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	<title>Arquivos balança comercial &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos balança comercial &#8211; SETCESP</title>
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	<item>
		<title>Mesmo com tarifaço dos EUA, superávit da balança comercial sobe 86% em janeiro e chega a US$ 4,32 bilhões</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/mesmo-com-tarifaco-dos-eua-superavit-da-balanca-comercial-sobe-86-em-janeiro-e-chega-a-us-432-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dandara Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 18:37:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial]]></category>
		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse foi o segundo melhor resultado para meses de janeiro de toda série histórica, que tem início em 1989. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A balança comercial registrou superávit de US$ 4,32 bilhões em janeiro, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços nesta quinta-feira (5).</p>
<p>O resultado é de superávit quando as exportações superam as importações. Quando acontece o contrário, o resultado é deficitário.</p>
<ul>
<li>Segundo dados oficiais, houve um aumento de 85,8% no saldo positivo na comparação com o mesmo mês de 2025 (+US$ 2,34 bilhões).</li>
<li>Esse é o melhor resultado para meses de janeiro desde 2024, quando foi contabilizado um saldo positivo de US$ 6,2 bilhões.</li>
<li>Também foi o segundo melhor resultado para meses de janeiro de toda série histórica, que tem início em 1989.</li>
</ul>
<p>De acordo com o governo, em janeiro:</p>
<ul>
<li>As exportações somaram US$ 25,15 bilhões, com alta de 3,8% na média por dia útil;</li>
<li>As importações somaram US$ 20,1 bilhões, com queda de 5,5% na média por dia útil.</li>
<li>Destaques das exportações em janeiro</li>
<li>Óleos brutos de petróleo: US$ 4,3 bilhões, com queda de 7,8%</li>
<li>Minério de ferro: US$ 2,05 bilhões, com recuo de 8,6%</li>
<li>Carne bovina: US$ 1,3 bilhão, com aumento de 42,5%</li>
<li>Café não torrado: US$ 1,01 bilhão, com queda de 23,7%</li>
<li>Celulose: US$ 957 milhões, com queda de 6,1%</li>
</ul>
<h5><strong>Tarifaço dos Estados Unidos</strong></h5>
<p>Sob o impacto do tarifaço, as exportações brasileiras para os EUA recuaram para US$ 2,4 bilhões em janeiro deste ano, contra US$ 3,22 bilhões no mesmo mês do ano passado. Um recuo de 25,5%.</p>
<p>Ao mesmo tempo, as importações brasileiras de produtos norte-americanos totalizaram US$ 3,07 bilhões em janeiro deste ano, com queda de 10,9% frente ao mesmo período de 2025 (US$ 3,44 bilhões).</p>
<p>Com estes resultados, a balança comercial com os EUA registrou um déficit de US$ 668 milhões no primeiro mês de 2026.</p>
<ul>
<li>O tarifaço do presidente Donald Trump foi implementado de forma gradual, com início em abril para todos os países, embora alguns produtos tenham recebido taxação mais elevada, como aço e alumínio.</li>
<li>Em agosto, foi anunciada uma sobretaxa específica de 50% para o Brasil. Ainda assim, foi divulgada uma extensa lista de exceções, com mais de 700 itens, incluindo suco de laranja, aeronaves, petróleo e fertilizantes.</li>
<li>Com o passar dos meses e a aproximação entre Trump e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, as negociações avançaram e, em novembro, os EUA retiraram do tarifaço outros produtos brasileiros, como carne bovina, café, açaí e cacau. Ainda assim, parte da pauta segue tarifada.</li>
</ul>
<p>A situação da balança comercial brasileira em janeiro só não foi pior porque o país conseguiu ampliar as exportações para outros mercados, como China, México e Oriente Médio.</p>
<p>Esse movimento ajudou a compensar os efeitos do tarifaço dos EUA, apesar de o Brasil ter registrado queda de exportações para a União Europeia e com o Mercosul no primeiro mês deste ano.</p>
<p>Exportações para outros blocos e regiões em janeiro:</p>
<ul>
<li>China: +17,4%, para US$ 6,47 bilhões;</li>
<li>Mercosul: -13,5%, para US$ 1,45 bilhão;</li>
<li>União Europeia: -6,2%, para US$ 3,92 bilhões;</li>
<li>México: +24,4%, para US$ 411 milhões;</li>
<li>Oriente Médio: +31,6%, para US$ 1,78 bilhão.</li>
</ul></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/mesmo-com-tarifaco-dos-eua-superavit-da-balanca-comercial-sobe-86-em-janeiro-e-chega-a-us-432-bilhoes/">Mesmo com tarifaço dos EUA, superávit da balança comercial sobe 86% em janeiro e chega a US$ 4,32 bilhões</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Com tarifaço, exportações para os EUA despencam 38% em outubro, mas balança comercial com demais parceiros tem saldo positivo</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/com-tarifaco-exportacoes-para-os-eua-despencam-38-em-outubro-mas-balanca-comercial-com-demais-parceiros-tem-saldo-positivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 19:12:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Tarifaço de Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Outubro foi 10º mês seguido de déficit do Brasil com os EUA. Vendas para China e Europa, por outro lado, cresceram</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/com-tarifaco-exportacoes-para-os-eua-despencam-38-em-outubro-mas-balanca-comercial-com-demais-parceiros-tem-saldo-positivo/">Com tarifaço, exportações para os EUA despencam 38% em outubro, mas balança comercial com demais parceiros tem saldo positivo</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Outubro foi 10º mês seguido de déficit do Brasil com os EUA. Vendas para China e Europa, por outro lado, cresceram, o que manteve saldo positivo da balança.</p>
