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	<title>Arquivos Brasil &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Brasil &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Brasil acelera em contratações verdes, mas ainda falta mão de obra qualificada, indica LinkedIn</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/brasil-acelera-em-contratacoes-verdes-mas-ainda-falta-mao-de-obra-qualificada-indica-linkedin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 18:13:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[contratações verdes]]></category>
		<category><![CDATA[indica LinkedIn]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo analisou mais de 1 bilhão de pessoas globalmente, sendo mais de 89 milhões no Brasil.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Estudo analisou mais de 1 bilhão de pessoas globalmente, sendo mais de 89 milhões no Brasil.</em></p>
<p>A contratação de profissionais com &#8220;habilidades verdes&#8221; segue crescendo em ritmo acelerado &#8211; mais do que o dobro da velocidade da formação de novos talentos qualificados nessa área.</p>
<p>É o que mostra um novo levantamento do LinkedIn com sua base de usuários &#8211; mais de 1 bilhão de pessoas globalmente, sendo mais de 89 milhões no Brasil &#8211; feito entre janeiro de 2021 a julho de 2025.</p>
<p>Segundo a análise, profissionais com habilidades voltadas à sustentabilidade são contratados a uma taxa 47% superior à média da força de trabalho geral, globalmente.</p>
<p>O estudo indica que a contratação de profissionais com habilidades sustentáveis cresceu 8% no mundo, enquanto a oferta desses profissionais aumentou 4,3%.</p>
<p>No Brasil, a taxa de &#8220;contratações verdes&#8221; também apresentou crescimento, saltando de 12,1% em 2021 para 18,1% em 2025. No mesmo período, a concentração de talentos verdes (proporção de profissionais com habilidades verdes na força de trabalho total) passou de 12,3% para 15,3%, sendo que somente de 2024 para 2025, o crescimento da oferta desses profissionais foi de 6,7%, segundo os dados do LinkedIn.</p>
<p><strong>Habilidades verdes mais demandadas no Brasil em 2025:</strong></p>
<p>Mitigação de riscos</p>
<p>Eficiência operacional</p>
<p>Gestão integrada da cadeia de suprimentos</p>
<p>Estratégia de sustentabilidade</p>
<p>Impactos das mudanças climáticas</p>
<p><strong>Setores com maior participação de contratações verdes no Brasil em 2025:</strong></p>
<p>Agricultura, pecuária e silvicultura: 37,9%</p>
<p>Construção civil: 36,2%</p>
<p>Petróleo, gás e mineração: 33,3%</p>
<p>Serviços públicos (utilities): 29,7%</p>
<p>Manufatura: 24,8%</p>
<p>Para Ana Claudia Plihal, executiva de soluções de talentos do LinkedIn Brasil, o desequilíbrio entre oferta e demanda por profissionais com habilidades voltadas para a sustentabilidade representa um desafio e uma oportunidade. &#8220;Temos [no Brasil] condições de liderar a transição verde, desde que haja um trabalho conjunto para ampliar o acesso a essas habilidades que já não são apenas diferenciais, mas essenciais”, disse em nota sobre a divulgação do estudo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tecnologia lidera contratações verdes no mundo</strong></p>
<p>Globalmente, o setor de tecnologia liderou o crescimento de contratações com habilidades sustentáveis, com alta média anual de 11,2% entre 2021 e 2025. Em 2025, 14,7% dos profissionais desse setor ao redor do mundo já possuíam pelo menos uma habilidade verde.</p>
<p>Ainda de forma global, as categorias de habilidades verdes mais frequentemente adicionadas ao redor do mundo em 2025 foram:</p>
<p>Gestão de energia</p>
<p>Educação para a sustentabilidade</p>
<p>Prevenção de resíduos</p>
<p>Aquisição sustentável</p>
<p>Entre elas, gestão de energia foi a habilidade com crescimento mais rápido, com aumento de 17,4% no número de profissionais que adicionaram essa competência aos seus perfis, impulsionada pelo avanço das energias renováveis e pelas demandas geradas pela inteligência artificial (IA).</p>
<p>No contexto da IA, profissionais com esse perfil vêm adicionando cada vez mais competências verdes ligadas à eficiência, manutenção e sustentabilidade industrial. As que mais cresceram globalmente entre talentos de IA foram: eficiência operacional (+579%), manutenção e reparo (+190%), gestão do ciclo de vida do produto (+152%) e otimização de processos (+132%).</p></div>
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		<title>Brasil abre 213 mil vagas de trabalho com carteira assinada em setembro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/brasil-abre-213-mil-vagas-de-trabalho-com-carteira-assinada-em-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 18:34:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No acumulado do ano até setembro, foi registrada a abertura líquida de 1,7 milhão de vagas.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>No acumulado do ano até setembro, foi registrada a abertura líquida de 1,7 milhão de vagas</em></p>
<p>O mercado de trabalho brasileiro registrou abertura líquida de 213.002 mil vagas com carteira assinada em setembro.</p>
