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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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		<title>Entre no Canal Oficial do SETCESP</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/entre-no-canal-oficial-do-setcesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 18:56:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenha acesso gratuito e rápido a conteúdos, eventos e informações relevantes para o transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/entre-no-canal-oficial-do-setcesp/">Entre no Canal Oficial do SETCESP</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="106" data-end="288">Com o objetivo de aproximar ainda mais os profissionais do Transporte Rodoviário de Cargas das principais informações do setor, o SETCESP disponibiliza seu <strong>Canal Oficial no WhatsApp.</strong></p>
<p data-start="290" data-end="516">Por meio do canal, empresários, gestores e profissionais podem acompanhar, de forma rápida e prática, as principais notícias, eventos, cursos, atualizações e novidades que impactam o segmento, tudo diretamente pelo aplicativo.</p>
<p data-start="518" data-end="712">A iniciativa busca facilitar o acesso à informação de qualidade, garantindo que os participantes estejam sempre atualizados sobre os temas mais relevantes para o transporte rodoviário de cargas.</p></div>
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		<item>
		<title>PEC 221/2019 que reduz a jornada semanal de trabalho é aprovada no Senado e segue para promulgação</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/pec-221-2019-que-reduz-a-jornada-semanal-de-trabalho-e-aprovada-no-senado-e-segue-para-promulgacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 18:46:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A proposta foi aprovada por 75 votos favoráveis e um contrário, em ambos os turnos, mantendo-se o texto anteriormente aprovado pela Câmara dos Deputados.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">O Senado Federal aprovou, em 14 de outubro de 2026, em dois turnos, a PEC 221/2019, que altera o art. 7º da Constituição Federal para reduzir a jornada semanal de trabalho e assegurar dois dias de repouso semanal remunerado, sem redução salarial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A proposta foi aprovada por 75 votos favoráveis e um contrário, em ambos os turnos, mantendo-se o texto anteriormente aprovado pela Câmara dos Deputados. A matéria segue para promulgação pelo Congresso Nacional.</span></p>
<p><b>Principais alterações</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A PEC estabelece a redução gradual da jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, observados os seguintes prazos:</span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">a) Após dois meses da promulgação: jornada máxima de 42 horas semanais;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">b) Após 14 meses da promulgação: jornada máxima de 40 horas semanais;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">c) Garantia de dois dias de repouso semanal remunerado, preferencialmente com um deles aos domingos;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">d) Vedação de redução salarial em decorrência da diminuição da jornada e da ampliação dos repousos.</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">As novas disposições serão aplicáveis aos contratos de trabalho em vigor, sem redução proporcional das jornadas que já sejam iguais ou inferiores a 40 horas semanais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O texto também contempla a possibilidade de compensação dos repousos mediante negociação coletiva, observados os limites constitucionais, além de admitir a instituição de regimes diferenciados de jornada e descanso por legislação específica.</span></p>
<p><b>Exceções previstas na PEC</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O texto aprovado estabelece algumas situações específicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As novas regras de duração e controle de jornada não serão aplicáveis aos empregados que possuam diploma de nível superior e recebam remuneração igual ou superior a duas vezes e meia o teto dos benefícios do Regime Geral de Previdência Social, ressalvada a possibilidade de aplicação por liberalidade do empregador ou previsão em instrumento coletivo. Permanecem preservadas as regras de repouso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A PEC também exclui os servidores públicos de sua disciplina específica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para contratos administrativos vigentes que envolvam utilização de mão de obra, inclusive concessões, há regras próprias de adaptação, com previsão de aditamento contratual para preservação do equilíbrio econômico-financeiro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Admite-se, ainda, a edição de lei complementar com regras transitórias específicas para microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte, condicionadas à preservação dos empregos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas exceções não estabelecem, entretanto, tratamento diferenciado automático para as empresas de transporte rodoviário de cargas ou para os motoristas profissionais.</span></p>
<p><b>Negociação coletiva</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A negociação coletiva continuará desempenhando papel relevante na organização das jornadas e dos repousos, especialmente diante das particularidades do transporte rodoviário de cargas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entretanto, a autonomia coletiva, assegurada pelo art. 7º, XXVI, da Constituição Federal e reconhecida pelo STF no Tema 1046, deverá observar os novos limites constitucionais, não sendo possível presumir a manutenção de cláusulas convencionais incompatíveis com a emenda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse contexto, será necessária a revisão dos instrumentos coletivos vigentes e a avaliação de alternativas juridicamente admissíveis para a organização das operações, inclusive quanto à compensação de repousos e à adoção de regimes diferenciados.</span></p>