<p>O Brasil registrou déficit em suas transações comerciais com os Estados Unidos pelo décimo mês seguido em outubro, informou nesta quinta-feira (6) o Ministério do Desenvolvimento (MDIC).</p>
<p>De acordo com o governo, as exportações aos EUA somaram US$ 2,21 bilhões em outubro, com forte queda, de 38%, frente ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>Ao mesmo tempo, as importações totalizaram US$ 3,97 bilhões da economia norte-americana, com alta de 9,6% na comparação com outubro de 2024.</p>
<p>Com isso, o saldo ficou deficitário para o Brasil em US$ 1,76 bilhão no mês passado.</p>
<p>&#8211; O último mês no qual o Brasil teve superávit com os EUA, ou seja, quando as exportações superaram as compras do exterior, foi dezembro do ano passado — no valor de US$ 468 milhões.</p>
<p>&#8211; No acumulado de janeiro a outubro deste ano, o Brasil acumula um déficit nas transações comerciais de pouco mais de US$ 7 bilhões com os Estados Unidos, o que representa um crescimento de mais de 400% na comparação com igual período do ano passado (cerca de US$ 1,38 bilhão).</p>
<p>&#8211; Os números mostram também que o Brasil tem registrado déficits comerciais seguidos com os Estados Unidos desde 2009, ou seja, nos últimos 16 anos. Nesse período, as vendas americanas ao Brasil superaram suas importações em US$ 88,61 bilhões.</p>
<p>Balança comercial como um todo</p>
<p>&#8211; Apesar da queda nas vendas para os EUA, o Brasil exportou mais para outros grandes parceiros:</p>
<p>China (+33,4%)</p>
<p>Europa (+7,6%)</p>
<p>Mercosul (+14,3%).</p>
<p>&#8211; Com isso, quando são consideradas as transações comerciais com todos os países, e não somente com os EUA, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 6,96 bilhões em outubro.</p>
<p>Segundo dados oficiais, houve um aumento de 70% no saldo positivo na comparação com o mesmo mês de 2024 (+US$ 4,09 bilhões).</p>
<p>Esse é o melhor resultado para meses de outubro desde 2023, quando foi contabilizado um superávit comercial de US$ 9,18 bilhões.</p>
<p>De acordo o governo, em outubro:</p>
<ul>
<li>As exportações somaram US$ 31,97 bilhões, com alta de 9,1% na média por dia útil;</li>
<li>As importações somaram US$ 25 bilhões, com queda de 0,8% na média por dia útil.</li>
<li>No acumulado dos dez primeiros meses do ano, o saldo comercial ficou positivo em US$ 52,4 bilhões, com queda de 16,6% na comparação com o mesmo período do ano passado (US$ 62,8 bilhões).</li>
</ul>
<p><strong>Tarifaço de Trump</strong></p>
<p>O tarifaço anunciado pelo presidente Donald Trump foi anunciado de forma paulatina e progressiva com o passar dos meses — culminando em uma sobretaxa de 50% com início em 6 de agosto a cerca de 36% das vendas externas aos EUA.</p>
<p>O mandatário norte-americano chegou a citar questões econômicas, como um suposto déficit com o Brasil (inexistente de acordo com números oficiais), mas também apontou questões políticas relacionadas com o processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e &#8220;direitos de liberdade de expressão de cidadãos americanos&#8221;, entre outros.</p>
<p>Em meados de agosto, o governo apresentou a primeira parte do pacote de medidas para socorrer empresas afetadas pela cobrança do tarifaço. A principal medida anunciada foi a criação de uma linha de crédito de R$ 30 bilhões. O acesso às linhas estará condicionado à manutenção do número de empregos.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Balança comercial tem superávit mais baixo em três anos</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/balanca-comercial-tem-superavit-mais-baixo-em-tres-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 19:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial]]></category>
		<category><![CDATA[superavit]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Exportações superaram importações em US$ 7,238 bilhões.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/balanca-comercial-tem-superavit-mais-baixo-em-tres-anos/">Balança comercial tem superávit mais baixo em três anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>A queda no preço de diversas<em> commodities</em> (bens primários com cotação internacional) e o crescimento econômico fizeram a balança comercial registrar o superávit mais baixo para meses de maio em três anos. No mês passado, o país exportou US$ 7,238 bilhões a mais do que importou, queda de 12,8% em relação ao registrado no mesmo mês de 2024.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1645616&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1645616&amp;o=node" /></p>
<p>Os números foram divulgados nesta quinta-feira (5) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O superávit em maio é o menor desde 2022, quando o resultado positivo ficou em US$ 4,958 bilhões.</p>
