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	<title>Arquivos 1 &#8211; SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Arquivos 1 &#8211; SETCESP</title>
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		<title>Governo congela R$ 1,68 bilhão do orçamento para o transporte</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/governo-congela-r-168-bilhao-do-orcamento-para-o-transporte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 13:59:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A avaliação é da CNT (Confederação Nacional do Transporte) e consta no Radar do Transporte, publicado nesta quarta-feira (31).</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Com a contenção de orçamento anunciada neste mês pelo Governo Federal, o transporte teve R$ 1,68 bilhão de seu orçamento congelado. O montante representa mais de 10% do total de R$ 15 bilhões retidos do orçamento. A avaliação é da CNT (Confederação Nacional do Transporte) e consta no Radar do Transporte, publicado nesta quarta-feira (31).</p>
<p>A contenção está dividida entre contingenciamento e bloqueio. O primeiro é decidido a partir de uma avaliação periódica realizada pelo governo sobre o comportamento geral das receitas e despesas, com objetivo de cumprir a meta fiscal primária do período. Já o bloqueio é usado para cumprir limites de despesas estabelecidos pelo arcabouço fiscal do governo.</p>
<p>A medida se dá no âmbito do Ministério do Transporte, com retenção de R$ 1,51 bilhão, e também alcança o Ministério de Portos e Aeroportos, com volume congelado de R$ 168,06 milhões, e as agências nacionais de Transportes Terrestres e de Transportes Aquaviários, que tiveram, respectivamente, contenção de R$ 19,89 milhões e R$ 1,28 milhão.</p>
<p>Cabe lembrar que o valor autorizado para investimentos em transporte provenientes de recursos da União em 2024 foi de R$ 18,35 bilhões. A contenção de despesas dos ministérios dos transportes e portos e aeroportos (R$ 1,68 bilhão) representa 9,2% desse volume autorizado.</p>
<p>Clique aqui para acessar o <a href="https://cnt.org.br/documento/ce3e4ec7-2ff2-401e-ba82-3518e7103510" target="_blank" rel="noopener">Radar CNT do Transporte &#8211; Congelamento orçamentário 2024.</a></p>
<p><em>Foto: divulgação Agência CNT Transporte Atual</em></p></div>
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		<title>Mercado eleva para 1,68% projeção do crescimento da economia em 2023</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/mercado-eleva-para-168-projecao-do-crescimento-da-economia-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jun 2023 13:53:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inflação deve ficar em 5,69% este ano, segundo Boletim Focus.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu de 1,26% para 1,68%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (5), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.</p>
<p>Para o próximo ano, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) é de crescimento de 1,28%. Em 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,7% e 1,9%, respectivamente.</p>
<p>Já a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerada a inflação oficial do país &#8211; caiu de 5,71% para 5,69% neste ano. Para 2024, a estimativa de inflação ficou em 4,12%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 4%, para os dois anos.</p>
<p>A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%. Segundo o BC, no último relatório de Inflação, a chance de a inflação oficial superar o teto da meta em 2023 é de 83%.</p>
<p>A projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>
<p>Em abril, influenciado pelo aumento dos preços de remédios, o IPCA ficou em 0,61%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é inferior à taxa de março, de 0,71%. Em 12 meses, o indicador acumula 4,18%.</p>
<p>O IPCA do mês passado será divulgado na quarta-feira (7). Mas, em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é a prévia da inflação, ficou em 0,51%.</p>
<p><strong>Taxa de juros</strong><br />Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está nesse nível desde agosto do ano passado, e é o maior desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.</p>
<p>Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2023 em 12,5% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é que a taxa básica caia para 10% ao ano. Já para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 9% ao ano, para os dois anos.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>Por fim, a previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar está em R$ 5,10 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5,16.</p></div>