<p>Os dados fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados nesta quinta-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego. O resultado de setembro ficou acima da estimativa mediana de instituições financeiras, gestoras de recursos e consultorias, de abertura líquida de 172,5 mil vagas, segundo o Valor Data. As projeções, todas positivas, iam de 136 mil a 220 mil.</p>
<p>Foram registradas 2.292.492 admissões contra 2.079.490 desligamentos no mês passado.</p>
<p>O resultado líquido foi pior do que o de setembro do ano passado, quando houve a abertura de 252.260 vagas.</p>
<p>No acumulado do ano até setembro, foi registrada a abertura líquida de 1.716.600 vagas.</p>
<p><strong>Setores</strong></p>
<p>Os cinco setores da economia tiveram abertura líquida de postos formais de trabalho em setembro: serviços (106.606); agropecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (3.167); indústria geral (43.095); construção (23.855); comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (36.280).</p>
<p>No ano, os cinco setores alcançaram abertura líquida de vagas: serviços (880.210); construção (218.202); indústria geral (315.874); agropecuária (110.800). Já comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas teve abertura líquida de 11.525 vagas.</p>
<p><strong>Regiões</strong></p>
<p>As cinco regiões do país apresentaram geração líquida de vagas formais em setembro: Sudeste (80.639), Sul (27.302), Centro-Oeste (14.569), Nordeste (72.347) e Norte (18.151).</p>
<p>No ano, as cinco regiões também alcançaram abertura líquida de vagas: Sudeste (770.328), Sul (294.797), Centro-Oeste (207.051), Nordeste (334.930) e Norte (109.173).</p>
<p><strong>Salário</strong></p>
<p>O salário médio de admissão de novos empregados com carteira assinada ficou em R$ 2.286,34 em setembro. O valor representa uma queda de R$ 20,61 em relação a agosto.</p>
<p>Já o salário médio de demissão ficou em R$ 2.395,20 em setembro, contra R$ 2.392,46 um mês antes.</p>
<p><strong>Intermitente</strong></p>
<p>O Brasil gerou liquidamente em setembro 44.781 novos postos de trabalho intermitente, de aprendizes, temporários, contratados por Cadastro de Atividades Econômicas da Pessoa Física ou com carga de até 30 horas. O número foi resultado de 312.472 admissões e 267.691 desligamentos.</p>
<p>No acumulado deste ano, houve abertura líquida de 379.035 postos não típicos de trabalho, resultado de 2.899.709 admissões e 2.520.674 fechamentos.</p></div>
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		<title>Brasil lidera o otimismo sobre IA na América Latina</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/brasil-lidera-o-otimismo-sobre-ia-na-america-latina/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Sep 2025 19:29:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo global com 38 mil profissionais indica que a empolgação não elimina o medo de perder o emprego para a tecnologia, sensação apontada por 10% dos brasileiros.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Estudo global com 38 mil profissionais indica que a empolgação não elimina o medo de perder o emprego para a tecnologia, sensação apontada por 10% dos brasileiros</em></p>
<p>Os brasileiros são os mais otimistas, entre os profissionais da América Latina, em relação ao impacto da inteligência artificial (IA) no ambiente de trabalho.</p>
<p>A conclusão é de uma pesquisa realizada pelo ADP Research, centro de pesquisa da ADP, multinacional de soluções de RH. O levantamento, adiantado para o Valor, foi feito entre julho e agosto de 2025 com 38 mil trabalhadores em todo o mundo, sendo 5.860 (15,4%) na América Latina e 1.127 (2,9%) no Brasil. Entre os brasileiros, 32% ocupam cadeiras na alta liderança.</p>
<p>“Um em cada quatro brasileiros [26%] acredita que a IA terá um efeito positivo em suas tarefas, enquanto a média regional é de um a cada cinco [19%]”, compara Mariane Guerra, vice-presidente Latam da ADP. “Esse otimismo, entretanto, não elimina o medo, pois 10% dos entrevistados dizem nutrir uma ‘preocupação’ em relação à possível substituição do seu trabalho, pela tecnologia.”</p>
<p>Entre os que temem ser substituídos no Brasil, 30% estão procurando outroemprego “ativamente”. O índice cai pela metade (16%) entre os que não demonstram receio associado à empregabilidade.</p>
<p>“Esses dados permitem às companhias entenderem melhor as tendências de rotatividade, à medida que os planos de transformação tecnológica avançam”, diz. “É um insight valioso para planos de ‘change management’ [gestão de mudanças] e ações de retenção.”</p>
<p><strong>Empolgação por idade</strong></p>
<p>O mapeamento sinaliza diferenças geracionais em relação à chegada da IA nas organizações. Segundo o relatório, os talentos mais jovens são os mais animados com os benefícios da tecnologia: 30% dos profissionais de 18 a 26 anos acreditam que ela terá impacto positivo no trabalho, parcela que cai para 28% na faixa de 27 a 39 anos, vai até 23% entre funcionários de 40 a 54 anos, e desce para 20% entre os empregados com mais de 55 anos.</p>
<p>Entre os setores mais confiantes com a novidade, na América Latina, estão tecnologia (26,35%) e finanças (23,2%), que também apresentam“ altos índices de medo” diante da substituição nos empregos, assinala o documento, com 13% e 23,7%, respectivamente.</p>
