0,5 ponto percentual. A expectativa do mercado financeiro é que a Selic encerre o ano em 9% ao ano. Nesta quarta-feira, ao fim do dia, o Copom anunciará a decisão.</p>
<p><strong>Inflação</strong></p>
<p>Na ata da última reunião, em janeiro, o Copom constatou que a desaceleração da economia está diminuindo e confirmou a intenção de novos cortes de juros. O Banco Central também reforçou a importância de o governo continuar a perseguir as metas de melhoria das contas públicas para impedir um eventual repique da inflação.</p>
<p>O Copom avaliou que parte da incerteza observada nos mercados, com reflexo nas expectativas de inflação, está em torno da capacidade do governo de executar as medidas de receita e despesas compatíveis com o arcabouço fiscal. No mercado internacional, a perspectiva de alta de juros nos Estados Unidos e a guerra entre Israel e o grupo palestino Hamas dificultam a tarefa do BC de baixar os juros em 0,5 ponto por longo tempo.</p>
<p>Segundo o último boletim Focus, a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-02/mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-2024-e-2025" target="_blank" rel="noopener">estimativa de inflação</a> para 2024 subiu levemente, de 3,77% para 3,79%. Isso representa inflação dentro do intervalo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3% para este ano, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.</p>
<p>Em fevereiro, puxado por educação e alimentos, o<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-03/ibge-inflacao-oficial-sobe-083-em-fevereiro" target="_blank" rel="noopener"> IPCA ficou em 0,83%</a>, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,5% em 12 meses, no teto da meta para 2024.</p>
<p><strong>Taxa Selic</strong></p>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p>Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>
<p><strong>Meta</strong></p>
<p>Para 2024, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%. Para 2025 e 2026, as metas também são de 3% para os dois anos, com o mesmo intervalo de tolerância.</p>
<p>No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a previsão de que o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/banco-central-estima-que-inflacao-feche-o-ano-em-46" target="_blank" rel="noopener">IPCA termine 2024 em 3,5%</a>, dentro da meta de inflação. O próximo relatório será divulgado no fim de março.</p>
<p><em>Foto: divulgação Agência Brasil</em></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/copom-decide-nesta-quarta-corte-dos-juros-basicos-da-economia-2/">Copom decide nesta quarta corte dos juros básicos da economia</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Copom reduz juros básicos da economia para 11,25% ao ano</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1125-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Feb 2024 14:02:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Queda de 0,5 ponto era esperada pelo mercado financeiro.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1125-ao-ano/">Copom reduz juros básicos da economia para 11,25% ao ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O comportamento dos preços fez o Banco Central (BC) cortar os juros pela quinta vez seguida. Por <b>unanimidade</b>, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 11,25% ao ano. A decisão era <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-01/mercado-reduz-para-381-previsao-para-inflacao-de-2024" target="_blank" rel="noopener">esperada pelos analistas financeiros </a>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1578875&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1578875&amp;o=node" /></p>
<p>Em nota, o Copom informou que pretende continuar a reduzir a Selic em 0,5 ponto percentual nas próximas reuniões. Na entrevista coletiva do Relatório de Inflação de dezembro, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, indicou que o Copom sempre se refere aos próximos dois encontros ao mencionar a expressão “próximas reuniões”, o que indica que os cortes continuarão até maio pelo menos.</p>
<p>“Em se confirmando o cenário esperado, os membros do comitê, unanimemente, anteveem redução de mesma magnitude nas próximas reuniões e avaliam que esse é o ritmo apropriado para manter a política monetária contracionista necessária para o processo desinflacionário”, destacou o comunicado. Em relação à quando os cortes serão interrompidos, o órgão informou que isso dependerá do cenário econômico “de maior prazo”.</p>
<p>A taxa está no menor nível desde março de 2022, quando estava em 10,75% ao ano. De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.</p>
<p>Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.</p>
<p><strong>Inflação</strong></p>
<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em 2023, o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-01/ipca-encerra-2023-com-alta-de-462-abaixo-do-teto-da-meta" target="_blank" rel="noopener">indicador ficou em 4,62%</a>. Após sucessivas quedas no fim do primeiro semestre, a inflação voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada pelos economistas.</p>
<p>O índice fechou o ano passado abaixo o teto da meta de inflação, que era 4,75%. Para 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,5% nem ficar abaixo de 1,5% neste ano.</p>
<p>No <em>Relatório de Inflação</em> divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a estimativa de que o IPCA fecharia 2024 <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/banco-central-estima-que-inflacao-feche-o-ano-em-46" target="_blank" rel="noopener">em 3,5% no cenário base</a>. A projeção, no entanto, pode ser revista na nova versão do relatório, que será divulgada no fim de março.</p>
