<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos aéreas &#8211; SETCESP</title>
	<atom:link href="https://setcesp.org.br/p/aereas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://setcesp.org.br/p/aereas/feed/</link>
	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
	<lastBuildDate>Wed, 21 Jun 2023 13:00:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2019/03/setcesp-favicon.png</url>
	<title>Arquivos aéreas &#8211; SETCESP</title>
	<link>https://setcesp.org.br/p/aereas/feed/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>CNT diz que reforma pode aumentar carga tributária de empresas aéreas, ferrovias e transportadoras</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/cnt-diz-que-reforma-pode-aumentar-carga-tributaria-de-empresas-aereas-ferrovias-e-transportadoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 13:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aéreas]]></category>
		<category><![CDATA[carga tributária]]></category>
		<category><![CDATA[CNT]]></category>
		<category><![CDATA[ferrovias]]></category>
		<category><![CDATA[transportadoras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204611329</guid>

					<description><![CDATA[<p>Confederação Nacional do Transporte defende debate mais aprofundado sobre as mudanças nos impostos e divulgou lista com dez sugestões para a questão; confira.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/cnt-diz-que-reforma-pode-aumentar-carga-tributaria-de-empresas-aereas-ferrovias-e-transportadoras/">CNT diz que reforma pode aumentar carga tributária de empresas aéreas, ferrovias e transportadoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_0 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
				<div class="et_pb_row et_pb_row_0">
				<div class="et_pb_column et_pb_column_4_4 et_pb_column_0  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_0  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><p>A proposta de reforma tributária em discussão na Câmara dos Deputados poderá elevar a carga de impostos sobre companhias aéreas e operadoras de ferrovias, além de transportadoras de mercadorias, segundo estudo da Confederação Nacional do Transporte (CNT).</p>
<p>O levantamento usa como base uma eventual alíquota de 25% para o futuro Imposto sobre Valor Agregado (IVA) — que substituirá cinco tributos federais, estaduais e municipais.</p>
<div class="cnnTeads">O relatório preliminar do deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) prevê a possibilidade de alíquota diferenciada, mas não coloca o setor de transportes entre os contemplados.</div>
<div>
<p>No caso das empresas aéreas, a CNT calcula que as mudanças propostas na reforma podem significar um custo adicional de R$ 3 bilhões a R$ 3,7 bilhões anuais por empresa, se forem aplicadas aos voos domésticos e internacionais.</p>
<p>A implementação de uma alíquota única de 25% pode afetar negativamente também as operadoras de ferrovias, como Rumo e Vale. Isso porque esse segmento se beneficia atualmente de regimes tributários especiais, como o Reporto e o Reidi, que desoneram investimentos.</p>
<p>A CNT estima, no caso das ferrovias, potencial para um aumento da “carga efetiva” de 2,65% para 5,63%.</p>
<div id="mid2" data-google-query-id="CNuH2YO11P8CFcYAuQYdQnkGIQ">
<p>Os transportadores de cargas devem ter uma elevação de 41% nos tributos em caso de subcontratação de caminhoneiros e de 29% para a frota própria, segundo a entidade.</p>
<p>Diante de tais conclusões, a CNT defende um debate mais aprofundado sobre a reforma e divulgou uma lista de dez sugestões.</p>
<p>“Somente por meio do diálogo e da dialética é possível construir soluções para o país comprometidas com a democracia e a proteção de direitos fundamentais dos cidadãos, que serão os grandes impactados pelas propostas de alteração do sistema tributário”, afirma a CNT no estudo.</p>
<p><strong>Veja quais são as dez sugestões:</strong></p>
<p>1. Não aumento da carga tributária: as propostas apresentadas até agora garantem, na teoria, apenas a manutenção da tributação global. Não há certeza sobre o impacto específico para o setor de transportes;</p>
<p>2. Créditos integrais para insumos de transporte: as propostas de reforma apontam restrições ao creditamento de combustível, mão de obra e energia elétrica pelo setor de transporte. Esses tributos recairão sobre o contribuinte, gerando aumento nas tarifas. Por isso, devem ser mantidos os créditos acumulados dos tributos que serão extintos;</p>
<p>3. Folha de salário como crédito: quase 44% dos custos do setor de transporte são para despesa com pessoal. Por isso, deve ser permitida a apropriação dos valores de folha de salário como créditos de dedução do tributo sobre valor agregado;</p>
<p>4. Rejeição a tributos seletivos com oneração do setor de transporte: as propostas preveem incidência de imposto seletivo sobre combustível, energia elétrica e veículos automotores. Esse imposto gerará impactos nas tarifas cobradas do consumidor;</p>
<p>5. Exoneração integral na exportação: as receitas decorrentes do transporte de mercadorias e pessoas, assim como os combustíveis adquiridos para o transporte de bens e pessoas para o exterior, devem ser totalmente desoneradas;</p>
<p>6. Tratamento setorial diferenciado: deve ser mantido o tratamento diferenciado do setor para favorecer municípios e população;</p>
<p>7. Tratamento diferenciado no setor de infraestrutura: as propostas de reforma tributária devem promover e estimular a prestação dos serviços de infraestrutura, por meio de mecanismos tributários que os resguardem;</p>
<p>8. Manutenção do serviço social e de aprendizagem setorial: é necessário assegurar a manutenção do Sest e do Senat, como mecanismo de garantia da segurança da própria população, beneficiária dos serviços;</p>
<p>9. Necessidade de transparência quanto aos dados: as propostas devem estar acompanhadas de estudos de impacto econômico. Devem ser estabelecidos parâmetros para avaliar resultados e impactos da reforma tributária, principalmente quanto à perda de competitividade de alguns setores;</p>
<p>10. Prazo de transição ajustado: ainda existem incertezas sobre quanto, quando e como pagar os tributos. Por isso, a manutenção simultânea de dois regimes diferentes por um longo espaço de tempo favorecerá o aumento dessa insegurança.</p>
</div>
</div></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/cnt-diz-que-reforma-pode-aumentar-carga-tributaria-de-empresas-aereas-ferrovias-e-transportadoras/">CNT diz que reforma pode aumentar carga tributária de empresas aéreas, ferrovias e transportadoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
