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	<title>Arquivos Caminhão &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Caminhão &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Caminhão parado custa até R$ 4 mil por dia e dispara custo do frete</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/caminhao-parado-custa-ate-r-4-mil-por-dia-e-dispara-custo-do-frete/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 13:44:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com nove feriados nacionais caindo em dias úteis, o setor enfrenta aumento da ociosidade da frota, o que eleva custos e reduz a produtividade em uma atividade que responde por cerca de 65% da matriz logística brasileira.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/caminhao-parado-custa-ate-r-4-mil-por-dia-e-dispara-custo-do-frete/">Caminhão parado custa até R$ 4 mil por dia e dispara custo do frete</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Feriados em dias úteis ampliam ociosidade e pressionam resultado das transportadoras</em></p>
<p>O transporte rodoviário de cargas entra em 2026 sob pressão de um fator pouco usual: o calendário. Com nove feriados nacionais caindo em dias úteis, o setor enfrenta aumento da ociosidade da frota, o que eleva custos e reduz a produtividade em uma atividade que responde por cerca de 65% da matriz logística brasileira.</p>
<p>O impacto é direto no resultado das transportadoras. Na Buzin Transportes, cada caminhão parado representa perda de faturamento entre R$ 3,5 mil e R$ 4 mil por dia. Em períodos de feriados prolongados, o prejuízo potencial pode chegar a R$ 9 milhões a R$ 12 milhões.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Custo da ociosidade</h2>
<p>“O transporte vive da otimização do tempo. Um caminhão que não carrega ou descarrega porque a indústria ou o varejo pararam é um ativo de alto valor gerando custo sem contrapartida de receita”, afirma Leonardo Busin.</p>
<p>Segundo o executivo, mesmo com o diesel representando cerca de 40% dos custos operacionais, a ociosidade da frota se torna um fator crítico. “Muitas vezes, a empresa não tem capacidade operacional para recuperar em três dias o que foi perdido em quatro de feriado prolongado, o que impacta diretamente o resultado final do mês”, diz.</p>
<h2 class="wp-block-heading">Planejamento vira diferencial</h2>
<p>Para mitigar os efeitos, empresas têm adotado estratégias de antecipação de rotas e sincronização de entregas, garantindo que os veículos estejam carregados durante os feriados e cheguem aos destinos na reabertura dos pontos de descarga.</p>
<p>O cenário reforça o peso do transporte no custo Brasil — estimado em 15,5% do PIB — e amplia a necessidade de planejamento operacional mais preciso, especialmente em cadeias como agronegócio e indústria, onde a continuidade do fluxo logístico é determinante para evitar perdas e pressão sobre o frete.</p></div>
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		<title>Governo estuda R$ 20 bi em crédito para caminhão e ônibus</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/governo-estuda-r-20-bi-em-credito-para-caminhao-e-onibus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:13:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhão]]></category>
		<category><![CDATA[Crédito para caminhão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No ano passado, o acesso ao crédito foi condicionado à substituição de veículos antigos e a linha foi desenhada com limite de R$ 10 bilhões.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Nova rodada de incentivo de incluir ônibus e pode contemplar também implementos rodoviários</em></p>
<p>O governo federal estuda destinar até R$ 20 bilhões para o programa Move Brasil, criado no fim do ano passado com o objetivo de incentivar a renovação da frota de caminhões e operado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Quando o programa foi anunciado, disponibilizou R$ 10 bilhões em crédito do Tesouro e do BNDES. A nova rodada deve manter o modelo que combina recurso público com funding próprio do banco. A nova linha pode incluir também ônibus.</p>
<p>Fontes do setor privado afirmaram ao Valor que foram informados que o Move Brasil poderia ofertar mais R$ 10 bilhões, no contexto das medidas preparadas pelo governo para estimular a economia. Membros do Executivo, contudo, apontam que podem ser destinados mais, e a cifra pode chegar a R$ 20 bilhões. Segundo um interlocutor, uma possibilidade seria R$ 16 bilhões vindos do Tesouro e R$ 4 bilhões de funding do BNDES.</p>