<p>“O que reforça que a empolgação com o potencial da IA e o receio do seu impacto coexistem”, afirma Guerra. Nessa linha, as empresas precisam investir em gestão e comunicação para apoiar processos e não perder talentos, continua. “Devem comunicar com clareza como a tecnologia será integrada ao dia a dia e oferecer treinamentos para os profissionais.”</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/brasil-lidera-o-otimismo-sobre-ia-na-america-latina/">Brasil lidera o otimismo sobre IA na América Latina</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Brasil registra déficit de US$ 5,1 bilhões nas contas externas em junho</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/brasil-registra-deficit-de-us-51-bilhoes-nas-contas-externas-em-junho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 17:12:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[déficit]]></category>
		<category><![CDATA[junho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resultado foi divulgado no relatório de estatística do setor externo do Banco Central (BC) na última sexta-feira (25).</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>As contas externas do Brasil foram deficitárias em US$ 5,1 bilhões em junho de 2025, ante déficit de US$ 3,4 bilhões registrado no mesmo mês do ano passado.</p>
<p class="my-5 break-words">O resultado foi divulgado no relatório de estatística do setor externo do BC (Banco Central) nesta sexta-feira (25).</p>
<p class="my-5 break-words">O déficit em transações correntes nos 12 meses encerrados em junho de 2025 somou US$ 73,1 bilhões, o equivalente a 3,42% do PIB (Produto Interno Bruto), ante a US$ 28,9 bilhões (1,28% do PIB) de junho de 2024. Já o déficit em transações correntes nos 12 meses encerrados em maio somou US$ 71,4 bilhões (3,35% do PIB).</p>
<p>No mês passado, a balança comercial de bens foi superavitária em US$ 5,3 bilhões. No período, as exportações de bens somaram US$ 29,3 bilhões, aumento de 0,9%, enquanto as importações de bens cresceram 2,8%, totalizando US$ 24 bilhões.</p>
<p class="my-5 break-words">O déficit na conta de serviços totalizou US$ 4,5 bilhões em junho de 2025. É uma alta de 3,7% na comparação com junho de 2024, quando o déficit foi de US$ 4,4 bilhões.</p>
<p class="my-5 break-words">Segundo o BC, aumentaram as despesas líquidas de serviços de telecomunicação, computação e informações (24,6%); de propriedade intelectual (22,8%); de aluguel de equipamentos, (7,8%); de transportes (8%). As despesas líquidas com viagens internacionais cresceram 17%, resultado de incrementos de 14,1% nas despesas e de 7,8% nas receitas. ​</p>
<p class="my-5 break-words">O relatório do BC mostrou também que o déficit em renda primária somou US$ 6,2 bilhões em junho de 2025, 25,5% acima do déficit de US$ 4,9 bilhões de junho de 2024.</p>
<p class="my-5 break-words">As despesas líquidas de lucros e dividendos, associadas aos investimentos direto e em carteira, totalizaram US$ 3,8 bilhões no mês passado, um aumento de 45,6% em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p class="my-5 break-words">Já as receitas de lucros e dividendos recuaram US$ 1,3 bilhão na comparação interanual. Em junho de 2025, somaram US$ 1,5 bilhão, enquanto as despesas líquidas com juros totalizaram US$ 2,4 bilhões.</p>
<h2 class="text-2xl my-5 font-bold break-words">IDP</h2>
<div id="mid5" class="custom__ad__element flex min-h-64 bg-gray-200 justify-center items-center my-4 py-4 bg-&#091;url('/images/ad-bg.png')&#093; bg-repeat" data-google-query-id="COzdo5LA2I4DFZIW4AMdP-8Ydw">
<p class="my-5 break-words">Os IDP (investimentos diretos no país) registraram ingressos líquidos de US$ 2,8 bilhões em junho de 2025, decréscimo ante US$ 6,3 bilhões do mesmo período de 2024.</p>
<p class="my-5 break-words">Os ingressos líquidos em participação no capital atingiram US$ 6,4 bilhões. Desse total, US$ 4 bilhões são referentes a participação no capital exceto lucros reinvestidos e US$ 2,4 bilhões em lucros reinvestidos.</p>
<p class="my-5 break-words">As operações intercompanhia totalizaram saídas líquidas de US$ 3,6 bilhões. O IDP acumulado em 12 meses totalizou US$ 67 bilhões (3,14% do PIB) no mês, ante US$ 70,5 bilhões (3,31% do PIB) em maio e US$ 64,9 bilhões (2,87% do PIB) em junho de 2024.​</p>
<p class="my-5 break-words">Em junho, os investimentos em carteira no mercado doméstico totalizaram ingressos líquidos de US$ 2,3 bilhões. O número é resultado de saídas líquidas de US$ 2,2 bilhões em ações e fundos de investimento e ingressos líquidos de US$ 4,6 bilhões em títulos de dívida. Nos 12 meses encerrados em junho de 2025, os investimentos em carteira registraram ingressos líquidos de US$ 4,1 bilhões.​</p>
</div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Brasil criará agência tributária e aduaneira na China</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/brasil-criara-agencia-tributaria-e-aduaneira-na-china/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 19:15:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agência tributária e aduaneira na China]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204637751</guid>

