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	<title>Arquivos câmbio &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos câmbio &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Apesar de queda do petróleo, alta do câmbio pressiona preços dos combustíveis no Brasil</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/apesar-de-queda-do-petroleo-alta-do-cambio-pressiona-precos-dos-combustiveis-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 15:03:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[câmbio]]></category>
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		<category><![CDATA[petroleo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Commodity fechou em baixa nesta terça-feira, diante de risco de recessão mundial</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O preço do barril do petróleo tipo brent registrou queda de 9,45% nesta terça-feira (5). Se a notícia poderia levar a crer em uma queda no preço dos combustíveis no Brasil, segundo economistas ouvidos pela CNN, entretanto, as altas seguidas do dólar ainda não permitem que o recuo no preço da commodity seja sentido no mercado interno.</p>
<p>Isso porque, nos últimos trinta dias, a moeda estadunidense, padrão para negociações do óleo, registra um aumento de 12,55% em relação ao real.</p>
<p>Um levantamento produzido pelo professor Alberto Ajzental, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostra a escalada no preço do petróleo tipo brent em real. No mês de junho, o preço do barril chegou a R$ 573, o maior desde o início da pandemia. Há dois anos, em junho de 2020, o petróleo custava em média R$ 224.</p>
<p>O economista explica que dois fatores impactam o preço do dólar e impedem que os brasileiros sintam os benefícios da baixa no petróleo: aumento de taxa de juros nos Estados Unidos e a situação político-econômica interna do Brasil.</p>
<p>“O mundo está em um cenário de muita inflação e todos os Bancos Centrais estão subindo a taxa de juros. Nos Estados Unidos, a subida dos juros fortalece o dólar. Outro problema é que o real também segue desvalorizado. A gente tem uma situação política muito delicada e vai começar o processo eleitoral”, afirma Ajzental.</p>
<p>O professor aponta ainda que a situação fiscal brasileira pode trazer problemas futuros. Ajzental cita a chamada “PEC Kamikaze”, que libera recursos para criação de auxílios financeiros para determinados grupos da população e setores econômicos.</p>
<p>“Esse projeto vai liberar R$ 41 bilhões de um orçamento já apertado. É muito malvisto, e o Brasil não se mostra sério, estável. Isso influencia o câmbio e desvaloriza a moeda”, completa.</p>
<p>Apesar da queda no preço esta semana, o cenário do petróleo mundialmente não deve ser de estabilidade. O diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, Adriano Pires, explica que o recuo mais acentuado registrado nesta terça-feira (05) é uma resposta do mercado ao sinal de uma recessão econômica, que provoca desvalorização de commodities.</p>
<p>“Alta de juros provoca recessão e isso mexe com preço do barril, mas o petróleo não deve continuar caindo. Existe uma possibilidade de que a Rússia reduza a produção de petróleo e gás para pressionar os países do Ocidente. Isso faz com que a oferta do produto seja menor que a demand, e provoque um aumento no valor do brent”, explica Pires.</p>
<p>As quedas mais recentes no preço do barril do petróleo afetaram inclusive as ações de grandes empresas do setor. Nesta terça-feira, das cinco ações com maiores baixas na Ibovespa, quatro eram de petroleiras.</p>
<ol>
<li><strong>3R Petroleum (RRRP3) -7,44%;</strong></li>
<li><strong>PetroRio (PRIO3) -7,11%;</strong></li>
<li><strong>Petrobras (PETR3) -4,27%;</strong></li>
<li><strong>Petrobras (PETR4) -3,81%;</strong></li>
<li><strong>SLC Agrícola (SLCE3) -3,15%</strong></li>
</ol>
<p>Ainda segundo Adriano Pires, ao mesmo tempo que o petróleo poderia ajudar a diminuir a defasagem dos combustíveis no Brasil, em relação ao mercado internacional, a alta do câmbio é superior à queda da commodity.</p>
<p>De acordo com a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), nesta terça-feira, a defasagem média da gasolina no Brasil estava em R$ 0,28, ou 6%, enquanto o diesel ficou defasado em 4%, o que representa R$ 0,21.</p></div>
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		<title>Guedes: teremos juros mais baixos e câmbio um pouco mais alto</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/guedes-teremos-juros-mais-baixos-e-cambio-um-pouco-mais-alto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2019 16:54:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[guedes]]></category>
		<category><![CDATA[real]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>''Não estou dizendo que vai a R$ 4,50 ou acima disso, mas o normal agora é que isso fique mais para cima'', defendeu o ministro</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>&#8221;Não estou dizendo que vai a R$ 4,50 ou acima disso, mas o normal agora é que isso fique mais para cima&#8221;, defendeu o ministro</em></p>
<p>O ministro da Economia, Paulo Guedes, voltou a dizer que o país continuará com o real mais desvalorizado e com a taxa de juros mais baixa por &#8220;muitos anos&#8221;. Em entrevista ao site O Antagonista, Guedes disse que enxerga uma &#8220;situação sustentável&#8221; para um câmbio mais desvalorizado e com menos flutuações.</p>