<p>O vice-presidente Geraldo Alckmin confirmou nesta terça-feira, 14, que o programa deverá ter “outra tranche”, desta vez incluindo ônibus. Há também a possibilidade de incluir implementos rodoviários, apurou o Valor. Alckmin reforçou que R$ 10 bilhões destinados à linha já foram esgotados.</p>
<p>No ano passado, o acesso ao crédito foi condicionado à substituição de veículos antigos e a linha foi desenhada com limite de R$ 10 bilhões, sendo R$ 4 bilhões do BNDES e R$ 6 bilhões aportados pelo Tesouro. As taxas de juros variavam entre 13% e 14%.</p>
<p>Para viabilizar a nova rodada, uma das alternativas em análise é recorrer a um dispositivo da Emenda Constitucional 136 que permite, entre 2025 e 2030, direcionar até 25% do superávit dos fundos para financiamentos reembolsáveis ligados a projetos de mitigação e adaptação às mudanças climáticas, além de iniciativas de transformação ecológica.</p>
<p>Em meio à desaceleração da economia e diante do ano eleitoral, o governo avalia novas medidas de crédito direcionadas a setores específicos, com o objetivo de identificar onde a atividade foi mais afetada e que estímulos podem induzir investimento, redução da ociosidade ou preservação da capacidade produtiva.</p>
<p>Para o Banco Central, medidas desse tipo podem ir na contramão da política de juros e, mesmo voltadas ao investimento, tendem a acelerar a demanda e atividade no curto prazo, com risco de pressionar a inflação.</p>
<p>Técnicos da área econômica argumentam que a iniciativa não busca impulsionar o consumo nem o mercado de trabalho de forma ampla, mas sim atingir segmentos com maior capacidade de resposta, seja pela estrutura verticalizada das cadeias produtivas, seja pelo nível de ociosidade existente.</p>
<p>Ainda no reforço da oferta de crédito, também está em estudo usar cerca de R$ 25 bilhões da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para linhas de inovação em geral, como foco em agronegócio e aquisição de equipamentos. Estes recursos são referentes à uma lei sancionada no ano passado que permitiu o uso do superávit financeiro do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) pela Finep.</p>
<p>Como mostrou o Valor, está em avaliação também uma linha de crédito para carros sustentáveis, voltada a motoristas de aplicativo e taxistas. Em outra frente, o governo prepara um novo aporte no Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), que dá apoio ao Programa Emergencial de Acesso ao Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (Peac), com o objetivo de conceder empréstimos novos a microempreendedores individuais, microempresas, empresas de pequeno e médio portes.</p>
<p>Para viabilizar a medida, o governo estuda editar um crédito extraordinário, o que permitiria executar a despesa fora do limite de gastos, embora ainda impacte o resultado primário. O cenário de guerra, aumento da aversão ao risco, restrição ao crédito e piora das condições financeiras das empresas é apontado como justificativa para o uso desse instrumento.</p>
<p>O Valor também mostrou que o governo avalia aumentar o orçamento do Fundo Clima do BNDES para R$ 34 bilhões este ano, conforme permitido pela legislação. Atualmente, o orçamento é de R$ 25 bilhões, mas há demanda por mais recursos.</p></div>
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		<title>Em seis meses, encher tanque de caminhão ficou até 30% mais caro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/em-seis-meses-encher-tanque-de-caminhao-ficou-ate-30-mais-caro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jun 2022 12:29:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP na Mídia]]></category>
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		<category><![CDATA[presidente do SETCESP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo dados do IPTC, o custo para abastecer um caminhão com capacidade de 400 litros de combustível chega a mais de R$ 2.800</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O custo para encher um tanque de combustível de um caminhão no Brasil encareceu em média 30% nos primeiros seis meses deste ano.</p>
<p>O levantamento do Instituto Paulista do Transporte de Carga (IPTC), feito a pedido da CNN, mostra que, em janeiro de 2022, o gasto para abastecer com diesel S-10 um veículo de médio porte, do tipo truck com capacidade média de 280 litros, era de R$ 1.519,28. Hoje, esse valor chega a R$ 1.969,52.</p>
