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	<title>Arquivos Avaliação &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos Avaliação &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Resultados da 144ª Pesquisa CNT de Opinião</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/resultados-da-144a-pesquisa-cnt-de-opiniao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Aug 2019 19:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa de Opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Avaliação dos índices de popularidade do governo e pessoal do presidente Jair Bolsonaro. Revela ainda a avaliação dos brasileiros sobre as áreas de atuação do governo.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/resultados-da-144a-pesquisa-cnt-de-opiniao/">Resultados da 144ª Pesquisa CNT de Opinião</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A 144ª Pesquisa CNT de Opinião, realizada em parceria com o Instituto MDA, entre os dias 22 e 25 de agosto de 2019, mostra a avaliação dos índices de popularidade do governo e pessoal do presidente Jair Bolsonaro. Revela ainda a avaliação dos brasileiros sobre as áreas de atuação do governo.</p>
<p>A pesquisa mostra a expectativa da população em relação ao emprego, à renda, à saúde, à educação e à segurança pública. Traz também o que as pessoas pensam sobre os principais desafios do país e aborda questões como meio ambiente, radares em rodovias, reforma da Previdência, operação Lava Jato e ministro Sérgio Moro, preço dos combustíveis e sistema de saúde.</p>
<p>Foram realizadas 2.002 entrevistas, entre os dias 22 e 25 de agosto, em 137 municípios de 25 Unidades da Federação. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.</p>
<p><strong><u>Avaliação de governo </u></strong></p>
<p><strong><u>Governo do presidente Jair Bolsonaro:</u></strong></p>
<p>Avaliação “ótimo + bom”: <strong>29,4%</strong></p>
<p>Avaliação “regular”: <strong>29,1%</strong></p>
<p>Avaliação “ruim + péssimo”: <strong>39,5%</strong></p>
<p>Não souberam opinar ou não responderam: <strong>2,0%</strong></p>
<p><strong><u><br />Desempenho pessoal do presidente Jair Bolsonaro:</u></strong></p>
<p>Aprova: <strong>41,0%</strong></p>
<p>Desaprova: <strong>53,7%</strong></p>
<p>Não souberam opinar ou não responderam: <strong>5,3%</strong></p>
<p><strong><u><br />Avaliação do governador </u></strong></p>
<p>Ótimo: <strong>6,0%, </strong>Bom: <strong>26,0%, </strong>Regular: <strong>35,4%, </strong>Ruim: <strong>11,2%, </strong>Péssimo: <strong>15,5%</strong></p>
<p> </p>
<p><strong><u>Avaliação do prefeito</u></strong></p>
<p>Ótimo: <strong>7,1%, </strong>Bom: <strong>23,4%, </strong>Regular: <strong>26,5%, </strong>Ruim: <strong>12,5%, </strong>Péssimo: <strong>26,1%</strong></p>
<p><strong><u><br />Expectativa (para os próximos 6 meses)</u></strong></p>
<p><strong><u>Emprego</u></strong><u>:</u> vai melhorar: <strong>36,6%, </strong>vai piorar:<strong> 28,0%, </strong>vai ficar igual:<strong> 32,9%</strong></p>
<p><strong><u>Renda mensal</u></strong><u>:</u> vai aumentar: <strong>28,3%, </strong>vai diminuir<strong>: 16,8% </strong>vai ficar igual:<strong> 50,8%</strong></p>
<p><strong><u>Saúde:</u> </strong>vai melhorar: <strong>31,3%, </strong>vai piorar:<strong> 27,9%, </strong>vai ficar igual:<strong> 38,6%</strong></p>
<p><strong><u>Educação:</u> </strong>vai melhorar<strong>:</strong> <strong>30,8%, </strong>vai piorar:<strong> 29,3%, </strong>vai ficar igual:<strong> 36,7%</strong></p>
<p><strong><u>Segurança pública</u></strong><u>:</u> vai melhorar: <strong>37,8%, </strong>vai piorar<strong>: 26,8%, </strong>vai ficar igual:<strong> 32,9%</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><u>POLÍTICA</u></strong></p>
<p><strong><u>Áreas com melhor desempenho do governo do presidente Jair Bolsonaro</u></strong><u>:</u></p>
<p>Combate à corrupção:<strong> 31,3%, </strong>Segurança:<strong> 20,8%, </strong>Redução de cargos e ministérios:<strong> 18,5%, </strong>Economia:<strong> 12,3%, </strong>Reformas:<strong> 12,0%, </strong>Privatizações:<strong> 8,0%, </strong>Saúde:<strong> 3,5%, </strong>Educação:<strong> 2,8%</strong> e Meio ambiente:<strong> 2,0%.</p>
<p></strong></p>
<p><strong><u>Áreas com pior desempenho do governo do presidente Jair Bolsonaro</u></strong><u>:</u></p>
<p>Saúde:<strong> 30,6%, </strong>Meio ambiente:<strong> 26,5%, </strong>Educação:<strong> 24,5%, </strong>Economia:<strong> 17,6%, </strong>Direitos humanos:<strong> 13,6%, </strong>Reformas:<strong> 13,6%, </strong>Relação com Congresso:<strong> 11,2%, </strong>Segurança:<strong> 11,1%</strong> e Combate à corrupção:<strong> 7,8%.</strong></p>
