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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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		<title>Seguros obrigatórios para o transporte rodoviário de cargas: o que muda para os transportadores</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/seguros-obrigatorios-para-o-transporte-rodoviario-de-cargas-o-que-muda-para-os-transportadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 20:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultoria Jurídica]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Lei nº 14.559 e a Portaria Suroc nº 27/2025, estabelecem como a ANTT irá verificar se os transportadores rodoviários de cargas contrataram os seguros obrigatórios exigidos para exercer a atividade e manter o RNTRC ativo.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">A Lei nº 14.559 e a Portaria Suroc nº 27/2025, estabelecem como a ANTT irá verificar se os transportadores rodoviários de cargas contrataram os seguros obrigatórios exigidos para exercer a atividade e manter o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) ativo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todo Transportador Rodoviário Remunerado de Cargas (TRRC) deve manter três seguros obrigatórios vigentes:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>RCTR-C</b><span style="font-weight: 400;"> – Seguro de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Carga;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>RC-DC</b><span style="font-weight: 400;"> – Seguro de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>RC-V</b><span style="font-weight: 400;"> – Seguro de Responsabilidade Civil de Veículo.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Nenhuma operação de transporte remunerado de cargas pode ser realizada sem que esses seguros estejam regularmente contratados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A ANTT poderá efetivar esta comprovação poderá ocorrer de duas formas:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">mediante apresentação, durante uma fiscalização, da capa da apólice (frontispício ou quadro-resumo) ou do certificado de seguro emitido pela seguradora; ou</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">automaticamente, por meio do compartilhamento eletrônico de informações entre as seguradoras e a ANTT.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, os transportadores deverão autorizar suas seguradoras a enviarem os dados das apólices diretamente à ANTT.</span></p>
<p><b>Como funciona quando há subcontratação de um TAC?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando uma empresa subcontrata um Transportador Autônomo de Cargas (TAC), a responsabilidade pela contratação dos seguros muda:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">os seguros de RCTR-C e RC-DC devem ser contratados pela empresa que emite o conhecimento e o manifesto de transporte. Nesta situação, o TAC é considerado preposto dessa empresa;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">o seguro RC-V deverá ser contratado pela transportadora contratante, em nome do TAC, para cada viagem.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A norma também permite que a empresa contrate uma apólice coletiva de RC-V abrangendo vários TACs subcontratados.</span></p>
<p><b>E quando o TAC é contratado diretamente pelo embarcador?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o Transportador Autônomo de Cargas presta o serviço diretamente ao contratante, sem intermediação de outra transportadora, ele próprio deverá contratar e manter vigentes os três seguros obrigatórios: RCTR-C, RC-DC e RC-V.</span></p>
<p><b>O que acontece se os seguros não forem comprovados?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A falta de comprovação da contratação ou da vigência dos seguros obrigatórios poderá resultar na suspensão do RNTRC.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto o registro permanecer suspenso, o transportador ficará impedido de realizar transporte rodoviário remunerado de cargas. Entretanto, a suspensão não impede que ele regularize a situação, contratando ou renovando os seguros exigidos para posteriormente reativar seu RNTRC.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fiscalização teve fase educativa até o dia 30/06 e, partir de 01 de julho, começa fiscalização efetiva. Ou seja, a partir desta data, as seguradoras já enviam os dados da apólice para vinculação ao RNTRC do transportador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A fiscalização automática dos seguros será efetuada em três fases: a primeira, em novos cadastros junto ao RNTRC; segunda, com a atualização de dados cadastrais e, por fim, na revalidação do registro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A multa por não estar inscrito no RNTRC ou com o registro suspenso, pendente ou cancelado equivale a R$ 3.000,00 (três mil reais).</span></p>
<p>Em caso de dúvidas, entre em contato com a Consultoria Jurídica pelo WhatsApp <a href="https://wa.me/551126321000?text=Ol%C3%A1%2C+gostaria+de+mais+informa%C3%A7%C3%B5es." target="_blank" rel="noopener">+55 11 2632-1000</a> ou pelo e-mail <a href="mailto:juridico@setcesp.org.br">juridico@setcesp.org.br</a>.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Comissão de Sustentabilidade participa de nova reunião com a Frente Parlamentar de ESG</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/comissao-de-sustentabilidade-participa-de-nova-reuniao-com-a-frente-parlamentar-de-esg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:23:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Realizado na ALESP, o encontro serviu para discutir, entre outros temas, a evolução do Código ESG paulista.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Realizado na ALESP, o encontro serviu para discutir, entre outros temas, a evolução do Código ESG paulista</em></p>
