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	<title>SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<item>
		<title>Com inscrições abertas, 12º Prêmio de Sustentabilidade esclarece dúvidas de empresas interessadas em participar</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/com-inscricoes-abertas-12o-premio-de-sustentabilidade-esclarece-duvidas-de-empresas-interessadas-em-participar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 18:04:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[12º Prêmio de Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Live apresentou novidades da edição, que volta a contar com três categorias e ganha site exclusivo com informações e materiais de apoio.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/com-inscricoes-abertas-12o-premio-de-sustentabilidade-esclarece-duvidas-de-empresas-interessadas-em-participar/">Com inscrições abertas, 12º Prêmio de Sustentabilidade esclarece dúvidas de empresas interessadas em participar</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Live apresentou novidades da edição, que volta a contar com três categorias e ganha site exclusivo com informações e materiais de apoio</em></p>
<p>Empresas interessadas em participar do 12º Prêmio de Sustentabilidade do SETCESP tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas durante uma <a href="https://www.youtube.com/live/JULDQFkRBjM?si=ydvbcvxNk7NOXcib">live</a> <a href="https://www.youtube.com/live/JULDQFkRBjM?si=ydvbcvxNk7NOXcib" target="_blank" rel="noopener">transmitida</a> na última quarta-feira (17), pelo canal oficial da entidade no <a href="https://www.youtube.com/@tvsetcesp" target="_blank" rel="noopener">YouTube</a>.</p>
<p>O encontro apresentou as novidades desta edição, explicou as etapas de avaliação e trouxe depoimentos de especialistas, jurados e participantes de edições anteriores.</p>
<p>Na transmissão, a coordenadora da Comissão de Sustentabilidade do SETCESP, Fernanda Veneziani, destacou que a entidade, ao longo dos 12 anos de premiação, contribui para a evolução do ESG no setor.</p>
<p>“A cada ano são inscritos mais projetos inspiradores. Não importa o porte da empresa, o importante é participar e compartilhar boas práticas com todo o transporte rodoviário de cargas”, afirmou a coordenadora.</p>
<p>A gestora de eventos do SETCESP e responsável pela coordenação técnica da premiação, Silmara Balhes, apresentou as principais novidades da edição. Entre elas está o lançamento de um <a href="https://sustentabilidade.setcesp.org.br/" target="_blank" rel="noopener">site exclusivo do prêmio</a>, que reúne todas as informações sobre o processo de inscrição, regulamento, guia de participação e conteúdos de apoio aos participantes.</p>
<p>Outra mudança importante é a reformulação das categorias. Os projetos relacionados à Segurança Viária e do Trabalho agora devem ser inscritos nas esferas de Governança ou de Responsabilidade Social que, ao lado da Responsabilidade Ambiental, seguem sendo categorias do prêmio.</p>
<p>Balhes também detalhou as etapas de avaliação, que incluem análise técnica dos projetos, sustentação oral perante os jurados e o envio de feedbacks aos participantes.</p>
<p>Neste ano, somente empresas associadas à entidade por no mínimo 12 meses poderão participar.</p>
<p>A live contou ainda com o depoimento de Erick Tosin, vice-coordenador da Comissão de Sustentabilidade do SETCESP e gestor do Sistema de Gestão Integrada (SGI) na Pizzattolog. Ele compartilhou a trajetória da empresa na premiação, que participou em diferentes edições antes de conquistar o troféu em 2024.</p>
<p>“Vale muito a pena participar. Mesmo nos anos em que não fomos finalistas, recebemos incentivos para aperfeiçoar nossos projetos e torná-los ainda mais robustos. O legado do Prêmio de Sustentabilidade do SETCESP é promover a troca de experiências entre as empresas”, relatou o gestor.</p>
<p>Entre os convidados também esteve Gustavo Willy, coordenador da Gerência de Sustentabilidade do ‘Sistema S’ e integrante da banca avaliadora. Segundo ele, a participação no prêmio gera visibilidade para as empresas.</p>
<p>“Estar no prêmio equivale, em certa medida, a receber uma consultoria. Além de validar iniciativas e processos, a premiação proporciona marketing positivo e melhora a imagem da empresa perante clientes e demais <em>stakeholders</em>”, indicou Willy.</p>
<p>Também jurada da banca avaliadora, Viviane Oliveira, especialista em mensuração de impacto e gestão ESG ressaltou um diferencial da premiação: o envio de <em>feedbacks</em> individualizados para todos os participantes, independentemente de terem sido classificados para a fase final.</p>
<p>“Em outras premiações, esses feedbacks costumam ser pagos”, afirmou. Segundo ela, que o mais chama a atenção dos jurados não é a apresentação, e sim o conteúdo do que está sendo desenvolvido. “Por isso, é fundamental apresentar evidências, métricas e indicadores que demonstrem os resultados alcançados”, orientou Oliveira.</p>
<p>As inscrições para o 12º Prêmio de Sustentabilidade do SETCESP seguem abertas até 7 de agosto e devem ser realizadas pelo <a href="https://sustentabilidade.setcesp.org.br/" target="_blank" rel="noopener">site oficial da premiação</a>. A cerimônia de entrega dos troféus está marcada para 10 de dezembro.</p>
<p>Empresas estreantes poderão inscrever um projeto gratuitamente. Informações sobre valores de investimento, regulamento e suporte aos participantes estão disponíveis junto à equipe organizadora pelos canais:</p>
<p> <a href="https://wa.me/551126321071?text=Ol%C3%A1%2C%20vim%20pelo%20site%20do%20pr%C3%AAmio%20de%20sustentabilidade%20e%20gostaria%20de%20mais%20informa%C3%A7%C3%B5es" target="_blank" rel="noopener">(11) 2632-1082</a></p>
<p><a href="mailto:sustentabilidade@setcesp.org.br" target="_blank" rel="noopener">sustentabilidade@setcesp.org.br</a></p>
<p>O Prêmio de Sustentabilidade tem o patrocínio da Transpocred e o apoio do IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Cargas), do Observatório Nacional de Segurança Viária, da Seall Intelligence e da Childhood Brasil.</p></div>
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				<a class="et_pb_button et_pb_button_0 et_pb_bg_layout_dark" href="https://sustentabilidade.setcesp.org.br/" target="_blank">Inscreva o seu projeto</a>
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		<title>Menos desgaste, mais previsibilidade: o novo papel dos pneus na gestão de frotas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/menos-desgaste-mais-previsibilidade-o-novo-papel-dos-pneus-na-gestao-de-frotas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 16:01:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Parceria SETCESP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por muitos anos, a gestão de pneus nas transportadoras esteve baseada em inspeções periódicas, apontamentos manuais e análises realizadas apenas quando surgia algum desvio operacional. </p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">Por muitos anos, a gestão de pneus nas transportadoras esteve baseada em inspeções periódicas, apontamentos manuais e análises realizadas apenas quando surgia algum desvio operacional. Embora esse modelo tenha sustentado o setor durante décadas, ele oferece pouca capacidade de antecipação. Na prática, gestores costumam descobrir problemas quando o desgaste já ocorreu, quando o consumo de combustível aumentou ou quando uma parada não planejada impacta a produtividade da frota. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A disponibilidade contínua de dados abre espaço para uma nova lógica de gestão. Com informações geradas diretamente pelos pneus ao longo de sua operação, torna-se possível identificar padrões de comportamento, comparar o desempenho entre veículos, rotas e implementos, além de compreender fatores que aceleram desgastes ou reduzem a vida útil dos ativos. Essa visibilidade permite que decisões relacionadas à manutenção, substituição e movimentação de pneus deixem de ser baseadas apenas em cronogramas fixos para considerar as condições reais de utilização. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É nesse contexto que o Omnilink Pneu Conectado garante a gestão estratégica. Ao integrar os dados dos pneus à plataforma de gestão da frota, a tecnologia amplia a capacidade de análise operacional e contribui para decisões mais precisas sobre um dos ativos mais relevantes do transporte rodoviário. Mais do que monitorar condições de uso, a proposta é transformar informações dispersas em inteligência operacional, apoiando transportadoras na busca por maior eficiência, previsibilidade e controle de custos. </span></p>
<p><b>Sobre a Omnilink</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há mais de 25 anos desenvolvemos soluções para o gerenciamento de risco, monitoramento de veículos e carretas, gestão de frotas com uso da telemetria avançada, iscas eletrônicas de carga e soluções de vídeo monitoramento com inteligência artificial embarcada, aumentando a eficiência e reduzindo o custo operacional de cada cliente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atuando em diferentes segmentos como montadoras, transportadoras, grandes varejistas, frotistas, seguradoras e profissionais autônomos, a marca é referência no mercado de transporte e logística. Temos como um dos pilares estratégicos a inovação orientada para o cliente, desenvolvendo soluções e serviços que atendam as crescentes necessidades do mercado.</span></p>
<p><b>Site:</b><span style="font-weight: 400;"> omnilink.com.br</span><span style="font-weight: 400;"><br /></span><b>Instagram: </b><span style="font-weight: 400;">@omnilinktecnoliga</span></p></div>
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		<title>Brasil cai em ranking de competitividade mesmo com baixo desemprego</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/brasil-cai-em-ranking-de-competitividade-mesmo-com-baixo-desemprego/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 15:52:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>País ocupa o 65º lugar entre 70 nações; custo de capital e educação são apontados como principais entraves à atração de investimentos.</p>
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<p style="text-align: center;"><em>País ocupa o 65º lugar entre 70 nações; custo de capital e educação são apontados como principais entraves à atração de investimentos</em></p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">O Brasil recuou sete posições no ranking mundial de competitividade deste ano, passando da 58ª para a 65ª colocação em um levantamento que avalia 70 países. O resultado acende um alerta sobre a capacidade do país de atrair investimentos, empresas e gerar empregos.</p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">Segundo a analista Lucinda Pinto, no <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">CNN Prime Time</strong>, o ranking mensura cerca de 300 aspectos, incluindo qualidade da educação, custo de capital, desempenho do governo e das empresas.</p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">Um aspecto que chama atenção, segundo Lucinda Pinto, é o fato de a queda ocorrer em um período de crescimento econômico e aquecimento do mercado de trabalho, com a taxa de desemprego atingindo patamares historicamente baixos. &#8220;Isso não é suficiente para garantir essa competitividade, porque o país não conseguiu ainda desenvolver esses outros aspectos&#8221;, afirmou.</p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">&#8220;Esse <a class="text-red-600 underline hover:text-red-500 font-medium break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl" href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/brasil-cai-para-65a-lugar-em-ranking-de-competitividade-com-70-paises/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-textassist="true">ranking de competitividade</a> nada mais é do que uma maneira de medir a capacidade dos países de atrair investimento, atrair empresas, gerar negócios e gerar emprego&#8221;, explicou.</p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">Os primeiros colocados no ranking são Singapura, Hong Kong, Suíça, Taiwan e Emirados Árabes Unidos, seguidos por Dinamarca, Irlanda, Países Baixos, Suécia e Estados Unidos.</p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">De acordo com Lucinda Pinto, esses países têm em comum uma educação de qualidade, forte investimento em tecnologia e inovação, além de um custo de capital significativamente mais baixo. &#8220;São tudo o que hoje são <a class="text-red-600 underline hover:text-red-500 font-medium break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl" href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/questoes-estruturais-do-brasil-dificultam-competitividade-diz-especialista/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-textassist="true">pontos de fragilidade do país</a>&#8220;, destacou a analista.</p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">Na parte inferior do ranking, o Brasil aparece atrás de países como Gana, Eslováquia e próximo ao México, Botsuana, Mongólia, Nigéria, Namíbia e Venezuela.</p>
<h2 class="text-2xl my-5 font-bold break-words">Custo de capital e a espiral negativa</h2>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">Para Lucinda Pinto, o custo de capital representa um problema estratégico e estrutural. A analista descreveu o fenômeno como uma espécie de espiral negativa: a ausência de uma educação de qualidade impede um crescimento sustentável e, sem crescimento eficiente, o país passa a depender de juros mais elevados para atrair investidores. &#8220;É uma roda negativa que tem sido difícil de quebrar&#8221;, resumiu.</p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">A analista também destacou que os países mais competitivos apresentam previsibilidade e uma visão de futuro clara, características que, segundo ela, frequentemente faltam ao Brasil.</p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">Em entrevista ao <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">CNN Money</strong>, Hugo Tadeu, do Núcleo de Inovação, Inteligência Artificial e Tecnologias Digitais da Fundação Dom Cabral, corroborou essa avaliação. &#8220;Os dados trazem perspectiva de que o <a class="text-red-600 underline hover:text-red-500 font-medium break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl" href="https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/custo-de-fazer-negocio-no-brasil-e-desafio-diz-especialista/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-textassist="true">custo de se fazer negócios</a> no Brasil é cada vez mais alto, e isso tem dificultado não só as indústrias, como também as empresas nascentes&#8221;, afirmou Hugo Tadeu.</p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">Hugo Tadeu citou ainda a formação bruta de capital fixo como um segundo indicador preocupante. Segundo ele, indústrias que gostariam de investir para promover crescimento apontam o custo de capital como um fator dificultador.</p>
