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	<title>Arquivos alta do diesel &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos alta do diesel &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Presidente do SETCESP concede entrevista à Rádio Bandeirantes</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/presidente-do-setcesp-concede-entrevista-a-radio-bandeirantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 20:09:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[alta do diesel]]></category>
		<category><![CDATA[aumento do diesel]]></category>
		<category><![CDATA[greve dos caminhoneiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assista à entrevista concedida por Marcelo Rodrigues, à Rádio Bandeirantes, veiculada no Jornal Gente, na manhã da última quarta-feira (18).</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/presidente-do-setcesp-concede-entrevista-a-radio-bandeirantes/">Presidente do SETCESP concede entrevista à Rádio Bandeirantes</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_0 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Assista à entrevista concedida pelo presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, Marcelo Rodrigues, à Rádio Bandeirantes, sobre a alta do diesel e a possível paralisação de caminhoneiros autônomos. A participação foi veiculada no Jornal Gente, na manhã da última quarta-feira (18).</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_video et_pb_video_0">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_video_box"><iframe title="Presidente do SETCESP, Marcelo Rodrigues concede entrevista à Rádio Bandeirantes" width="1080" height="608" src="https://www.youtube.com/embed/fn1heO7wkZc?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
				
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/presidente-do-setcesp-concede-entrevista-a-radio-bandeirantes/">Presidente do SETCESP concede entrevista à Rádio Bandeirantes</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Petrobras anuncia aumento no preço do diesel</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/combustivel/petrobras-anuncia-aumento-no-preco-do-diesel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 18:35:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alta do diesel]]></category>
		<category><![CDATA[aumento do biodiesel]]></category>
		<category><![CDATA[reajuste do diesel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse anúncio corresponde a uma variação de 11,6%, passando de R$ 3,27 para R$ 3,65 por litro, ou seja, um aumento de R$ 0,38. Este é o primeiro reajuste de preços desde maio de 2025.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/combustivel/petrobras-anuncia-aumento-no-preco-do-diesel/">Petrobras anuncia aumento no preço do diesel</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_1 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>*Por Raquel Serini</em></p>
<p>A Petrobras anunciou que a partir de 14 de março, está valendo o aumento no preço do diesel A vendido nas refinarias da Petrobras, os demais combustíveis não tiveram reajuste. Esse anúncio corresponde a uma variação de <strong>11,6%</strong>, passando de <strong>R$ 3,27</strong> para <strong>R$ 3,65</strong> por litro, ou seja, um aumento de <strong>R$ 0,38</strong>. Este é o primeiro reajuste de preços desde maio de 2025.</p>
<p>Neste mês, a guerra no Oriente Médio elevou o preço do barril de petróleo de cerca de US$ 60 para mais de US$ 100, encarecendo a matéria-prima usada na produção de combustíveis.</p>
<p>Segundo a petroleira, o impacto do reajuste para o consumidor final, nos postos, será reduzido por causa da diminuição de impostos e da subvenção aos produtores anunciadas nesta quinta-feira (12) pelo governo federal.</p>
<p>As medidas assinadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foram:</p>
<ul class="wp-block-list">
<li>Decreto que zera as alíquotas de PIS/Cofins sobre o óleo diesel, o que representa redução de R$ 0,32 por litro;</li>
<li>Medida provisória que prevê o pagamento de subvenção a produtores e importadores de diesel, no valor de R$ 0,32 por litro;</li>
<li>Tributação da exportação de petróleo, por meio de medida provisória, com o objetivo de ampliar o refino interno e garantir o abastecimento;</li>
<li>Decreto que determina que os postos de combustíveis adotem sinalização clara ao consumidor, informando a redução dos tributos federais e do preço em razão da subvenção.</li>
</ul>
<p><strong>IMPACTO NOS CUSTOS DE TRANSPORTE</strong></p>
<p>Se considerarmos o aumento anunciado, na ordem de <strong>11,6%</strong>, isso elevará os custos do transporte de cargas lotação em <strong>2,66%</strong> na média geral, sacrificando mais as operações de longas distâncias (6000 km). Já para as operações de carga fracionada o impacto médio é de <strong>1,47%</strong>.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_0">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1037" height="476" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/160308.png" alt="" title="160308" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/160308.png 1037w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/160308-980x450.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/160308-480x220.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) 1037px, 100vw" class="wp-image-204644733" /></span>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Pode parecer pouco mas para um setor que trabalha com as margens apertadas isso é uma enormidade. Nesse caso, toda e qualquer majoração, deve ser avaliada e repassada pelas empresas, a fim de estabelecer o equilíbrio financeiro de suas atividades, mesmo que não haja previsão anteriormente mencionada em contrato, a empresa pode solicitar uma nova negociação através da formalização de uma proposta comercial com aceite.</p>
<p>Sem contar que, por consequência desse aumento, em breve devemos receber a notícia de uma atualização do piso mínimo de frete por parte da ANTT – Agência Nacional de Transportes Terrestres – em cumprimento a Lei nº 13.703/2018, que determina que a tabela seja reajustada sempre que ocorrer oscilação no valor do combustível superior a 5%, seja para baixo ou para cima, chamada de “gatilho”.</p>