<p>O SETCESP, representado pelo vice-coordenador da Comissão de Sustentabilidade, Erick Tosin, participou de uma reunião, no dia 2, com a Frente Parlamentar ESG na ALESP (Assembleia Legislativa do Estado de S. Paulo).</p>
<p>Para Tosin, o encontro foi uma oportunidade de contribuir ativamente para discussões estratégicas que influenciam o presente e o futuro do setor.</p>
<p>“Debatemos temas como a evolução do Código ESG paulista, iniciativas para ampliar a maturidade das empresas e projetos voltados ao desenvolvimento sustentável”, contou.</p>
<p>Erick destacou que, durante o diálogo, reforçou a importância de que a construção do novo código considere a realidade das transportadoras de pequeno, médio e grande porte, tornando a agenda ESG aplicável ao dia a dia do setor.</p>
<p>Ainda segundo ele, a participação do SETCESP na agenda ESG e na Frente Parlamentar é fundamental para que políticas públicas e iniciativas voltadas à sustentabilidade sejam construídas com a contribuição de quem conhece os desafios da operação no TRC.</p>
<p>“A aproximação entre o setor produtivo e o poder público fortalece a competitividade das empresas, impulsiona a agenda ambiental e garante que as futuras diretrizes reflitam as necessidades reais do transporte rodoviário de cargas”, afirmou o vice-coordenador.</p></div>
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		<item>
		<title>Empresas respondem por mais de dois terços do volume de cargas transportadas por rodovias</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/empresas-respondem-por-mais-de-dois-tercos-do-volume-de-cargas-transportadas-por-rodovias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:20:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados de produção, frota e operadores mostram a dimensão da atividade empresarial na circulação de mercadorias pelo país.</p>
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<p class="subtitulo" style="text-align: center;"><em>Dados de produção, frota e operadores mostram a dimensão da atividade empresarial na circulação de mercadorias pelo país</em></p>
<p>Dos alimentos que chegam aos supermercados aos insumos utilizados pela indústria, grande parte da produção brasileira depende do transporte rodoviário para percorrer o país. Por trás dessa movimentação está um setor formado por diferentes perfis de operadores, no qual as empresas de transporte de cargas respondem pela maior parcela da atividade.</p>
<p>A dimensão dessa participação pode ser observada nos dados de produção do setor. Segundo a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), as ETCs (Empresas de Transporte de Cargas) são responsáveis por 68,45% do volume de carga transportada, medido em TKU (toneladas por quilômetro útil), enquanto os transportadores autônomos respondem por apenas 12%. Deste total mais da metade está vinculada as ETC na condição de agregados ou exclusivos, ficando a cargo dos autônomos algo em torno de 5% do volume transportado. O indicador relaciona a quantidade de carga transportada à distância percorrida e ajuda a dimensionar a participação de cada categoria na atividade.</p>
<p>A participação na produção contrasta com a composição do setor. Embora o Brasil tenha 816.806 transportadores autônomos cadastrados, diante de 319.286 empresas de transporte de cargas, as ETCs reúnem 1.971.232 veículos registrados no RNTRC (Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas). Entre os autônomos, são 937.431 veículos.</p>
<p>A leitura conjunta dos indicadores revela que o número de operadores, isoladamente, não traduz a participação de cada categoria na produção do transporte. Mesmo em menor número entre os registros, as empresas reúnem cerca de 1,97 milhão de veículos e respondem por mais de dois terços da atividade medida em TKU.</p>
<p>Para o presidente do Sistema Transporte, Vander Costa, os indicadores ajudam a compreender como está estruturado o transporte rodoviário de cargas e a dimensão da atividade empresarial no país. “Quando falamos em transporte rodoviário de cargas, estamos falando de uma atividade que faz parte do dia a dia de toda a sociedade. É o transporte que conecta a produção, movimenta mercadorias e atende às diferentes necessidades da economia brasileira. Os dados mostram a dimensão da participação das empresas nessa atividade e a importância de garantir condições para que o setor continue operando com eficiência e contribuindo para o desenvolvimento do país”, afirma Vander Costa.</p>
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		<item>
		<title>IBGE reúne bases de dados de diferentes modais para mapear a logística de transportes no Brasil</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/ibge-reune-bases-de-dados-de-diferentes-modais-para-mapear-a-logistica-de-transportes-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 19:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204648534</guid>