<p><b>Impactos no transporte rodoviário de cargas</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alteração constitucional terá repercussões relevantes para o transporte rodoviário de cargas, atividade que apresenta características operacionais próprias, especialmente nas operações de longa distância, que exigem continuidade dos serviços, cumprimento de prazos de entrega e organização de escalas diferenciadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A redução da jornada semanal, sem diminuição salarial, poderá elevar o custo da hora trabalhada, exigir redimensionamento das equipes e aumentar a necessidade de contratação de motoristas, em um setor que já enfrenta dificuldades de reposição e qualificação de mão de obra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No aspecto jurídico, a nova disciplina deverá ser compatibilizada com a Lei 13.103/2015, especialmente quanto à jornada dos motoristas profissionais, intervalos, repousos e peculiaridades das viagens de longa distância, consideradas também as disposições declaradas inconstitucionais pelo STF no julgamento da ADI 5322.</span></p>
<p><b>Conclusão</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A aprovação da PEC 221/2019 representa uma alteração significativa na disciplina constitucional da duração do trabalho, com reflexos diretos na organização operacional e nos custos das empresas de transporte rodoviário de cargas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora a proposta ainda dependa de promulgação, recomenda-se que as empresas iniciem a avaliação dos impactos sobre suas jornadas, escalas, custos operacionais e instrumentos coletivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim que for promulgado o texto da nova Emenda Constitucional faremos uma análise mais aprofundada dos impactos da redução do limite de jornada semanal no transporte rodoviário de cargas, inclusive na jornada de trabalho do motorista profissional.</span></p>
<p><b>Narciso Figueirôa Junior</b></p>
<p><b>Assessor Jurídico do SETCESP</b></p>
<p>&nbsp;</p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
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			</item>
		<item>
		<title>Conselho do SETCESP analisa decisão do STF sobre créditos de ICMS</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/conselho-do-setcesp-analisa-decisao-do-stf-sobre-creditos-de-icms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 18:40:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em reunião, presidência, diretores e assessores avaliaram os efeitos da decisão sobre PIS e Cofins e os desafios da transição para o novo sistema tributário.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Em reunião, presidência, diretores e assessores avaliaram os efeitos da decisão sobre PIS e Cofins e os desafios da transição para o novo sistema tributário.</em></p>
<p>A última reunião do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, realizada em 8 de outubro, foi marcada pela análise de temas tributários relevantes para o setor.</p>
<p>Com destaque para a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a exclusão dos créditos presumidos de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) da base de cálculo do PIS (Programa de Integração Social) e da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social).</p>
<p>O assessor jurídico do SETCESP, Adauto Bentivegna Filho, explicou que a decisão, reconheceu que o crédito outorgado de ICMS não constitui receita tributável para fins de incidência dessas contribuições.</p>
<p>“Este entendimento se aplica tanto às empresas optantes pelo lucro real quanto àquelas enquadradas no lucro presumido. Embora não represente, necessariamente, um ganho financeiro imediato, a medida contribui para ampliar a segurança jurídica das empresas”, esclareceu Bentivegna.</p>
<p>Na sequência, a discussão se voltou aos impactos da Reforma Tributária e aos possíveis reflexos da nova estrutura de impostos nos custos e na operação das transportadoras.</p>
<p>O assessor destacou as mudanças previstas para a tributação do consumo, incluindo a implementação da CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e do Imposto Seletivo. Nesse contexto, os participantes avaliaram os efeitos das novas regras sobre diferentes atividades econômicas, especialmente o setor de serviços, além dos desafios que poderão surgir para as empresas do lucro presumido.</p>
<p>Outro ponto debatido foi a importância do aproveitamento de créditos tributários na redução dos valores a recolher. O assessor jurídico ressaltou que as empresas precisarão revisar suas planilhas de custos e avaliar os impactos do novo sistema sobre suas operações.</p>
<p>Por fim, os participantes ainda discutiram a expectativa de publicação de novas normas e as incertezas relacionadas aos desdobramentos políticos e regulatórios da Reforma Tributária.</p>
<p><strong>Reforma Tributária: informação e planejamento </strong></p>
<p>Diante das mudanças previstas, acompanhar a regulamentação e compreender os impactos da transição serão etapas fundamentais para o planejamento das empresas. A fim de aprofundar esse debate, o SETCESP promoverá, no dia 22 deste mês, o evento gratuito para associados ‘Reforma Tributária: impacto, estratégias e decisões para a transição’. Não deixe de participar.</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Fim da 6&#215;1: saiba quando entra em vigor nova jornada de trabalho</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/fim-da-6x1-saiba-quando-entra-em-vigor-nova-jornada-de-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 18:35:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204651381</guid>