<p>A balança comercial acumula superávit de US$ 24,432 bilhões nos cinco primeiros meses de 2025. O valor representa queda de 30,6% em relação aos mesmos meses do ano passado. <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/balanca-comercial-tem-primeiro-deficit-mensal-desde-janeiro-de-2022" target="_blank" rel="noopener">O recuo no valor acumulado ocorreu porque a balança comercial teve déficit de US$ 471,6 milhões em fevereiro, motivado pela importação de uma plataforma de petróleo</a>.</p>
<p>As exportações ficaram estáveis, mas as importações cresceram. Em maio, o país exportou US$ 30,156 bilhões, com queda de 0,1% em relação ao registrado no mesmo mês do ano passado. Este é o terceiro maior valor da história, só perdendo para maio de 2023 e de 2024.</p>
<p>As importações somaram US$ 22,918 bilhões, com alta de 4,7% na mesma comparação. O valor é o segundo maior da série histórica para o mês, só perdendo para maio de 2022.</p>
<p><strong>Do lado das exportações, as vendas externas de soja, principal produto da agropecuária, caíram 3,9% em relação a maio do ano passado, por causa da queda de 8,4% dos preços médios. </strong>O volume vendido subiu 4,9%. Além disso, o milho e o algodão, dois dos principais produtos de exportação do agronegócio, tiveram queda de preço e de quantidade em maio.</p>
<p>As vendas de petróleo recuaram 9,7%, também motivadas pela redução de 15,2% nos preços, com o volume exportado subindo 6,5%. As exportações de minério de ferro recuaram 4,7%. Apesar de a quantidade ter subido 7,4%, os preços caíram 11,3%.</p>
<p>No entanto, a alta no preço do café e da carne bovina ajudou a sustentar a balança. As vendas de alguns produtos, como carne bovina, celulose, veículos e ferro-gusa, subiram no mês passado, compensando a diminuição na exportação dos demais produtos.</p>
<p><strong>Do lado das importações, as aquisições de adubos e fertilizantes, veículos de passageiros, motores, máquinas, compostos químicos e componentes de veículos subiram. </strong>A maior alta ocorreu com os fertilizantes, cujo valor comprado aumentou US$ 257,9 milhões (+25,9%) em maio na comparação com maio do ano passado.</p>
<p>No mês passado, o volume de mercadorias exportadas subiu 2,5%. Os preços, no entanto, recuaram 2,5% em média na comparação com o mesmo mês do ano passado. Nas importações, a quantidade comprada subiu 7,7%, impulsionada pelo crescimento econômico, mas os preços médios recuaram 3,3%, refletindo a queda no valor das <em>commodities</em> (bens primários com cotação internacional).</p>
<h2>Setores</h2>
<p>No setor agropecuário, a queda na quantidade vendida pesou mais para o recuo de 0,6% nas exportações do segmento. O volume de mercadorias embarcadas caiu 5,4% em abril na comparação com o mesmo mês de 2024, enquanto o preço médio subiu 6,4%.</p>
<p>Na indústria de transformação, a quantidade subiu 5,2% e o preço médio caiu 1,9%, refletindo uma certa recuperação econômica na Argentina, o maior comprador de bens industrializados do Brasil.</p>
<p>Na indústria extrativa, que engloba a exportação de minérios e de petróleo, a quantidade exportada subiu 7,1%, enquanto os preços médios recuaram 12,8%, fruto da desaceleração econômica na China e do acirramento da guerra comercial por parte do governo de Donald Trump.</p>
<h2>Estimativa</h2>
<p>Segundo as estimativas mais recentes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, divulgadas em abril, o superávit deverá ficar em US$ 70,2 bilhões, queda de 5,4% em relação a 2024. A próxima projeção será divulgada em julho.</p>
<p>De acordo com o ministério, as exportações subirão 4,8% em 2025, na comparação com 2024, encerrando o ano em US$ 353,1 bilhões. As importações subirão 7,6% e fecharão o ano em US$ 282,9 bilhões. As estimativas, no entanto, devem ser revistas na próxima projeção, em julho, porque não consideram os efeitos do tarifaço de Donald Trump nem da retaliação comercial da China.</p>
<p>As previsões estão mais pessimistas que as do mercado financeiro. O boletim Focus, pesquisa com analistas de mercado divulgada toda semana pelo Banco Central, projeta superávit de US$ 75 bilhões neste ano.</p></div>
			</div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/balanca-comercial-tem-superavit-mais-baixo-em-tres-anos/">Balança comercial tem superávit mais baixo em três anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Balança comercial se recupera e tem superávit de US$ 8,15 bi em março</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/balanca-comercial-se-recupera-e-tem-superavit-de-us-815-bi-em-marco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 19:19:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Resultado é o segundo melhor da história para o mês.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/balanca-comercial-se-recupera-e-tem-superavit-de-us-815-bi-em-marco/">Balança comercial se recupera e tem superávit de US$ 8,15 bi em março</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O início de algumas safras e a alta nas vendas de minério de cobre e de carnes fizeram a balança comercial se recuperar e registrar o segundo melhor superávit da série histórica para meses de março. No mês passado, o país exportou US$ 8,154 bilhões a mais do que importou, divulgou nesta sexta-feira (4) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1637614&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1637614&amp;o=node" /></p>