					<description><![CDATA[<p>As informações utilizadas foram organizadas em dois grandes grupos.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/ibge-reune-bases-de-dados-de-diferentes-modais-para-mapear-a-logistica-de-transportes-no-brasil/">IBGE reúne bases de dados de diferentes modais para mapear a logística de transportes no Brasil</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="olho-da-noticia">
<div class="olho-da-noticia" style="text-align: center;">
<p><em>As informações utilizadas foram organizadas em dois grandes grupos.</p>
<p></em></div>
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<p>A pesquisa Logística dos Transportes 2024, desenvolvida pelo IBGE no âmbito da série Redes e Fluxos do Território, consolida informações de diversas instituições para retratar a infraestrutura logística brasileira e os fluxos de cargas que conectam municípios, regiões e países. O estudo, divulgado nesta segunda-feira (13), integra dados de infraestrutura e de movimentação de mercadorias, oferecendo uma visão abrangente da circulação de insumos, produtos e cargas pelo território nacional.</p>
<p>As informações utilizadas foram organizadas em dois grandes grupos. O primeiro reúne dados sobre a infraestrutura de transportes, incluindo rodovias, ferrovias, aeroportos, portos e dutovias. O segundo contempla os fluxos de carga, construídos a partir de registros administrativos de agências reguladoras e de estudos especializados, como o Plano Nacional de Contagem de Tráfego (PNCT), do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).</p>
<p>Para representar as infraestruturas, o IBGE utilizou bases geográficas atualizadas de cada modal, buscando refletir sua localização, extensão e papel na integração territorial. No transporte ferroviário, por exemplo, foram empregadas as Declarações de Rede (DRs) disponibilizadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que contêm informações técnico-operacionais das concessionárias ferroviárias. O levantamento considerou linhas férreas, terminais e pátios de carga referentes a 2023, complementados por dados de 2024 quando disponíveis.</p>
<p>No modal rodoviário, a pesquisa utilizou a base geométrica do Sistema Nacional Viário (SNV), disponibilizada pelo DNIT, em conjunto com dados de contagem de tráfego e registros de operações de transporte de cargas. Também foram incorporadas informações sobre sedes municipais divulgadas pelo IBGE, fundamentais para a análise dos fluxos de mercadorias entre diferentes localidades.</p>
<p>A infraestrutura aeroportuária foi representada a partir dos aeródromos civis cadastrados e homologados pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). As bases nacionais foram complementadas por dados georreferenciados da plataforma internacional OurAirports, permitindo a visualização das conexões de carga entre o Brasil e outros países.</p>
<p>No caso das dutovias, o estudo utilizou uma base consolidada disponibilizada pelo Ministério dos Transportes, contemplando oleodutos, gasodutos, minerodutos e aquedutos. Para ampliar a compreensão da dinâmica logística ligada ao setor energético, foram agregadas informações da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) sobre refinarias, blocos de exploração de petróleo e unidades de processamento de gás.<br />Já a infraestrutura aquaviária foi construída com base nas informações da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ) e do Observatório Nacional de Transportes e Logística (ONTL). O levantamento inclui portos organizados e terminais de uso privado (TUP), além das conexões entre instalações brasileiras e portos internacionais.</p>
<p><strong>Fluxos de carga revelam dinâmica dos modais</strong></p>
<p>Além de mapear a infraestrutura disponível, a pesquisa buscou representar os fluxos de cargas que percorrem o território brasileiro. Nos modais ferroviário e aquaviário, os dados abrangem a totalidade dos fluxos registrados pelas respectivas agências reguladoras, com detalhamento das mercadorias transportadas.</p>
<p>No transporte ferroviário, foram utilizados registros do Cadastro Ferroviário Nacional (CAFEN) e do Sistema de Acompanhamento e Desempenho Operacional das Concessionárias (SIADE), da ANTT. As informações permitem acompanhar, por origem e destino, a movimentação de cargas entre estações, terminais e pátios ferroviários, identificando os principais corredores logísticos do país.</p>
<p>No modal rodoviário, os pesquisadores combinaram duas fontes complementares: os resultados do Plano Nacional de Contagem de Tráfego (PNCT) e os registros do sistema de Pagamento Eletrônico de Frete (PEF). A contagem volumétrica possibilita estimar a intensidade do tráfego de veículos pesados em diferentes trechos da malha rodoviária, enquanto os dados do PEF permitem analisar as operações realizadas por Transportadores Autônomos de Carga (TAC).</p>
<p>Para destacar os principais eixos de circulação, o IBGE agrupou os veículos de carga em duas categorias: caminhões de até cinco eixos e veículos com seis ou mais eixos. A classificação possibilita identificar tanto os trechos utilizados para cargas diversificadas quanto aqueles associados ao transporte de grandes volumes de commodities agrícolas e minerais.</p>
<p>Os registros do Pagamento Eletrônico de Frete também serviram para construir matrizes origem-destino dos fluxos rodoviários de mercadorias. Embora não informem o volume efetivamente transportado, os dados revelam a intensidade das relações logísticas entre municípios e permitem identificar importantes áreas de produção, armazenamento e distribuição.</p>