<p>No caso de um caminhão de grande porte, com capacidade de 400 litros de combustível, o aumento no custo passou de R$ 2.170,4, em janeiro deste ano, para R$ 2.813,60 neste mês. Já no caso de um caminhão pequeno, com capacidade de 100 litros de diesel, chamado de VUC, o preço foi de R$ 542,6 para R$ 703,4.</p>
<p>Os dados para o cálculo do IPTC levam em conta os valores do diesel apresentados no boletim mais recente da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), publicado nesta terça-feira (21).</p>
<p>De acordo com o Adriano Depentor, presidente do conselho superior do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (Setcesp), os combustíveis impactam diretamente no custo final das operações de transporte e chegam a representar de 35% a 50% do frete.</p>
<p>“A única alternativa para o transportador é o repasse imediato para toda a cadeia logística, visto que, diante desses recentes aumentos, acarretará uma defasagem maior nas tarifas. Com essas oscilações, é extremamente importante que as empresas de transporte negociem os contratos antigos e adicionem a questão da variação do combustível nos novos”, defende o presidente.</p>
<p>Entretanto, Lauro Valdivia, assessor técnico da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&amp;Logística), o repasse é um problema para as empresas de transporte.</p>
<p>“É muito difícil repassar esse valor. A gente tem visto a frequência dos reajustes, não conseguimos nem passar o último aumento e já está anunciando o próximo. Não foi só o combustível, o preço de um caminhão subiu 40%, tem modelo que já aumentou 64%”, pondera Valdivia.</p>
<p>Ainda de acordo com o IPTC, o mais recente reajuste nos preços praticados pela Petrobras elevará os custos do transporte de cargas com lotação máxima em 21,87% na média geral, sacrificando ainda mais as operações de longas distâncias – acima de 6000 km.</p></div>
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		<item>
		<title>Caminhoneiros poderão gravar o próprio sobrenome no seu Mercedes-Benz</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/caminhoneiros-poderao-gravar-o-proprio-sobrenome-no-seu-mercedes-benz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Aug 2021 13:22:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Parceria SETCESP]]></category>
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		<category><![CDATA[caminhoneiros]]></category>
		<category><![CDATA[Mercedes-Benz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> Os 50 novos proprietários de um caminhão Mercedes-Benz zero quilômetro poderão estampar seu sobrenome no veículo</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Para mostrar a relação emocional que milhares de caminhoneiros brasileiros construíram com os seus caminhões, a Mercedes-Benz do Brasil lançou a promoção “Caminhão com nome e Sobrenome”. Assim como acontece com a chegada de um novo membro da família, o caminhão será batizado com o sobrenome dos 50 compradores de qualquer um dos modelos da marca. A ação ocorrerá no período de 2 de agosto a 2 de setembro de 2021.</p>
<p>Para participar da promoção e personalizar o novo caminhão, os clientes devem iniciar a compra de um zero quilômetro por meio do site www.showroommercedes-benz.com.br e, ao finalizar a negociação em até 30 dias, vão receber o veículo com seu sobrenome gravado na parte frontal, logo abaixo do nome do modelo, por exemplo: Actros Pereira, Axor Santos ou Atego Sampaio.</p>
<p>“Pela primeira vez no país e no mundo, a Mercedes-Benz do Brasil batiza oficialmente os caminhões com o sobrenome da família de alguns proprietários. O veículo sairá de fábrica com o nome de batismo junto ao registro do modelo. Essa ação é ousada, uma vez que altera o nome de registro do modelo global e reflete a própria característica que os donos desenvolvem em relação à posse do caminhão, que é, de verdade, parte da família, dadas as histórias de vida dessas pessoas, muitas vezes compartilhada com a própria história do caminhão”, comenta Roberto Leoncini, vice-presidente de Vendas e Marketing Caminhões e Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil.</p>
<p><strong>Da gestação ao batismo</strong></p>
<p>Para receber o veículo com seu sobrenome, ao iniciar a aquisição pelo site indicado o cliente deve manifestar sua concordância com a promoção e informar o sobrenome que deve ser estampado. Se tiver mais de um, apenas um poderá ser escolhido, que precisa ter, no mínimo, quatro caracteres e, no máximo, 12.</p>
<p>Cada comprador pode adquirir até cinco unidades dentro da promoção, que é válida para a aquisição de qualquer modelo de caminhão Mercedes-Benz zero quilômetro, sem adição de qualquer custo extra.</p>