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		<title>Roubo de cargas registra 1,2 bilhão prejuízos no Brasil em 2022, aponta a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/roubo-de-cargas-registra-12-bilhao-prejuizos-no-brasil-em-2022-aponta-a-associacao-nacional-do-transporte-de-cargas-e-logistica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Jessica da Silva Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2023 14:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora o cenário seja melhor que o de 2021, os números ainda continuam altos.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A Associação Nacional de Transporte de Cargas e Logística (NTC&amp;Logística) divulgou os resultados de sua pesquisa abordando o panorama do roubo de cargas no Brasil em 2022. De acordo com os dados coletados pela entidade, em parceria com órgãos públicos e privados, houve uma redução significativa de 9,1% em relação ao ano anterior, totalizando 13.089 registros.</p>
<p>A região Sudeste continuou concentrando o maior número de casos, representando 85,18% das ocorrências, seguida pelas regiões Sul (6,12%), Nordeste (4,66%), Centro-Oeste (2,81%) e Norte (1,23%). Em termos monetários, as perdas ocasionadas por cargas roubadas somaram cerca de R$ 1,2 bilhão em todo o país.</p>
<p>Segundo Francisco Pelucio, presidente da NTC&amp;Logística, “temos acompanhado de perto a situação do roubo de cargas há mais de 25 anos junto com a nossa área de segurança. A cada ano vemos os números reduzirem, mas mesmo assim precisamos continuar combatendo para que um dia consigamos não ter que apresentar dados como esse. A NTC&amp;Logística vai continuar trabalhando em estreita colaboração com as autoridades de segurança pública e com o governo federal para que eles nos ajudem a diminuir números ano após ano.&#8221;</p>
<p>A pesquisa identificou que alimentos, combustíveis, produtos farmacêuticos, autopeças, materiais têxteis e de confecção, cigarros, eletroeletrônicos, bebidas e defensivos agrícolas são as mercadorias mais visadas por quadrilhas e grupos criminosos.</p>
<p>Roberto Mira, vice-presidente de segurança da NTC&amp;Logística, destaca que “nos últimos quatro anos temos visto uma diminuição considerável, pois o trabalho desenvolvido pela entidade junto aos órgãos públicos e privados tem nos fornecido apoio ao enfrentamento, o que é importante para que possamos continuar desenvolvendo nossas atividades com segurança&#8221;.</p>
<p>O vice-presidente ressalta também que o setor de transporte tem se empenhado no combate ao roubo de cargas desde a aprovação da Lei Complementar nº 121/06 em 2006, que estabeleceu o Sistema Nacional de Combate ao Crime. Mira ressalta que, ao longo de 25 anos desde a primeira redação do texto em 1997, a associação, junto às empresas e às instituições, dispõe de recursos humanos e tecnológicos mais robustos para coletar dados, para identificar as causas dos incidentes e para propor soluções integradas ao Poder Executivo e às polícias nacionais e estaduais.<br />Apesar dos desafios existentes, o setor se encontra em uma posição privilegiada para lidar com esse desafio.</p>
<p>Mira destaca que a resposta aos problemas atuais segue a mesma estratégia adotada nos anos anteriores, que consiste no fortalecimento da ação dos órgãos de segurança pública e no estreitamento de parcerias com as empresas do setor e com suas entidades representativas. Essa abordagem tem se mostrado eficaz ao longo do tempo.</p>
<p>“Uma das ferramentas fundamentais para lidar com as interferências no transporte de cargas são os sistemas de rastreamento e verificação da qualidade do transporte, que têm se mostrado cada vez mais importantes a cada ano. Esses sistemas permitem acompanhar em tempo real a localização e o status das cargas, o que auxilia na identificação de possíveis problemas e na tomada de ações rápidas para solucioná-los”, defende.</p>
<p>Ele também comenta que “o setor de transporte tem demonstrado um grande interesse em soluções modernas, o que tem impulsionado o investimento em áreas de gerenciamento de risco nas transportadoras. Isso significa que as empresas estão se tornando cada vez mais preparadas e equipadas para lidar com os desafios relacionados ao roubo de cargas. Essa postura proativa é fundamental para continuar reduzindo os índices desse tipo de crime”.</p>
<p>Para garantir uma abordagem eficaz no combate ao roubo de cargas, é crucial manter um cenário de parcerias sólidas entre o setor de transporte, as entidades representativas e os órgãos de segurança pública. Além disso, é importante continuar apostando em abordagens e em tecnologias que se mostrem efetivas, buscando constantemente aprimorar e adaptar as estratégias conforme surgem novos desafios. Dessa forma, o setor mantém uma posição privilegiada para enfrentar esse desafio e proteger as cargas transportadas em todo o país.</p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_0_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_0 et_pb_bg_layout_light" href="https://www.portalntc.org.br/wp-content/uploads/Apresentacao-Roubo-de-Cargas-2022_compressed.pdf" target="_blank">Confira aqui o levantamento</a>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/roubo-de-cargas-registra-12-bilhao-prejuizos-no-brasil-em-2022-aponta-a-associacao-nacional-do-transporte-de-cargas-e-logistica/">Roubo de cargas registra 1,2 bilhão prejuízos no Brasil em 2022, aponta a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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