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	<title>Arquivos 25% ao ano &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos 25% ao ano &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Copom eleva juros básicos da economia para 13,25% ao ano</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1325-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2025 17:09:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[13]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alta do dólar e preço dos alimentos influenciaram decisão.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1325-ao-ano/">Copom eleva juros básicos da economia para 13,25% ao ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A alta recente do dólar e as incertezas em torno da inflação e da economia global fizeram o Banco Central (BC) aumentar mais uma vez os juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a taxa Selic, juros básicos da economia, em 1 ponto percentual, para 13,25% ao ano. Além de esperada pelo mercado financeiro, a elevação em 1 ponto havia sido anunciada pelo Banco Central na reunião de dezembro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1628336&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1628336&amp;o=node" /></p>
<p>Em comunicado, o Copom afirmou que as incertezas externas, principalmente nos Estados Unidos, suscitam dúvidas sobre a postura do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano). Em relação ao Brasil, o texto informa que a economia brasileira está aquecida, com a inflação cheia e os núcleos (medida que exclui preços mais voláteis, como alimentos e energia) acima da meta de inflação, e que as incertezas sobre os gastos públicos provocaram perturbações nos preços dos ativos.</p>
<p>“O comitê segue acompanhando com atenção como os desenvolvimentos da política fiscal impactam a política monetária e os ativos financeiros. A percepção dos agentes econômicos sobre o regime fiscal e a sustentabilidade da dívida segue impactando, de forma relevante, os preços de ativos e as expectativas dos agentes”, destacou o comunicado.</p>
<p>Em relação às próximas reuniões, o Copom confirmou que elevará a Selic em 1 ponto percentual na reunião de março, mas não informou se as altas continuarão na reunião de maio, apenas que observará a inflação. “Para além da próxima reunião, o comitê reforça que a magnitude total do ciclo de aperto monetário será ditada pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta e dependerá da evolução da dinâmica da inflação”, ressaltou.</p>
<p>Essa foi a quarta alta seguida da Selic. A taxa está no maior nível desde setembro de 2023, quando também estava em 13,25% ao ano. A alta consolida um ciclo de contração na política monetária.</p>
<p>Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto e uma de 1 ponto percentual.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em dezembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-01/inflacao-oficial-do-pais-em-2024-e-de-483-acima-do-limite-da-meta" target="_blank" rel="noopener">ficou em 0,52%</a>. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apesar da bandeira verde nas contas de luz, o preço dos alimentos, principalmente da carne e de algumas frutas, continuou a subir.</p>
<p>Com o resultado, o indicador acumula alta de 4,83% em 2024, acima do teto da meta do ano passado. Pelo novo <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-06/cmn-define-centro-da-meta-continua-de-inflacao-em-3">sistema de meta contínua</a> em vigor a partir deste mês, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</p>
<p>No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em janeiro de 2025, a inflação desde fevereiro de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em fevereiro, o procedimento se repete, com apuração a partir de março de 2024. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>
<p>No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de dezembro pelo Banco Central, a autoridade monetária manteve a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-12/projecao-de-crescimento-da-economia-sobe-de-32-para-35-em-2024">previsão de que o IPCA termine 2025 em 4,5%</a>, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. O próximo relatório será divulgado no fim de março.</p>
<p>As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim <em>Focus</em>, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-01/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-de-508-para-55" target="_blank" rel="noopener">em 5,5%</a>, 1 ponto acima do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,96%.</p>
<p>O comunicado do Copom trouxe as expectativas atualizadas do Banco Central sobre a inflação. A autoridade monetária prevê que o IPCA chegará a 5,2% em 2025 (acima do teto da meta) e 4% no acumulado em 12 meses no fim do terceiro trimestre em 2026. Isso porque o Banco Central trabalha com o que chama de “horizonte ampliado”, considerando o cenário para a inflação em até 18 meses.</p>
<p>O Banco Central aumentou as estimativas de inflação. Na reunião anterior, de novembro, o Copom previa IPCA de 4,5% em 2025 e de 4% em 12 meses no fim do segundo trimestre de 2026.</p>
<h2>Crédito mais caro</h2>
<p>O aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação. Isso porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas maiores dificultam o crescimento econômico. No último <em>Relatório de Inflação</em>, o Banco Central <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-12/projecao-de-crescimento-da-economia-sobe-de-32-para-35-em-2024" target="_blank" rel="noopener">elevou para 2,1% a projeção de crescimento</a> para a economia em 2025.</p>