<p>Aguardem as próximas notícias!</p>
<p>Raquel Serini é economista e coordenadora do IPTC.</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/combustivel/petrobras-anuncia-aumento-no-preco-do-diesel/">Petrobras anuncia aumento no preço do diesel</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Petrobras aumenta preço do diesel nas refinarias em R$ 0,38 por litro</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/petrobras-aumenta-preco-do-diesel-nas-refinarias-em-r-038-por-litro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 17:05:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alta do diesel]]></category>
		<category><![CDATA[reajuste do diesel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com isso, o preço médio do diesel passará a ser de R$ 3,65 por litro — um aumento de R$ 0,38 por litro. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/petrobras-aumenta-preco-do-diesel-nas-refinarias-em-r-038-por-litro/">Petrobras aumenta preço do diesel nas refinarias em R$ 0,38 por litro</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_2 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Com isso, o preço médio do diesel passará a ser de R$ 3,65 por litro — um aumento de R$ 0,38 por litro. Guerra no Oriente Médio elevou o preço do barril de petróleo, matéria-prima para produção de combustíveis.</p>
<p>A Petrobras vai aumentar o preço do diesel vendido às distribuidoras a partir deste sábado (14). Os demais combustíveis não tiveram reajuste.</p>
<p>Com a mudança, o preço médio do diesel será de R$ 3,65 por litro, alta de R$ 0,38 por litro.<br />A última mudança no preço do diesel havia ocorrido em maio de 2025. Neste mês, a guerra no Oriente Médio elevou o preço do barril de petróleo de cerca de US$ 60 para mais de US$ 100, encarecendo a matéria-prima usada na produção de combustíveis.</p>
<p>&#8220;Mesmo após essa atualização, no acumulado desde dezembro de 2022, os preços de diesel A vendidos às distribuidoras registram redução acumulada de R$ 0,84 por litro, o equivalente a uma queda de 29,6%, considerada a inflação do período&#8221;, diz a Petrobras.</p>
<p>Segundo a empresa, o impacto do reajuste para o consumidor final, nos postos, será reduzido por causa da diminuição de impostos e da subvenção aos produtores anunciadas nesta quinta-feira (12) pelo governo federal.</p>
<p>As medidas assinadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foram:</p>
<ul>
<li>um decreto que zera as alíquotas de PIS/Cofins sobre o óleo diesel, o que representa redução de R$ 0,32 por litro;</li>
<li>uma medida provisória que prevê o pagamento de subvenção a produtores e importadores de diesel, no valor de R$ 0,32 por litro;</li>
<li>a tributação da exportação de petróleo, por meio de medida provisória, com o objetivo de ampliar o refino interno e garantir o abastecimento;</li>
<li>um decreto que determina que os postos de combustíveis adotem sinalização clara ao consumidor, informando a redução dos tributos federais e do preço em razão da subvenção.</li>
</ul>
<p>Para Carlos Thadeu, economista especializado em inflação e commodities da BGC Liquidez, o aumento no preço do diesel equivale a quase metade das reduções anunciadas ontem pelo governo federal.</p>
<div id="chunk-pk8q">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="15">
<div class="content-intertitle">
<h2>Preços na bomba</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-cpdja">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A petroleira explica que o preço do diesel nas bombas é composto por diversos fatores, além do valor cobrado pela estatal.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3fn44">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="2" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong><span class="highlight highlighted">São eles:</span></strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3uqae">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="42" data-block-id="18">
<p class="content-text__container" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Matéria - Leia Também (Lista)">
<li><strong>Custos e margem de lucro </strong>de distribuidoras e revendedores;</li>
<li><strong>Custo do etanol anidro</strong>, que é misturado à gasolina A para formar a gasolina C;</li>
<li><strong>Impostos federais</strong>, como Cide, PIS/Pasep e Cofins;</li>
<li><strong>Imposto estadual (ICMS)</strong>, cuja alíquota varia conforme a unidade da federação.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-4c7g4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="19">
<div class="content-intertitle">
<h2>Veja a nota da Petrobras</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-8m338">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>A Petrobras informa que, a partir de amanhã, 14/03, ajustará os seus preços de venda do diesel A para as distribuidoras em R$ 0,38 por litro. Considerando a mistura obrigatória de 85% de diesel A e 15% de biodiesel, o ajuste é equivalente a R$ 0,32 por litro sobre o diesel B comercializado nos postos.</em></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-37pds">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Dessa forma, o preço médio do diesel A praticado pela companhia para as distribuidoras passará a ser R$ 3,65 por litro, e a participação da Petrobras no preço do diesel B comercializado nos postos será, em média, de R$ 3,10.</em></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-elm1g">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Importante destacar que o último ajuste de preços da Petrobras para as distribuidoras, foi uma redução que ocorreu há 311 dias (em 06/05/2025) e que o último aumento realizado ocorreu em 01/02/2025, há mais de 400 dias portanto.</em></p>