					<description><![CDATA[<p>Segundo Fazenda, medida está em discussão desde 2023.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/brasil-criara-agencia-tributaria-e-aduaneira-na-china/">Brasil criará agência tributária e aduaneira na China</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O <strong>Brasil vai criar uma agência tributária e aduaneira na China, informou nesta segunda-feira (21) o Ministério da Fazenda</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1651499&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1651499&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo a pasta, a <strong>iniciativa é considerada estratégica pela Receita Federal desde 2023, e o processo não tem motivação política, justificando-se pelo fluxo crescente de mercadorias entre os dois países</strong>.</p>
<p>Essa será a<strong> quinta Adidância Tributária e Aduaneira da Receita Federal</strong>, <strong>postos avançados do Fisco brasileiro em outros países</strong> para agilizar o comércio e reduzir a burocracia.</p>
<p>As<strong> primeiras unidades foram abertas em 2000, em Washington e em Buenos Aires</strong>. Em 2002, foram inauguradas as agências em Assunção e em Montevidéu.</p>
<p>A criação da adidância na China, informou a Fazenda, está em andamento. De acordo com a pasta, como o país asiático é o principal parceiro comercial do Brasil desde 2009, a presença de um adido especializado trará vantagens, como:</p>
<ul>
<li>entendimento mútuo das legislações;</li>
<li>redução de entraves burocráticos;</li>
<li>impulsionamento do comércio bilateral.</li>
</ul>
<p>O Ministério da Fazenda também informou que a <strong>unidade na China ajudará a reduzir práticas ilícitas que prejudicam o comércio bilateral</strong>, por meio do:</p>
<ul>
<li>combate à evasão fiscal;</li>
<li>combate ao contrabando;</li>
<li>troca direta de informações e experiências.</li>
</ul>
<p>Debatida internamente pelo governo desde 2023, a criação da adidância foi analisada por diversos órgãos e ministérios nos últimos dois anos. O Itamaraty avaliou a iniciativa no início deste ano.</p>
<p>Esse é mais um ato de aproximação entre o Brasil e a China. No início do mês, os dois países assinaram um memorando para a realização de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-07/brasil-e-china-assinam-acordo-para-estudar-ferrovia-ate-o-peru" target="_blank" rel="noopener">estudos para um corredor ferroviário que ligará os Oceanos Atlântico e Pacífico</a>, integrando ferrovias brasileiras à futura ferrovia que ligará Lucas do Rio Verde (MT) ao porto de Chanclay, no Peru.</p></div>
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		<title>Brasil sobe posições entre grandes empresas que publicam relatórios de sustentabilidade, aponta KPMG</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/brasil-sobe-posicoes-entre-grandes-empresas-que-publicam-relatorios-de-sustentabilidade-aponta-kpmg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 20:23:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desafios na qualidade das informações, porém, persistem, especialmente na transparência sobre risco climático.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Empresas brasileiras avançam na divulgação de práticas de sustentabilidade, mas a qualidade das informações abertas ao público é um desafio que ainda precisa ser enfrentado. Foi essa a conclusão de um recorte do estudo Rumo à Obrigatoriedade dos Relatórios de Sustentabilidade, publicado pela auditoria e consultoria internacional KPMG há 20 anos, bianualmente. O material traz um ranking de países cujas maiores empresas publicam relatórios de sustentabilidade, que contém suas práticas ESG (sigla em inglês relacionada a temas ambientais, sociais e de governança corporativa). São avaliadas as 100 maiores companhias de cada um dos 58 países que compõem o escopo do estudo.</p>
<p>O mais recente, divulgado em meados de fevereiro com dados de 2024, mostra que o Brasil saltou oito posições, do 27º para o 19º lugar, entre os mais transparentes em informações ESG. A pesquisa mais recente mostrou um aumento importante na adesão das empresas brasileiras à publicação desses relatórios, com 93% das companhias locais compartilhando suas práticas e resultados, uma alta de 7 pontos percentuais em relação ao ranking divulgado em 2023, com dados de 2022, quando o índice era de 86%.</p>
<p>É, ao lado do Chile (96%), um dos principais destaques da América Latina. Esse avanço coloca ainda o Brasil à frente de países como Nova Zelândia (92%), Portugal (91%), Paquistão (90%) e Suíça (90%), além de empatar com Noruega e Itália, que também alcançaram a marca de 93%.</p>
<p>A liderança do ranking foi dominada por países como Tailândia, Singapura e Estados Unidos, todos com 100% de empresas reportando suas práticas de sustentabilidade.No final da lista está a Venezuela, com apenas 10% de suas empresas divulgando relatórios.</p>