<p>No transporte aéreo, os fluxos foram elaborados com base nos registros de movimentação de carga da ANAC. As informações contemplam rotas nacionais e internacionais e apresentam os volumes transportados em toneladas, embora sem detalhamento do tipo de mercadoria.</p>
<p>Já no modal aquaviário, a principal fonte utilizada foi o Sistema de Desempenho Portuário (SDP), da ANTAQ. O sistema reúne informações sobre origem e destino das cargas, modalidade de navegação e classificação das mercadorias segundo a Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), permitindo análises detalhadas da movimentação portuária brasileira.</p>
<p><strong>Plataforma interativa amplia acesso aos dados</strong></p>
<p>Como resultado do trabalho, foram produzidos 32 mapas temáticos sobre o transporte de cargas, incluindo três mapas multimodais que apresentam os fluxos de mercadorias estratégicas para a economia brasileira. Todo esse conteúdo está disponível na Plataforma Geográfica Interativa (PGI) do IBGE.</p>
<p>A ferramenta permite que usuários consultem fluxos por modal, produto, origem ou destino, personalizem visualizações cartográficas e façam download dos dados em diferentes formatos. Com isso, a pesquisa amplia o acesso a informações estratégicas sobre a logística nacional e oferece subsídios para estudos acadêmicos, planejamento territorial e formulação de políticas públicas voltadas à infraestrutura e ao transporte de cargas.</p>
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		<title>Roubo de cargas cai 34,3% em São Paulo nos cinco primeiros meses de 2026</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/roubo-de-cargas-cai-343-em-sao-paulo-nos-cinco-primeiros-meses-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 18:56:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204648527</guid>

					<description><![CDATA[<p>Queda contínua dos registros indica avanço no enfrentamento ao crime, mas setor logístico mantém atenção aos custos e à gestão de riscos nas operações rodoviárias.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/roubo-de-cargas-cai-343-em-sao-paulo-nos-cinco-primeiros-meses-de-2026/">Roubo de cargas cai 34,3% em São Paulo nos cinco primeiros meses de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><i>Queda contínua dos registros indica avanço no enfrentamento ao crime, mas setor logístico mantém atenção aos custos e à gestão de riscos nas operações rodoviárias</i></p>
<p>Os roubos de <span class="il">cargas</span> no estado de <span class="il">São Paulo</span> apresentaram recuo significativo entre janeiro e maio de <span class="il">2026</span>. No período, foram contabilizadas 1.060 ocorrências, ante 1.613 no mesmo intervalo de 2025, o que representa uma redução de 34,<span class="il">3</span>%.</p>
<p>O levantamento é do <strong>SETCESP (Sindicato das Empresas de Transporte de Carga de <span class="il">São Paulo</span> e Região)</strong>, com base em dados da Secretaria da Segurança Pública de <span class="il">São Paulo</span> (SSP-SP). A diminuição aparece de forma consistente ao longo dos <span class="il">meses</span>. Em janeiro, os registros caíram de 350 para 251 casos (-27,4%).</p>
<p>Em fevereiro, passaram de 319 para 199 (-37,6%). Em março, foram 206 ocorrências, frente a 302 no ano anterior (-31,7%). Em abril, o número recuou de 334 para 211 (-36,8%). Já em maio, houve 193 registros, ante 308 no mesmo mês de 2025, consolidando a trajetória de queda.</p>
<p>Para Marcelo Rodrigues, presidente do SETCESP, o resultado indica avanço, mas não elimina a necessidade de atenção permanente por parte das empresas do setor. “Os indicadores mostram evolução no combate ao <span class="il">roubo de cargas</span>, mas o risco segue presente na rotina do transporte. Em períodos de maior fluxo de mercadorias, como férias e datas sazonais, o nível de alerta precisa ser mantido”, avalia. Mesmo com a redução das ocorrências, o impacto econômico do crime continua relevante para a logística e o transporte rodoviário. Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) aponta que 62% das indústrias registraram aumento nos custos finais em função dos gastos com segurança no transporte. Outros 45% afirmam que os investimentos gerais em proteção também pressionam o preço final dos produtos.</p>
<p>“A insegurança acaba se refletindo diretamente nos custos operacionais e no frete. Por isso, além das ações de policiamento, é essencial investir em inteligência, tecnologia embarcada e gestão de riscos”, destaca Rodrigues. Segundo ele, medidas preventivas seguem como fator decisivo para reduzir perdas e aumentar a eficiência das operações. “Planejamento de rotas, monitoramento contínuo e capacitação das equipes <span class="il">são</span> práticas que fazem diferença no dia a dia”, completa.<br />O levantamento da CNI mostra ainda que 20% das indústrias sofreram roubo ou furto de <span class="il">cargas</span> rodoviárias nos últimos cinco anos. As rodovias concentram a maior parte dos episódios: 68% das ocorrências acontecem nas estradas, índice bem superior ao registrado em áreas urbanas ou centros de armazenagem. Entre os produtos mais visados estão fios e cabos (60%), seguidos por ferramentas (31%) e máquinas e equipamentos industriais (23%).</p>