<p><strong>O resultado é o mais alto para meses de março desde 2023, quando a balança comercial tinha registrado superávit de US$ 10,751 bilhões. Em relação a março de 2024, o superávit subiu 13,8%.</strong></p>
<p>Em março, o país exportou US$ 29,177 bilhões, alta de 5,5% em relação ao registrado no mesmo mês do ano passado e o terceiro melhor março desde 1989, quando começou a série histórica, só perdendo para 2023 e 2022. As importações somaram US$ 21,023 bilhões, alta de 2,6% na mesma comparação e também o terceiro maior valor da história, inferior apenas aos de 2023 e 2022.</p>
<p><strong>Do lado das exportações, a alta no preço do café e o início da safra de soja e de milho ajudaram a recuperar a balança</strong>. As vendas de alguns produtos, como carne bovina, celulose e minério de cobre, subiram no mês passado, compensando a diminuição de preço dos demais produtos.</p>
<p><strong>Do lado das importações, as aquisições de motores, máquinas, medicamentos, componentes de veículos, adubos e fertilizantes químicos subiram.</strong> A maior alta ocorreu com as máquinas e motores, cujo valor comprado aumentou 45,9% em março na comparação com março do ano passado.</p>
<p><strong>No mês passado, o volume de mercadorias exportadas subiu 5%, puxado pelo início da safra de diversos produtos.</strong> Os preços aumentaram apenas 0,4% em média na comparação com o mesmo mês do ano passado. Nas importações, a quantidade comprada subiu 4,2%, impulsionado pelo crescimento econômico, mas os preços médios recuaram 1,5%, refletindo a queda no valor das commodities (bens primários com cotação internacional).</p>
<h2>Setores</h2>
<p>No <strong>setor agropecuário</strong>, a alta na quantidade pesou mais no aumento das exportações. O volume de mercadorias embarcadas subiu 10,8% em março na comparação com o mesmo mês de 2024, enquanto o preço médio subiu 4,3%.</p>
<p>Na <strong>indústria de transformação</strong>, a quantidade subiu 9%, com o preço médio caindo 0,9%, refletindo uma certa recuperação econômica na Argentina, o maior comprador de bens industrializados do Brasil.</p>
<p>Na <strong>indústria extrativa</strong>, que engloba a exportação de minérios e de petróleo, a quantidade exportada caiu 10,6%, puxada pela manutenção de plataformas de petróleo, enquanto os preços médios recuaram 4,9%.</p>
<h2>Estimativa</h2>
<p>Após divulgar estimativas por intervalos de valores em janeiro, o Mdic atualizou as estimativas para a balança comercial do ano. O superávit deverá ficar em US$ 70,2, queda de 5,4% em relação a 2024. Na previsão anterior, o saldo estava numa banda entre US$ 60 bilhões e US$ 80 bilhões. <strong>A próxima projeção será divulgada em julho</strong>.</p>
<p><strong>Segundo o MDIC, as exportações subirão 4,8% em 2025 na comparação com 2024, encerrando o ano em US$ 353,1 bilhões. As importações subirão 7,6% e fecharão o ano em US$ 282,9 bilhões. </strong>As estimativas, no entanto, devem ser revistas em breve porque não consideram os efeitos do tarifaço de Donald Trump nem da retaliação comercial da China.</p>
<p>As previsões estão mais pessimistas do que as do mercado financeiro. <strong>O boletim Focus, pesquisa com analistas de mercado divulgada toda semana pelo Banco Central, projeta superávit de US$ 75 bilhões neste ano.</strong></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/balanca-comercial-se-recupera-e-tem-superavit-de-us-815-bi-em-marco/">Balança comercial se recupera e tem superávit de US$ 8,15 bi em março</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Balança comercial tem superávit recorde de US$ 5,447 bi em fevereiro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/balanca-comercial-tem-superavit-recorde-de-us-5447-bi-em-fevereiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2024 13:59:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial]]></category>
		<category><![CDATA[superavit]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Safra recorde de algodão e exportações de petróleo puxaram resultado.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/balanca-comercial-tem-superavit-recorde-de-us-5447-bi-em-fevereiro/">Balança comercial tem superávit recorde de US$ 5,447 bi em fevereiro</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Beneficiada pelas exportações de petróleo e pela safra de algodão, soja e café, a balança comercial – diferença entre exportações e importações – fechou fevereiro com superávit de US$ 5,447 bilhões, divulgou nesta quarta-feira (6) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O resultado é o melhor para meses de fevereiro, e representa alta de 111,8% em relação ao mesmo mês do ano passado.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1584552&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1584552&amp;o=node" /></p>
<p>Com o resultado de fevereiro, a balança comercial acumula superávit de US$ 11,942 bilhões nos dois primeiros meses deste ano, o maior resultado para o período desde o início da série histórica, em 1989. O valor representa alta de 145,9% em relação aos mesmos meses do ano passado.</p>