<p>Para Nelmara Arbex, sócia-líder de ESG para a KPMG nas Américas, os dados refletem uma crescente conscientização das empresas brasileiras sobre a importância da transparência nas práticas ESG. Ela reitera que os relatórios de sustentabilidade são boas ferramentas para mostrar o que as empresas e líderes estão fazendo, mas ressalva que o documento é apenas consequência de um trabalho interno das companhias.</p>
<p>&#8220;É preciso que esses relatórios sejam apoiados por sistemas de gestão e governança robustos para garantir que as informações divulgadas realmente reflitam a realidade das empresas&#8221;, pontua. Só assim, diz, conseguirão lidar com os riscos e oportunidades que surgem neste novo cenário global.</p>
<p>Na América Latina, o Brasil e o Chile se destacam, com mais de 90% das empresas fornecendo dados de sustentabilidade. No Brasil, esse desempenho reflete novas diretrizes e regulamentações, além de alinhamento do país com padrões globais, como a Iniciativa Global de Relatórios (Global Reporting Initiative &#8211; GRI) e o Conselho de Normas de Contabilidade de Sustentabilidade (Sustainability Accounting Standards Board &#8211; SASB).</p>
<p>Muitas empresas estão se antecipando às regulamentações sobre sustentabilidade, buscando maior transparência para atender às demandas de investidores e stakeholders. A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), por exemplo, passará a exigir a partir de 2026 das empresas de capital aberto informações ESG seguindo as normas IFRS S1 e S2 do International Sustainability Standards Board (ISSB). Elas precisarão ser divulgadas junto com as demonstrações contábeis e financeiras.</p>
<p><strong>Materialidade</strong></p>
<p>Um dos resultados identificados é a ampla disseminação do uso da matriz de materialidade para identificar os impactos sociais, ambientais e econômicos mais relevantes para os negócios. Cerca de 92% dos relatórios das empresas brasileiras incluem a análise de materialidade. Globalmente, a média é um pouco menor, de 80%, considerando tanto o grupo das 250 maiores empresas do mundo quanto das 100 maiores empresas de cada país analisado. Na América Latina, a média das 100 maiores é 82%.</p>
<p>No mundo, a adoção da &#8220;dupla materialidade&#8221; – conceito que avalia tanto os impactos da empresa sobre a sociedade e o meio ambiente quanto o efeito desses fatores nos resultados financeiros – é uma das tendências mais fortes. Na América Latina, apenas 44% utilizam dupla materialidade.</p>
<p>Outro dado importante é que 75% das empresas estão buscando assegurar a veracidade das informações ESG por meio de auditorias externas (processo chamado de asseguração). Isso representa um crescimento de 9 pontos percentuais em relação à edição anterior, um sinal positivo de que a transparência e a confiança nas informações estão se tornando prioridades para o setor empresarial brasileiro.</p>
<p><em>“O Brasil vem melhorando em muitos pontos em nível de transparência e qualidade de dados, como, por exemplo, boa parte dos relatórios serem auditados, pelo menos nos temas relevantes”,</em> comenta Arbex. <em>“Mesmo assim, há desafios”</em>, pontua.</p>
<p>Além disso, de acordo com a KPMG, 76% das empresas reconhecem a perda de biodiversidade como um risco (na edição anterior eram 68%) e 89% já estabeleceram metas para reduzir suas emissões de carbono.</p>
<p>Um dos desafios diz respeito à análise de impacto climático sobre os negócios. A pesquisa de 2024 revelou que menos empresas se aprofundaram neste tema em relação ao ano anterior. O levantamento apontou uma queda de 23 pontos percentuais na divulgação de informações sobre mudanças climáticas, um dos temas mais urgentes no cenário global, passando de 75% das empresas avaliadas em 2023 para 52% agora.</p>
<p>Apesar de o grupo de empresas avaliadas ser mutável, uma vez que são escolhidas as maiores daquele ano-base, a expectativa era que fosse um tópico mais disseminado entre as organizações em geral, dado os eventos climáticos extremos recentes e os relatos dos prejuízos para as empresas.</p>
<p>&#8220;Embora muitas empresas mencionam o impacto climático, poucas se aprofundam de forma adequada. Elas perceberam que o tema exige mais reflexão e ferramentas apropriadas, o que pode ter levado essas empresas a uma abordagem mais cautelosa&#8221;, explica Nelmara.</p>
<p>Para Nelmara, a COP30, que acontecerá no Brasil em novembro deste ano, será um momento importante para o país apresentar seus avanços em sustentabilidade. &#8220;Os dados sobre as empresas brasileiras são essenciais para mostrar, não apenas como o Brasil lida com as emissões de gases de efeito estufa, mas também como se posiciona em relação à economia de baixo carbono&#8221;, comenta.</p>
<p>Cita que, no Brasil, as empresas estão cada vez mais conscientes da necessidade de integrar práticas sustentáveis em suas operações, destacando o avanço em áreas como combustíveis mais limpos, como etanol e biodiesel, mas alerta para o papel crucial do agronegócio, um dos maiores emissores de carbono no país. &#8220;O agronegócio precisa se preocupar com sua relação com os recursos naturais e com a biodiversidade. O compromisso com a regeneração de ecossistemas deveria ser um foco central&#8221;, afirma Nelmara.</p>