<div id="chunk-lnmi">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Mesmo após essa atualização, no acumulado desde dezembro de 2022, os preços de diesel A vendidos às distribuidoras registram redução acumulada de R$ 0,84 por litro, o equivalente a uma queda de 29,6%, considerada a inflação do período.</em></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c27sj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="7" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong><em>Impacto mitigado pela desoneração de tributos federais</em></strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ciiq8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="26">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Ressalta-se que o impacto do reajuste anunciado para o consumidor final é mitigado, uma vez que o Governo Federal zerou as alíquotas de PIS/Cofins incidentes sobre a comercialização de diesel.</em></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4hdvv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="8" data-block-id="27">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong><em>Adesão da Petrobras ao programa de subvenção econômica</em></strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-17sj4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Adicionalmente, conforme comunicado ao mercado, o Conselho de Administração da Petrobras aprovou a adesão da companhia ao programa de subvenção econômica à comercialização de óleo diesel, instituído pela Medida Provisória nº 1.340 de 12/03/2026, que prevê o pagamento de R$ 0,32 por litro às empresas beneficiárias.</em></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4a990">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="29">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Diante do caráter facultativo do programa e do potencial benefício adicional, entende-se que essa adesão é compatível com o interesse da companhia.</em></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4nqt0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>A efetiva assinatura do termo de adesão ficará condicionada à publicação e análise dos instrumentos regulatórios pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) relacionados ao preço de referência, necessários para a operacionalização da subvenção econômica.</em></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f9iql">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="31">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Dessa forma, para a Petrobras, o efeito combinado do ajuste de preços para as distribuidoras anunciado hoje e o potencial benefício do programa de subvenção, é equivalente a R$ 0,70 por litro, tendo seus efeitos para o consumidor mitigados pelas medidas anunciadas ontem pelo Governo do Brasil.</em></p>
</div>
</div>
</div>
</div></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/petrobras-aumenta-preco-do-diesel-nas-refinarias-em-r-038-por-litro/">Petrobras aumenta preço do diesel nas refinarias em R$ 0,38 por litro</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Presidente Lula assina medidas para reduzir os impactos da oscilação do preço do petróleo no Diesel</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/presidente-lula-assina-medidas-para-reduzir-os-impactos-da-oscilacao-do-preco-do-petroleo-no-diesel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 16:21:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alta do diesel]]></category>
		<category><![CDATA[aumento do diesel]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204644675</guid>

					<description><![CDATA[<p>Segundo a Fazenda, a retirada dos tributos federais representa uma redução de cerca de R$ 0,32 por litro do diesel na refinaria.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/presidente-lula-assina-medidas-para-reduzir-os-impactos-da-oscilacao-do-preco-do-petroleo-no-diesel/">Presidente Lula assina medidas para reduzir os impactos da oscilação do preço do petróleo no Diesel</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_3 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_3">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_3  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_4  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assinou, nesta quinta-feira (12), medidas para reduzir os impactos da oscilação do preço do petróleo, são elas:</p>
<ul>
<li>Decreto nº 12.875, de 12 de março de 2026, que zera o PIS e o Cofins incidentes sobre a importação e a comercialização de diesel;</li>
<li>Decreto nº 12.876, de 12 de março de 2026, estabelece medidas de transparência e fiscalização voltadas ao combate a preços abusivos no mercado de combustíveis; e a</li>
<li>Medida Provisória nº 1.340, de 12 de novembro de 2026, estabelece o pagamento de subvenção a produtores e importadores e institui imposto de exportação do combustível.</li>
</ul>
<p>O benefício será operacionalizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e estará condicionado à comprovação de que a redução de custos foi repassada ao consumidor final.</p>
<p>Segundo a Fazenda, a retirada dos tributos federais representa uma redução de cerca de R$ 0,32 por litro do diesel na refinaria. Além disso, a medida provisória institui subvenção ao óleo diesel, com impacto estimado de R$ 0,32 por litro, totalizando uma queda potencial de R$ 0,64 por litro do diesel na refinaria.</p>
<p>Por fim, o presidente também pediu que governos estaduais avaliem a possibilidade de reduzir o ICMS sobre o diesel para ampliar o impacto da medida. Segundo ele, o objetivo é garantir que a queda de preço seja percebida ao longo de toda a cadeia produtiva.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/presidente-lula-assina-medidas-para-reduzir-os-impactos-da-oscilacao-do-preco-do-petroleo-no-diesel/">Presidente Lula assina medidas para reduzir os impactos da oscilação do preço do petróleo no Diesel</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Guerra no Oriente Médio já afeta preço do diesel no Brasil, e obriga empresas brasileiras a rever custos</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/guerra-no-oriente-medio-ja-afeta-preco-do-diesel-no-brasil-e-obriga-empresas-brasileiras-a-rever-custos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 19:40:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Frete]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alta do diesel]]></category>