<p>As previsões do mercado estão mais otimistas que as oficiais. De acordo com o boletim <em>Focus</em>, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-01/mercado-reduz-para-381-previsao-para-inflacao-de-2024" target="_blank" rel="noopener">ano em 3,81%</a>, abaixo portanto do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 3,9%.</p>
<p><strong>Crédito mais barato</strong></p>
<p>A redução da taxa Selic ajuda a estimular a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais baixas dificultam o controle da inflação. No último <em>Relatório de Inflação</em>, o Banco Central <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/banco-central-estima-que-inflacao-feche-o-ano-em-46" target="_blank" rel="noopener">reduziu para 1,7% a projeção de crescimento</a> para a economia em 2023.</p>
<p>O mercado projeta crescimento semelhante. Segundo a última edição do boletim <em>Focus</em>, os analistas econômicos preveem <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-01/mercado-reduz-para-381-previsao-para-inflacao-de-2024" target="_blank" rel="noopener">expansão de 1,6%</a> do PIB em 2023.</p>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>
<p><em>Foto: divulgação Agência Brasil</em></p>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1125-ao-ano/">Copom reduz juros básicos da economia para 11,25% ao ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Copom inicia oitava reunião do ano para definir taxa básica de juros</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/copom-inicia-oitava-reuniao-do-ano-para-definir-taxa-basica-de-juros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 14:52:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Expectativa é de redução de 12,25% para 11,75% ao ano.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/copom-inicia-oitava-reuniao-do-ano-para-definir-taxa-basica-de-juros/">Copom inicia oitava reunião do ano para definir taxa básica de juros</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia, nesta terça-feira (12), a oitava e última reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. No encontro, que termina amanhã (13), a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/mercado-eleva-para-292-projecao-de-expansao-da-economia-em-2023" target="_blank" rel="noopener">expectativa</a> é que o órgão reduza a taxa dos atuais 12,25% ao ano para 11,75% ao ano, segundo o boletim Focus, pesquisa semanal do BC com analistas de mercado.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1571715&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1571715&amp;o=node" /></p>
<p>Este deverá ser o quarto corte desde agosto, quando a autoridade monetária interrompeu o ciclo de aperto monetário (juros que desestimulam a economia). Após sucessivas quedas no fim do primeiro semestre, a inflação voltou a subir na segunda metade do ano, mas essa alta era esperada por economistas.</p>
<p>Os membros do Copom já previam cortes de 0,5 ponto percentual nas reuniões do segundo semestre. No comunicado do último encontro, em novembro, o órgão informou que a magnitude total do ciclo de flexibilização ao longo do tempo dependerá da evolução da dinâmica inflacionária.</p>
<p>Para o ano que vem, a estimativa dos analistas é que as reduções continuem, em menor medida, e que a Selic encerre 2024 em 9,25% ao ano. Para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 8,5% ao ano.</p>
<p><strong>Inflação</strong></p>
<p>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação é 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%.</p>
<p>Em novembro, o aumento de preços dos alimentos pressionou o resultado da inflação. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerada a inflação oficial do país ficou em 0,28%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual foi maior que a taxa de setembro, que teve alta de 0,24%.</p>
<p>A inflação acumulada este ano atingiu 4,04%. Nos últimos 12 meses, o índice está em 4,68%.</p>
<p>Na última ata, o Copom avaliou a necessidade de se manter uma política monetária ainda contracionista para que se consolide a convergência da inflação para a meta em 2024 e 2025 e a ancoragem das expectativas. Para 2024, a estimativa do mercado para a inflação está em 3,93%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 3,5% para os dois anos.</p>
<p>De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, energia e combustíveis. Por um ano, de agosto do ano passado a agosto deste ano, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.</p>
<p>Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.</p>
<p><strong>Taxa Selic</strong></p>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Ao reduzir a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>No último <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-09/bc-aumenta-projecao-de-crescimento-do-pib-de-2-para-29" target="_blank" rel="noopener">Relatório de Inflação</a>, o Banco Central aumentou para 2,9% a projeção de crescimento para a economia em 2023. O mercado projeta mesmo crescimento, de 2,92% segundo o boletim Focus.</p>
<p>Superando as<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/pib-cresce-01-no-terceiro-trimestre-diz-ibge" target="_blank" rel="noopener"> projeções</a>, no terceiro trimestre do ano a economia brasileira cresceu 0,1%, na comparação com o segundo trimestre de 2023, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano, a alta acumulada foi de 3,2%.</p>
<p>Com o resultado, o PIB está novamente no maior patamar da série histórica, ficando 7,2% acima do nível pré-pandemia, registrado nos três últimos meses de 2019.</p>
<p>O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/copom-inicia-oitava-reuniao-do-ano-para-definir-taxa-basica-de-juros/">Copom inicia oitava reunião do ano para definir taxa básica de juros</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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