<p class="my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl">Lucinda Pinto complementou a análise ao observar que esse cenário ajuda a explicar por que o capital estrangeiro que chega à bolsa de valores brasileira não se converte em investimento produtivo de longo prazo na economia nacional. Em um momento em que países disputam acirrada e globalmente a atração de empresas de inteligência artificial e tecnologia, o Brasil corre o risco de ficar para trás nesse processo.</p>
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		<title>Move Brasil: BNDES aprova R$ 10 bilhões para renovação de frota de caminhões e de ônibus</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/move-brasil-bndes-aprova-r-10-bilhoes-para-renovacao-de-frota-de-caminhoes-e-de-onibus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 15:45:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Volume, que corresponde a 47,1% da dotação orçamentária do programa, foi alcançado em 12 dias de operação da linha.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Volume, que corresponde a 47,1% da dotação orçamentária do programa, foi alcançado em 12 dias de operação da linha<br /></em><em>Linha contabiliza 8.377 mil operações, atendendo 1.373 municípios em todas as regiões do país</em></p>
<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) chegou a R$ 10 bilhões em recursos aprovados do BNDES Mais Mobilidade, linha de crédito de até R$ 21 bilhões voltada à renovação da frota nacional de veículos pesados e à modernização do transporte rodoviário e urbano de cargas e passageiros.</p>
<p>O volume, que corresponde a 47,1% da dotação orçamentária do programa, foi alcançado em 12 dias de operação, após a abertura do protocolo de recebimento de propostas. O BNDES Mais Mobilidade financia a aquisição de caminhões, caminhões-tratores, ônibus, micro-ônibus e implementos rodoviários.</p>
<p>&#8220;O Move Brasil já alcança mais de 1.300 municípios, retirando das estradas veículos antigos e poluentes e colocando no lugar caminhões e ônibus mais seguros e eficientes. É a combinação que busca o governo do presidente Lula: eficiência econômica, sustentabilidade e inclusão produtiva, com impacto na vida do transportador e no fortalecimento da indústria nacional. O Move Brasil moderniza a frota e reduz o custo logístico do país, e o BNDES está pronto para responder à força dessa demanda com a escala que o setor exige&#8221;, afirma Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.</p>
<p>A linha contabiliza 8.377 mil operações com um tíquete médio de R$ 1,2 milhão por operação. O programa atende transportadores autônomos de cargas, pessoas físicas associadas a cooperativas, empresários individuais e pessoas jurídicas do setor de transporte rodoviário ou urbano de cargas e passageiros. Até agora, foram atendidos 1.373 municípios de todas as regiões do país.</p>
<p>A maior parte dos recursos foi destinada aos frotistas, com R$ 9,8 bilhões, em 8.062 operações. Deste total, R$ 1,6 bilhão foram para aquisição de ônibus. Também foram aprovados R$ 139,8 milhões para autônomos, em 315 operações.  Os financiamentos estão sendo realizados por meio da rede de agentes financeiros parceiros do BNDES.</p>
<p>A linha, que integra o Move Brasil, um programa de mobilidade verde coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), foi criada para fortalecer e modernizar a infraestrutura de transporte do país, com iniciativas para a renovação de frota.</p>
<p><strong>Conheça o programa </strong>– O Move Brasil prevê reserva de R$ 2 bilhões para aquisição de ônibus e micro-ônibus, além de R$ 2 bilhões para transportadores autônomos de cargas e pessoas físicas associados a cooperativas. A compra de caminhões e caminhões-tratores seminovos será permitida apenas para transportadores autônomos e cooperados.</p>
<p>Para veículos novos, o programa exige fabricação nacional, credenciamento no CFI do BNDES e atendimento ao padrão Proconve P-8 (Programa de Controle de Emissões Veiculares). No caso de caminhões e caminhões-tratores seminovos, os veículos devem ter fabricação a partir de 2012, atender à fase P-7 do Proconve e observar critérios de rastreabilidade fiscal.</p>
<p>As condições de financiamento variam conforme o perfil do beneficiário. Para autônomos, o prazo total poderá chegar a 120 meses, com até 12 meses de carência. Para empresas do setor de transporte rodoviário ou urbano de cargas, o prazo poderá chegar a 60 meses, com até seis meses de carência. Para empresas do setor de transporte rodoviário ou urbano de passageiros, o prazo poderá chegar a 120 meses, com até 6 meses de carência.</p>
<p>As taxas de juros podem alcançar patamares competitivos em relação às taxas praticadas no mercado, próximo a 13% ao ano. Além dos veículos e implementos, poderão ser financiados itens associados à operação, como seguro do bem, seguro prestamista e comissão de fundos garantidores, desde que contratados em conjunto com o financiamento. Esses itens adicionais são elegíveis para clientes com receita operacional bruta de até R$ 300 milhões.</p>
<p><strong>Como acessar </strong>– Os interessados devem procurar uma instituição financeira credenciada ao BNDES. O Banco não realiza operações diretamente com os clientes finais nessa modalidade. Caberá ao agente financeiro analisar o crédito, negociar as condições finais da operação e encaminhar o pedido ao BNDES, conforme as regras do programa.</p>
<p>O prazo para protocolo das operações no sistema do BNDES vai até 28 de agosto de 2026, e a data limite para comunicação da contratação ao Banco é 28 de setembro de 2026. O programa poderá ser suspenso ou encerrado antes dessas datas em caso de esgotamento da dotação orçamentária disponível.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/move-brasil-bndes-aprova-r-10-bilhoes-para-renovacao-de-frota-de-caminhoes-e-de-onibus/">Move Brasil: BNDES aprova R$ 10 bilhões para renovação de frota de caminhões e de ônibus</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Aproveitamento de crédito de PIS e COFINS em relação ao óleo diesel</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/aproveitamento-de-credito-de-pis-e-cofins-em-relacao-ao-oleo-diesel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 19:54:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> O governo federal, em face da guerra que vem ocorrendo no oriente médio e por conta do fechamento do estreito de Ormuz, que vem impedindo o livre trânsito de navios cargueiros que transportam óleo diesel.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/aproveitamento-de-credito-de-pis-e-cofins-em-relacao-ao-oleo-diesel/">Aproveitamento de crédito de PIS e COFINS em relação ao óleo diesel</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>Por Adauto Bentivegna Filho<br /></em><em>Assessor Jurídico do SETCEP</em></p>
<p>         O governo federal, em face da guerra que vem ocorrendo no oriente médio e por conta do fechamento do estreito de Ormuz, que vem impedindo o livre trânsito de navios cargueiros que transportam óleo diesel, e isso tem impactado no valor deste combustível, vem tomando medidas para diminuir o custo tributário da venda do óleo diesel no mercado interno.</p>