<p>Além disso, ela enfatiza a importância das grandes empresas ajudarem sua rede de parceiros e fornecedores a adotar práticas mais sustentáveis. &#8220;As grandes empresas possuem uma enorme influência no mercado e, por isso, têm a capacidade de pressionar e apoiar sua cadeia de valor a adotar ações mais sustentáveis&#8221;, diz Nelmara. A opção por avaliar as maiores é, inclusive, pautada nesta premissa.</p>
<p><strong>Relatórios, em geral, melhores</strong></p>
<p>Outra pesquisa divulgada recentemente fez um detalhamento do conteúdo dos relatórios de sustentabilidade apresentados por empresas brasileiras em 2024. Chamado de “Reporting Matters Brasil”, o material está na segunda edição e foi desenvolvido pelo Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), com o apoio do Grupo Report e a idealização da Radley Yeldar e do World Business Council for Sustainable Development (WBCSD). Ao todo, foram avaliados 74 relatórios de sustentabilidade.</p>
<p><em>Entre os principais resultados, está o de que, dos 16 critérios avaliados, 15 tiveram aumento de pontuação, com destaque para “estratégia”, cuja nota passou de 6,9 em 2023 para 8,3 em 2024; “materialidade”, que subiu de 5,8 para 7,2 no período; “equilíbrio”, saltando de 6,1 para 7,1; e “metas”, que alcançou 7,4 ante 5,6 no ano anterior.</em></p>
<p>Segundo Estevam Pereira, sócio do Grupo Report, destacou no documento, chama a atenção a melhora da qualidade geral dos documentos. “Os relatórios corporativos produzidos no Brasil estão mais abrangentes, equilibrados e consistentes.” As novas legislações, citadas também pela KPMG, são, na opinião do executivo, uma das principais fontes de pressão para esta evolução.</p>
<p>O CEBDS também reitera a importância de o relatório de sustentabilidade ser uma ferramenta de prestação de contas e mensuração das práticas e impactos socioambientais. ‘Eles permitem apresentar, de maneira organizada, as iniciativas realizadas, os resultados obtidos e os obstáculos enfrentados, fortalecendo a confiança e a credibilidade empresarial.</p>
<p><strong>Dentre os 25 temas materiais mais frequentemente abordados nos documentos, compliance é o primeiro, estando presente em 78% dos relatórios como tema material.</strong> Mudanças climáticas e estratégia climática vem em seguida, constando em 73% das matrizes de materialidade das organizações brasileiras. Saúde, bem-estar, segurança do trabalho e condições de trabalho é o terceiro, presente em 70%.</p>
<p>Por outro lado, os itens menos citados como materiais, com 12% de presença em ambos são: emprego e salário digno, remuneração e práticas, relações e direitos trabalhistas; e desmatamento, conservação do solo, boas práticas agrícolas, manejo florestal, agricultura sustentável e práticas regenerativas. Práticas de direitos humanos e cibersegurança, privacidade e proteção de dados ficam em terceiro entre os tópicos menos materiais para as empresas.</p>
<p>Ainda segundo a pesquisa do CEBDS e Report, dos 74 relatórios avaliados, 40 consideram dupla materialidade, 26 apenas impactos internos ou externos, e oito não declaram os processos. A maioria (54%), usa entre seis e dez temas materiais. Apenas 14%, porém, colocam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da ONU, como prioritários e só 12% definiram metas claras ligadas aos ODS. No documento são avaliados alguns estudos de casos.</p>
<p>As publicações alertam, porém, que é fundamental que as empresas não apenas publiquem relatórios, mas garantam que as informações divulgadas sejam de qualidade e reflitam o real impacto de suas ações no meio ambiente e na sociedade.</p></div>
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		<title>Brasil monitora mudanças em fluxos de comércio internacional para antecipar riscos, diz Mdic</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/brasil-monitora-mudancas-em-fluxos-de-comercio-internacional-para-antecipar-riscos-diz-mdic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Apr 2025 18:29:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[fluxos de comércio]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Tatiana Prazeres destacou que há "preocupações com o risco de desvio de comércio para o Brasil".</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O governo brasileiro monitora possíveis mudanças nos fluxos de comércio internacional, tanto para o país quanto no exterior, causadas pelas tarifas de importação implantadas pelo presidente americano Donald Trump. O objetivo é antecipar “riscos” à economia brasileira e “oportunidades” para os exportadores nacionais. A afirmação foi feita nesta quinta-feira (10) pela secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Tatiana Prazeres. Ainda assim, as tarifas impostas por Trump são prejudiciais para a economia global, de acordo com ela.</p>
<p>“Há preocupações com o risco de desvio de comércio para o Brasil”, disse em evento promovido pelo Conselho Empresarial Brasil-China.</p>
<p><em>“Estamos monitorando mudanças significativas e atípicas nos fluxos de comércio. Estamos fazendo isso [para avaliar] se essas mudanças de tarifas mundo afora podem gerar oportunidades.”</em></p>