<p>Para o SETCESP, os dados reforçam a importância de manter políticas públicas de segurança e, ao mesmo tempo, estimular práticas operacionais mais robustas, capazes de mitigar riscos e preservar a competitividade do transporte e da cadeia automotiva e logística.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/roubo-de-cargas-cai-343-em-sao-paulo-nos-cinco-primeiros-meses-de-2026/">Roubo de cargas cai 34,3% em São Paulo nos cinco primeiros meses de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Acompanhe possíveis pontos de bloqueios em tempo real</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/parceiros/acompanhe-possiveis-pontos-de-bloqueios-em-tempo-real/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 18:20:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Parceria SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Apisul]]></category>
		<category><![CDATA[monitoramento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204648522</guid>

					<description><![CDATA[<p>Consulte o painel de monitoramento do Grupo Apisul e verifique se há bloqueios.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/parceiros/acompanhe-possiveis-pontos-de-bloqueios-em-tempo-real/">Acompanhe possíveis pontos de bloqueios em tempo real</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O Grupo Apisul realiza o monitoramento em tempo real de eventuais pontos de bloqueio que possam surgir em decorrência de uma possível paralisação de caminhoneiros autônomos. Acesse o painel de monitoramento para acompanhar a situação.</p>
<p>Acompanhe as atualizações.</p></div>
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				<a class="et_pb_button et_pb_button_1 et_pb_bg_layout_light" href="https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiZDJmYjA4OWEtZDI0Yi00NDVlLWEyOWYtMjcxMTIyNDQ3M2M0IiwidCI6ImUyMWVjMDcxLTY3NDItNDhmZi1hMDRjLWUxZDBlZGI5YmUzZSJ9&#038;pageName=52d22e7e68e34b7a9ab8" target="_blank">Versão desktop</a>
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		<title>Sua frota está preparada para o fim do 2G?</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/curso-gratuito-como-migrar-para-o-4g-sem-comprometer-sua-operacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 18:07:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204648499</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda os impactos do fim do 2G e saiba como manter o rastreamento, a segurança e a eficiência da sua operação.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/curso-gratuito-como-migrar-para-o-4g-sem-comprometer-sua-operacao/">Sua frota está preparada para o fim do 2G?</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<a class="et_pb_button et_pb_button_3 et_pb_bg_layout_dark" href="https://setcesp.org.br/cursogratis/" target="_blank">Solicite sua matricula</a>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>O futuro da conectividade no transporte já começou.</em></p>
<p>Entenda os impactos do fim do 2G, conheça as melhores estratégias para migrar para o 4G e mantenha sua operação preparada para os desafios dos próximos anos.</p>
<p><strong>Sobre o curso<br /></strong><br />Data: 24 de julho de 2026<br />Horário: Das 8h30 às 12h30<br />Modalidade: 100% online e ao vivo</p>
<p><strong>Curso gratuito e exclusivo para associados ao SETCESP.</strong></p>
<p>O desligamento gradual da tecnologia 2G já está avançado e representa um desafio importante para as transportadoras que utilizam sistemas de rastreamento e monitoramento em suas operações.</p>
<p>Embora essa mudança aconteça de forma progressiva, seus impactos podem ser sentidos no dia a dia: perda de comunicação, atraso na transmissão de dados, redução da eficiência do gerenciamento de risco e menor confiabilidade no acompanhamento das cargas. À medida que as operadoras destinam as frequências do 2G para tecnologias mais modernas, manter equipamentos antigos pode aumentar a exposição da empresa a riscos operacionais.</p>
<p>Para ajudar sua empresa a compreender esse cenário e se preparar para a transição, o SETCESP realizará o curso &#8220;Sua frota está preparada para o fim do 2G? Como migrar para o 4G sem comprometer a operação&#8221;, conduzido por um especialista em tecnologia aplicada ao transporte e gerenciamento de riscos.</p>
<p><strong>O que você vai aprender</strong></p>
<ul>
<li>Como funciona a comunicação utilizada pelos sistemas de rastreamento.</li>
<li>Quais são os impactos do desligamento gradual do 2G.</li>
<li>Como a migração para o 4G melhora a conectividade e a segurança das operações.</li>
<li>Os riscos operacionais de permanecer com equipamentos legados.</li>
<li>Como planejar a atualização da frota de forma estratégica.</li>
<li>Tendências tecnológicas para o futuro do monitoramento e da telemetria no transporte rodoviário de cargas.</li>
</ul>
<p><strong>⚠️ </strong><strong>Informações importantes</strong></p>
<ul>
<li>Curso gratuito e exclusivo para associados ao SETCESP.</li>
<li>Vagas limitadas.</li>
</ul>
<ul>
<li>Consulte o regulamento completo e solicite sua inscrição.</li>
</ul>
<p>Prepare sua empresa para essa transição.</p></div>
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				<a class="et_pb_button et_pb_button_4 et_pb_bg_layout_dark" href="https://setcesp.org.br/cursogratis/" target="_blank">Solicite sua matricula</a>
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		<title>INTRA-LOG Expo dobra de tamanho em 2026 e traz como marca registrada tecnologia em automação e internacionalização</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/intra-log-expo-dobra-de-tamanho-em-2026-e-traz-como-marca-registrada-tecnologia-em-automacao-e-internacionalizacao-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 17:58:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204648492</guid>