<p>         Nessa linha, foram editadas pelo governo federal as Medidas Provisórias números 1.340/2026 e 1.349/2026 que dão subvenção econômica à comercialização do óleo diesel e cria o Regime de Abastecimento Interno, respectivamente. E, nessa toada, também foi editado o Decreto nº 12.857/2026 que aprovou o coeficiente de redução da contribuição para o PIS e COFINS em 0,99987 incidentes na importação e comercialização de óleo diesel.</p>
<p>         Essas reduções tributárias na comercialização de óleo diesel sempre trazem preocupação às transportadoras que consomem este insumo em sua frota de veículos de cargas, pois muitas delas, que são optantes ou recolhem seus tributos federais na forma de lucro real, aproveitam créditos de 1,65% e 7,6%, respectivamente, quando recolhem PIS e COFINS. E a redução do coeficiente gera dúvidas se o direito ao crédito permanece mesmo nesta situação.</p>
<p>         A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (REsp nº 1725452/RS) e do Supremo Tribunal Federal (RE nº 350.446) tem pacificado o entendimento que, ainda que fosse caso de isenção ou alíquota zero, se a saída (o frete) é tributada pelo PIS e a COFINS, o direito ao crédito permanece. O que é o caso do setor de transporte rodoviário de cargas, cujo faturamento é tributado pelas citadas contribuições, vide artigo 1º da Lei nº 10.637/2002 e artigo 1º da Lei 10.833/2003.</p>
<p>         Ademais, o Decreto nº 12.875/2026 não zerou a alíquota de PIS e COFINS na prestação de serviços de transporte rodoviário de cargas, que combinado com o quanto o disposto no inciso II, parágrafo 2º do artigo 3º da Lei nº 10.833/2003, que disciplina o recolhimento da COFINS de forma não-cumulativa, e o disposto no inciso II, parágrafo 2º do artigo 3º da Lei nº 10.637/2002, que disciplina o recolhimento do PIS de forma não-cumulativa, garantem que o direito ao crédito de PIS e COFINS no consumo do óleo diesel permanece garantido às transportadoras.</p></div>
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		<item>
		<title>Baixe o Guia com os melhores fornecedores do transporte rodoviário de cargas em 2026</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/setcesp-em-acao/baixe-o-guia-com-o-melhores-fornecedores-do-transporte-rodoviario-de-cargas-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Maciel]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 19:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Guia de Fornecedores 2026]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204643663</guid>

					<description><![CDATA[<p>Contar com parceiros estratégicos não só impulsiona resultados e otimiza a operação, como também contribui para o aumento da lucratividade.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/setcesp-em-acao/baixe-o-guia-com-o-melhores-fornecedores-do-transporte-rodoviario-de-cargas-em-2026/">Baixe o Guia com os melhores fornecedores do transporte rodoviário de cargas em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Mesmo que o transporte seja o foco principal da sua empresa, o sucesso da operação depende também de equipamentos e serviços especializados. Contar com parceiros estratégicos não só impulsiona resultados e otimiza a operação, como também contribui para o aumento da lucratividade.</p>
<p>Por isso, o SETCESP mantém parcerias com as marcas mais confiáveis do mercado. Seja para implementar novas tecnologias, ampliar sua frota ou facilitar a gestão do seu negócio, selecionamos fornecedores que oferecem condições especiais para os associados do SETCESP.</p>
<p>Conheça quem são e aproveite essa oportunidade para fazer negócios mais vantajosos!</p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_1_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_1 et_pb_bg_layout_light" href="https://conteudo.setcesp.org.br/guia-de-fornecedores-2026" target="_blank">Baixe gratuitamente</a>
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		<title>Roubo de cargas recua 33,6% no primeiro quadrimestre em São Paulo, mas setor reforça alerta para período de férias</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/roubo-de-cargas-recua-336-no-primeiro-quadrimestre-em-sao-paulo-mas-setor-reforca-alerta-para-periodo-de-ferias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 19:14:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204647664</guid>

					<description><![CDATA[<p>SETCESP aponta avanço no combate ao crime, destaca impacto econômico do problema e divulga orientações objetivas de prevenção aos transportadores.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/roubo-de-cargas-recua-336-no-primeiro-quadrimestre-em-sao-paulo-mas-setor-reforca-alerta-para-periodo-de-ferias/">Roubo de cargas recua 33,6% no primeiro quadrimestre em São Paulo, mas setor reforça alerta para período de férias</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><i>SETCESP aponta avanço no combate ao crime, destaca impacto econômico do problema e divulga orientações objetivas de prevenção aos transportadores</i></p>
<div>
<p>O roubo de cargas no estado de <span class="il">São Paulo</span> apresentou queda consistente no primeiro quadrimestre de 2026, segundo levantamento do SETCESP (Sindicato das Empresas de Transporte de Carga de <span class="il">São Paulo</span> e Região), com base em dados da Secretaria da Segurança Pública de <span class="il">São Paulo</span> (SSP-SP). Entre janeiro e abril, foram registradas 867 ocorrências, contra 1.305 casos no mesmo período de 2025, o que representa uma redução de 33,6%.</p>
<p>A retração é observada em todos os meses do quadrimestre. Em abril, foram 211 registros, frente a 334 no mesmo mês de 2025 (-36,8%). Março contabilizou 206 ocorrências, ante 302 (-31,7%). Fevereiro teve 199 casos, contra 319 (-37,6%). Em janeiro, foram 251 registros, frente a 350 no início do ano passado (-27,4%).</p>
<p>Para Marcelo Rodrigues, presidente do SETCESP, os números indicam evolução, mas ainda exigem cautela. “Os dados refletem avanços importantes nas ações de segurança e na cooperação entre o setor produtivo e o poder público. Ainda assim, o roubo de cargas permanece em um nível elevado, com reflexos diretos sobre custos logísticos e preços ao consumidor final”, afirma.</p>
<p>O dirigente ressalta que o transporte rodoviário segue sendo estratégico para o abastecimento nacional e, por isso, continua altamente exposto à criminalidade. A proximidade do período de férias reforça o sinal de alerta. Historicamente, os índices de roubos e furtos apresentam elevação nessa época, impulsionados pelo aumento do fluxo de mercadorias nas rodovias e pela redução da circulação em áreas urbanas.</p>
<p>“O enfrentamento ao roubo de cargas passa por tecnologia, inteligência, monitoramento e policiamento. No entanto, a prevenção operacional continua sendo determinante para reduzir riscos no dia a dia das operações”, destaca Rodrigues.</p>
<p><strong>Orientações objetivas de prevenção</strong></p>
<p><strong>Antes da viagem</strong></p>
<ul>
<li aria-level="1">Revisão mecânica completa do veículo</li>
<li aria-level="1">Checagem de freios, pneus, iluminação e suspensão</li>
<li aria-level="1">Conferência do acondicionamento e lacre da carga</li>
<li aria-level="1">Planejamento de rota, paradas e horários</li>
<li aria-level="1">Definição prévia de pontos seguros para abastecimento e descanso</li>
<li aria-level="1">Verificação da documentação do veículo, da carga e do condutor</li>
<li aria-level="1">Sigilo sobre informações da operação</li>
</ul>