<p>Em relação ao resultado mensal, as exportações subiram, enquanto as importações ficaram relativamente estáveis. No mês passado, o Brasil vendeu US$ 23,538 bilhões para o exterior, alta de 16,3% em relação ao mesmo mês de 2023. Esse é o maior valor exportado para meses de fevereiro desde o início da série histórica. As compras do exterior somaram US$ 17,67 bilhões, avanço de 2,4%.</p>
<p>Do lado das exportações, a safra recorde de café e soja e a recuperação do preço do açúcar e do minério de ferro compensaram a queda internacional no preço de algumas commodities (bens primários com cotação internacional). Além disso, as exportações de petróleo bruto subiram 119,7%, beneficiadas pelo atraso na contabilização de algumas exportações.</p>
<p>Do lado das importações, o recuo nas compras de petróleo, de derivados e de compostos químicos foi o principal responsável pelo elevado saldo na balança comercial.</p>
<p>Após baterem recorde em 2022, depois do início da guerra entre Rússia e Ucrânia, as commodities recuam desde a metade de 2023. A principal exceção é o minério de ferro, cuja cotação vem reagindo por causa dos estímulos econômicos da China, a principal compradora do produto.</p>
<p>No mês passado, o volume de mercadorias exportadas subiu 20,9%, enquanto os preços caíram 3,8% em média na comparação com o mesmo mês do ano passado. Nas importações, a quantidade comprada subiu 13,3%, mas os preços médios recuaram 10,4%.</p>
<p><strong>Setores</strong></p>
<p>No setor agropecuário, a safra de grãos e de algodão pesou mais nas exportações. O volume de mercadorias embarcadas subiu 34,5% em fevereiro na comparação com o mesmo mês de 2023, enquanto o preço médio caiu 17,1%. Na indústria de transformação, a quantidade subiu 6%, com o preço médio recuando 0,6%. Na indústria extrativa, que engloba a exportação de minérios e de petróleo, a quantidade exportada subiu 61%, enquanto os preços médios aumentaram apenas 1,9%.</p>
<p>Os produtos com maior destaque nas exportações agropecuárias foram algodão bruto (498,1%), café não torrado (71,5%) e soja (4,5%). Em valores absolutos, o destaque positivo é o algodão, cujas exportações subiram US$ 406,5 milhões em relação a fevereiro do ano passado. A safra recorde fez o volume de embarques de algodão aumentar 497,8%, mesmo com o preço médio subindo apenas 0,04%.</p>
<p>Na indústria extrativa, as principais altas foram registradas em óleos brutos de petróleo (119,7%) e minério de ferro (41,4%) minérios preciosos (que saltou de zero para US$ 39 milhões). No caso do ferro, a quantidade exportada aumentou 21,4%, e o preço médio subiu 16,5%.</p>
<p>Em relação aos óleos brutos de petróleo, também classificados dentro da indústria extrativa, os preços médios recuaram 6,1% em relação a fevereiro do ano passado, enquanto a quantidade embarcada aumentou 134%.</p>
<p>Na indústria de transformação, as maiores altas ocorreram em açúcares e melaços (201,2%), carne bovina (32,2%) e farelos de soja e outros alimentos para animais (9,8%). A crise econômica na Argentina, principal destino das manufaturas brasileiras, também influenciou no crescimento das exportações dessa categoria. As vendas para o país vizinho caíram 30% em fevereiro em relação ao mesmo mês do ano passado.</p>
<p>Em relação às importações, os principais recuos foram registrados nos seguintes produtos: cevada não moída (50,8%), soja (44%) e látex e borracha natural (38,8%), na agropecuária; minérios de cobre (100%) e óleos brutos de petróleo (16,8%), na indústria extrativa; compostos organo-inorgânicos (21,8%) e adubos ou fertilizantes químicos (32%), na indústria de transformação.</p>
<p>Em relação aos fertilizantes, cujas compras do exterior ainda são impactadas pela guerra entre Rússia e Ucrânia, os preços médios caíram 25,5%, e a quantidade importada recuou 8,8%.</p>
<p><strong>Estimativa</strong></p>
<p>Apesar da desvalorização das commodities, o governo projeta superávit de US$ 94,4 bilhões este ano, com queda de 4,5% em relação a 2023. A próxima projeção será divulgada em abril.</p>
<p>Segundo o MDIC, as exportações subirão 2,5% este ano, encerrando o ano em US$ 348,2 bilhões. As importações avançarão 5,4% e fecharão o ano em US$ 253,8 bilhões. As compras do exterior deverão subir por causa da recuperação da economia, que aumenta o consumo, em um cenário de preços internacionais menos voláteis do que no início do conflito entre Rússia e Ucrânia.</p>
<p>As previsões estão um pouco mais otimistas que as do mercado financeiro. O boletim Focus, pesquisa com analistas de mercado divulgada toda semana pelo Banco Central, projeta superávit de US$ 80,98 bilhões neste ano.</p></div>
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		<title>Balança comercial tem superávit recorde de US$ 8,904 bi em setembro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/balanca-comercial-tem-superavit-recorde-de-us-8904-bi-em-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2023 13:33:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial]]></category>
		<category><![CDATA[superavit]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Menor importação de combustíveis e safra de grãos puxaram resultado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_5 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Beneficiada pela queda nas importações de combustíveis e pela safra recorde de grãos, a balança comercial – diferença entre exportações e importações – fechou setembro com superávit de US$ 8,904 bilhões, divulgou nesta segunda-feira (2) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O resultado é o melhor para meses de setembro e representa alta de 51,2% em relação ao mesmo mês do ano passado, pelo critério da média diária.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1558648&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1558648&amp;o=node" /></p>