					<description><![CDATA[<p>Trabalhador passa a ter dois dias de descanso remunerados.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="header-noticia full-width">
<div class="linha-fina-noticia" style="text-align: center;"><em>Trabalhador passa a ter dois dias de descanso remunerados</em></div>
</div>
<div class="subheader">
<div class="container-autoria"> </div>
</div>
<p><strong>O Senado aprovou nesta quarta-feira (14) a proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a jornada de trabalho 6&#215;1 – seis dias de trabalho para um de descanso. Com a mudança na legislação, o trabalhador agora terá dois dias de folga na semana, para cada cinco trabalhados, sem redução de salário. </strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705360&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705360&amp;o=node" /></p>
<p>O texto também prevê a redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais. A PEC, agora, deverá ser promulgada pelo Congresso Nacional.  </p>
<p>Levantamento do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que<strong> o fim da escala 6&#215;1 e a redução da jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais deve beneficiar 26,8 milhões de trabalhadores.</strong></p>
<p>O total<strong> </strong>reúne 22 milhões de trabalhadores formais, o equivalente a 54% dos empregados com carteira assinada, e aproximadamente 4,8 milhões de trabalhadores informais que atualmente cumprem jornadas superiores a 40 horas por semana. O estudo foi elaborado com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE)  referente a 2025. </p>
<h2>Quando passa a valer? </h2>
<p>De acordo com o texto aprovado, em<strong> 60 dias após a promulgação</strong> da emenda constitucional, as empresas terão que garantir a escala 5&#215;2, assim como a redução da jornada de 44 para 42 horas semanais.  </p>
<p><strong>Dessa forma, caso a PEC seja promulgada ainda em outubro, as regras entrariam em vigor em dezembro de 2026.  </strong></p>
<p>Após essa primeira redução, 12 meses depois a jornada cai para 40 horas. Com isso, a transição completa levará 14 meses.  </p>
<p>A exceção são os trabalhadores terceirizados da administração pública, que terão uma regra de transição diferenciada (confira abaixo).  </p>
<h2>Veja as regras de transição da PEC que acaba com a escala 6&#215;1: </h2>
<ul>
<li>escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso (após 60 dias); </li>
<li>redução da jornada de 44 horas para 42 horas semanais (após 60 dias) </li>
<li>jornada de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5&#215;2 (em 14 meses).  </li>
</ul>
<h2>Como será feito o cálculo das horas de trabalho? </h2>
<p>No intervalo entre o segundo e o 14º mês após a promulgação, o empregador deverá distribuir, ao longo da semana, as duas horas acima das oito normais de serviço. <strong>Se repartidas igualmente, o empregado terá que trabalhar 8 horas e 24 minutos nos cinco dias na semana. </strong></p>
<p><strong>Finalizada a fase de transição, todos os empregados devem trabalhar, no máximo, oito horas diárias e 40 horas semanais em 5 dias na semana. Para trabalhar mais horas, apenas mediante pagamento de hora-extra. </strong></p>
<p>A proposta prevê que lei complementar posterior poderá estabelecer medidas transitórias de mitigação dos impactos da redução da jornada para os microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte.  </p>
<h2>Compensação </h2>
<p>O texto permite, excepcionalmente, e mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho, que seja estabelecido regime compensatório que permita escala diferente da 5&#215;2. </p>
<p>Nesses casos, os trabalhadores precisam ser compensados no mesmo “mês-calendário”, garantindo “o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”. </p>
<p><strong>Ou seja, um trabalhador pode fazer ainda a escala 6&#215;1, desde que prevista em acordo coletivo. Nesse caso, o dia trabalhado a mais terá que ser compensado com uma folga dentro do mesmo mês.</strong></p>
<p>Ao final desse mês, ele terá que ter gozado, na média, o equivalente a duas folgas remuneradas por semana. </p>
<h2>Terceirizados do Estado </h2>
<p>A regra de transição para os trabalhadores terceirizados do poder público é diferente, sob o argumento de “evitar riscos de descontinuidade na prestação de serviços públicos essenciais executados mediante terceirização”. </p>
<p><strong>As empresas que prestam serviços para o Estado terão prazo de 12 meses após a promulgação da emenda, e não 60 dias como as demais, para acabar com a escala 6&#215;1 dos empregados. </strong></p>
<p>Os contratos aditados após 60 dias da promulgação da emenda já terão que observar a nova jornada de trabalho instituída pela PEC. </p>
<h2>Salários acima de 21 mil </h2>
<p><strong>A PEC prevê ainda que a redução da jornada diária não se aplicará aos empregados com diploma de nível superior com remuneração mensal igual ou superior a 2,5 vezes o limite máximo dos benefícios do INSS. Atualmente, essa conta dá R$ 21.188,87. </strong></p>
<p>Nesses casos, a redução da jornada só ocorrerá por liberalidade do empregador (quando é concedido sem obrigação legal) ou se estiver prevista em acordo ou convenção coletiva de trabalho. O texto, contudo, determina a realização da escala 5&#215;2 nestes casos.  </p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/fim-da-6x1-saiba-quando-entra-em-vigor-nova-jornada-de-trabalho/">Fim da 6&#215;1: saiba quando entra em vigor nova jornada de trabalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Crédito Outorgado não é base de cálculo para PIS e COFINS</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/credito-outorgado-nao-e-base-de-calculo-para-pis-e-cofins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:28:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204651366</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em 1996 foi publicado o Convênio ICMS nº 106/1996 do Conselho Nacional de Política Fazendária que permitiu aos governos estaduais oferecer aos contribuintes do ICMS o direito de abater deste imposto 20% do valor devido, desde que as empresas não se creditassem de nenhum insumo adquirido.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/credito-outorgado-nao-e-base-de-calculo-para-pis-e-cofins/">Crédito Outorgado não é base de cálculo para PIS e COFINS</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>Por Adauto Bentivegna Filho</em></p>
