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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
	<lastBuildDate>Fri, 28 Aug 2026 17:50:46 +0000</lastBuildDate>
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		<title>PEC do fim da escala 6&#215;1 já conta com relatório favorável na CCJ</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/pec-do-fim-da-escala-6x1-ja-conta-com-relatorio-favoravel-na-ccj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 17:08:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A proposta que acaba com a escala de trabalho 6x1 já conta com relatório favorável na Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ): o relator da matéria, Omar Aziz (PSD-AM), apresentou seu voto pela aprovação do texto nesta quinta (27).</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/pec-do-fim-da-escala-6x1-ja-conta-com-relatorio-favoravel-na-ccj/">PEC do fim da escala 6&#215;1 já conta com relatório favorável na CCJ</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>A proposta que acaba com a escala de trabalho 6&#215;1 <a href="https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=10306260&amp;ts=1787855584486&amp;rendition_principal=S&amp;disposition=inline" target="_blank" rel="noopener">já conta com relatório favorável</a> na Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ): o relator da matéria, Omar Aziz (PSD-AM), apresentou seu voto pela aprovação do texto nesta quinta (27).</p>
<p>Além disso, ele rejeitou as 12 emendas apresentadas por senadores à proposta. Com essa decisão, o relator manteve o mesmo texto aprovado pela Câmara dos Deputados no final de maio.</p>
<p>A proposta (<a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/174386" target="_blank" rel="noopener">PEC 221/2019</a>) altera a Constituição para reduzir a carga horária máxima de trabalho semanal de 44 para 40 horas. O texto também garante dois dias de repouso semanal remunerado, sem redução de salário.</p>
<p>O texto prevê que essas mudanças serão implementadas progressivamente — e inclui exceções para trabalhadores com regimes diferenciados e para aqueles com salários mais elevados e diploma de nível superior.</p>
<h3><strong>Prazos</strong></h3>
<p>A proposta determina que, dois meses após a promulgação da emenda constitucional resultante da PEC, a jornada semanal máxima passará para 42 horas, já com dois dias de repouso remunerado por semana — um deles, preferencialmente, no domingo.</p>
<p>Após 12 meses da promulgação, o texto prevê que a carga máxima de trabalho por semana passará a ser, definitivamente, de 40 horas.</p>
<h3><strong>Acordos e convenções</strong></h3>
<p>O texto preserva a possibilidade de acordos e convenções coletivas, inclusive para trabalhadores sujeitos a regimes diferenciados.</p>
<p>Nesses casos, a PEC estabelece que uma lei poderá definir regras especiais para a jornada de trabalho e os dias de folga</p>
<h3><strong>Atualização</strong></h3>
<p><a href="https://legis.senado.leg.br/sdleg-getter/documento?dm=10306260&amp;ts=1787855584486&amp;rendition_principal=S&amp;disposition=inline" target="_blank" rel="noopener">Em seu relatório</a>, Omar Aziz lembra que o limite de 44 horas semanais foi estabelecido pela Constituição Federal de 1988 e permanece inalterado há 38 anos, “período ao longo do qual a economia brasileira passou por transformações profundas em produtividade, incorporação tecnológica e organização produtiva”.</p>
<p>Para ele, a revisão desse limite não é uma ruptura, mas uma atualização &#8220;há muito devida&#8221;.</p>
<p>O senador afirma que a PEC tem o mérito de promover maior equilíbrio entre trabalho, saúde e vida pessoal. “A instituição do segundo dia de repouso semanal remunerado — núcleo da proposição e origem da ampla mobilização social que a impulsionou — amplia o tempo destinado ao descanso efetivo e à recuperação física e mental”, ressalta.</p>
<h3><strong>Prioridade</strong></h3>
<p>O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, <a href="/noticias/materias/2026/08/26/davi-alcolumbre-acerta-prioridades-do-congresso-em-reuniao-com-lula-e-motta" target="_blank" rel="noopener">se reuniu na quarta-feira (26)</a> com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta. O encontro definiu as matérias que serão prioridade do Congresso Nacional nos próximos dias — e uma delas é a PEC que acaba com a escala 6&#215;1.</p>
<p>A expectativa é que a PEC seja votada pela CCJ já na próxima semana e, em seguida, seja encaminhada para votação no Plenário do Senado.</p>
<h3><strong>Tendência internacional</strong></h3>
<p>Além da demanda popular, a mudança na legislação prevista pela PEC 221/2019 segue referências internacionais. A Recomendação 116 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), de 1962, já defendia a redução progressiva da jornada, sem corte salarial, tendo como objetivo a semana de 40 horas.</p>
<p>Outros países da América Latina também estão implementando essa redução. O Chile decidiu reduzir gradualmente a jornada (de 45 para 40 horas) entre 2024 e 2028. A Colômbia implementou sua redução de 48 para 42 horas em etapas anuais (a última fase aconteceu neste ano). E, no início de 2026, o México aprovou a redução de 48 para 40 horas ao longo de cinco anos (até 2030).</p></div>