<p><strong>Durante o trajeto</strong></p>
<ul>
<li aria-level="1">Paradas restritas a locais conhecidos e monitorados</li>
<li aria-level="1">Evitar acostamentos e áreas isoladas</li>
<li aria-level="1">Não aceitar caronas ou abordagens de terceiros</li>
<li aria-level="1">Não divulgar dados sobre carga, destino ou itinerário</li>
<li aria-level="1">Comunicação permanente com a central de monitoramento</li>
<li aria-level="1">Cumprimento rigoroso do plano de viagem</li>
<li aria-level="1">Atenção a tentativas de distração ou abordagens suspeitas</li>
<li aria-level="1">Em caso de alerta mecânico, buscar local seguro antes de parar</li>
<li aria-level="1">Abastecimento conforme planejamento, evitando paradas emergenciais</li>
</ul>
<p>O SETCESP reforça que, apesar da redução no número de ocorrências, o impacto financeiro e operacional do roubo de cargas ainda é significativo. A entidade defende a continuidade das políticas de segurança e a adoção de rotinas preventivas como pilares para a redução sustentável dos índices, especialmente em períodos de maior movimentação nas estradas.</p>
</div></div>
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		<item>
		<title>Na Bienal das Rodovias, ANTT projeta expansão do pedágio eletrônico no país</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/na-bienal-das-rodovias-antt-projeta-expansao-do-pedagio-eletronico-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 19:09:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ANTT]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204647657</guid>

					<description><![CDATA[<p>Debate reforçou benefícios como maior fluidez no tráfego, redução de acidentes e cobrança proporcional ao trecho efetivamente percorrido pelo usuário.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/na-bienal-das-rodovias-antt-projeta-expansao-do-pedagio-eletronico-no-pais/">Na Bienal das Rodovias, ANTT projeta expansão do pedágio eletrônico no país</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="documentDescription" style="text-align: center;"><em>Debate reforçou benefícios como maior fluidez no tráfego, redução de acidentes e cobrança proporcional ao trecho efetivamente percorrido pelo usuário</em></div>
<div id="viewlet-above-content-body"> </div>
<div>
<p>O sistema de pedágio eletrônico sem barreiras físicas, popularmente conhecido como Free Flow, foi tema de destaque nesta quarta-feira (17/6), durante a Bienal das Rodovias. No painel “Pedágio Eletrônico e a transformação definitiva das rodovias”, representantes da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), concessionárias e empresas de tecnologia discutiram os avanços regulatórios, os benefícios para os usuários e os desafios para a consolidação do modelo nas rodovias brasileiras.</p>
<p>Mediando a conversa, Luís Henrique Baeta destacou que o pedágio eletrônico deixou de ser apenas uma inovação tecnológica para se tornar um elemento estruturante da nova geração de concessões rodoviárias federais.</p>
<p>“O modelo representa uma nova relação entre usuário, concessionária e poder público. É uma lógica tarifária diferente, um desenho regulatório aprimorado e uma forma mais moderna de prestação do serviço público”, afirmou.</p>
<p>Construção gradual e segurança regulatória</p>
<p>Durante o debate, o gerente de Estudos e Projetos de Rodovias da ANTT, Stephane Quebaud, lembrou que a implementação do modelo foi construída de forma progressiva, combinando aperfeiçoamentos legais, regulatórios e operacionais. Segundo ele, a ANTT teve papel central na introdução do sistema no país ao desenvolver mecanismos para garantir segurança jurídica e previsibilidade ao mercado.</p>
<p>Entre os marcos dessa trajetória estão a Lei nº 14.157/2021, que permitiu a cobrança proporcional ao trecho efetivamente percorrido pelo usuário, as regulamentações posteriores do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e a realização do Sandbox Regulatório da ANTT, que testou o funcionamento do sistema em ambiente real na BR-101/RJ-SP.</p>
<p>A experiência serviu de base para aprimoramentos normativos e para a incorporação do pedágio eletrônico aos contratos de concessão mais recentes. Desde 2025, os novos contratos federais passaram a prever estudos para migração integral ao modelo, enquanto a Agência também criou mecanismos para permitir a substituição gradual de praças físicas por pórticos eletrônicos em contratos já existentes.</p>
<p>Novos projetos são 100% pedágio eletrônico</p>
<p>A ANTT destacou ainda que os projetos atualmente em estruturação já nascem com previsão de operação integral por meio do pedágio eletrônico. Entre eles estão a Rota 2 de Julho, na Bahia, a Rota Portuária do Sul, no Rio Grande do Sul, e os novos lotes rodoviários de Santa Catarina.</p>
<p>Segundo Quebaud, a expectativa da Agência é que o pedágio eletrônico se torne predominante nas concessões federais nos próximos anos. “Não se trata mais de uma tendência ou de uma agenda de curto prazo. O modelo veio para ficar e será predominante na próxima geração de concessões rodoviárias”, afirmou.</p>
<p>Experiência do usuário é principal desafio</p>
<p>Apesar dos avanços, os participantes do painel concordaram que a consolidação do sistema depende do aprimoramento da experiência do usuário. A necessidade de ampliar a comunicação sobre formas de pagamento, prazos, canais de atendimento e consequências da inadimplência foi apontada como um dos principais desafios atuais.</p>
<p>Nesse contexto, Quebaud ressaltou a Deliberação nº 277 do Contran, que estabeleceu um período de transição de 200 dias para adaptação dos usuários ao novo modelo. Durante esse prazo, motoristas poderão regularizar pagamentos pendentes sem aplicação das penalidades previstas para evasão.</p>
<p>“A sinalização é clara: precisamos fortalecer a comunicação, ampliar a informação ao usuário e garantir que o sistema seja cada vez mais simples e acessível”, destacou.</p>
<p>Benefícios operacionais e ambientais</p>
<p>O diretor-presidente da Nova Rodovias, Marcelo Stachow, também ressaltou os ganhos proporcionados pelo pedágio eletrônico em livre passagem. Segundo ele, a tecnologia reduz congestionamentos, elimina paradas obrigatórias, diminui o risco de acidentes nas praças de pedágio e reduz impactos ambientais associados à construção e operação dessas estruturas.</p>
<p>Stachow afirmou ainda que a adesão dos usuários tem sido positiva e que os índices de evasão observados nas operações em andamento permanecem controlados, mesmo durante a fase inicial de adaptação.</p>
<p>Ao final do painel, os participantes defenderam a continuidade do aperfeiçoamento regulatório e tecnológico do sistema, destacando que a modernização da cobrança de pedágio representa um passo importante para aumentar a eficiência das concessões, melhorar a experiência dos usuários e tornar as rodovias brasileiras mais seguras e conectadas.</p>
<p>A Bienal das Rodovias 2026, acontece em Brasília (DF), nos dias 17 e 18 de junho, com uma agenda voltada a soluções e resultados para o setor. Promovido pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR), o evento reúne representantes do setor público, concessionárias, especialistas e empresas para discutir como tecnologia, inovação regulatória e segurança jurídica podem acelerar investimentos e melhorar a experiência de quem utiliza as rodovias brasileiras.</p>