<p>Com o resultado de setembro, a balança comercial encerrou os nove primeiros meses do ano com superávit acumulado de US$ 71,309 bilhões, maior resultado para o período desde o início da série histórica, em 1989. Desde agosto, o saldo positivo acumulado supera o superávit comercial recorde de US$ 61,525 bilhões de todo o ano passado.</p>
<p>Em relação ao resultado mensal, as exportações cresceram, enquanto as importações despencaram em setembro. No mês passado, o Brasil vendeu US$ 28,431 bilhões para o exterior, alta de 4,4% em relação ao mesmo mês de 2022 pelo critério da média diária. As compras do exterior somaram US$ 19,527 bilhões, recuo de 17,6% pelo mesmo critério.</p>
<p>Do lado das exportações, a safra recorde de grãos e o aumento da produção de petróleo compensaram a queda internacional no preço de algumas <em>commodities</em> (bens primários com cotação internacional). Do lado das importações, o recuo no preço do petróleo e de derivados foi o principal responsável pela retração.</p>
<p>Após baterem recorde no primeiro semestre do ano passado, após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, as <em>commodities</em> recuaram nos últimos meses. Apesar da subida do petróleo e de outros produtos em setembro, os valores continuam inferiores ao mesmo mês do ano passado.</p>
<p>No mês passado, o volume de mercadorias exportadas subiu 7,2%, enquanto os preços caíram 7,4% em média na comparação com o mesmo mês do ano passado. Nas importações, a quantidade comprada caiu 8,7%, e os preços médios recuaram 14,5%.</p>
<p><strong>Setores</strong></p>
<p>Ao comparar o setor agropecuário, a safra recorde de grãos pesou mais nas exportações. O volume de mercadorias embarcadas subiu 41,7% em setembro na comparação com o mesmo mês de 2022, enquanto o preço médio caiu 17,2%. Na indústria de transformação, a quantidade caiu 8,5%, com o preço médio recuando 2,6%. Na indústria extrativa, que engloba a exportação de minérios e de petróleo, a quantidade exportada subiu 20,6%, enquanto os preços médios caíram 9,6%.</p>
<p>Os produtos com maior destaque nas exportações agropecuárias foram animais vivos, exceto pescados ou crustáceos (+560,4%); soja (+38,4%); e milho não moído, exceto milho doce (+16,1%). O destaque positivo é a soja. A safra recorde fez o volume de embarques de soja aumentar 67,8%, mesmo com o preço médio caindo 17,6%.</p>
<p>Na indústria extrativa, as principais altas foram registradas em minérios de cobre e concentrados (+58,5%) e petróleo bruto (+18,7%). No caso do ferro, o valor exportado subiu 3,6%. A quantidade exportada aumentou 3,9%, mas o preço médio caiu 0,2% com a desaceleração da economia chinesa.</p>
<p>Em relação aos óleos brutos de petróleo, também classificados dentro da indústria extrativa, as exportações subiram 18,7%. Os preços médios recuaram 20,3% em relação a setembro do ano passado, mas a quantidade embarcada aumentou 48,8%, impulsionada pelo crescimento da produção.</p>
<p>Na indústria de transformação, as maiores quedas ocorreram na carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (-23,7%); celulose (-20,4%); e gorduras e óleos vegetais (-50,4%). A crise econômica na Argentina, principal destino das manufaturas brasileiras, também interferiu no recuo das exportações dessa categoria.</p>
<p>Em relação as importações, os principais recuos foram registrados nos seguintes produtos: milho não moído (-50%) e látex, borracha natural (-48,4%) e trigo e centeio (-26,3%), na agropecuária; gás natural (-68,1%), carvão não aglomerado (-38,2%) e óleos brutos de petróleo (-31,5%), na indústria extrativa; e compostos organo-inorgânicos (-48,5%) e adubos ou fertilizantes químicos (-36,3%), na indústria de transformação.</p>
<p>Em relação aos fertilizantes, cujas compras do exterior ainda são impactadas pela guerra entre Rússia e Ucrânia, a queda deve-se principalmente à diminuição de 50,4% nos preços. A quantidade importada subiu 28,5% em setembro na comparação com setembro do ano passado.</p>
<p><strong>Estimativa</strong></p>
<p>Apesar da desvalorização das <em>commodities</em>, o governo revisou levemente para cima a projeção de superávit comercial. Para 2023, o governo prevê saldo positivo de US$ 93 bilhões, contra projeção anterior de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-07/ministerio-projeta-superavit-comercial-recorde-de-us-847-bilhoes" target="_blank" rel="noopener">US$ 84,7 bilhões</a>, feita em julho.</p>
<p>Segundo o MDIC, as exportações ficarão estáveis em 2023, subindo apenas 0,02% e encerrando o ano em US$ 334,2 bilhões. As estimativas são atualizadas a cada três meses. As importações recuarão 11,5% e fecharão o ano em US$ 241,1 bilhões.</p>