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			</item>
		<item>
		<title>ANTT abre Audiência Pública sobre teste de interoperabilidade do Free Flow entre concessionárias</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/antt-abre-audiencia-publica-sobre-teste-de-interoperabilidade-do-free-flow-entre-concessionarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 17:04:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sandbox regulatório vai testar modelo que amplia as opções de pagamento ao permitir consulta centralizada das passagens e escolha do canal para quitar o pedágio.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Sandbox regulatório vai testar modelo que amplia as opções de pagamento ao permitir consulta centralizada das passagens e escolha do canal para quitar o pedágio.</em></p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 &#091;&#093;">A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou, na 1.040ª Reunião de Diretoria Pública (RDP), realizada nesta quinta-feira (27/8), a abertura de Audiência Pública sobre a minuta de Edital de Sandbox Regulatório de interoperabilidade do sistema de livre passagem em pedágio (Free Flow).</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">O principal objetivo do experimento é testar uma solução que amplie e facilite as possibilidades de pagamento para os usuários do Free Flow. A proposta prevê a integração de diferentes concessionárias de rodovias federais em um único portal, no qual o motorista poderá consultar, de forma consolidada, as passagens registradas e escolher livremente o canal disponível para efetuar o pagamento, inclusive quando tiver trafegado por concessões diferentes em uma mesma viagem.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Na prática, o sandbox busca avaliar um modelo em que a experiência de pagamento não fique limitada aos canais individuais de cada concessionária. A interoperabilidade permitirá testar novas formas de acesso às cobranças, preservando a liberdade de escolha do usuário e facilitando a quitação dos débitos de pedágio eletrônico.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">A iniciativa é resultado de trabalho conduzido pela própria ANTT. Em maio deste ano, a Agência instituiu um grupo de trabalho multidisciplinar responsável por desenhar as regras do ambiente de testes. O sandbox regulatório permite experimentar soluções em condições controladas antes de uma eventual incorporação definitiva à regulação.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">No experimento, a ANTT selecionará uma concessionária e a solução tecnológica por ela proposta para operar o portal de interoperabilidade. Outras concessionárias e empresas de meios e sistemas de pagamento poderão aderir voluntariamente como agentes parceiros, ampliando as alternativas disponíveis aos usuários.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">O modelo também estabelece salvaguardas para o fluxo financeiro. Cada concessionária continuará sendo titular dos valores de pedágio correspondentes às suas rodovias, e o portal não fará a custódia dos recursos. Assim, independentemente do canal escolhido pelo usuário para realizar o pagamento, os valores serão destinados diretamente à concessionária responsável pela cobrança.</p>
<h2>Como participar</h2>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Antes de definir as regras do experimento, a ANTT vai ouvir a sociedade. As contribuições escritas podem ser enviadas entre 8 de setembro e 23h59 de 23 de outubro, pelo horário de Brasília. A Agência também vai realizar sessão pública híbrida, em Brasília (DF), no dia 8 de outubro, a partir das 14h, no Auditório Eliseu Resende, no Setor de Clubes Esportivos Sul, com transmissão ao vivo pelo canal da ANTT no YouTube. A partir de 31 de agosto, a íntegra dos documentos e as orientações de participação estarão disponíveis no site da ANTT, na seção de Participação Social.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">A Audiência Pública receberá contribuições de usuários, concessionárias, empresas de pagamento e demais interessados sobre a minuta do edital e seus anexos, com foco no aperfeiçoamento do modelo de interoperabilidade e das alternativas de pagamento que serão testadas no sandbox.</p>
<p>&nbsp;</p></div>
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		<item>
		<title>Modelo de pesquisa para levantamento de riscos psicossociais</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/modelo-de-pesquisa-para-levantamento-de-riscos-psicossociais-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 16:58:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Norma NR-1]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204647237</guid>

					<description><![CDATA[<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/modelo-de-pesquisa-para-levantamento-de-riscos-psicossociais-2/">Modelo de pesquisa para levantamento de riscos psicossociais</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Este modelo de pesquisa foi elaborado pelo departamento de Recursos Humanos do <strong>SETCESP</strong> e pelo <strong>IPTC</strong> (Instituto Paulista do Transporte de Cargas) como sugestão de ferramenta para levantamento de riscos psicossociais em atendimento à NR-1.</p>