					<description><![CDATA[<p> Mercado de automação logística na América Latina é avaliada em US$1 bi. Grandes marcas globais confirmam presença na edição de 2026, com expectativa de ampliar geração de negócios na região.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/intra-log-expo-dobra-de-tamanho-em-2026-e-traz-como-marca-registrada-tecnologia-em-automacao-e-internacionalizacao-3/">INTRA-LOG Expo dobra de tamanho em 2026 e traz como marca registrada tecnologia em automação e internacionalização</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><strong> </strong>Mercado de automação logística na América Latina é avaliada em US$1 bi. <em>Grandes marcas globais confirmam presença na edição de 2026, com expectativa de ampliar geração de negócios na região.</em></p>
<p>A automação se consolidou como uma decisão estratégica para a indústria latino-americana. Pressões por produtividade, escassez de mão de obra e custos logísticos crescentes estão acelerando investimentos em robótica, inteligência artificial e intralogística em toda a região — cenário que consolida a <strong><a href="https://intralogexpo.com.br/" target="_blank" rel="noopener">INTRA-LOG Expo South America </a></strong><strong> </strong>no calendário de exposições. O evento ocorrerá de 15 a 17 de setembro de 2026, no Pavilhão Azul do Expo Center Norte, em São Paulo.</p>
<p>Reconhecida como o único evento do setor de automação e intralogística na América Latina, a feira chega a 2026 com o dobro do tamanho, instalada no Pavilhão Azul do Expo Center Norte, impulsionada pelo boom da automação puxada pelo e-commerce e outras operações críticas na região.</p>
<p>De acordo com a consultoria de inteligência de mercado Ken Research, o mercado de automação logística na América Latina foi avaliado em <a href="https://www.kenresearch.com/latin-america-logistics-automation-market?utm_source=chatgpt.com">US$ 1,1 bilhão</a>,  com destaque para o segmento de automação de armazéns. A Market Data Forecast prevê que o mercado de movimentação de materiais na região cresça a uma taxa anual de 9,8%, passando de <a href="https://www.marketdataforecast.com/market-reports/latin-america-automated-material-handling-market">US$ 3 bilhões em 2025 para US$6.410 bilhões em 2033</a>.</p>
<p>Em 2025, mais de <a href="https://www.imam.com.br/">75% dos projetos de intralogística</a> no mercado consideraram não apenas a melhoria dos processos, mas investimentos em tecnologia e automação, de acordo com pesquisa realizada pelo Instituto IMAM.</p>
<p>Esse crescimento é impulsionado principalmente pela crescente demanda por soluções eficientes para a cadeia de suprimentos, avanços tecnológicos como robótica e integração de IoT, e o aumento do e-commerce.</p>
<p>“O Brasil e o México dominam o mercado de automação logística da América Latina devido às suas grandes economias, redes de transporte extensas e investimentos significativos em infraestrutura logística. Ambos os países têm alta concentração de prestadores de serviços logísticos e plataformas de e-commerce, impulsionando a demanda por tecnologias de automação e transformação digital na logística em toda a região, e a missão da INTRA-LOG Expo é amplificar o espaço de negócios do setor”, diz <a href="https://www.linkedin.com/in/cassiano-facchinetti/" target="_blank" rel="noopener">Cassiano Facchinetti</a>, managing director da <a href="https://www.interlinkexhibitions.com/" target="_blank" rel="noopener">INTERLINK Exhibitions</a>, organizadora da feira.</p>
<p><a href="https://www.linkedin.com/in/eduardobanzato/" target="_blank" rel="noopener">Eduardo Banzato</a>, embaixador da INTRA-LOG e diretor do Grupo IMAM, destaca que a evolução da intralogística é sistêmica, desde as embalagens e sua tecnologia, passando pelas soluções de movimentação e armazenagem que crescem em um ritmo exponencial. “A intralogística é, e continuará sendo, a base da excelência logística e de toda a supply chain.”</p>
<p>O sucesso da edição da INTRA-LOG Expo em 2025 também é a mola propulsora da edição deste ano: a feira recebeu <strong>6.228 visitantes qualificados</strong> e mais de <strong>250 marcas nacionais e internacionais</strong>.   E para a edição de 2026, a INTERLINK intensificará a estratégia de internacionalização do evento, reforçando a divulgação junto a <strong>associações logísticas, de profissionais e industriais nos países da América Latina</strong> e fortalecendo a presença de visitantes, expositores e palestrantes estrangeiros. A expectativa é atrair cerca de 400 marcas expositoras e mais de 8.500 visitantes de todo o Brasil e países vizinhos.</p>
<p>“Nossa ambição é tornar a INTRA-LOG Expo 2026 uma plataforma de negócios internacional para empresas que buscam soluções de automação capazes de transformar operações logísticas em diferentes setores da economia em toda a região”, explica Facchinetti.</p>
<p>A expansão da feira também reflete a atuação da INTERLINK Exhibitions, organizadora especializada em eventos B2B no Brasil como Hyvolution Brazil, VICTAM LATAM, Feed Formulation Latin America, e a estreante Label &amp; Pack Expo, que juntos reúnem <strong>mais de 1.000 marcas expositoras, geram cerca de 20 mil leads qualificados </strong>e ocupam aproximadamente<strong> 44 mil m² </strong>de área de exposição<strong> </strong>(números biênio 2024-2025).</p>
<p><strong>Label &amp; Pack Expo amplia visão da cadeia logística</strong></p>