<p>As previsões estão muito mais otimistas que as do mercado financeiro. O boletim Focus, pesquisa com analistas de mercado divulgada toda semana pelo Banco Central, projeta superávit de US$ 72,1 bilhões neste ano.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/balanca-comercial-tem-superavit-recorde-de-us-8904-bi-em-setembro/">Balança comercial tem superávit recorde de US$ 8,904 bi em setembro</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Balança comercial registra superávit de US$ 5,44 bilhões em julho</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/balanca-comercial-registra-superavit-de-us-544-bilhoes-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Aug 2022 15:18:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial]]></category>
		<category><![CDATA[superavit]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204601305</guid>

					<description><![CDATA[<p>Alta nos preços do petróleo e de fertilizantes fez saldo cair 22,7%</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O encarecimento do preço de vários itens importados, especialmente fertilizantes e petróleo, fez o superávit da balança comercial encolher em julho. No mês passado, o país exportou US$ 5,444 bilhões a mais do que importou, queda de 22,7% em relação ao registrado no mesmo mês de 2012.</p>
<p>Nos sete primeiros meses do ano, a balança comercial acumula superávit de US$ 39,751 bilhões. Isso representa 10,4% a menos que o registrado de janeiro a julho do ano passado. Apesar do recuo, o saldo é o segundo melhor da história para o período, perdendo apenas para os sete primeiros meses de 2021, quando o superávit tinha fechado em US$ 44,38 bilhões</p>
<p>No mês passado, o Brasil vendeu US$ 29,955 bilhões para o exterior e comprou US$ 24,511 bilhões. Tanto as importações como as exportações bateram recorde em julho, desde o início da série histórica, em 1989. As exportações subiram 20% em relação a julho do ano passado, pelo critério da média diária. As importações, no entanto, aumentaram em ritmo maior: 31,6% na mesma comparação.</p>
<p>O recorde das importações e das exportações, no entanto, deve-se ao aumento dos preços internacionais das mercadorias. No mês passado, o volume de mercadorias exportadas subiu em média apenas 4,7% na comparação com julho do ano passado, enquanto os preços aumentaram 12,2%, favorecidos pela valorização das commodities (bens primários com cotação internacional).</p>
<p>Nas importações, a quantidade comprada subiu 8,7%, mas os preços médios subiram 41,6%. A alta dos preços foi puxada principalmente por adubos, fertilizantes, petróleo, carvão e trigo, itens que ficaram mais caros após o início da guerra entre Rússia e Ucrânia.</p>
<p>Setores</p>
<p>No setor agropecuário, o aumento nos preços internacionais pesou mais nas exportações. O volume de mercadorias embarcadas caiu 2,6% em julho na comparação com o mesmo mês de 2021, enquanto o preço médio subiu 38%. Na indústria de transformação, a quantidade subiu 8,3%, com o preço médio aumentando 18,2%.</p>
<p>Na indústria extrativa, que engloba a exportação de minérios e de petróleo, a quantidade exportada subiu 4,8%, enquanto os preços médios recuaram 13,9% em relação a julho do ano passado. Embora o preço médio do petróleo bruto tenha subido 41,2% nessa comparação, o preço do minério de ferro caiu 43,5%, puxado pelos lockdowns na China, que reduzem a demanda internacional.</p>
<p>Os produtos com maior destaque nas exportações agropecuárias foram milho não moído (+201,7%), café não torrado (+84,4%) e soja (+23,8%). Esse crescimento deve-se principalmente aos preços. O destaque negativo foi o algodão, cujas exportações caíram 50,6% de julho do ano passado a julho deste ano por causa da antecipação de embarques no início do ano.</p>
<p>Na indústria extrativa, os maiores crescimentos foram registrados nas exportações de óleos minerais brutos (+92,8%), petróleo bruto (+77,5%) e minério de níquel (+53,2%). Na indústria de transformação, os maiores crescimentos ocorreram nos combustíveis (+103,1%), açúcares e melaços (+44,6%) e carne bovina refrigerada ou congelada (+27,4%).</p>
<p>Em relação às importações, os maiores crescimentos foram registrados nos seguintes produtos: cevada não moída (+83,5%), pescados inteiros (+34,1%) e trigo e centeio não moídos (+23,2%), na agropecuária; carvão não aglomerado (+211,1%), gás natural (+106,5%) e petróleo bruto (+98,5%), na indústria extrativa; e combustíveis (+82,7%) e adubos ou fertilizantes químicos processados (+175,3%), combustíveis (+93,4%) e válvulas de cátodo (+58,5%), na indústria de transformação.</p>
<p>Estimativa</p>
<p>No mês passado, o governo tinha reduzido para US$ 81,5 bilhões a projeção de superávit comercial para 2022, por causa do encarecimento do petróleo e dos fertilizantes. Apesar da queda na estimativa, esse valor garantiria superávit comercial recorde para o país.</p>
<p>As estimativas oficiais são atualizadas a cada três meses. As previsões estão mais otimistas que as do mercado financeiro. O boletim Focus, pesquisa com analistas de mercado divulgada toda semana pelo Banco Central, projeta superávit de US$ 67,2 bilhões neste ano.</p></div>