<p>Em 1996 foi publicado o Convênio ICMS nº 106/1996 do Conselho Nacional de Política Fazendária que permitiu aos governos estaduais oferecer aos contribuintes do ICMS o direito de abater deste imposto 20% do valor devido, desde que as empresas não se creditassem de nenhum insumo adquirido.</p>
<p>No Estado de São Paulo este Convênio foi recepcionado pelo regulamento do ICMS, Decreto nº 45.490/2000, Anexo III, cuja redação trata este abatimento de 20% do valor devido a título de ICMS como “<span class="il">crédito</span> outorgado”, embora tenha ficado conhecido popularmente como “<span class="il">crédito</span> presumido”.</p>
<p>E é importante, neste passo, esclarecer que não devemos confundir <span class="il">crédito</span> presumido com lucro presumido, pois são institutos diferentes. O <span class="il">crédito</span> presumido, como popularmente ficou conhecido, repita-se, pois o nome dado pelo Anexo III do regulamento do ICMS paulista foi de <span class="il">crédito</span> outorgado, se refere ao ICMS, imposto de caráter estadual; e o lucro presumido se refere à opção que as empresas fazem para recolher o IRPJ, CSLL, <span class="il">PIS</span> e <span class="il">COFINS</span>. Neste texto estamos tratando do <span class="il">crédito</span> presumido, ou seja, que se refere ao abatimento de 20% do ICMS devido, porém, por fidelidade ao texto do regulamento do ICMS paulista e para fins didáticos iremos utilizar os termos “<span class="il">crédito</span> outorgado”.</p>
<p>Pois bem, um debate que surgiu há cerca de 10 (dez) anos atrás pela Receita Federal do Brasil foi sobre qual a natureza jurídica deste 20% descontados do valor do ICMS devido pelas empresas, se tal vantagem não seria receitas operacionais, e como tal comporia o faturamento da empresa e por isso haveria incidência do <span class="il">PIS</span> e da <span class="il">COFINS</span>.</p>
<p>Esta controvérsia chegou ao Supremo Tribunal Federal, e no dia 07.10.2026 a Suprema Corte decidiu, por maioria, que o <span class="il">crédito</span> outorgado não fará parte da <span class="il">base de cálculo</span> do <span class="il">PIS</span> e da <span class="il">COFINS</span>, trazendo assim tranquilidade para a maioria das empresas que poderiam ser condenadas a recolherem as citadas Contribuições sobre o faturamento dos últimos 5 (cinco) anos de diferença de <span class="il">PIS</span> e <span class="il">COFINS</span>, caso a decisão não fosse modulada.</p>
<p>Inclusive a Receita Federal do Brasil publicou a Consulta COSIT nº 180, ratificando o entendimento de que o valor aproveitado pela empresa como <span class="il">crédito</span> outorgado não compõe a <span class="il">base de cálculo</span> do <span class="il">PIS</span> e da <span class="il">COFINS</span>.</p>
<p>Assim, de forma concreta, nada muda para as empresas no aproveitamento do <span class="il">crédito</span> outorgado, bem como no recolhimento do <span class="il">PIS</span> e da <span class="il">COFINS</span>, mas traz segurança jurídica, já que não há mais controvérsia sobre a natureza jurídica do <span class="il">crédito</span> outorgado, ou seja, que ele não é base de incidência de <span class="il">PIS</span> e da <span class="il">COFINS</span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Adauto Bentivegna Filho<br /></em><em>Assessor Jurídico do SETCESP</em></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/credito-outorgado-nao-e-base-de-calculo-para-pis-e-cofins/">Crédito Outorgado não é base de cálculo para PIS e COFINS</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que o FMI prevê para a economia brasileira em 2027 — e os desafios para retomar o crescimento</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-que-o-fmi-preve-para-a-economia-brasileira-em-2027-e-os-desafios-para-retomar-o-crescimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:23:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204651359</guid>

					<description><![CDATA[<p>Assim como analistas de mercado no Brasil, Fundo Monetário Internacional prevê que crescimento da economia brasileira vai perder fôlego no próximo ano.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-que-o-fmi-preve-para-a-economia-brasileira-em-2027-e-os-desafios-para-retomar-o-crescimento/">O que o FMI prevê para a economia brasileira em 2027 — e os desafios para retomar o crescimento</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_5 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="row content-head mc-column non-featured ">
<div class="medium-centered subtitle">
<p class="content-head__subtitle" style="text-align: center;"><em>Assim como analistas de mercado no Brasil, Fundo Monetário Internacional prevê que crescimento da economia brasileira vai perder fôlego no próximo ano.</em></p>
<div id="chunk-5t419">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O Fundo Monetário Internacional prevê que o crescimento da economia brasileira vai perder fôlego no próximo ano — registrando um aumento menor do que o previsto para 2026.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-7apgp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A avaliação faz parte do relatório Perspectiva Econômica Mundial, em que a entidade sediada em Washington faz previsões sobre toda a economia global.</p>
<div id="chunk-adoct">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo o FMI, essa desaceleração do crescimento econômico brasileiro reflete &#8220;condições monetárias ainda restritivas — voltadas para o retorno da inflação à meta —, a retirada de estímulos da política fiscal e a incerteza global&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e10fc"> </div>