<p>Uma das principais novidades da edição de 2026 será o lançamento da feira <a href="https://labelpackexpo.com.br/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Label &amp; Pack Expo</strong></a>, nova feira dedicada às indústrias de <strong>embalagens industriais, etiquetagem e rastreabilidade</strong>, <strong>impressão digital e flexográfica, automação industrial e soluções de rastreamento via IoT e inteligência artificial</strong> realizada simultaneamente à INTRA-LOG Expo South America.</p>
<p>O evento nasce com o objetivo de se tornar o principal hub latino-americano de tecnologias para automação, rastreabilidade, sustentabilidade, novos materiais e impressão de alta performance na cadeia de embalagens industriais e de transporte, conectando fornecedores, integradores de tecnologia à indústria e a prestadores de serviços, como os operadores logísticos. E conta com apoio estratégico de associações como a Associação Brasileira de Embalagens (<a href="https://www.abre.org.br/" target="_blank" rel="noopener">ABRE</a>) e a Associação Brasileira das Indústrias de Etiquetas e Rótulos Autoadesivos (<a href="https://www.abiea.org.br/" target="_blank" rel="noopener">ABIEA</a>), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos  (<a href="https://abimaq.org.br/" target="_blank" rel="noopener">ABIMAQ</a>).</p>
<p>“A Label &amp; Pack Expo veio com uma proposta de destacar as embalagens industriais integrando-as às soluções de automação presentes na INTRA-LOG. O ganho para o visitante é ver soluções integradas de ponta a ponta, trazendo novas soluções para seus desafios.”, destaca  <strong><a href="https://www.linkedin.com/in/cassiano-facchinetti/" target="_blank" rel="noopener">Cassiano Facchinetti</a></strong>, managing director da INTERLINK Exhibitions.</p>
<p>A Label &amp; Pack Expo tem confirmada a presença da Projeto Pack, Serralgodão, Robopac, Packing Group, Isoflex, Signode, José Braulio Paletes, CD Embalagens, Polibras, Valgroup, Z-Pisa, Emplaca, D&amp;A Print e Colátio, entre outros.</p>
<p><strong>INTRA-LOG Expo South America 2026</strong></p>
<p><strong>Data:</strong> 15 a 17 de setembro de 2026, das 10 às 18horas<br /><strong>Fórum INTRA-LOG Expo e Hub de Inovação<br /></strong><strong>Local: </strong>Expo Center Norte &#8211; Pavilhão Azul / São Paulo / Brasil</p>
<p><strong>CREDENCIAMENTO GRATUITO <a href="https://euvou.events/INTRA-LOGEXPOSouthAmericaeLABEL&amp;PACKEXPO" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a></strong></p>
<p>Associado ao SETCESP tem 30% de desconto para participar do Fórum usando o <strong>CUPOM DESC30SP</strong></p>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/intra-log-expo-dobra-de-tamanho-em-2026-e-traz-como-marca-registrada-tecnologia-em-automacao-e-internacionalizacao-3/">INTRA-LOG Expo dobra de tamanho em 2026 e traz como marca registrada tecnologia em automação e internacionalização</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Pequenas no nome, gigantes no emprego: PMEs aceleram contratações em 2026, aponta levantamento</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/pequenas-no-nome-gigantes-no-emprego-pmes-aceleram-contratacoes-em-2026-aponta-levantamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 17:40:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204648484</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dados da Catho mostram alta de 7,1% no número de empresas do segmento em busca de talentos entre janeiro e maio.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/pequenas-no-nome-gigantes-no-emprego-pmes-aceleram-contratacoes-em-2026-aponta-levantamento/">Pequenas no nome, gigantes no emprego: PMEs aceleram contratações em 2026, aponta levantamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_8 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Dados da Catho mostram alta de 7,1% no número de empresas do segmento em busca de talentos entre janeiro e maio.</em></p>
<p>As pequenas e médias empresas seguem entre os principais motores do mercado de trabalho brasileiro. Entre janeiro e maio de 2026, 46,8 mil PMEs anunciaram vagas na Catho, plataforma de empregos pioneira no país, contra 43,7 mil no mesmo período do ano passado, um crescimento de 7,1%.</p>
<p>O levantamento foi divulgado no embalo do Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas, celebrado em 27 de junho. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) para reconhecer a contribuição dessas organizações para o crescimento econômico, a inovação e a geração de empregos em todo o mundo.</p>
<p>Para a Catho, o avanço indica que o segmento mantém o apetite por crescimento mesmo em um cenário econômico desafiador.</p>
<p>&#8220;As pequenas e médias empresas têm demonstrado resiliência e confiança para continuar investindo em seus times. O crescimento no número de empresas anunciando vagas mostra que esse segmento permanece como um dos principais impulsionadores da empregabilidade no país&#8221;, diz Fabio Maeda, diretor de Growth &amp; Experience da Redarbor Brasil, detentora da Catho.</p>
<p><strong>Sete em cada dez empregos formais</strong></p>
<p>O movimento captado pela plataforma acompanha uma tendência observada em todo o mercado brasileiro. Segundo levantamento do Sebrae com base nos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), as micro e pequenas empresas responderam por sete em cada dez empregos formais gerados no Brasil em 2025, com mais de 1,3 milhão de vagas criadas no período.</p>