		<category><![CDATA[custos de transporte]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[redução de custos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Empresários do setor dizem que a instabilidade no mercado internacional pode obrigar companhias a rever contratos e reorganizar a estrutura de custos.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Empresários do setor dizem que a instabilidade no mercado internacional pode obrigar companhias a rever contratos e reorganizar a estrutura de custos</em></p>
<p>A escalada da guerra no Oriente Médio já começa a pressionar transportadoras e companhias de transporte coletivo no Brasil. As empresas afirmam que o aumento e a volatilidade do preço do petróleo podem elevar custos logísticos e afetar diretamente o preço do diesel no país.</p>
<p>Em reportagem do Bom Dia Brasil desta quarta-feira (11), empresários do setor disseram que a instabilidade no mercado internacional pode obrigar companhias a rever contratos e reorganizar a estrutura de custos.</p>
<p>A West Cargo, uma transportadora de cargas de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, já começou a recalcular os gastos com combustível. A empresa atende companhias aéreas, agentes de carga, importadores e exportadores.</p>
<p>“O que mais nos preocupa nesse primeiro momento é a instabilidade e a volatilidade do preço do petróleo, que é o principal insumo dentro dos custos de uma transportadora”, afirmou Luigi Rosolen, diretor da empresa.</p>
<p>Ele diz ainda que o cenário pode exigir mudanças na operação das companhias. “A gente sabe que a vai precisar fazer algum tipo de reestruturação de custos dentro da logística”, acrescentou.</p>
<p>O diesel representa cerca de 35% do custo do frete das transportadoras. Mesmo sem reajuste oficial da Petrobras, empresários afirmam que o combustível já teve aumento em diferentes cidades.</p>
<p>A preocupação também atinge empresas de transporte coletivo no Rio de Janeiro. Companhias do setor dizem que o aumento recente do combustível já gera um impacto relevante nas contas.</p>
<p>“Para você ter uma ideia, somente na última semana o custo do óleo diesel subiu em média 15 centavos por litro, o que nos gera um impacto de R$ 2 milhões de reais no final do mês”, afirmou Paulo Valente, diretor do Rio Ônibus.</p>
<p>Além do preço, empresas também demonstram preocupação com o risco de falta do combustível. Juliana Inhasz, professora de economia do Insper, afirma que pressões sobre a matéria-prima que já podem estar sendo traduzidas para o produto final.</p>
<p>Diante desse cenário, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) pediu ao Ministério de Minas e Energia o aumento da mistura de biodiesel no diesel — hoje em 15% — para 17%. Segundo o diretor técnico do CNA, Bruno Lucchi, o cenário favorece o aumento da mistura que deve resultar no preço.</p>
<p>A entidade também solicitou ao Ministério da Fazenda e ao Conselho Nacional de Política Fazendária uma redução temporária de tributos federais e estaduais sobre o combustível.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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		<title>SETCESP manifesta preocupação com alta do óleo diesel e orienta transportadores a adotarem cautela</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/setcesp-manifesta-preocupacao-com-alta-do-oleo-diesel-e-orienta-transportadores-a-adotarem-cautela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 15:20:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[alta do diesel]]></category>
		<category><![CDATA[alta dos preços]]></category>
		<category><![CDATA[nota oficial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo informações reportadas por empresas de transportes, a alta estaria relacionada ao cenário internacional e às tensões geopolíticas que impactam diretamente o mercado global de petróleo.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/setcesp-manifesta-preocupacao-com-alta-do-oleo-diesel-e-orienta-transportadores-a-adotarem-cautela/">SETCESP manifesta preocupação com alta do óleo diesel e orienta transportadores a adotarem cautela</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (SETCESP) manifesta sua preocupação diante dos relatos recebidos de empresas associadas sobre uma escalada nos preços do óleo diesel, em alguns casos com aumentos próximos de 20% nas últimas aquisições de combustível.</p>
<p>Segundo informações reportadas por empresas de transportes, a alta estaria relacionada ao cenário internacional e às tensões geopolíticas recentes envolvendo ataques ao Irã, que impactam diretamente o mercado global de petróleo.</p>
<p>Neste momento, não há um posicionamento oficial por parte da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) que esclareça a extensão ou a justificativa para os reajustes relatados no mercado. Diante disso, o SETCESP acompanha o tema com atenção e cautela.</p>
<p>O óleo diesel é um dos principais componentes do custo operacional do transporte rodoviário de cargas, podendo representar em alguns casos em torno de 35% do custo total das operações de transporte. Considerando esse peso na estrutura de custos, um aumento de 20% no preço do diesel pode gerar impacto aproximado de 7% no custo total do frete, pressionando ainda mais a sustentabilidade econômica das empresas transportadoras.</p>
<p>Vale lembrar que, antes mesmo das atuais tensões internacionais, o setor já discutia a necessidade de recomposição tarifária. Durante o último CONET Intersindical, realizado pela NTC&amp;Logística em fevereiro de 2026, onde foi indicado um realinhamento médio de cerca de 10% nos fretes, com o objetivo de recuperar defasagens acumuladas nos custos operacionais.<br />Diante do novo cenário, o SETCESP alerta que, além da recomposição tarifária já discutida, pode haver necessidade de novos ajustes, especialmente em função da elevação expressiva do preço do combustível.</p>
<p>Neste momento, o SETCESP orienta seus associados a:<br />• atuar com cautela na aquisição de óleo diesel;<br />• pesquisar diferentes fornecedores e condições de abastecimento;<br />• acompanhar atentamente a evolução do mercado e eventuais posicionamentos oficiais das autoridades competentes.</p>