<div id="chunk-cmg9e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Desde o começo do ano, o Banco Central vem cortando a taxa básica de juros da economia — que já caiu de 15% para 13,75%.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-934s2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Na mais recente ata do Comitê de Política Monetária (Copom), o Banco Central destacou que os juros altos no Brasil têm provocado uma desaceleração da economia — mas que a taxa continuará caindo aos poucos para impedir a volta da inflação.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3ik1a">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Os últimos dados do PIB brasileiro confirmam essa desaceleração. A economia nacional havia crescido 3,4% em 2024 e 2,3% em 2025.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8p32o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Mas os dados mais recentes do IBGE mostram que o PIB perdeu força no segundo trimestre de 2026, com uma alta de 0,5% em relação ao trimestre anterior, abaixo do avanço de 1,1% registrado no primeiro trimestre.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-eit54">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">As previsões do <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a> para 2026 e 2027 são mais otimistas do que a do mercado brasileiro. O mais recente Boletim Focus, do Banco Central, — de 2 de outubro — mostra que os agentes do mercado brasileiro acreditam que o crescimento econômico brasileiro será de 1,85% este ano e 1,4% em 2027.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c6vau">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Pela quarta semana consecutiva, as previsões de crescimento da economia brasileira caíram nas medianas do Focus.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-j567">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O crescimento projetado para a economia brasileira pelo <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a> está levemente abaixo do previsto para a América Latina, que é de 2,3% em 2026 e 2,5% em 2027.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-370jn"> </div>
<div id="chunk-f2bdo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No Brasil, a expectativa do <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a> é de queda da inflação, mas aumento do desemprego.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1n9fl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a> prevê que a inflação brasileira vai cair de 5% no ano passado para 4,4% este ano e 4,1% em 2027. Já a taxa de desemprego subiria de 6% em 2025 para 6,2% este ano e 6,8% em 2027.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4hl2i">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">De novo, as previsões do <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a> parecem mais positivas do que as do mercado brasileiro. Segundo o Focus, o Brasil fecharia 2026 e 2027 com inflação de 5,01% e 4,3% respectivamente.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-eqr7r">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="25">
<p class="content-text__container" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">
<div class="content-intertitle">
<h2>Economia global &#8216;resiliente mas sob pressão&#8217;</h2>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-768kf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="26">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Já o resto do mundo cresceria em um ritmo mais acelerado do que o brasileiro, segundo a projeção do Fundo: de 3,4% este ano e 3,6% em 2027.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bik2s">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="27">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo o <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a>, a economia global está &#8220;resiliente sob pressão&#8221; — que é o nome do relatório.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-78cj7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O mundo enfrenta hoje diversos desafios econômicos: uma inflação alta — que deve atingir 4,7% na média global este ano para depois cair para 4,1% em 2027 —, uma escalada de conflitos no Oriente Médio e na Ucrânia, uma reavaliação sobre as expectativas ligadas à inteligência artificial, tensões comerciais entre os países e problemas fiscais em diversos governos.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">&#8220;Por outro lado, um impulso mais forte nos investimentos em IA e ganhos de produtividade decorrentes da IA, ou um alívio sustentado das tensões geopolíticas e comerciais, poderiam fortalecer o crescimento&#8221;, afirma o <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a>.</p>
<div id="chunk-9acdl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo o <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a>, a atividade econômica global tem se mantido resiliente apesar da guerra no Oriente Médio, sustentada pela adaptação do setor privado e por investimentos robustos em inteligência artificial.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4cc5g">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="31">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">&#8220;No entanto, a inflação está em alta, a disparidade entre as economias que se beneficiam do ciclo de expansão tecnológica ou de termos de troca favoráveis ​​e aquelas que enfrentam custos de importação mais elevados e demanda mais fraca está aumentando&#8221;, diz o <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d6sr2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="32">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O Fundo também afirma que o preço dos alimentos e energia vêm subindo nos últimos cinco anos, corroendo o poder de compra das famílias e aumentando a desigualdade e a pobreza.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5ung">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="33">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a> defende que as políticas públicas que mais funcionaram para lidar com esses desequilíbrios foram de apoio à renda para famílias vulneráveis economicamente.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7qg90">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="34">