</div></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/na-bienal-das-rodovias-antt-projeta-expansao-do-pedagio-eletronico-no-pais/">Na Bienal das Rodovias, ANTT projeta expansão do pedágio eletrônico no país</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Economia brasileira cresceu 0,1% em abril, estima prévia da FGV</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/economia-brasileira-cresceu-01-em-abril-estima-previa-da-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 19:03:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204647649</guid>

					<description><![CDATA[<p>Resultado mostra estabilidade em meio a juros altos e petróleo caro.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/economia-brasileira-cresceu-01-em-abril-estima-previa-da-fgv/">Economia brasileira cresceu 0,1% em abril, estima prévia da FGV</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_8 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="header-noticia full-width">
<div class="linha-fina-noticia" style="text-align: center;"><em>Resultado mostra estabilidade em meio a juros altos e petróleo caro</em></div>
</div>
<div>
<p>Mesmo em um cenário de juros elevados e choque de preço do barril do petróleo, a economia brasileira cresceu 0,1% na passagem de março para abril. Já na comparação com abril de 2025, houve avanço de 1,8%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693862&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693862&amp;o=node" /></p>
<p>As estimativas fazem parte do <a href="https://portalibre.fgv.br/system/files/divulgacao/noticias/mat-complementar/2026-06/Monitor%20do%20PIB-FGV%20-%20Junho%20de%202026%20-%20Ref.%20de%20Abril.pdf" target="_blank" rel="noopener">Monitor do PIB</a>, estudo mensal elaborado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV (Fundação Getulio Vargas), divulgado nesta quinta-feira (18).</p>
<p>No trimestre móvel terminado em abril (fevereiro/março/abril), houve crescimento de 1,8% em relação ao mesmo período do ano passado. No acumulado de 12 meses, a expansão foi de 2%.</p>
<p>A pesquisa reúne dados da indústria, comércio, serviços e agropecuária e apresenta estimativas sobre o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB), indicador do conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país.</p>
<p><strong>A economista Juliana Trece, coordenadora da pesquisa, aponta que a alta de 0,1% mostra uma economia estável, embora tenha enfrentado obstáculos internos e externos</strong>.</p>
<p>“A maior parte dos componentes da economia teve desempenho positivo, indicando certa resiliência em meio ao cenário de juros elevados e aumento do preço do barril do petróleo, como uma das consequências da guerra no Oriente Médio”, disse.</p>
</div>
<div class="container-autoria">
<p><strong>Juros e guerra</strong></p>
<p>Em praticamente todo o mês de abril, a Taxa Selic, taxa básica de juros da economia, esteve em 14,75%. O patamar elevado é uma estratégia do Banco Central (BC) para conter inflação. Quanto maior o juro, menor o incentivo ao consumo, forçando queda ou elevação mais suave dos preços.</p>
<p>No fim do mês, o BC cortou 0,25 ponto percentual (p.p.) da taxa. <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/copom-reduz-taxa-selic-para-1425-ao-ano" target="_blank" rel="noopener">Movimento repetido na quarta-feira (17), deixando a Selic em 14,25%</a>.</p>
<p>A cautela do BC na velocidade dos cortes de juros tem a ver com o cenário externo citado pela economista do Ibre. A guerra no Irã elevou o preço do barril do petróleo em todo o mundo, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/gasolina-e-alimentos-pressionam-e-previa-da-inflacao-sobe-para-089" target="_blank" rel="noopener">o que se refletiu no encarecimento de combustíveis como o óleo diesel e a gasolina</a>.</p>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/pacote-para-conter-alta-dos-combustiveis-inclui-subsidios-e-isencoes" target="_blank" rel="noopener">O governo brasileiro tomou medidas para tentar conter o aumento de preços</a>, como corte de tributos e subsídio a produtores e importadores de combustível.</p>
<h2>Setores do PIB</h2>
<p>O Monitor do PIB estimou que, no trimestre móvel terminado em abril, <strong>o consumo das famílias cresceu 2,6% na comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo o maior patamar de alta desde o trimestre terminado em fevereiro de 2025</strong>.</p>
<p>As exportações tiveram crescimento de 9,3%, com cerca de 60% desse desempenho devido “ao bom desempenho das exportações de produtos da indústria extrativa, que cresceram 27,8% no trimestre móvel findo em abril”.</p>
<p>A chamada Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), indicador que mede o investimento na economia, como compras de máquinas e equipamentos, teve expansão de 0,7% no trimestre móvel. Foi a primeira expansão depois de recuo nos quatro trimestres móveis imediatamente seguidos.</p>
<p>O estudo estima que a taxa de investimento da economia em abril foi de 18%.</p>
<p>De acordo com a FGV, em termos monetários, o PIB acumulado no ano até abril, em valores correntes, é estimado em R$ 4,376 trilhões.</p>
<h2>Resultado oficial</h2>
<p>O Monitor do PIB é um dos estudos que servem como termômetro da economia brasileira. Outro levantamento é o <a href="https://www.bcb.gov.br/content/indeco/indicadoresselecionados/ies-01.xlsx" target="_blank" rel="noopener">Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br)</a>, divulgado na última quarta-feira (17), que indicou expansão de 0,5% na passagem de março para abril e de 1,6% em 12 meses.  </p>
<p>O resultado oficial do PIB é apresentado trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/economia-brasileira-cresce-11-no-1o-trimestre" target="_blank" rel="noopener">No primeiro trimestre, a economia cresceu 1,1%</a>.</p>
<p>A próxima divulgação será em 1º de setembro, com dados do segundo trimestre de 2026.</p>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/economia-brasileira-cresceu-01-em-abril-estima-previa-da-fgv/">Economia brasileira cresceu 0,1% em abril, estima prévia da FGV</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>CIOT, Piso Mínimo e fiscalização: um cenário novo para as transportadoras</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/ciot-piso-minimo-e-fiscalizacao-um-cenario-novo-para-as-transportadoras-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 19:18:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CIOT]]></category>
		<category><![CDATA[Edição 86]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Piso mínimo de frete]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Atualizações CIOT]]></category>
		<category><![CDATA[piso mínimo de frete]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novas regras dividem opiniões e reacendem o debate entre formalização e aumento da burocracia</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/ciot-piso-minimo-e-fiscalizacao-um-cenario-novo-para-as-transportadoras-2/">CIOT, Piso Mínimo e fiscalização: um cenário novo para as transportadoras</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_9 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Por Aline Maciel</p>
<p><em>Novas regras dividem opiniões e reacendem o debate entre formalização e aumento da burocracia</em></p>
<p>A essa altura, se você é transportador ou trabalha em uma transportadora, já sabe que toda operação de transporte precisa agora da emissão do CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte). Foi a Medida Provisória nº 1.343/2026, publicada em 19 de março deste ano, que trouxe novas diretrizes sobre este Código.</p>