<p>O SETCESP seguirá monitorando a situação e aguarda manifestações oficiais do governo e dos órgãos reguladores, especialmente da ANP, que possam trazer maior clareza ao mercado e contribuir para evitar distorções na formação de preços.<br />O transporte rodoviário de cargas é responsável por movimentar a maior parte da economia brasileira, e o óleo diesel representa uma parcela essencial dos custos das empresas. Por isso, movimentos abruptos de preço geram grande preocupação e apreensão no setor.<br />O SETCESP reforça seu compromisso de manter os transportadores informados e de defender condições de mercado equilibradas que permitam a continuidade das operações logísticas essenciais ao país.</p>
<p style="text-align: center;">São Paulo, 10 de março de 2026<br />SETCESP  &#8211; Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região</p>
<p>Atenciosamente,</p>
<p><em>MARCELO RODRIGUES,</em><br /><em>Presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP.</em></p></div>
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		<title>Impacto do aumento do diesel superior a 10% no Transporte Rodoviário de Cargas, diz NTC&#038;Logística</title>
		<link>https://setcesp.org.br/entidade/impacto-do-aumento-do-diesel-superior-a-10-no-transporte-rodoviario-de-cargas-diz-ntclogistica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 19:16:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alta do diesel]]></category>
		<category><![CDATA[aumento do diesel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A NTC&#038;Logística acompanha com atenção os recentes movimentos que impactam diretamente os custos operacionais do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/entidade/impacto-do-aumento-do-diesel-superior-a-10-no-transporte-rodoviario-de-cargas-diz-ntclogistica/">Impacto do aumento do diesel superior a 10% no Transporte Rodoviário de Cargas, diz NTC&#038;Logística</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística – NTC&amp;Logística acompanha com atenção os recentes movimentos que impactam diretamente os custos operacionais do Transporte Rodoviário de Cargas no Brasil, especialmente aqueles relacionados ao preço do diesel, um dos principais insumos da atividade.</p>
<p>Desde 1º de janeiro de 2026, entrou em vigor o aumento do ICMS nacional sobre o diesel, o que elevou a carga tributária incidente sobre o combustível. Com a mudança, o imposto passou a representar aproximadamente R$ 0,05 por litro, ampliando a pressão sobre os custos das empresas transportadoras.</p>
<p>Mais recentemente, em março de 2026, os conflitos no Oriente Médio, envolvendo o Irã e a região estratégica do Estreito de Ormuz, provocaram e provocam instabilidade no mercado internacional de energia e elevaram os custos de importação de combustíveis, podendo ocorrer novas elevações. Como reflexo desse cenário, já houve pressão sobre o preço do diesel S10, com aumento em torno de 10%, o que representa aproximadamente R$ 0,60 por litro nas distribuidoras, havendo indicação de possível continuidade e intensificação dessa pressão sobre os preços.</p>
<p>Vale ressaltar que, embora essas informações ainda não apareçam nas pesquisas semanais da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), temos recebido indicativos de distribuidores sobre essa movimentação de preços.</p>
<p>Para o Transporte Rodoviário de Cargas, esse cenário é preocupante e sensível. O diesel representa, em média, cerca de 35% do custo do frete, sendo o principal componente da estrutura operacional das transportadoras. Assim, qualquer variação no preço do combustível impacta diretamente o equilíbrio econômico das operações e, consequentemente, toda a cadeia logística.</p>
<p>Diante desse contexto que prevê uma expectativa de aumento diário, a NTC&amp;Logística reforça a importância de acompanhamento constante dos custos operacionais do setor, bem como da aplicação adequada e imediata de mecanismos de recomposição de frete, como o gatilho do diesel, previsto em contratos e práticas de mercado, para preservar a sustentabilidade das operações e garantir a continuidade dos serviços essenciais prestados pelo Transporte Rodoviário de Cargas à economia brasileira.</p>
<p>A entidade seguirá monitorando os desdobramentos do cenário econômico e energético, mantendo o setor informado sobre os impactos e defendendo condições que permitam a competitividade e a estabilidade das operações logísticas no País.</p></div>
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		<item>
		<title>Governo pede investigação sobre alta de gasolina e diesel, mesmo sem aumento da Petrobras</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/governo-pede-investigacao-sobre-alta-de-gasolina-e-diesel-mesmo-sem-aumento-da-petrobras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Mar 2026 19:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alta do diesel]]></category>
		<category><![CDATA[aumento do diesel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Senacon investiga repasses aos postos e possíveis irregularidades nos preços de combustíveis em meio à alta do petróleo.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/governo-pede-investigacao-sobre-alta-de-gasolina-e-diesel-mesmo-sem-aumento-da-petrobras/">Governo pede investigação sobre alta de gasolina e diesel, mesmo sem aumento da Petrobras</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Senacon investiga repasses aos postos e possíveis irregularidades nos preços de combustíveis em meio à alta do petróleo. Em ofício ao Cade, o órgão aponta que, em alguns estados, o diesel subiu até R$ 0,80 por litro e a gasolina, até R$ 0,30.</p>
<div id="chunk-3ef3s">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="3">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) solicitou nesta terça-feira (10) ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (<a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/cade/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/cade/">Cade</a>) a abertura de investigação sobre aumentos recentes nos preços de combustíveis no país, mesmo sem que a <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/petrobras/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/petrobras/">Petrobras</a>, principal fornecedora nacional, tenha reajustado os valores em suas refinarias.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-86cei">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><span class="highlight highlighted">Nos últimos dias, sindicatos do setor reportaram aumentos ou projeções de alta para gasolina e diesel em várias regiões do país, atribuídos à elevação do preço internacional do petróleo após o início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã.</span></p>