<p class="content-text__container" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">
<div class="content-intertitle">
<h2>2027 mais lento no Brasil</h2>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ae148">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="35">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A previsão do <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a> de um crescimento mais lento do Brasil em 2027 está em linha com o que muitos analistas brasileiros já apontavam.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ai4lq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="36">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Economistas ouvidos pela BBC News Brasil no mês passado já antecipavam um crescimento mais lento para a segunda metade deste ano e para 2027, com a perda de força dos estímulos fiscais feitos por governo federal e governos estaduais no primeiro semestre, em meio à corrida eleitoral.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5q443"> </div>
<div id="chunk-1lb2e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="37">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Ao mesmo tempo, os investimentos devem seguir reduzidos, diante do cenário de juros altos, que também têm se refletido nos diversos pedidos de recuperação judicial no setor de varejo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3ntjg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="38">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Esse cenário de restrições à atividade econômica deve continuar no próximo ano, contribuindo para o menor crescimento do PIB, preveem os analistas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c3m20">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="39">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Flávio Serrano, economista-chefe do Banco Bmg, projetava um crescimento de 1,5% do PIB em 2027, mas acredita que esse número possa, na verdade, ser mais próximo de 1%.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-als9h">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="40">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O economista cita como fatores para esse pessimismo a redução da taxa básica de juros mais lenta do que era esperado no início do ano, o aumento do endividamento e a redução do impulso fiscal pelo governo, passado o ciclo eleitoral.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8c2jc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="41">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Pesam também condições financeiras mais desfavoráveis, com juros mais altos no mundo e petróleo em alta, pressionando a inflação local.</p>
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">&#8220;Ano que vem provavelmente também tem PIB negativo do agro, por causa do efeito do El Niño&#8221;, diz Serrano.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fvema">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="43">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Alex Agostini, economista-chefe da agência de avaliação de risco Austin Rating, disse à BBC News Brasil em setembro que o cenário fiscal conturbado deve ser a maior pedra no sapato do novo governo.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="content__signa-share mc-column">
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<div class="content-publication-data__logo"> </div>
</div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-que-o-fmi-preve-para-a-economia-brasileira-em-2027-e-os-desafios-para-retomar-o-crescimento/">O que o FMI prevê para a economia brasileira em 2027 — e os desafios para retomar o crescimento</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Setor de serviços cai 0,1% de julho para agosto, mostra IBGE</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/setor-de-servicos-cai-01-de-julho-para-agosto-mostra-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204651353</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com o resultado, atividade está 19,9% acima do nível pré-pandemia.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/setor-de-servicos-cai-01-de-julho-para-agosto-mostra-ibge/">Setor de serviços cai 0,1% de julho para agosto, mostra IBGE</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="header-noticia full-width">
<div class="linha-fina-noticia" style="text-align: center;"><em>Com o resultado, atividade está 19,9% acima do nível pré-pandemia</em></div>
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<p><strong>O volume do setor de serviços apresentou variação negativa de 0,1% em agosto deste ano, na comparação com o mês anterior. Em julho, a atividade ficou estável, e, em junho, cresceu 0,1%.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705302&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705302&amp;o=node" /></p>
<p>Os dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) foram divulgados nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Os serviços, no entanto, cresceram 0,6% na comparação com agosto do ano passado, 1,7% no acumulado dos oito primeiros meses do ano e 2,2% no acumulado de 12 meses.</p>
<p><strong>Com o resultado, o setor está 19,9% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 0,3% abaixo do maior patamar da série histórica (outubro de 2025).</strong></p>
<p>Em relação à receita nominal, o setor apresentou taxas de crescimento de 0,2% na comparação com julho deste ano, de 6,1% na comparação com agosto do ano passado, de 7,4% no acumulado do ano e de 7,5% no acumulado de 12 meses.</p>