<p>&#8220;Não estou dizendo que vai a R$ 4,50 ou acima disso, mas o normal agora é que isso fique mais para cima&#8221;, defendeu o ministro. Segundo Guedes, a tendência é que o real se acomode em um patamar de desvalorização mais elevado e não apenas oscile &#8220;por causa de especulação política&#8221;, como foi observado no passado.</p>
<p>O ministro ressaltou que o País está &#8220;mudando seu mix macroeconômico&#8221; e disse que, antes, o Brasil tinha &#8220;juros na lua e o câmbio supervalorizado, derrubando as exportações&#8221;, mas que, agora, o País está &#8220;corrigindo uma política perversa.&#8221;</p></div>
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		<title>Variação cambial pesa e empresários reavaliam a composição dos estoques</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/variacao-cambial-pesa-e-empresarios-reavaliam-a-composicao-dos-estoques/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Sep 2019 15:05:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia e Estatística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tributos]]></category>
		<category><![CDATA[câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[empresário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas últimas semanas, a moeda americana ultrapassou o patamar dos R$ 4,00; empresários que atuam no setor de serviços e comércio resolvem abrir mão da margem em vez de perder o cliente</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Nas últimas semanas, a moeda americana ultrapassou o patamar dos R$ 4,00; empresários que atuam no setor de serviços e comércio resolvem abrir mão da margem em vez de perder o cliente</p>
<p>Diante da recente escalada do dólar, empresários do setor do varejo e serviços buscam diferentes estratégias a fim de não repassar a alta de custos ao cliente. A aproximação de importantes datas comemorativas eleva a urgência por um estoque mais adequado.</p>
<p>“Nos últimos dois meses, houve uma alta de 10% no câmbio. Os efeitos reais desse movimento sobre o desempenho do varejo ainda é incerto. Porém, aquilo que podemos afirmar é que o cliente final está com renda restrita e, portanto, não aceitará elevação nos preços”, afirmou o assessor econômico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), Guilherme Dietze.</p>
<p>Segundo o economista, uma das alternativas dos lojistas será justamente “abrir mão” da margem de lucro e não perder o giro de mercadorias que “não podem ficar encalhadas” no estoque, sobretudo com a chegada de datas comemorativas com alto apelo promocional. “A princípio, o segmento alimentício e também de eletroeletrônicos devem sentir mais os impactos da valorização da moeda americana”, declarou o economista, lembrando que a liberação de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) pode dar fôlego para essas categorias de produtos.</p>
<p>De acordo com um balanço realizado pela entidade, em agosto em relação ao mês anterior, houve alta de 1,3 ponto percentual na percepção dos lojistas que consideram seus estoques excessivos – chegando a 28,1% dos comerciantes. Ainda segundo o levantamento divulgado, entre as empresas de menor porte, 28,4% estão com estoque excessivo; enquanto que grandes empresas registram 16,7% de insatisfação com o armazenamento.</p>
<p>Nesse sentido, um dos exemplos de negócios com esse “desafio” pela frente é o Grupo PLL – especializado em serviços de reparo e venda de celulares. “Esse cenário de oscilação constante do dólar tem impactado diretamente a composição de estoque, ainda mais porque resolvemos diminuir a margem de lucro do que repassar a alta para o preço final. Nosso custo total aumentou cerca de 3% desde a alta da moeda americana”, argumentou o sócio-diretor da empresa, Pablo Linhares.</p>
<p>O executivo conta que reformulou parte da carteira de fornecedores, inserindo um número maior de parceiros “nacionalizados”, considerando que existe certa margem de negociação entre os players com o volume de peças e acessórios muito elevado. “No entanto, não podemos comprar um estoque muito grande de peças quando o dólar está baixo, uma vez que esses componentes passam a ser ultrapassados com o tempo”, complementou ele, lembrando que a previsão de faturamento do negócio para este ano é de R$ 100 milhões.</p>
<p>Nessa perspectiva, o sócio-diretor da consultoria GS&amp;Consult, Jean Rebetez, diz ser aconselhável que os empresários considerem essas oscilações do câmbio na hora de compor o preço do produto – a fim de não diminuir tanto os ganhos sobre as vendas.</p>
<p>“Os pequenos e médios varejistas muitas vezes não têm condição de usar ferramentas como o hedge para fixar um valor de câmbio para importação”, lembrou Rebetez.</p>
<p>Em linha com o especialista, o sócio-proprietário da rede de restaurantes especializados em carnes nobres uruguaias Grupo Monjardim, Leonardo Marques, diz que as consequências negativas ainda devem ser sentidas nas próximas semanas. “O crescimento foi de R$ 15 reais por quilo da costela uruguaia. Consideramos como um impacto negativo dado que importamos até 12 toneladas dessa carne mensalmente”, argumentou Marques.</p>
<p>Para o executivo, porém, a recente disparada da moeda americana deve “esfriar” até o final do ano com o “avanço” de reformas macroeconômicas em tramitação no Congresso Nacional e também a guerra comercial entre China e Estados Unidos menos intensa. “Além disso, vamos trabalhar mais para a empresa estar preparada em termos de estrutura financeira para aguentar essas oscilações”, relatou ele.</p></div>
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