<p><strong>Tudo começou com o Piso Mínimo de Frete. </strong></p>
<p>Lá em 2018, quando houve a greve dos caminhoneiros que parou o país, uma das pautas de reivindicação dos autônomos era justamente o tabelamento do frete mínimo para a categoria.</p>
<p>Na ânsia de suspender a paralisação, o governo editou a Medida Provisória nº 831, que mais tarde foi convertida na <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2018/lei/l13703.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei nº 13.703/2018</a>, que instituiu a Política Nacional do Piso Mínimo.</p>
<p>Só que essa metodologia é aplicada exclusivamente à modalidade de transporte de Carga Lotação, conforme informa Gil Menezes, assessora jurídica da NTC&amp;Logística. Ela conta que, nos últimos meses, por conta do cenário de guerra internacional que refletiu na alta do diesel, houve novamente uma pressão da categoria, dessa vez, para o Piso Mínimo ser efetivamente fiscalizado.</p>
<p>“Só que a ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre) não tinha condição de fiscalizar amplamente, porque não tem efetivo para isso. Então, foi proposto criar um mecanismo para fazer isso de forma digital”, esclareceu Menezes. Foi por essa razão que o CIOT voltou à cena.</p>
<p><strong>CIOT no MDF-e</strong></p>
<p>A estratégia da ANTT foi vincular <a href="https://setcesp.org.br/noticias/antt-novas-regras-para-o-ciot/" target="_blank" rel="noopener">a obrigatoriedade do Código ao MDF-e</a> (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais). Embora a agência não possa impedir diretamente a emissão de documentos fiscais, a inclusão obrigatória do CIOT no MDF-e passou a funcionar como mecanismo de controle.</p>
<p>Assim, com a publicação da <a href="https://anttlegis.antt.gov.br/action/ActionDatalegis.php?acao=abrirTextoAto&amp;tipo=RES&amp;numeroAto=00006078&amp;seqAto=000&amp;valorAno=2026&amp;orgao=DG/ANTT/MT&amp;cod_modulo=623&amp;cod_menu=9230" target="_blank" rel="noopener">Resolução ANTT nº 6.078</a>, ficou estabelecido que, a partir de 24 de maio de 2026, todas as operações de transporte, sejam elas de Carga Lotação ou não, devem emitir o CIOT.</p>
<p>“Houve um acordo entre a ANTT e a Secretarias da Fazenda de todos os estados para adaptar um espaço no Manifesto para informar o CIOT”, detalha Adauto Bentivegna Filho, assessor jurídico do SETCESP.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_10  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><h3>Para quem é obrigatório?</h3>
<p>Antes de mais nada, é preciso esclarecer:  uma coisa é o Piso Mínimo e a outra coisa é o CIOT. “Embora sejam irmãos gêmeos, cada um tem suas características”, orienta Bentivegna.</p>
<p>A obrigatoriedade do Piso Mínimo vale para operações de Carga Lotação. Já a emissão do CIOT possui alcance maior: ela é exigida tanto das empresas que subcontratam TACs (Transportadores Autônomos de Carga) e TACs equiparados (empresas com até três caminhões) quanto para as transportadoras que realizam operações com frota própria, seja de Carga Lotação ou Fracionada.</p>
<p>“Se no meu caminhão eu levo carga de dois ou mais clientes diferentes com CNPJs distintos, aí é transporte de Carga Fracionada”, explica o assessor. Ele ainda reforça: “se o cliente for um só, ainda que eu emita dez manifestos, aí é transporte de Carga Lotação”, completa.</p>
<p>No momento da emissão do CIOT, o transportador deverá enquadrar a operação em uma das seguintes categorias:</p>
<p>I – operação de transporte do tipo Carga Lotação;</p>
<p>II – operação de transporte do tipo Carga Fracionada; ou</p>
<p>III – operação de transporte TAC-Agregado.</p>
<p>O TAC agregado possui características específicas em relação à forma de contratação e à remuneração. “É uma operação com exclusividade contratual, normalmente firmada por períodos entre dez e 30 dias”, afirma Bentivegna.</p>
<p>A assessora da NTC&amp;Logística acrescenta que o pagamento do TAC deve ocorrer obrigatoriamente por meios eletrônicos, como PIX ou IPEF (Instituição de Pagamento Eletrônico de Frete).</p></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Integração de sistemas e a emissão</strong></p>
<p>As IPEFs também passaram a desempenhar papel importante na emissão do CIOT. Embora o código possa ser gerado diretamente no site da ANTT, isso depende da integração entre os sistemas da transportadora ao da agência.</p>
<p>Na prática, porém, a adequação tecnológica tem gerado dificuldades, sobretudo para pequenas e médias empresas.</p>
<p>Segundo Marcos Ribeiro, também assessor jurídico do SETCESP, grandes transportadoras conseguem desenvolver sistemas próprios de integração. Já empresas menores acabam recorrendo às IPEFs, gerando novos custos operacionais.</p>
<p>“O CIOT pode representar um avanço para o transportador autônomo. Mas, para muitas transportadoras, trouxe aumento de burocracia, necessidade de desenvolvimento de sistemas e duplicidade de fiscalização”, ressalta Ribeiro.</p>
<p>Ele destaca que as empresas agora precisam reportar informações tanto no CIOT quanto no MDF-e, dois documentos utilizados para fins de controle e fiscalização.</p>
<p>Por outro lado, José Amaral, superintendente de Serviços de Transporte da ANTT, defende que o novo modelo traz mais segurança operacional.</p>
<p>“A ANTT fará a validação automática das informações. Caso haja inconsistências, o sistema bloqueará a emissão do CIOT, reduzindo o risco de autuações por erros ou divergências”, reforça.</p>
<p>De acordo com Amaral, o sistema também informará previamente quando o valor reportado estiver abaixo do piso mínimo. E, nos casos de indisponibilidade do sistema, será permitido emitir o CIOT em contingência, com transmissão posterior das informações em até sete dias.</p>
<p>“A transportadora reduz o risco de autuações por interpretações equivocadas. Além disso, o sistema avisará previamente quando o valor informado estiver abaixo do piso mínimo. Com isso, há uma tendência de redução no número de autos de infração”, comenta Amaral.</p>
<p>Sobre a responsabilidade de quem deve emitir, Bentivegna esclarece que, se um embarcador contratou uma ETC (Empresa de Transporte de Carga) que iria fazer a operação, mas por um outro motivo ela acabou subcontratando um TAC, é a transportadora que subcontratou que terá que gerar o CIOT.</p>
<p>Agora, se uma ETC (Empresa de Transporte de Carga) subcontratou outra ETC, que não é equiparada, será a subcontratada que terá que gerar o Código.</p>
<p>“Quando são operações envolvendo Carga Fracionada e TAC agregado, a ANTT libera o CIOT mesmo com o valor abaixo do piso mínimo, mas quando é Carga Lotação, ela bloqueia o campo XML da emissão do manifesto”, avisa Bentivegna.</p>
<p>Além disso, o Confaz (Conselho Fazendário) baixou o Ajuste SINIEF (Sistema Nacional de Informações Econômicas Fiscais) 03 de 2026, que estabelece que a partir de 1º de junho nenhum MDF-e poderá ser gerado sem o número do CIOT.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_12  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
				
				
				
				
				<div class="et_pb_text_inner"><h3><strong>O cálculo do Piso Mínimo</strong></h3>
<p>Neste panorama, as dúvidas sobre o cálculo do piso mínimo do frete estão entre as principais reclamações das empresas.</p>