<p><strong><u><br />Melhores ações do governo Jair Bolsonaro</u></strong><u>:</u></p>
<p>Combate à corrupção:<strong> 29,6%</strong></p>
<p>Segurança / mais policiamento nas cidades / combate ao crime organizado / combate ao tráfico de drogas:<strong> 27,5%</strong></p>
<p>Final do horário de verão:<strong> 18,1%</strong></p>
<p>Redução do número de ministérios:<strong> 16,1%</strong></p>
<p>Avanços na Reforma da Previdência:<strong> 15,1%</strong></p>
<p>Decreto da liberação de posse e porte de arma / liberação das armas:<strong> 10,1%</strong></p>
<p>Acordo com Mercosul e União Europeia:<strong> 8,5%</p>
<p></strong></p>
<p><strong><u>Piores ações do governo Jair Bolsonaro</u></strong><u>:</u></p>
<p>Decreto da liberação da posse e porte de arma / liberação das armas:<strong> 39,1%</strong></p>
<p>Uso de palavras ofensivas e comentários inadequados:<strong> 30,6%</strong></p>
<p>Contingenciamento de verbas da educação:<strong> 28,2%</strong></p>
<p>Deixar os filhos dar opinião sobre integrantes e ações de seu governo:<strong> 24,4%</strong></p>
<p>Avanços da Reforma da Previdência:<strong> 16,7%</strong></p>
<p>Escolha dos ministros:<strong> 10,3%</strong></p>
<p>Uso desnecessário de redes sociais:<strong> 10,3%</p>
<p></strong></p>
<p><strong><u>Sobre o presidente Jair Bolsonaro: </u></strong></p>
<p><strong>72,7% </strong>consideram inadequada a postura do presidente Jair Bolsonaro indicar um de seus filhos à Embaixada dos Estados Unidos. Para <strong>31,7%</strong>, já é possível perceber melhorias em relação aos governos anteriores, enquanto <strong>30,3%</strong> afirmam já ser possível perceber pioras em relação aos governos anteriores.</p>
<p><strong><u><br />Maiores desafios do Brasil para este governo:<br /></u></strong>Saúde: <strong>54,7%, </strong>Educação: <strong>49,8%, </strong>Emprego: <strong>44,2%, </strong>Segurança: <strong>36,4%, </strong>Corrupção: <strong>29,4%, </strong>Economia: <strong>27,7%, </strong>Combate à pobreza: <strong>20,6%, </strong>Meio Ambiente: <strong>14,3%</strong>, Transporte: <strong>3,5</strong><strong>%, </strong>Saneamento: <strong>3,1% e </strong>Energia: <strong>2,0%.</strong></p>
<p><strong><u><br />Segurança pública, economia, combate à corrupção</u></strong></p>
<p>Para <strong>42,5%</strong> dos entrevistados, a segurança pública e a economia <strong>(44,5%)</strong> continuam de forma semelhante aos governos anteriores. A percepção de <strong>41,4% </strong>da população é que o atual governo está combatendo melhor a corrupção, na comparação com os governos anteriores.</p>
<p><strong><u>Relacionamento com o Congresso e ações para os mais pobres</u></strong></p>
<p>A maior parte dos brasileiros (<strong>37,8%) </strong>considera que a relação do governo atual com o Congresso Nacional está igual aos governos anteriores.</p>
<p>Sobre as ações para os mais pobres, <strong>47,2% </strong>avaliam que estão piores do que nos governos anteriores.</p>
<p><strong><u><br />Transporte</u></strong></p>
<p><strong>53,1%</strong> consideram que o transporte continua de forma semelhante aos governos anteriores. Para <strong>65,8%, </strong>o modal rodoviário deveria receber a maior parte dos investimentos, seguido do ferroviário<strong> (24,0%).</strong></p>
<p><strong><u>EMPREGO E RENDA</u></strong></p>
<p>&#8211; <strong>63,6%</strong> dos entrevistados afirmaram estar empregados, enquanto <strong>11,6%</strong> afirmaram estar desempregados e procurando emprego.</p>
<p>&#8211; Considerando apenas os que estão empregados, <strong>50,2% </strong>temem ficar desempregados, sendo que, nesse grupo, <strong>55,7</strong><strong>%</strong> consideram que esse temor é maior do que há um ano.</p>
<p>&#8211; Para <strong>88,0% </strong>dos entrevistados, o Brasil ainda está em crise econômica; <strong>33,0%</strong> não acreditam na melhora do cenário econômico.</p>
<p><strong>&#8211; 55,0%</strong> não aceitariam um valor menor para manter ou conseguir seu emprego e <strong>60,6% </strong>não aceitariam abrir mão de alguns direitos trabalhistas para manter ou conseguir um emprego.</p>
<p><strong>&#8211; 61,1% </strong>afirmaram que sua renda continua igual em relação ao ano passado. <strong>34,2%</strong> consideram que a oferta de emprego está melhorando, mas em ritmo lento.</p>
<p><strong><u>LAVA JATO</u></strong></p>
<p>&#8211; Para<strong> 51,0% </strong>dos entrevistados, a operação Lava Jato está beneficiando o Brasil; para <strong>20,3%</strong>, não está beneficiando nem prejudicando o Brasil; e para <strong>16,8%</strong>, está prejudicando o Brasil.</p>