<p>Além de batizar o caminhão com seu sobrenome, o cliente participante da promoção poderá acompanhar da gestação ao nascimento do veículo por meio de imagens reais da linha de produção.</p>
<p>“Temos a ideia também de, junto ao caminhão, entregar um documento como se fosse uma certidão de nascimento, como um ritual simbolizando que mais um membro da família chegou. Para nós, essa é uma oportunidade incrível de estreitar o relacionamento com os nossos clientes, além de realizar o sonho de muitas famílias que consideram o caminhão como parte de sua história. Vamos reforçar que cada cliente é único, alinhados ao nosso novo mote ’As estradas falam e a Mercedes-Benz ouve cada voz’, reconhecendo cada um por nome e sobrenome”, conclui Leoncini.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Com falta de produtos, mercado de caminhões tem queda de 9%</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/mercado-caminhoes-queda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 May 2021 15:10:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foram comercializados no quarto mês desse ano, 9.818 unidades licenciadas, contra 10.796 em março deste ano</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>De acordo com dados da Fenabrave, a venda de caminhões teve queda de 9,06% em abril. Assim, refletindo a falta de produtos, para atender a demanda. Foram comercializados no quarto mês desse ano, 9.818 unidades licenciadas, contra 10.796 em março deste ano.</p>
<p>No entanto, apesar disso, o resultado ainda mostra uma recuperação de 151,61% sobre abril de 2020. Além disso, considerando a comparação do 1º. Quadrimestre, o acumulado deste ano teve aumento de 47,62% sobre igual período do ano passado. “Lembramos que a comparação se dá por uma base muito baixa, registrada em 2020”, revela o Presidente da FENABRAVE.</p>
<p>Para o setor de caminhões, o crédito se mantém em alta. Entretanto, a programação de entrega, para as vendas efetivadas, de alguns modelos, tem previsão para outubro e novembro/2021. No ranking histórico, o mês de abril e o acumulado do 1º. quadrimestre de 2021 estão na 7ª posição para Caminhões.</p></div>
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		<item>
		<title>TST decide que horas de espera do motorista não são horas extras</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/tst-decide-que-horas-de-espera-do-motorista-nao-sao-horas-extras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 16:26:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhão]]></category>
		<category><![CDATA[mercadoria]]></category>
		<category><![CDATA[motorista profissional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204583840</guid>

					<description><![CDATA[<p>Assim, fica incabível indenização por dano existencial</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A 8ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a decisão do TRT/15ª Região (Campinas) que deu provimento ao recurso ordinário da transportadora reclamada para indeferir o pedido de horas extras e reflexos pretendido pelo reclamante, entendendo que o tempo dispensado pelo motorista profissional, enquanto permanece aguardando o carregamento e o descarregamento do caminhão ou a fiscalização da mercadoria transportada em barreiras fiscais ou alfandegárias deve ser indenizado, com base no salário-hora normal, acrescido de 30%, consoante previsto no artigo 235-C, par.8º e 9º, da CLT.</p>
<p>Em seu recurso de revista o reclamante sustentou a inconstitucionalidade do tempo de espera previsto no artigo 235-C, par.1º, 2º, 8º e 9º, da CLT e que a decisão do TRT/15ª Região que deu provimento ao recurso da reclamada viola os artigos 4º, da CLT e 7º, incisos XIII e XVI, da Constituição Federal, pretendendo receber as horas de tempo de espera como horas extras e não como indenização.</p>
<p>Para o TST a Lei 12.629/12, ao inserir o artigo 235-C na CLT, não violou os artigos 4º da CLT e 7º, incisos XIII e XVI da Constituição Federal, citando outras decisões da Corte superior trabalhista no mesmo sentido. </p>
<p>Outra questão interessante tratada no acórdão se refere ao pedido feito pelo motorista de pagamento de indenização por danos existenciais, pois alega que trabalhava em jornada de trabalho extenuante, apontando violação aos artigos 5º, V e X, 6º e 7º, XIII, da Constituição Federal, 58 e 59 da CLT e 186 do Código Civil.</p>