<div id="chunk-7jqt">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A Senacon pede uma análise da situação para avaliar se há indícios de prática que possa configurar infração à ordem econômica, considerando o aumento dos combustíveis mesmo sem alterações na política de preços da Petrobras.</p>
<div id="chunk-e9uts">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No ofício, a Senacon afirma que representantes de entidades como Sindicombustíveis-DF, Sulpetro (RS), Sindicombustíveis Bahia, Sindipostos-RN e Minaspetro (MG) informaram que os repasses às revendas já estão acontecendo ou devem ocorrer em breve.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-85euo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><span class="highlight highlighted">Entre os valores citados estão aumentos de até R$ 0,80 por litro de diesel e R$ 0,30 por litro de gasolina em alguns estados.</span></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7cpog">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No Rio Grande do Sul, o Sulpetro relatou aumentos de até R$ 0,62 no diesel e R$ 0,30 na gasolina, enquanto na Bahia os reajustes reportados chegam a 17,9% no diesel e 11,8% na gasolina.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fs7fd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No Rio Grande do Norte, a gasolina passou de R$ 2,59 para R$ 2,89 por litro, e o diesel S500 de R$ 3,32 para R$ 4,07. Em <a class="" href="https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2026/03/10/preco-da-gasolina-chega-a-r-715-e-do-diesel-a-r-7-em-boa-vista.ghtml" target="_blank" rel="noopener" data-mrf-link="https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2026/03/10/preco-da-gasolina-chega-a-r-715-e-do-diesel-a-r-7-em-boa-vista.ghtml">postos de combustíveis de Boa Vista (RO), o aumento foi de 20 centavos, mais de 2%.</a></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-3c8rh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="9" data-block-id="9">
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="9" data-block-id="17">
<div class="content-intertitle">
<h2>Petróleo dispara em meio à guerra no Oriente Médio</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-cs0p5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A intensificação da guerra no Oriente Médio levou o preço do petróleo — matéria-prima essencial para a produção de combustíveis — à maior alta em quatro anos, <a class="" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/03/08/petroleo-supera-barreira-dos-us-100-pela-primeira-vez-em-quatro-anos.ghtml" data-mrf-link="https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/03/08/petroleo-supera-barreira-dos-us-100-pela-primeira-vez-em-quatro-anos.ghtml">ultrapassando US$ 100 por barril</a>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6safo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><span class="highlight highlighted">O conflito afeta países e rotas estratégicas de produção e transporte de petróleo e gás, e o </span><a class="" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/03/02/estreito-de-ormuz-crise-no-oriente-medio-petroleo.ghtml" data-mrf-link="https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/03/02/estreito-de-ormuz-crise-no-oriente-medio-petroleo.ghtml"><span class="highlight highlighted">fechamento do Estreito de Ormuz</span></a><span class="highlight highlighted">, uma das principais vias de escoamento da commodity</span>, aumentou o temor de restrições na oferta global e de produtos derivados.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-84onj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><span class="highlight highlighted">Apesar da alta histórica do petróleo, os preços dos combustíveis no Brasil ainda estão defasados em relação ao mercado internacional. </span>Isso se deve à política atual da Petrobras, <strong><span class="highlight highlighted">que suaviza parte das oscilações externas no curto prazo e adia o repasse aos consumidores.</span></strong></p>
<div id="chunk-efq8d">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O preço final dos combustíveis inclui impostos, adição obrigatória de biocombustíveis e custos de transporte, distribuição e revenda. Por isso, qualquer alteração nos valores vendidos às distribuidoras é feita oficialmente pela Petrobras. (<a class="" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/03/09/combustivel-no-brasil-entenda-o-impacto-da-alta-do-petroleo-com-a-guerra-no-ira.ghtml" data-mrf-link="https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/03/09/combustivel-no-brasil-entenda-o-impacto-da-alta-do-petroleo-com-a-guerra-no-ira.ghtml"><strong><span class="highlight highlighted">Entenda como são calculados os preços dos combustíveis</span></strong></a>)</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><a class="" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/01/26/petrobras-reduz-preco-da-gasolina-para-distribuidoras.ghtml" data-mrf-link="https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/01/26/petrobras-reduz-preco-da-gasolina-para-distribuidoras.ghtml">O último ajuste da gasolina ocorreu em janeiro de 2026</a>, com redução de <strong>R$  0,14</strong> por litro (queda de 5,2%), para cerca de <strong>R$  2,57</strong> nas refinarias. Já o diesel <a class="" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/05/05/petrobras-anuncia-reducao-no-litro-do-diesel-nas-distribuidoras.ghtml" data-mrf-link="https://g1.globo.com/economia/noticia/2025/05/05/petrobras-anuncia-reducao-no-litro-do-diesel-nas-distribuidoras.ghtml">teve seu último reajuste em 6 de maio de 2025</a>, quando caiu <strong>R$  0,16</strong> por litro, para aproximadamente<strong> R$  3,27</strong>.</p>