<p>O mercado projeta crescimento um pouco menor. Segundo a última edição do boletim <em>Focus</em>, os analistas econômicos preveem <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-01/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-de-508-para-55" target="_blank" rel="noopener">expansão de 2,06%</a> do PIB em 2025.</p>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1325-ao-ano/">Copom eleva juros básicos da economia para 13,25% ao ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Copom reduz juros básicos da economia para 13,25% ao ano</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1325-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Aug 2023 13:06:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[13]]></category>
		<category><![CDATA[25% ao ano]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Essa é primeira vez que BC diminui Taxa Selic em três anos.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/copom-reduz-juros-basicos-da-economia-para-1325-ao-ano/">Copom reduz juros básicos da economia para 13,25% ao ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A forte queda da inflação fez o Banco Central (BC) cortar os juros pela primeira vez em três anos. Por 5 votos a 4, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,5 ponto percentual, para 13,25% ao ano. A decisão surpreendeu o mercado financeiro, que esperava um <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-07/mercado-reduz-previsao-da-inflacao-de-49-para-484-este-ano" target="_blank" rel="noopener">corte de 0,25 ponto</a>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1547073&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1547073&amp;o=node" /></p>
<p>Votaram por uma redução de 0,5 ponto percentual o presidente do BC, Roberto Campos Neto, e os diretores Ailton de Aquino Santos (Fiscalização), Carolina de Assis Barros (Administração), Gabriel Galípolo (Política Monetária) e Otávio Damaso (Regulação).  Votaram pelo corte de 0,25 ponto percentual os diretores Diogo Guillen (Política Econômica), Fernanda Guardado (Assuntos Internacionais), Maurício Costa de Moura (Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta) e Renato Dias Gomes (Organização do Sistema Financeiro).</p>
<p>O voto de desempate, portanto, coube a Campos Neto. Em comunicado, o Copom informou que a queda da inflação possibilitou a redução nos juros. “O comitê avalia que a melhora do quadro inflacionário, refletindo em parte os impactos defasados da política monetária, aliada à queda das expectativas de inflação para prazos mais longos, após decisão recente do Conselho Monetário Nacional sobre a meta para a inflação, permitiram acumular a confiança necessária para iniciar um ciclo gradual de flexibilização monetária”, destacou o texto.</p>
<p>O Copom também informou que os membros do colegiado preveem, por unanimidade, cortes de 0,5 ponto nas próximas reuniões. Segundo o comunicado, o órgão avalia que esse será o ritmo adequado para manter a política monetária contracionista (juros que desestimulam a economia) necessária para controlar a inflação.</p>
<p>A última vez em que o BC tinha reduzido a Selic foi em agosto de 2020, quando a taxa caiu de 2,25% para 2% ao ano. Depois disso, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis, e, a partir de agosto do ano passado, manteve a taxa em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.</p>
<p>Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.</p>
<p><strong>Inflação</strong></p>
<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em junho, o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-07/inflacao-oficial-de-junho-fica-negativa-em-008" target="_blank" rel="noopener">indicador ficou negativo em 0,08% e acumula 3,16% em 12 meses </a>. Nos últimos dois meses, a inflação vem caindo por causa dos alimentos e dos combustíveis.</p>
<p>O índice fechou o ano passado acima do teto da meta de inflação. Para 2023, o Conselho Monetário Nacional (CMN) fixou meta de inflação de 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. O IPCA, portanto, não podia superar 4,75% nem ficar abaixo de 1,75% neste ano.</p>
<p>No <em>Relatório de Inflação</em> divulgado no fim de junho pelo Banco Central, a autoridade monetária estimava que o IPCA fecharia 2023 <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-06/bc-aumenta-projecao-de-crescimento-do-pib-de-12-para-2" target="_blank" rel="noopener">em 5% no cenário base</a>. A projeção, no entanto, pode ser revista para baixo na nova versão do relatório, que será divulgada no fim de setembro.</p>
<p>As previsões do mercado estão mais otimistas que as oficiais. De acordo com o boletim <em>Focus</em>, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-07/mercado-reduz-previsao-da-inflacao-de-49-para-484-este-ano" target="_blank" rel="noopener">ano em 4,84%</a>. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 4,98%.</p>
<p><strong>Crédito mais caro</strong></p>
<p>A redução da taxa Selic ajuda a estimular a economia. Isso porque juros mais baixos barateiam o crédito e incentivam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas mais baixas dificultam o controle da inflação. No último <em>Relatório de Inflação</em>, o Banco Central projetava <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-06/bc-aumenta-projecao-de-crescimento-do-pib-de-12-para-2" target="_blank" rel="noopener">crescimento de 2%</a> para a economia em 2023.</p>
<p>O mercado projeta crescimento maior, principalmente após a divulgação de que o Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas) cresceu 1,9% no primeiro trimestre . Segundo a última edição do boletim <em>Focus</em>, os analistas econômicos preveem <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-07/mercado-reduz-previsao-da-inflacao-de-49-para-484-este-ano" target="_blank" rel="noopener">expansão de 2,24%</a> do PIB em 2023.</p>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<div class="dnd-atom-rendered"><em>Foto: Divulgação Agência Brasil</em></div>
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