<p>Para a 8ª Turma do TST o dano existencial não é presumível e necessita ser provado, sob pena de desrespeito às regras do ônus da prova e o cumprimento de jornada de trabalho extensa pela prestação de horas extras, por si só, não enseja indenização quando não demonstrada a efetiva impossibilidade de convívio familiar e social, como na hipótese dos autos, afastando a alegação do reclamante de violação a dispositivos celetistas e constitucionais.</p>
<p>Trata-se de decisão relevante para o transporte rodoviário de cargas, pois o tempo de espera foi inserido na CLT através da Lei 12.619/12 e inicialmente dispunha que as horas de espera deveriam ser indenizadas com base no salário-hora normal, acrescido de 30%.</p>
<p>Posteriormente, o artigo 235-C da CLT sofreu alteração com o advento da Lei 13.103/15, passando o tempo de espera a ter nova conceituação, ao dispor o par.8º que: “são considerados tempo de espera as horas em que o motorista profissional empregado ficar aguardando carga ou descarga do veículo nas dependências do embarcador ou do destinatário e o período gasto com a fiscalização da mercadoria transportada em barreiras fiscais ou alfandegárias, não sendo computados como jornada de trabalho e nem como horas extraordinárias.”</p>
<p>A Lei 13.103/15 também modificou o pagamento do tempo de espera, na medida em que deu nova redação ao par.9º, do artigo 235-C, para dispor que “as horas relativas ao tempo de espera serão indenizadas na proporção de 30% do salário-hora normal.”</p>
<p>Portanto, após essa alteração no par.9º do artigo 235-C, as horas de tempo de espera passaram a ser indenizadas em 30% sobre a hora normal, não sendo devidas repercussões em demais verbas salariais ou rescisórias.</p>
<p>O acórdão mencionado, publicado em 04/12/2020, possui a seguinte ementa:</p>
<p>AGRAVO DE INSTRUMENTO EM RECURSO</p>
<p>DE REVISTA INTERPOSTO PELO RECLAMANTE. INDENIZAÇÃO POR DANO EXISTENCIAL. JORNADA EXTENUANTE. O cumprimento de jornada de trabalho extensa pela prestação de horas extras, por si só, não enseja a indenização pretendida quando não demonstrada a efetiva impossibilidade de convívio familiar e social, hipótese dos autos, conforme decidido no acórdão regional. Com efeito, embora o quadro fático descrito pelo Tribunal a quo demonstre ter havido sobre jornada além do permissivo legal, não consigna, por outro lado, prova de que tal jornada tenha de fato comprometido as relações sociais do reclamante ou seu projeto de vida, fato constitutivo do direito ao dano existencial perseguido. Dessa forma, o indeferimento da indenização não configura ofensa aos artigos 5º, V e X, da CF e 186 e 927 do Código Civil. Agravo de instrumento conhecido e não provido. B) RECURSO DE REVISTA INTERPOSTO PELO RECLAMANTE.</p>
<p>1. PRÊMIO POR PRODUTIVIDADE. HORAS EXTRAS. O reclamante, além do salário-base, recebia prêmio por produtividade, que consiste em um valor pago vinculado ao cumprimento de meta predeterminada, e não à venda de produto, como ocorre na comissão. Assim, por se tratar de verba que será paga apenas se o empregado alcançar a meta prefixada, a contraprestação pelo resultado alcançado não remunera o sobrelabor, como ocorre na comissão, razão pela qual o pagamento apenas do adicional por trabalho extraordinário, conforme preceituado na Súmula nº 340 e na OJ nº 397 da SDI-1, ambas, do TST, representaria prejuízo ao empregado, que não teria sua hora paga. Recurso de revista conhecido e provido. 2. TEMPO DE ESPERA. MOTORISTA PROFISSIONAL. A Lei n° 12.619/2012 alterou a CLT para regular e disciplinar a jornada de trabalho e o tempo de direção do motorista profissional. Nesse sentido, acrescentou ao texto consolidado os arts. 235-A a 235-G, que, além de disporem sobre o exercício da profissão de motorista em empresas de transporte de cargas e de passageiros, tratam do chamado tempo de espera. De acordo com o art. 235-C, § 8º, são “consideradas tempo de espera as horas que excederem à jornada normal de trabalho do motorista de transporte rodoviário de cargas que ficar aguardando para carga ou descarga do veículo no embarcador ou destinatário ou para fiscalização da mercadoria transportada em barreiras fiscais ou alfandegárias, não sendo computadas como horas extraordinárias”. Nessa linha, dispôs o § 9º do mencionado dispositivo consolidado que “as horas relativas ao período do tempo de espera serão indenizadas com base no salário-hora normal acrescido de 30%”. Desta forma, têm-se por ilesos os artigos 4° da CLT e 7°, XIII e XVI, da CF, tendo em vista que o acórdão regional se coaduna com a diretriz do comando consolidado suso mencionado. Recurso de revista conhecido e não provido.” (TST-ARR-13483-10.2016.5.15.0062, 8ª Turma, Rel.Min.Dora Maria da Costa, publ.04/12/2020).</p>