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<div id="chunk-cs7rn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><a class="" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/03/10/petrobras-preco-petroleo-guerra-ira.ghtml" data-mrf-link="https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/03/10/petrobras-preco-petroleo-guerra-ira.ghtml">Como mostrou o g1 nesta segunda-feira (9)</a>, mudança na política de preços ajudou a reduzir os impactos imediatos de crises externas sobre os combustíveis no país.</p>
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<div id="chunk-ccj5r">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="26">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Por conta disso, oscilações rápidas no preço do petróleo não são repassadas de forma imediata à gasolina ou ao diesel vendidos nas bombas, evitando aumentos bruscos para os consumidores.</p>
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<div id="chunk-bard0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="27">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><span class="highlight highlighted">Embora essa estratégia permita adiar parte dos repasses, analistas alertam que ela tem limites.</span></p>
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<div id="chunk-bfp76">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Quando a diferença entre os preços internos e internacionais aumenta, surgem questionamentos sobre os efeitos da política de preços nos resultados da Petrobras e na arrecadação do governo, já que os dividendos da estatal têm peso relevante nas contas públicas.</p>
<div id="chunk-2c5ak">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo especialistas consultados pelo <strong>g1</strong>, a Petrobras tem adotado uma postura cautelosa em relação aos combustíveis durante a guerra e deve aguardar a estabilização das cotações em patamares elevados para não repassar a volatilidade imediata ao mercado interno.</p>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/governo-pede-investigacao-sobre-alta-de-gasolina-e-diesel-mesmo-sem-aumento-da-petrobras/">Governo pede investigação sobre alta de gasolina e diesel, mesmo sem aumento da Petrobras</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Entidades do setor alertam para alta nos preços da gasolina e do diesel no Brasil</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/entidades-do-setor-alertam-para-alta-nos-precos-da-gasolina-e-do-diesel-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 17:39:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alta do diesel]]></category>
		<category><![CDATA[aumento do biodiesel]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204644367</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com avanço do petróleo no mercado internacional, distribuidoras já começam a repassar aumentos, diz Fecombsutiveis. </p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/entidades-do-setor-alertam-para-alta-nos-precos-da-gasolina-e-do-diesel-no-brasil/">Entidades do setor alertam para alta nos preços da gasolina e do diesel no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Com avanço do petróleo no mercado internacional, distribuidoras já começam a repassar aumentos, diz Fecombsutiveis. Abicom lembra que defasagem nos preços da Petrobras atinge níveis recordes, chegando a 64% no caso do diesel</em></p>
<p>A alta no preço do petróleo no mercado internacional, com a guerra no Irã, que chegou a US$ 87 o barril nesta sexta-feira, acendeu o alerta sobre um possível aumento no preço da gasolina e do diesel vendidos no Brasil, alertam instituições que atuam no setor. Hoje, as importações respondem por entre 10% e 30% do consumo de derivados no país como gasolina e diesel, respectivamente.</p>
<p>A Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), que reúne os importadores, e a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis), que engloba a rede de postos, já alertam para a alta de preços. Em nota, a Fecombustíveis disse que &#8220;as distribuidoras vêm elevando os preços de fornecimento aos postos de combustíveis, possivelmente em razão do aumento dos custos de aquisição nas etapas de refino (especialmente junto às refinarias privadas) e de importação&#8221;.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="75" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Por ora, a Petrobras, principal fornecedora do país, ainda não elevou os preços dos combustíveis. De acordo com fontes, a estatal ainda analisa a duração do conflito e como os preços do petróleo vão se comportar. Segundo dados da Abicom, a Petrobras está vendendo no Brasil o diesel 64% mais barato em relação ao exterior e, no caso da gasolina, o preço é 27% menor em relação ao mercado internacional, maior patamar da série histórica.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="83" data-block-id="6">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A Abicom informou que as defasagens nos preços dos combustíveis praticados pela Petrobras atingiram valores recordes. &#8220;Considerando que as refinarias nacionais não têm capacidade de produzir os volumes demandados dos principais combustíveis derivados do petróleo, entre eles o óleo diesel, que é amplamente utilizado no transporte de passageiros e cargas, e a gasolina, que tem forte presença na mobilidade urbana, há necessidade de importação de aproximadamente 30% da demanda de óleo diesel e 10% da demanda de gasolina&#8221;, disse a entidade em nota.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A Abicom lembrou que as regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sul (via Paranaguá) estão mais dependentes do suprimento de produtos oriundos de refinarias privadas e de combustíveis importados. A entidade afirma que os consumidores estão expostos a diferentes níveis de preços do diesel e da gasolina, podendo as diferenças superar R$ 1,00 por litro de diesel e R$ 0,40 por litro na gasolina.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="70" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A Fecombustíveis destacou que o parque de refino no Brasil é composto por refinarias privadas, como a Refinaria de Mataripe, controlada pela Acelen (BA), a Refinaria Clara Camarão (RN) e a Refinaria da Amazônia (AM). Segundo a federação, essas empresas &#8220;geralmente seguem os preços do mercado internacional, diferentemente dos preços praticados pela Petrobras&#8221;. A entidade destacou ainda que há empresas que realizam importação de combustíveis para distribuição no mercado interno.</p>