<p>Na passagem de julho para agosto deste ano, o volume cresceu apenas no segmento de serviços prestados às famílias (2,1%). Os serviços de informação e comunicação não apresentaram variação de julho para agosto.</p>
<p>Os outros três segmentos dos serviços caíram de julho para agosto: outros serviços (-1%); transportes (-0,2%); e profissionais, administrativos e complementares (-0,2%).</p>
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		<title>Crédito extraordinário para combustíveis reforça preocupação manifestada pelo setor</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/credito-extraordinario-para-combustiveis-reforca-preocupacao-manifestada-pelo-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 18:58:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A iniciativa reforça a relevância das preocupações manifestadas anteriormente pelo SETCESP sobre os efeitos das tensões internacionais no mercado de energia, a pressão sobre os custos do transporte e a necessidade de preservar o abastecimento nacional.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="font-weight: 400;">O SETCESP informa aos associados e ao público a publicação da Medida Provisória nº 1.395, de 8 de outubro de 2026, que abre crédito extraordinário de <strong>R$ 7,52 bilhões</strong> em favor do Ministério de Minas e Energia, com recursos destinados à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), para custear subvenções à produção e à importação de combustíveis.</p>
<p style="font-weight: 400;">Do total autorizado, <strong>R$ 6,17 bilhões estão destinados à subvenção específica ao óleo diesel de uso rodoviário</strong>, enquanto R$ 1,35 bilhão atende à programação de subvenção a combustíveis derivados de petróleo prevista no anexo da medida.</p>
<p style="font-weight: 400;">A iniciativa reforça a relevância das preocupações manifestadas anteriormente pelo SETCESP sobre os efeitos das tensões internacionais no mercado de energia, a pressão sobre os custos do transporte e a necessidade de preservar o abastecimento nacional.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para o transporte rodoviário de cargas, as subvenções podem amortecer a pressão sobre o preço do diesel e contribuir para a continuidade das operações. Entretanto, <strong>a abertura do crédito não representa, por si só, um novo desconto na bomba nem pagamento direto às transportadoras</strong>. O benefício ao setor depende da efetiva transmissão da subvenção ao longo da cadeia de comercialização.</p>
<p style="font-weight: 400;">Também é necessário considerar que esse apoio utiliza recursos públicos. Parte do custo do combustível passa a ser suportada pelo orçamento federal, o que exige transparência na aplicação dos valores, fiscalização do repasse e avaliação da sustentabilidade da política.</p>
<p style="font-weight: 400;">O SETCESP reconhece a importância das ações voltadas à estabilidade do abastecimento e dos preços, mas destaca que medidas temporárias precisam estar acompanhadas de previsibilidade. A eventual redução ou retirada das subvenções, caso os preços internacionais permaneçam elevados, poderá gerar novas pressões sobre os custos operacionais e os fretes.</p>
<p style="font-weight: 400;">A entidade continuará acompanhando o cenário e defendendo condições que assegurem o abastecimento, a sustentabilidade das empresas e a continuidade do transporte de cargas, atividade essencial à economia e ao atendimento da população.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SETCESP — Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região</strong><br />São Paulo, 9 de outubro de 2026.</p>
<p><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/mpv/mpv1395.htm#anexo" target="_blank" rel="noopener"><strong>Leia na íntegra a Medida Provisória nº 1.395/2026.</strong></a></p>
<p style="font-weight: 400;"></div>
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		<title>Ministério da Fazenda define alíquota da CBS sobre preço e combustíveis</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/ministerio-da-fazenda-define-aliquota-da-cbs-sobre-preco-e-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 18:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204651339</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Ministro da Fazenda publicou a Portaria nº 3.074/2026 que determina a alíquota da CBS incidentes sobre os combustíveis.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/ministerio-da-fazenda-define-aliquota-da-cbs-sobre-preco-e-combustiveis/">Ministério da Fazenda define alíquota da CBS sobre preço e combustíveis</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>Por Adauto Bentivegna Filho<br /></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Ministro da Fazenda publicou a Portaria nº 3.074/2026 que determina a alíquota da CBS incidentes sobre os <span class="il">combustíveis</span>, vide tabela abaixo.</p>
<p>Como é de conhecimento geral, a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) passará a ser devida a partir de janeiro de 2027, mas como se trata de um tributo, é necessário que se observe o princípio da anterioridade previsto na alínea “c”, inciso III do artigo 150 da Constituição Federal, que impõe um prazo de 90 (noventa) dias para que a exigência tributária entre em vigor.</p>
<p>As alíquotas informadas pelo Ministério da Fazenda são as seguintes:</p>
<p>ALÍQUOTAS ESPECÍFICAS DE <span class="il">COMBUSTÍVEIS</span> (R$/UNIDADE DE MEDIDA).</p>
<p>I &#8211; Gasolina e suas correntes (litro) R$ 0,7925.<br />II &#8211; Etanol Anidro Combustível &#8211; EAC (litro) R$ 0,1922.<br />III &#8211; Óleo Diesel e suas correntes (litro) R$ 0,3515.<br />IV &#8211; Biodiesel (B100), exceto quando produzido com matéria-prima adquirida da agricultura familiar (litro) R$ 0,1480.<br />V &#8211; Gás Liquefeito de Petróleo &#8211; GLP, inclusive o Gás Liquefeito Derivado de Gás Natural &#8211; GLGN, exceto quando destinado ao uso doméstico e envasado em recipientes de até treze quilogramas (kg) R$ 0,1677.<br />VI &#8211; Etanol Hidratado Combustível &#8211; EHC (litro) R$ 0,1922.<br />VII &#8211; Querosene de Aviação &#8211; QAV (litro) R$ 0,0712.<br />VIII &#8211; Óleo Combustível (kg) R$ 0,3403.</p>