<p>Recomendamos que o formulário seja disponibilizado para todos os colaboradores, por meio físico ou digital, desde que seja garantido o anonimato das respostas e do respondente conforme a LGPD &#8211; Lei Geral de Proteção de Dados, e que o resultado seja apurado de acordo com a metodologia indicada.</p>
<p>Reforçamos ainda que este formulário não exclui a importância da empresa consultar as orientações oficiais contidas no <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/guia-nr-01-revisado.pdf" target="_blank" rel="noopener">Guia de Informações sobre os Fatores de Riscos Psicossociais Relacionados ao Trabalho elaborado pelo Ministério do Trabalho e Emprego</a> e da <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/nr-1" target="_blank" rel="noopener">Norma Regulamentadora Nº 1 (NR-1).</a></p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_0_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_0 et_pb_bg_layout_dark" href="https://conteudo.setcesp.org.br/nr1" target="_blank">Quero o modelo de pesquisa</a>
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		<item>
		<title>ANTT amplia acesso ao programa de sustentabilidade em rodovias e ferrovias</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/antt-amplia-acesso-ao-programa-de-sustentabilidade-em-rodovias-e-ferrovias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 16:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mudança dá acesso a financiamento com incentivo fiscal para concessionárias que investem em práticas ambientais.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="documentDescription" style="text-align: center;"><em>Mudança dá acesso a financiamento com incentivo fiscal para concessionárias que investem em práticas ambientais</em></div>
<div> </div>
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<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 &#091;&#093;">A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou, na 1.040ª Reunião de Diretoria Pública (RDP), realizada nesta quinta-feira (27/8), o Edital Complementar que passa a permitir a concessionárias de rodovias e ferrovias federais aderir, a qualquer momento, ao Nível I do Programa de Sustentabilidade para Infraestrutura (PSI).</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Com a decisão, a ANTT estende a novas concessões e a empresas vencedoras de leilões recentes o acesso a debêntures com incentivo fiscal, ou seja, uma linha de financiamento com custo menor, até então disponível apenas às concessionárias já enquadradas no programa. Na prática, mais concessionárias passam a ter estímulo financeiro para investir em práticas ambientais nas rodovias e ferrovias que usuários e cargas dependem diariamente.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">O PSI é um programa de adesão voluntária, criado pela ANTT por meio da Resolução nº 6.057/2024, que reconhece concessionárias e autorizatárias que adotam práticas de desenvolvimento sustentável na infraestrutura de transportes. Sua primeira fase de testes começou em novembro de 2025, com os Editais nº 3/2025 (rodovias) e nº 4/2025 (ferrovias), dentro do sandbox regulatório, ambiente que a Agência usa para testar novas regras antes de torná-las permanentes.</p>
<h2>Um programa em expansão</h2>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Na fase inicial, encerrada em março deste ano, 21 das 34 concessionárias de rodovias com contrato vigente e 10 das 15 concessionárias de ferrovias apresentaram proposta de adesão, resultado que a ANTT avalia como validação da metodologia do programa. Com a experiência da primeira fase consolidada, a Agência passa agora a admitir a entrada contínua de novas concessionárias no PSI, incluindo empresas com contratos mais recentes e exigências ambientais já incorporadas em seus contratos de concessão.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">A minuta do edital foi aprovada pelo Comitê de Desenvolvimento de Sustentabilidade, colegiado que reúne representantes do setor regulado, em 27 de maio deste ano, e passou por ajustes recomendados pela Procuradoria Federal junto à ANTT antes de seguir para votação. Com a decisão da Diretoria Colegiada, concessionárias interessadas que atenderem aos requisitos poderão protocolar requerimento de adesão ao Nível 1 do programa a qualquer momento. Cada pedido passa por análise do Comitê de Desenvolvimento de Sustentabilidade e, em seguida, por deliberação da Diretoria.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">As novas concessões conduzidas pela ANTT incorporam sustentabilidade, adaptação climática, segurança operacional e inovação desde a estruturação dos projetos até a gestão dos contratos. O objetivo é tornar rodovias e ferrovias mais resilientes, eficientes e preparadas para as demandas das próximas décadas.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Nas primeiras gerações de concessões, as ações estavam concentradas principalmente no cumprimento de condicionantes ambientais. Nos contratos mais recentes, esses critérios passaram a orientar o planejamento dos projetos e incluem medidas de adaptação às mudanças climáticas, redução de emissões, segurança viária, inovação tecnológica e relacionamento com as comunidades.</p>