<p>&#8211; Sobre as supostas mensagens trocadas entre o atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, enquanto ele atuava como juiz, e procuradores da Operação Lava Jato, como Deltan Dallagnol, terem sido obtidas de forma ilegal (hackeadas), <strong>47,2% </strong>consideram que ainda assim elas deveriam ser usadas, porque o importante é o seu conteúdo.</p>
<p>&#8211; Em função do teor dessas mensagens, <strong>68,3% </strong>não concordariam com a soltura de condenados pela operação Lava Jato.</p>
<p><strong>&#8211; 52,0%</strong> consideram que Sérgio Moro não deve deixar o cargo de ministro da Justiça.</p>
<p><strong><u><br />REFORMA DA PREVIDÊNCIA</u></strong></p>
<p><strong>&#8211; 52,7%</strong> dos entrevistados são contra a Reforma da Previdência aprovada pela Câmara dos Deputados. Para <strong>45,4%, </strong>a reforma beneficiará os mais ricos.</p>
<p>&#8211; Sobre o que deve ser priorizado após a Reforma da Previdência, <strong>24,0%</strong> consideram que deve ser a Reforma do Código Penal, com revisão das penas e das formas de cumprimento. Em seguida, estão as Reformas Política (<strong>21,3%) </strong>e Tributária <strong>(21,1%).</strong></p>
<p><strong><u>MEIO AMBIENTE</u></strong></p>
<p><strong>&#8211; 93,5% </strong>afirmam que a preservação do meio ambiente é muito importante. <strong>69,0% </strong>avaliam que deve haver equilíbrio entre a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento econômico.</p>
<p>&#8211; Para <strong>83,4% </strong>dos entrevistados, o aquecimento global é uma realidade.</p>
<p><strong><u>COMBUSTÍVEL</u></strong></p>
<p><strong>&#8211; 76,0% </strong>dos entrevistados se sentem afetados pelos sucessivos reajustes no preço dos combustíveis; e <strong>66,5%</strong> não sabem por que os preços têm mudado muito em prazos curtos.</p>
<p><strong><u>RADARES EM RODOVIA</u></strong></p>
<p><strong>&#8211; 46,6%</strong> dos entrevistados se dizem contrários à proibição dos radares móveis em rodovias federais, pois apenas motoristas com excesso de velocidade são multados. Outros <strong>35,6% </strong>são a favor da proibição, pois consideram que eles são usados apenas para multar e arrecadar. Para <strong>53,6%</strong>, existe uma indústria de multas de veículos nas rodovias brasileiras.</p>
<p><strong><u>Conclusão</u></strong></p>
<p>                Os resultados da 144ª Pesquisa CNT de Opinião mostram avaliação negativa do Governo do Presidente Jair Bolsonaro. 53,7% dos entrevistados desaprovam o seu desempenho pessoal, contra 41,0% que o aprovam. As áreas em que o governo está se saindo melhor são “combate à corrupção”, “segurança” e “redução de cargos e ministérios”, enquanto as três piores são “saúde”, “meio ambiente” e “educação”.</p>
<p>                As expectativas para os próximos seis meses se mostram positivas, porém com piora em relação aos resultados da última pesquisa (fevereiro de 2019). Os que acreditam que a situação vai melhorar são: 37,8% para segurança, 36,6% para emprego, 31,3% para saúde, 30,8% para educação e 28,3% para renda mensal. Saúde, educação e geração de empregos são os maiores desafios para o governo de Jair Bolsonaro.</p>
<p>A percepção de que o Brasil está em crise econômica é citada por 88,0%, sendo que 54% dos entrevistados consideram que a crise só terminará em 2020 ou mais adiante e 33,0% acham que não haverá melhoria na situação econômica do país. 49,3% se mostram mais otimistas em relação à geração de emprego quando comparada com a do ano passado, porém acreditam que a melhora está acontecendo em ritmo lento.</p>
<p>Para 51,0% a operação Lava Jato está beneficiando o país e 68,3% não concordam com a soltura de condenados pela operação em função de supostas mensagens trocadas entre Sérgio Moro e procuradores da Operação Lava Jato. O Ministro Sérgio Moro não deveria deixar o cargo para 52,0%.</p>
<p>Em relação ao meio ambiente, a maioria (93,5%) considera que sua preservação é muito importante e 69,0% dos entrevistados acreditam que deve haver um equilíbrio entre desenvolvimento econômico e preservação.</p>
<p><strong>Na avaliação da CNT, o governo de Jair Bolsonaro tem encontrado dificuldades que têm sido percebidas pela população, sobretudo em relação à demora na recuperação da economia. Entretanto, ainda há expectativa entre os brasileiros de que seu governo possa resolver os problemas do país, a depender da forma com que as soluções sejam apresentadas, debatidas e tratadas.</strong></p></div>
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