<p>O recorte mais longo reforça o peso do segmento: desde 2023, as micro e pequenas empresas concentram 77,9% do saldo de empregos gerados no país, ainda de acordo com o Sebrae.</p>
<p>Na prática, isso significa que a sustentação do mercado de trabalho brasileiro passa menos pelas grandes corporações e mais pelos negócios de menor porte, presentes em todas as regiões e setores da economia.</p>
<p><strong>Mais empresas na disputa por talentos</strong></p>
<p>Para Maeda, o dado mais relevante do levantamento não é o volume de vagas em si, mas o número crescente de empresas ativas na busca por profissionais no início do ano.</p>
<p>&#8220;Quando observamos mais empresas entrando no mercado em busca de talentos, vemos um sinal positivo para a economia. Isso demonstra que os pequenos e médios negócios continuam encontrando espaço para expandir operações e gerar oportunidades de trabalho&#8221;, afirma o executivo.</p>
<p>Nesse cenário, plataformas de emprego ganham papel central na conexão entre candidatos e empregadores. A Catho reúne mais de 17 milhões de currículos cadastrados e, em média, 109 mil corporações à procura de novos talentos por ano. Desde junho de 2024, a empresa integra o Grupo Redarbor, líder em tecnologia de RH na América Latina e segundo maior grupo de sites de emprego do mundo.</p>
<p>Enquanto o debate econômico se concentra nos grandes números, são os pequenos negócios que seguem abrindo as portas do mercado de trabalho no Brasil.</p></div>
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		<title>RioSP informa fechamento temporário de retorno no km 233 da Via Dutra para avanço das obras na Serra das Araras</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/riosp-informa-fechamento-temporario-de-retorno-no-km-233-da-via-dutra-para-avanco-das-obras-na-serra-das-araras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 15:32:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A RioSP, uma empresa Motiva, informa que o retorno do km 233,230 da Via Dutra, em Piraí (RJ), será interditado temporariamente a partir de 27 de julho para o avanço das obras da Nova Serra das Araras.</p>
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<p class="cmp-postHeader__desc" style="text-align: center;"><em>A RioSP, uma empresa Motiva, informa que o retorno do km 233,230 da Via Dutra, em Piraí (RJ), será interditado temporariamente a partir de 27 de julho para o avanço das obras da Nova Serra das Araras.</em></p>
</div>
<p>A RioSP, uma empresa Motiva, informa que fará no dia 27 de julho, o fechamento temporário do retorno localizado no km 233,230 da pista sentido Rio de Janeiro, da Via Dutra, em Piraí (RJ). A medida é necessária para viabilizar o avanço das obras da Nova Serra das Araras. A interdição ocorrerá de forma provisória, com duração estimada de seis meses. O bloqueio é essencial porque o novo traçado das novas pistas será implantado na área atualmente ocupada pelo dispositivo de retorno, tornando inviável a execução simultânea das obras e a manutenção da estrutura existente, além de comprometer a segurança viária de quem utiliza o trecho.</p>
<p>A concessionária destaca que o retorno será restabelecido após a conclusão dessa etapa das obras, com previsão de liberação em dezembro, junto à inauguração do último viaduto da nova pista de descida, o que permitirá manobras mais seguras, sem cruzamento em nível entre os fluxos de tráfego.</p>
<p><b>Rotas alternativas</b></p>
<p>Durante o período de interdição, motoristas deverão utilizar rotas alternativas. Para veículos pesados, as opções de retorno serão:</p>
<ul>
<li>km 243, na região do Posto Mamão;</li>
<li>km 224, na região de Ponte Coberta.</li>
</ul>
<p>Já para veículos leves e vans, a RioSP implantará uma alternativa próxima à base operacional no km 233, com manutenção de duas faixas de rolamento em ambos os sentidos e velocidade operacional de 40 km/h. A solução, segundo estudos da concessionária, tem capacidade para atender cerca de 83% da demanda atual do retorno que será temporariamente fechado.</p>
<p><b>Orientação aos motoristas e monitoramento</b></p>
<p>A RioSP reforçará a sinalização no trecho, com placas informativas indicando os próximos pontos de retorno e mensagens como “Último retorno antes da Serra das Araras”. Também serão realizadas ações de comunicação por meio de canais digitais, painéis de mensagem variável e parceria com prefeituras e comunidades locais.</p>
<p>O tráfego será monitorado continuamente pelo Centro de Controle Operacional da concessionária, com avaliação de filas, tempos de viagem e eventuais ocorrências. Caso necessário, ajustes operacionais poderão ser implementados em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).</p>
<p><b>Impactos e operação</b></p>
<p>A concessionária reconhece que o fechamento pode gerar impactos operacionais temporários, mas ressalta que as soluções adotadas buscam equilibrar segurança viária, fluidez do tráfego e avanço das obras.</p>
<p>Em situações emergenciais, como acidentes ou contingências, poderá ser implantada operação com faixa reversível temporária, de forma coordenada com a Polícia Rodoviária Federal e a área de Operação da RioSP.</p>
<p><b>Avanço das obras</b></p>
<p>As intervenções integram o projeto da Nova Serra das Araras, que vai ampliar a capacidade da Via Dutra, melhorar a fluidez do tráfego e aumentar a segurança em um dos principais corredores logísticos do país.</p>
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