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		<title>Com a alta do petróleo, defasagem no preço da gasolina já chega a 17% e no diesel a 23% nas refinarias da Petrobras</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/com-a-alta-do-petroleo-defasagem-no-preco-da-gasolina-ja-chega-a-17-e-no-diesel-a-23-nas-refinarias-da-petrobras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 19:21:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alta do diesel]]></category>
		<category><![CDATA[Gasolina e diesel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para analistas, disparada do barril vai aumentar pressão sobre preços dos combustíveis no Brasil</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/com-a-alta-do-petroleo-defasagem-no-preco-da-gasolina-ja-chega-a-17-e-no-diesel-a-23-nas-refinarias-da-petrobras/">Com a alta do petróleo, defasagem no preço da gasolina já chega a 17% e no diesel a 23% nas refinarias da Petrobras</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Para analistas, disparada do barril vai aumentar pressão sobre preços dos combustíveis no Brasil</em></p>
<p>Com a escalada do conflito no Oriente Médio, após o ataque de Estados Unidos e Israel ao Irã e uma contraofensiva de Teerã, o preço do petróleo no mercado internacional chegou a saltar 13%, superando US$ 82. O movimento fez disparar a defasagem do preço de venda da gasolina e do diesel nas refinarias da Petrobras, na comparação com o patamar global. E isso vai ampliar a pressão sobre os valores praticados no Brasil. Em meio ao cenário volátil, avaliam especialistas, a petroleira, porém, deve aguardar até bater o martelo sobre reajuste de preços.</p>
<p>— Na sexta-feira passada, no fechamento do mercado, o preço do litro do diesel nas refinarias da Petrobras estava 12% abaixo do praticado no mercado internacional, enquanto na gasolina a diferença era de 3%. Agora, a diferença cresceu para -23% no diesel e -17% na gasolina. Vamos ver como a Petrobras vai operar — diz Sergio Araújo, presidente da Abicom, que reúne as importadoras de combustíveis no país. — Produtos importados e produzidos por refinarias privadas no país vão ter aumento.</p>
<p><strong>Compasso de espera</strong><br />A Petrobras considera o momento atual como de forte instabilidade e volatilidade e, com isso, vai aguardar as próximas duas semanas para entender como o preço do barril irá se comportar para, então, avaliar possíveis mudanças no preço dos combustíveis em suas refinarias, segundo uma pessoa do alto escalão da companhia. Ainda não há nenhuma indicação de movimento nos preços nesta segunda-feira, afirmou, já que o cenário é de “muita incerteza”.</p>
<p>Pedro Rodrigues, sócio da consultoria CBIE, destaca que, na atual gestão, a política de preço da Petrobras mudou de lógica, deixando de seguir o mercado internacional.</p>
<p>— O movimento de redução de preço é feito no dia seguinte, mas quando é aumento, ele não vem. O cenário atual é muito volátil, e será preciso ver se esse aumento vai se tornar estrutural ou se é passageiro. Acho que a Petrobras e as demais petroleiras vão ter parcimônia. Se o Estreito de Ormuz fechar de vez, aí terão de revisar os preços.</p>
<p>Ainda na manhã desta segunda-feira, após o pronunciamento do presidente americano, Donald Trump, de que está aberto a interromper sanções contra o Irã, caso o novo líder do país seja pragmático em duas decisões, a apreciação do petróleo perdeu força. Pouco depois das 11h, a alta era de 8,55%, com o barril a US$ 79,11.</p>
<p>Esse salto no valor do barril resulta sobretudo da quase interdição do Estreito de Ormuz, passagem fundamental para o transporte de petróleo globalmente e via para aproximadamente um quinto da produção mundial.</p>
<p>O último ajuste no preço da gasolina anunciado pela Petrobras entrou em vigor em 27 de janeiro, quando a estatal anunciou a primeira redução do ano. O valor médio cobrado na refinaria recuou 5,2%, para R$ 2,57 por litro, ou um corte de R$ 0,14. Não houve mudança no preço do diesel.</p>
<p><strong>Pressão maior sobre o diesel</strong><br />A maior pressão de preços atual é sobre o diesel, conta essa pessoa da Petrobras, considerando que, desde o início de fevereiro, o preço de venda do combustível pela estatal passou a registrar defasagem diária na comparação com o mercado internacional, o que indica uma pressão adicional sobre os preços praticados no Brasil.</p>
<p>— A elevação (do preço do petróleo) foi muito grande. E vai haver maior pressão sobre os preços da Petrobras. O último reajuste do diesel foi em maio de 2025. Mas é um momento político sensível para aumento de combustível porque impacta diretamente a inflação — ponderou Araújo, destacando o cenário fiscal e o ano de eleições no Brasil.</p>
<p>Araújo, da Abicom, não enxerga possível solução para o conflito no Oriente Médio no curto prazo.</p>
<p>— Acredito que o preço do barril de petróleo vai flutuar em torno de US$ 80 ou um pouco para cima. De um lado, é positivo porque o Brasil é exportador de petróleo, favorecendo a balança comercial e elevando a margem das petroleiras que produzem aqui — destaca ele. — De outro, produtos importados e produzidos por refinarias privadas no país vão ter aumento.</p>
<p>Atualmente, continua ele, o Brasil importa o equivalente a 30% da demanda de diesel e 10% da de gasolina, entre outros derivados. Ele alerta que as regiões Norte e Nordeste, onde há apenas uma refinaria da Petrobras, em Pernambuco, o impacto em preços será maior.</p>
<p>Procurada, a Petrobras não respondeu até a publicação desta reportagem.</p>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/com-a-alta-do-petroleo-defasagem-no-preco-da-gasolina-ja-chega-a-17-e-no-diesel-a-23-nas-refinarias-da-petrobras/">Com a alta do petróleo, defasagem no preço da gasolina já chega a 17% e no diesel a 23% nas refinarias da Petrobras</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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