<p><em>Por Adauto Bentivegna Filho<br /></em><em>Assessor Jurídico do SETCESP</em></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/ministerio-da-fazenda-define-aliquota-da-cbs-sobre-preco-e-combustiveis/">Ministério da Fazenda define alíquota da CBS sobre preço e combustíveis</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Índice ABCR cai 2,3% em setembro e acende alerta nas estradas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/indice-abcr-cai-23-em-setembro-e-acende-alerta-nas-estradas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 18:34:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204651333</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fluxo pedagiado recua com baixa nos leves e pesados; acumulado em 12 meses desacelera para 2,0% e acende sinal amarelo para o consumo e a indústria.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/indice-abcr-cai-23-em-setembro-e-acende-alerta-nas-estradas/">Índice ABCR cai 2,3% em setembro e acende alerta nas estradas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Fluxo pedagiado recua com baixa nos leves e pesados; acumulado em 12 meses desacelera para 2,0% e acende sinal amarelo para o consumo e a indústria</em></p>
<p>O Índice ABCR, que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas brasileiras, apresentou redução de 2,3% em setembro de 2026 na comparação dessazonalizada com agosto, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) em conjunto com a Tendências Consultoria.</p>
<p>O resultado refletiu baixas de 2,8% no segmento de veículos leves e de 1,2% nos veículos pesados, em movimento de acomodação após a alta registrada no mês anterior. Na comparação com setembro de 2025, o índice total cresceu 0,2%, com queda de 1,1% no fluxo de pesados e leve alta de 0,7% nos leves. No acumulado dos últimos 12 meses, tanto o índice total quanto suas aberturas por segmento apresentaram alta de 2,0%.</p>
<p>De acordo com os analistas da Tendências Consultoria, Thiago Xavier e Felipe Melchert, o recuo de setembro foi puxado sobretudo pelos veículos leves e, em menor medida, pelos pesados. “A trajetória dos últimos trimestres, porém, indica perda gradual de dinamismo em todos os segmentos e estados analisados. Esse movimento aparece também no acumulado em 12 meses, que convergiu para 2,0% no fluxo total e nos dois segmentos, abaixo das taxas anteriores de 2,5% no total, 2,6% nos leves e 2,3% nos pesados”, afirmaram em comunicado.</p>
<p>No caso dos veículos leves, o desempenho acompanha a perda de fôlego do consumo das famílias, limitado pelo crédito restrito, pelo endividamento elevado e pela maior parte da renda comprometida com dívidas, apesar do mercado de trabalho aquecido, enquanto o preço dos combustíveis restringe as viagens a lazer.</p>
<p>Entre os veículos pesados, a desaceleração reflete a menor atividade da indústria de transformação, que reduz a demanda por transporte de carga, e o fim dos efeitos positivos da safra agrícola do início do ano. A expansão da infraestrutura logística, impulsionada pelo comércio eletrônico, compensa parte dessa perda. Nos custos, o prolongamento da guerra no Oriente Médio contribuiu para a alta do diesel em setembro, o que encareceu o frete e a produção agrícola, e reforçou a pressão sobre a demanda por transporte de cargas.</p>
<p><strong>RJ retrai 6,8% em setembro</strong></p>
<p>No Rio de Janeiro, o fluxo total apresentou queda de 6,8% comparado a agosto na série dessazonalizada. O resultado decorreu das retrações de 5,1% em leves e de 5,6% em pesados. Na comparação com setembro de 2025, o índice total registrou queda de 2,3%, resultado da diminuição de 1,6% nos veículos leves e de 5,6% nos veículos pesados. Nos últimos 12 meses, o índice total cresceu 2,5%, com o fluxo pedagiado de veículos leves acumulando alta de 2,6% e o fluxo de pesados, de 2,1%. No acumulado do ano, o índice total registra avanço de 2,5%, com altas de 2,7% nos leves e de 1,7% nos pesados.</p>
<p><strong>Fluxo paulista cai 3%</strong></p>
<p>Em São Paulo, o fluxo pedagiado total de veículos teve uma queda de 3,0% em setembro na série dessazonalizada. Nesse mesmo critério, os leves apresentaram queda de 3,5% e os pesados, de 1,0%. Em relação ao mesmo período de 2025, o índice total registrou redução de 0,4%, com o fluxo de veículos leves diminuindo 0,1% e o de pesados, 1,3%. No acumulado em 12 meses, o índice total registrou avanço de 1,6%, refletindo altas de 1,6% no fluxo de veículos leves e de 1,5% no de pesados. No acumulado do ano, o índice total apresenta alta de 1,1%, com leves e pesados registrando o mesmo percentual de crescimento.</p>
<p><strong>Fluxo cresce no Brasil</strong></p>
<p>No acumulado do ano, o Índice ABCR total para o Brasil registra alta de 1,6%, com os veículos leves apresentando avanço de 1,6% e os pesados, de 1,7%. Os dados consolidados de setembro reforçam a tendência de desaceleração gradual do fluxo pedagiado, com o acumulado em 12 meses convergindo para 2,0% em todos os segmentos, abaixo das taxas observadas em períodos anteriores.</p>
<p>A combinação de crédito restrito, endividamento das famílias, preço elevado dos combustíveis e menor atividade industrial aponta para um cenário de dinamismo moderado nos próximos meses, ainda que a expansão da infraestrutura logística voltada ao comércio eletrônico ofereça suporte parcial à demanda por transporte de cargas.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/indice-abcr-cai-23-em-setembro-e-acende-alerta-nas-estradas/">Índice ABCR cai 2,3% em setembro e acende alerta nas estradas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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