<p>Raquel Serini, economista e coordenadora de projetos do IPTC (Instituto Paulista do Transporte de Cargas), relata que muitos transportadores ainda enfrentam dificuldades para interpretar as tabelas e os critérios utilizados no cálculo.</p>
<p>Para uma melhor compreensão, ela afirma que o primeiro passo é identificar corretamente o tipo de operação.</p>
<p>“O transportador precisa fazer um verdadeiro <em>checklist</em> de conformidade para entender se sua operação está ou não enquadrada no piso mínimo. Se não estiver, permanece válida a livre negociação”, explica a economista.</p>
<p>Quando a operação se enquadra na regra, quatro fatores principais precisam ser considerados:</p>
<ul>
<li>número de eixos;</li>
<li>distância percorrida;</li>
<li>categoria da carga;</li>
<li>tabela aplicável (A, B, C ou D).</li>
</ul>
<p>As tabelas A e B são utilizadas em operações padrão de Carga Lotação. Já as tabelas C e D se aplicam à operação de Carga Lotação, mas que também são consideradas de alto desempenho, caracterizadas por cargas com frequência fixa e tempos definidos de carga e descarga.</p>
<p>“A utilização das tabelas de alto desempenho exige comprovação contratual”, ressalta Serini.</p>
<p>Para apoiar as empresas a fazerem o cálculo correto do Piso Mínimo do frete , o SETCESP disponibiliza gratuitamente  , via IPTC, uma <a href="https://www.iptcsp.com.br/calculadora-do-piso-minimo-de-frete-painel/">Calculadora do Piso Mínimo de Frete</a> que já funciona com os coeficientes atualizados onde o usuário precisa apenas inserir os parâmetros da operação.</p>
<p>Após observar os valores do Piso Mínimo de Frete, o presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, Marcelo Rodrigues, sugere que os contratos devem ser analisados e, se estiverem fora do piso mínimo, é preciso ser feita uma renegociação com os contratantes.</p>
<p>“Devemos nos atentar aos custos e às questões fiscais que envolvem a operação para evitar autuações”, destaca Rodrigues. Segundo ele, as operações de transporte com cargas de baixo valor agregado em longas distâncias tendem a ser as mais impactadas, e os contratantes desse tipo de serviço, geralmente, enfrentam maior dificuldade para compreender a regra.</p></div>
			</div><div class="et_pb_module et_pb_image et_pb_image_1">
				
				
				
				
				<span class="et_pb_image_wrap "><img loading="lazy" decoding="async" width="1400" height="700" src="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/06/EMKT_SO_revista_ed-86_1400x7003.png" alt="" title="EMKT_SO_revista_ed-86_1400x7003" srcset="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/06/EMKT_SO_revista_ed-86_1400x7003.png 1400w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/06/EMKT_SO_revista_ed-86_1400x7003-1280x640.png 1280w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/06/EMKT_SO_revista_ed-86_1400x7003-980x490.png 980w, https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/06/EMKT_SO_revista_ed-86_1400x7003-480x240.png 480w" sizes="(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) and (max-width: 980px) 980px, (min-width: 981px) and (max-width: 1280px) 1280px, (min-width: 1281px) 1400px, 100vw" class="wp-image-204647560" /></span>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><strong>Multas para quem?</strong></p>
<p>A fiscalização do Piso Mínimo de Frete recai sobre o contratante a partir das informações declaradas no CIOT.</p>
<p>“A ANTT poderá aplicar multas quando houver tentativa de burlar a legislação, por exemplo, informando um valor no CIOT apenas para viabilizar sua emissão e, posteriormente, registrando no MDF-e um valor abaixo do piso mínimo do frete. Esse tipo de situação pode ocorrer, principalmente porque é com base nas informações fiscais que ocorre o recolhimento de impostos, levando algumas empresas a declararem valores menores para reduzir a carga tributária”, fala Amaral.</p>
<p>Sempre que for identificado o frete abaixo do piso mínimo, a primeira penalidade é multa equivalente ao dobro da diferença entre o valor pago e o mínimo estabelecido. As multas variam de R$ 550 a R$ 10,5 mil por infração. No entanto, o principal ponto de atenção é a reincidência.</p>
<p>Pela Medida Provisória nº 1.343, transportadores que não cumprirem as regras do pagamento do piso mínimo e que forem autuados por mais de três vezes, no prazo de seis meses, poderão ter seu RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas) suspenso.</p>
<p>E se houver reincidência desta prática, o RNTRC será suspenso novamente pelo prazo de quinze a quarenta e cinco dias. Após este período, se houver nova reincidência, o RNTRC será cassado.</p>
<p>Durante a suspensão do RNTRC, a transportadora não poderá prestar serviços de transporte rodoviário de carga, e se houver a cassação, não poderá mais exercer a atividade. Lembrando que, nos casos de autuações, é garantido o direito de ampla defesa.</p>
<p>As penalidades também alcançam embarcadores que contratarem fretes abaixo do piso mínimo de forma reiterada. Nesses casos, as multas podem variar entre R$ 1 milhão e R$ 10 milhões.</p>
<p>Anúncios de contratação de frete abaixo do piso poderão acarretar suspensão do RNTRC para as transportadoras.</p>
<p>“No CIOT, informou o valor abaixo do piso, não vai liberar, ok? Mas, onde estará o problema? — Na mentira de quem informar o valor correto, mas na prática não pagar. A ANTT vai investigar os casos de denúncia”, compartilha o superintendente da ANTT.</p>
<p>Atenção ao que vem por aí!</p>
<p>As recentes definições sobre o CIOT estão resguardadas por força de Medida Provisória que precisa ser apreciada no Congresso Nacional para virar Lei ou as suas exigências caducam e deixam de ter efeito.</p>
<p>Enquanto isso, mais de 400 emendas já foram apresentadas ao texto original.</p>
<p>Para Rodrigues, ainda há diversos pontos que precisam ser esclarecidos. “A medida estabelece regras gerais importantes, mas algumas operações específicas do transporte rodoviário ainda exigem tratamentos diferenciados”, avalia.</p>
<p>Ele acredita que as mudanças podem contribuir para reduzir a concorrência desleal no setor. “Existindo um piso balizador, temos quem oferta melhor serviço e, nesse caso, pode cobrar mais”.</p>
<p>“Acredito que a MP deve se tornar lei, mas não da forma como está atualmente. Por isso, devemos ter novidades em breve”, avalia Ribeiro. Na visão dele, caso a medida provisória fosse convertida em lei sem alterações, poderia até ser considerada inconstitucional. “Em um regime de livre mercado, é discutível a existência de uma tabela de preços obrigatória, ainda que mínima”, pondera.</p>
<p>“O que estamos prontos para atender hoje é o que está previsto na medida provisória. Mas, incorrendo em qualquer adaptação, a agência sim vai se ajustar, comunicar aos setores os eventuais impactos dessas alterações”, compartilha Amaral.</p>
<p>Bentivegna resume como o setor vem lidando com as mudanças. “O assunto divide opiniões. Para alguns, moraliza o mercado tendo um valor mínimo para recebimento. Para outros, engessa as relações comerciais e aumenta a burocracia e os custos operacionais. Em todo caso, resta-nos aguardar os desdobramentos do que vem por aí”.</p>
<p>Em caso de dúvidas sobre a emissão do CIOT entre em contato pelos nossos canais de atendimento: <a href="mailto:juridico@setcesp.org.br">juridico@setcesp.org.br</a> ou <a href="https://wa.me/551126321000?text=Ol%C3%A1%2C+gostaria+de+mais+informa%C3%A7%C3%B5es." target="_blank" rel="noopener">(11) 2632-1000</a> .</p></div>
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