<p>Narciso Figueirôa Junior</p>
<p>Assessor Jurídico do SETCESP</p></div>
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		<title>Fenabrave prevê alta de 16% das vendas de veículos em 2021</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/fenabrave-preve-alta-de-16-das-vendas-de-veiculos-em-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2021 15:32:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
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		<category><![CDATA[fenabrave]]></category>
		<category><![CDATA[venda de veículo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se a projeção for confirmada, o setor terminará este ano com vendas próximas a 2,4 milhões de unidades</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Se a projeção for confirmada, o setor terminará este ano com vendas próximas a 2,4 milhões de unidades</em></p>
<p>Depois da queda de 26,2% de 2020, a Fenabrave, entidade que representa as concessionárias, projetou hoje crescimento de 16% do mercado de veículos novos em 2021. Se a projeção for confirmada, o setor terminará este ano com vendas próximas a 2,4 milhões de unidades, entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus.</p>
<p>Será, assim, uma recuperação de apenas metade do volume perdido no ano passado, ainda sem retomar, portanto, os números de antes da pandemia. Em 2019, o mercado emplacou 2,79 milhões de veículos.</p>
<p>Em relação às vendas de motos, a expectativa da entidade é de um crescimento de 17,6%, o que, se confirmado, significará a comercialização de 1,08 milhão de motocicletas até o último dia de dezembro.</p>
<p>Ao divulgar os prognósticos, a Fenabrave ponderou que, dado o quadro de incertezas e volatilidade, poderá revisar essas projeções a qualquer momento. A previsão, classificada como “preliminar”, parte da premissa de que a economia brasileira vai crescer 3,5% neste ano.</p></div>
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		<title>Emplacamentos atingem melhor marca do ano em novembro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/emplacamentos-atingem-melhor-marca-do-ano-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2020 13:50:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
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		<category><![CDATA[emplacamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os emplacamentos, de todos os segmentos somados, apontaram alta de 0,45% sobre o mês de outubro</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A FENABRAVE – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores divulgou, na quarta-feira, 2 de dezembro, que os emplacamentos, de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros), em novembro, apontaram alta de 0,45% sobre o mês de outubro. Com isso, este é o sétimo mês consecutivo de alta nas vendas este ano.</p>
<p>De acordo com o levantamento, que tem como base os dados do RENAVAM – Registro Nacional de Veículos Automotores, foram comercializadas 334.356 unidades, em novembro, ante 332.874, em outubro. Portanto, na comparação com novembro de 2019 (345.351 unidades), a retração foi de 3,18%.</p>
<p>“Mesmo com novembro tendo um dia útil a menos (20 dias), em relação a outubro (21 dias), a trajetória de alta do mercado se manteve. Além disso, este crescimento fez com que o penúltimo mês do ano registrasse o melhor resultado de 2020, em volume de vendas, até o momento”, destaca o Presidente da FENABRAVE, Alarico Assumpção Júnior.</p>
<p>No acumulado de janeiro a novembro de 2020, 2.799.712 veículos foram emplacados, o que representa retração de 23,62% sobre o mesmo período de 2019 (3.665.298 veículos).</p>
<p>No ranking histórico (entre todos os meses de novembro, desde 1957), novembro/2020 está na 9ª posição e o acumulado de janeiro a novembro está na 15ª colocação.</p></div>
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		<item>
		<title>Produção de caminhões cresce 15% em outubro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/producao-de-caminhoes-cresce-15-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 12:14:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[Caminhão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foram fabricados no país 10.902 unidades no mês passado, ante 9.430 em setembro.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>As montadoras registraram um aumento de 15,61% na produção de caminhões em outubro ante setembro. Assim, foram fabricados no país 10.902 unidades no mês passado, ante 9.430 em setembro.</p>