<p>Na avaliação da secretária, mesmo que o Brasil encontre oportunidades específicas decorrentes das mudanças, as tarifas impostas representam “riscos para a economia mundial”.</p>
<p>“Na primeira versão da guerra comercial [durante o primeiro mandato de Trump], nós vimos um crescimento de exportações do Brasil para a China”, disse. “Mas não é o cenário que desejamos, porque os riscos para a economia mundial, o comércio global e a governança do comércio internacional são muito significativos.”</p>
<p>Ela descreveu o cenário externo como “desafiador”, afirmando que as mudanças acontecem “não é todo dia”, mas sim “a todo momento”.</p>
<p>“Às vezes é difícil estarmos a par da última evolução”, disse.</p>
<p>A respeito das tarifas que impactam diretamente os produtos brasileiros, Tatiana reforçou que a ordem do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Geraldo Alckmin, é “negociar, negociar e negociar”. Entre essas tarifas, estão os 25% cobrados sobre aço, alumínio e bens do setor automotivo, além da cobrança “recíproca” de 10% sobre os demais bens.</p></div>
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		<title>Bessent: taxas de 10% sobre o Brasil serão mantidas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/bessent-taxas-de-10-sobre-o-brasil-serao-mantidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 19:43:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[taxas de 10%]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Situação do país não será alterada com a decisão de pausar por 90 dias tarifas recíprocas anunciada por Trump mais cedo.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou nesta quarta-feira (9) que ainda serão aplicadas as tarifas de importação de 10% sobre os produtos do Brasil.</p>
<p>Ou seja, a situação do país não será alterada com a decisão de pausar por 90 dias algumas das tarifas recíprocas, anunciada pelo presidente Donald Trump mais cedo.</p>
<p>A medida implicará apenas aos países com taxas acima de 10%, que entraram em vigor na madrugada desta quarta. As novas barreiras comerciais impactaram os mercados, aumentaram as chances de recessão e provocaram retaliações da China e da União Europeia (UE).</p>
<p>As tarifas de países com taxas abaixo deste nível estavam em vigência desde sábado (5).</p>
<p>O presidente dos Estados Unidos, <strong>Donald Trump</strong>, afirmou nesta quarta que limitará as taxas recíprocas a 10% por um prazo de 90 dias.</p>
<p>Após o anúncio da pausa, as bolsas de Wall Street passaram a subir.</p>
<p>Ao mesmo tempo, ele anunciou que aumentaria as <strong>tarifas sobre a China para 125%</strong>, intensificando sua retaliação com Pequim.</p>
<p>Em postagem na sua rede social, o republicano afirmou que as medidas entram em vigor imediatamente.</p></div>
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		<item>
		<title>Brasil é o sétimo em ranking de crescimento econômico com 40 países</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/brasil-e-o-setimo-em-ranking-de-crescimento-economico-com-40-paises/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 19:06:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento econômico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204633063</guid>

					<description><![CDATA[<p>PIB brasileiro expandiu 3,4% em 2024.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O <strong>Brasil ocupa a sétima posição no ranking de 40 países que apresentaram dados de crescimento econômico referente a 2024</strong>. A listagem é elaborada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como clube dos países ricos, por reunir nações com as economias mais avançadas do mundo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1633595&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1633595&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, </strong>conforme divulgou nesta sexta-feira (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Países</p>
<p><strong>A OCDE tem 38 países, e o Brasil não está entre os membros efetivos</strong>, mas iniciou processo de adesão.</p>
<p>A organização lista informações sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB – conjunto de bens e serviços produzidos no país) de 39 países, entre eles os não membros Brasil, China, Índia, Indonésia, Arábia Saudita e África do Sul. A <strong>Agência Brasil</strong> acrescentou o dado da Rússia, que cresceu 4,1% em 2024.</p>
<p>Chile, Grécia, Luxemburgo e Nova Zelândia fazem parte da OCDE, mas não foram listados pois ainda não terem divulgado dados relativos a 2024.</p>
<p>Comparação</p>
<p>País mais populoso do mundo, com mais de 1,4 bilhão de habitantes, a <strong>Índia lidera o ranking de crescimento, com taxa anual de 6,7%.</strong> Em seguida aparecem China e Indonésia, ambos com expansão de 5%.</p>
<p>O primeiro país das Américas a figurar no ranking é a Costa Rica, que cresceu 4,3% em 2024. Os Estados Unidos, maior economia do mundo, têm a 11ª maior alta (2,8%).</p>
<p>O salto do PIB do Brasil foi superior à média dos países da OCDE, da União Europeia e do Grupo dos 7 (G7, países mais industrializados do mundo: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido).</p>