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			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/balanca-comercial-registra-superavit-de-us-544-bilhoes-em-julho/">Balança comercial registra superávit de US$ 5,44 bilhões em julho</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Balança comercial tem superávit de US$ 3,428 bilhões em novembro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/balanca-comercial-tem-superavit-de-us-3428-bilhoes-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2019 19:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[balança comercial]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[superavit]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204573924</guid>

					<description><![CDATA[<p>Corrente de comércio do país no mês foi de US$ 31,765 bilhões; saldo positivo acumulado do ano chega a US$ 41,079 bilhões</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/balanca-comercial-tem-superavit-de-us-3428-bilhoes-em-novembro/">Balança comercial tem superávit de US$ 3,428 bilhões em novembro</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><div class="et_pb_section et_pb_section_7 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Corrente de comércio do país no mês foi de US$ 31,765 bilhões; saldo positivo acumulado do ano chega a US$ 41,079 bilhões</em></p>
<p>A balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 3,428 bilhões, valor 15,9% inferior, pela média diária, ao alcançado em igual período de 2018, de US$ 4,077 bilhões. A corrente de comércio alcançou US$ 31,765 bilhões, redução de 16% na mesma comparação. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (02/12) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.</p>
<p><strong>Confira os dados completos da balança comercial</strong>: <a href="http://www.mdic.gov.br/index.php/comercio-exterior/estatisticas-de-comercio-exterior/balanca-comercial-brasileira-semanal">http://www.mdic.gov.br/index.php/comercio-exterior/estatisticas-de-comercio-exterior/balanca-comercial-brasileira-semanal</a></p>
<p>No mês, as exportações alcançaram US$ 17,596 bilhões, uma retração de 16% em relação a novembro de 2018, mas um crescimento de 3,4% na comparação com outubro de 2019. As importações totalizaram US$ 14,169 bilhões, 16% abaixo de igual período do ano anterior, e 4,3% a menos do que no mês de outubro deste ano.</p>
<p>Segundo o subsecretário de Inteligência e Estatística de Comércio Exterior da Secex, Herlon Brandão, a queda da exportação em novembro se deve ao impacto de uma base de comparação mais alta do mesmo período do ano passado, quando houve a exportação de uma plataforma de petróleo no valor de US$ 1,6 bilhão. Também reflete a redução de US$ 961 milhões em vendas de petróleo bruto, com queda nos preços internacionais e diminuição do volume exportado no mês.</p>
<p>Outro fator decisivo foi a redução do volume de minério de ferro aglomerado, com queda da oferta devido a paralisações de minas no Brasil, compensada em parte pelo aumento do preço no mercado internacional. Também foram sentidos os impactos das quedas das exportações de café torrado e de celulose. “Esses cinco produtos, em conjunto, representam uma queda de US$ 3,1 bilhões nas exportações, e representam mais de 70% de todos os produtos com redução”, explica Brandão. “Se formos contar só a redução total da exportação, eles explicam mais de 90% da queda.”</p>
<p><strong>Acumulado de 2019</strong></p>
<p>No acumulado de 2019, as exportações somaram US$ 205,863 bilhões, uma queda de 7,2% sobre o mesmo período de 2018, quando ficaram em US$ 219,919 bilhões. As importações somaram US$ 164,783 bilhões, diminuição de 2,9% sobre o mesmo período do ano anterior, de US$ 168,314 bilhões.</p>
<p>O saldo comercial acumulou superávit de US$ 41,079 bilhões, valor 21,1% inferior ao de igual período de 2018, com US$ 51,605 bilhões. Já a corrente de comércio alcançou US$ 370,646 bilhões, uma redução de 5,4% sobre o mesmo período anterior, que foi de US$ 388,233 bilhões.</p>
<p>O subsecretário aponta, entre os motivos para a redução das exportações no ano, a desaceleração da economia mundial, com impactos no comércio internacional, além da crise econômica da Argentina, terceiro maior parceiro comercial do Brasil, e uma menor demanda de soja pela China.</p>
<p>Herlon Brandão lembra que as 70 economias que representam 70% do comércio mundial reduziram suas exportações em 2,6%, neste ano. “Então, é muito provável que o comércio mundial caia em 2019”, pondera.</p>
<p>Ele acrescenta que a Organização Mundial do Comércio (OMC) prevê aumento de volume de apenas 1,2%, mas os preços internacionais estão em queda e, assim, os dados até setembro mostram redução dos valores transacionados no mundo. “Aumento do protecionismo e outros fatores explicam essa redução do comércio internacional”, destaca.</p>
<p><strong>Acumulado de 12 meses</strong></p>
<p>No acumulado de 12 meses, as exportações somaram US$ 225,208 bilhões. Na comparação com o período de dezembro de 2017 a novembro de 2018, quando as exportações atingiram US$ 237,514 bilhões, houve diminuição de 5,9%, pela média diária.</p>
<p>As importações totalizaram US$ 177,700 bilhões, queda de 2,6% sobre o mesmo período anterior, de US$ 180,911 bilhões, pela média diária. Com isso, o saldo comercial, em 12 meses, acumula superávit de US$ 47,508 bilhões, valor 16,7% inferior ao de equivalente período anterior (US$ 56,603 bilhões). A corrente de comércio diminuiu 4,5%, de US$ 418,426 bilhões para US$ 402,908 bilhões.</p></div>
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