<p>Além disso, o destaque fica por conta da produção de pesados, que atualmente é o segmento mais representativo na produção e venda de caminhões. De acordo com os dados da Anfavea, foram produzidos 5.062 caminhões pesados em outubro, 23,46% mais que em setembro, quando foram produzidos 4.100 unidades.</p>
<p>“Os resultados de outubro revelam os esforços da indústria para atender ao crescimento da demanda em alguns segmentos do mercado. No entanto, temos muitos desafios para atingir uma recuperação mais vigorosa. Como os novos protocolos das fábricas, a dificuldade de planejar o médio prazo, a alta dos custos e, recentemente, a falta de alguns insumos”, ressaltou o Presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes.</p>
<p>Essa foi a primeira vez que a produção superou as 10 mil unidades neste ano. Em abril, pior mês do ano, foram produzidos apenas 403 unidades. Depois disso, a produção foi subindo gradativamente, passando para 4.054 unidades em maio, 5.575 em junho, 6.820 em julho, 7.087 em agosto e 9.430 em setembro.</p>
<p>No acumulado dos dez meses do ano, a produção atinge 68.977 unidades. No ano passado, no mesmo período, foram produzidos 98.738 caminhões no Brasil, o que mostra que apesar do crescimento, os números ainda estão distantes dos resultados de 2019.</p>
<p>Para a Anfavea, a produção total de caminhões neste ano deve ficar na casa das 83,5 mil unidades.</p></div>
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		<title>Projeto acaba com exame toxicológico para motoristas de ônibus e caminhões</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/projeto-acaba-com-exame-toxicologico-para-motoristas-de-onibus-e-caminhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2020 11:42:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
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		<category><![CDATA[exame toxicológico]]></category>
		<category><![CDATA[motorista de caminhão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A proposta foi apresentada pelo deputado Abou Anni (PSL-SP) à Câmara dos Deputados</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/projeto-acaba-com-exame-toxicologico-para-motoristas-de-onibus-e-caminhoes/">Projeto acaba com exame toxicológico para motoristas de ônibus e caminhões</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_14 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Projeto de Lei 5028/20 acaba com a obrigatoriedade do exame toxicológico para a aquisição e a renovação da carteira nacional de habilitação (CNH) nas categorias C, D e E – de motoristas de caminhões e ônibus; e condutores de reboques ou trailers.</p>
<p>A proposta foi apresentada pelo deputado <a href="https://www.camara.leg.br/deputados/204521">Abou Anni (PSL-SP)</a> à Câmara dos Deputados.</p>
<p>O texto revoga o artigo do <a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/1997/lei-9503-23-setembro-1997-372348-norma-pl.html">Código de Trânsito Brasileiro</a> que trata do assunto. Conforme a redação atual da lei, o exame tem o objetivo de aferir o consumo de substâncias psicoativas que comprometam a capacidade de direção e deve ter janela de detecção mínima de 90 dias. A reprovação no exame resulta na suspensão do direito de dirigir por três meses, desde que o resultado de um novo exame seja negativo.</p>
<p>Abou Anni, no entanto, considera ineficiente o exame de “larga janela de detecção”, em razão de o índice de resultados positivos ser inexpressivo.</p>
<p>“Dados do Denatran de março de 2016, quando a medida passou a valer, até 2018 apontam que 2.179.747 exames toxicológicos foram realizados, mas somente 42.137 (1,9%) testaram positivos”, observa. “O número se mostrou muito menor que os índices encontrados em amostras coletadas de forma aleatória na urina, no sangue e no fluido oral de motoristas, a partir da fiscalização ostensiva nas vias com etilômetro e ‘drogômetro’, estes bem mais eficazes.”</p>
<p>O parlamentar acrescenta que, além de ineficaz e de exatidão duvidosa, o exame custa caro para os trabalhadores. “Estima-se, até 2018, a movimentação de mais de R$ 800 milhões saídos do bolso dos brasileiros, valor que não tem contrapartida dos cofres públicos para que parte dessa fortuna seja revertida em favor da segurança no trânsito e da redução de acidentes”, declara Abou Anni.</p></div>
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