<p>Já entre os primeiros países a formarem o Brics (grupo de nações emergentes: Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul), o Brasil fica na frente apenas da África do Sul.</p>
<p>Cinco países apresentam queda no PIB, incluindo a Alemanha (-0,2%), maior economia da Europa.</p>
<p>Confira o ranking:</p>
<p>1) Índia: 6,7% </p>
<p>2) Indonésia: 5% </p>
<p>3) China: 5% </p>
<p>4) Costa Rica: 4,3% </p>
<p>5) Rússia: 4,1% </p>
<p>6) Dinamarca: 3,6% </p>
<p>7) Brasil: 3,4% </p>
<p>8) Espanha: 3,2% </p>
<p>9) Turquia: 3,2% </p>
<p>10) Polônia: 2,9% </p>
<p>11) Estados Unidos: 2,8% </p>
<p>12) Lituânia: 2,7% </p>
<p>13) Noruega: 2,1% </p>
<p>14) Eslováquia: 2% </p>
<p>15) Coreia: 2% </p>
<p>16) Portugal: 1,9% </p>
<p>17) Colômbia: 1,7% </p>
<p>18) Eslovênia: 1,6% </p>
<p>19) Canadá: 1,5% </p>
<p>20) México: 1,5% </p>
<p>21) Suíça: 1,3% </p>
<p>22) Arábia Saudita: 1,3% </p>
<p>23) França: 1,2% </p>
<p>24) República Tcheca: 1,1% </p>
<p>25) Austrália: 1,1% </p>
<p>26) Bélgica: 1% </p>
<p>27) Suécia: 1% </p>
<p>28) Países Baixos: 0,9% </p>
<p>29) Reino Unido: 0,9% </p>
<p>30) Itália: 0,7% </p>
<p>31) África do Sul: 0,6% </p>
<p>32) Hungria: 0,5% </p>
<p>33) Islândia: 0,5% </p>
<p>34) Israel: 0,1% </p>
<p>35) Japão: 0,1% </p>
<p>36) Finlândia: -0,2% </p>
<p>37) Alemanha: -0,2% </p>
<p>38) Estônia: -0,3% </p>
<p>39) Letônia: -0,4% </p>
<p>40) Áustria: -1,2% </p>
<p>Comparação com grupo de países:</p>
<p>Brasil: 3,4%</p>
<p>G7: 1,7%</p>
<p>OCDE: 1,7%</p>
<p>União Europeia (27 países): 1%</p>
<p>Zona do Euro (20 países): 0,9%</p></div>
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		<title>Brasil cria 1.693.673 vagas formais em 2024 após fechar 535.547 em dezembro, aponta Caged</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/brasil-cria-1-693-673-vagas-formais-em-2024-apos-fechar-535-547-em-dezembro-aponta-caged/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 17:14:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[vagas formais em 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No ano passado, foram registradas 25.567.248 admissões contra 23.873.575 desligamentos.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>&nbsp;</p>
<p>O mercado de trabalho brasileiro registrou abertura líquida de 1.693.673 vagas com carteira assinada em 2024. Os dados fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.</p>
<p>O resultado ficou abaixo da estimativa mediana de instituições financeiras, gestoras de recursos e consultorias, de abertura líquida de 1,803 milhão de vagas, segundo o Valor Data. As projeções, todas positivas, iam de 1,736 milhão a 2,014 milhões.</p>
<p>Foram registradas 25.567.248 admissões contra 23.873.575 desligamentos no ano passado.</p>
<p>O resultado líquido foi melhor do que o de 2023, quando houve a abertura de 1.454.124 vagas.</p>
<p>Em dezembro do ano passado, por sua vez, foi registrado o fechamento líquido de 535.547 vagas, resultado de 1.524.251 admissões e 2.059.798 desligamentos.</p>
<p>O resultado ficou abaixo da estimativa de fechamento líquido de 405.250 vagas, segundo o Valor Data. As projeções, todas negativas, iam de 487.116 a 339.228.</p>
<p>No mesmo período de 2023, o fechamento líquido foi de 452.020 vagas.</p>
<p>Todas cinco regiões do país apresentaram abertura líquida de vagas formais de trabalho em 2024. Houve abertura líquida de vagas no Sudeste (779.170), Sul (297.955), Centro-Oeste (137.327), Nordeste (330.901) e Norte (115.051).</p>
<p>Em dezembro, as cinco regiões registraram fechamento líquido de vagas: Sudeste (283.401), Sul (111.186), Centro-Oeste (62.186), Nordeste (53.927) e Norte (23.293).</p>
<p><strong>Setores</strong></p>
<p>Todos os cinco setores da economia tiveram abertura líquida de postos formais de trabalho em 2024, de acordo com o Novo Caged.</p>
<p>Houve abertura líquida em: serviços (929.002); agropecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (10.808); indústria geral (306.889); construção (110.921); comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (336.110).</p>
<p>Em dezembro, os cinco setores tiveram fechamento líquido de vagas: serviços (257.703); construção (89.673); indústria geral (116.422); agropecuária (46.672); comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (25.084).</p>
<p><strong>Salário de admissão</strong></p>
<p>O salário médio de admissão de novos empregados com carteira assinada ficou em R$ 2.162,32 em dezembro. No mês anterior, estava em R$ 2.163,32. Em dezembro de 2023, estava em R$ 2.182,90.</p>
<p>Já o salário médio de demissão ficou em R$ 2.289,58 em dezembro do ano passado, contra R$ 2.272,99 um mês antes e R$ 2.279,07 em dezembro de 2023.</p>
<p><strong>Vagas atípicas</strong></p>
<p>O Brasil gerou liquidamente no ano passado 279.244 novos postos de trabalho intermitente, de aprendizes, temporários, contratados por Cadastro de Atividades Econômicas da Pessoa Física ou com carga de até 30 horas. O número foi resultado de 3.559.164 admissões e 3.279.920 desligamentos.</p>
<p>Em dezembro, houve fechamento líquido de 155.735 postos considerados pelo governo federal “não típicos” de trabalho, resultado de 210.406 admissões e 366.141 fechamentos.</p></div>
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