</div>
<div id="viewlet-above-content-body"> </div></div>
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			</item>
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		<title>Pedágios free flow devem dobrar no Brasil até o fim de 2027, segundo concessionárias</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/pedagios-free-flow-devem-dobrar-no-brasil-ate-o-fim-de-2027-segundo-concessionarias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 16:49:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brasil já conta com 93 pórticos de pedágio eletrônico em rodovias concedidas, e o número deve dobrar até o fim de 2027. Setor prevê substituir gradualmente as praças tradicionais pelo sistema de passagem livre.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/pedagios-free-flow-devem-dobrar-no-brasil-ate-o-fim-de-2027-segundo-concessionarias/">Pedágios free flow devem dobrar no Brasil até o fim de 2027, segundo concessionárias</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_4 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Brasil já conta com 93 pórticos de pedágio eletrônico em rodovias concedidas, e o número deve dobrar até o fim de 2027. Setor prevê substituir gradualmente as praças tradicionais pelo sistema de passagem livre</p>
<p>O número de pedágios eletrônicos de passagem livre deve dobrar no país até o fim do próximo ano, aponta estimativa da ABCR (Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias).</p>
<p>Atualmente, segundo a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), há 93 desses pórticos em rodovias sob concessão privada no país.</p>
<p>Os três primeiros foram instalados em março de 2023 na rodovia Rio-Santos, nas cidades de Itaguaí, Mangaratiba e Paraty, todas no Rio de Janeiro.</p>
<p>De acordo com o Ministério dos Transportes, 15 rodovias no país contam atualmente com o modelo free flow.</p>
<p>Do total de pórticos existentes, 15 estão em estradas estaduais sob concessão em São Paulo, conforme a Artesp (agência reguladora).</p>
<p>Dados da Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito) apontam que, desde a implantação, houve 200 milhões de passagens por esses pórticos.</p>
<p>Em São Paulo, além das 15 estruturas de cobrança em passagem livre, há outras sete de monitoramento em estradas estaduais. São pórticos que deveriam funcionar como pedágios, mas mudaram de função após o recuo do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) na instalação de novos pedágios no ano passado, após críticas.</p>
<p>Nesse sistema de passagem livre, free flow ou Siga Fácil, como é chamado pelo Governo de São Paulo, não é preciso parar para quitar a tarifa.</p>
<p>Em vez de pedágio com cancela, são usados pórticos com câmeras capazes de identificar as placas de veículos em movimento ou o sinal das tags, do mesmo tipo usado em pedágios convencionais e estacionamentos de acesso sem parada.</p>
<p>Para veículos com tags válidas, a cobrança é feita automaticamente pela operadora contratada.</p>
<p>Quem não conta com esse dispositivo colado no para-brisa tem até 30 dias para fazer o pagamento.</p>
<p>De acordo com Marco Aurélio Barcelos, presidente da associação de rodovias, o desafio do setor agora é substituir as praças físicas de cobrança de pedágio, aquelas com cancela em que o motorista é obrigado a parar para pagar, pelo novo modelo.</p>
<p>“É uma tendência natural. Creio que, no intervalo de um ou dois anos, o que hoje é novidade vai se tornar cotidiano”, diz.</p>
<p>Segundo ele, em até cinco anos, todas essas praças devem ser substituídas por pórticos de free flow.</p>
<p>No grupo Motiva, que gerencia, entre outras, estradas como a Via Dutra e os sistemas Anhanguera-Bandeirantes e Castelo-Raposo, há a expectativa de que todas as praças comuns possam ser trocadas por free flow ainda antes, aponta Jorge Manuel Gonçalves Pereira, gerente executivo de estratégia de operação.</p>
<p>Conforme o ministro dos Transportes, George Andre Palermo Santoro, pedágios tradicionais não devem mais ser instalados no país.</p>
<p>Sem citar números, a Artesp afirma que, em São Paulo, estão em andamento estudos para a expansão do sistema, com a implantação de novos pórticos eletrônicos e a conversão de praças de pedágio convencionais para o modelo de cobrança automática.</p>
<p>Um dos entraves para o avanço ser mais rápido, de acordo com o presidente da ABCR, é conseguir autorização das agências reguladoras nos estados.</p>
<p>“Há toda uma burocracia para se identificar onde será instalado o pedágio eletrônico”, diz.</p>
<p>Outra dificuldade para agilizar a mudança é convencer concessionárias a encarar os riscos de inadimplência, que praticamente não existem nos pedágios tradicionais.</p>
<p>“Quando você cria uma praça, um pórtico de free flow, você tende a aumentar essa inadimplência. Então vai depender do apetite da concessionária, que hoje trabalha com um patamar muito reduzido de inadimplência, de trazer isso para o nível do contrato”, afirma Barcelos.</p>
<p>Segundo a associação, entre 7% e 8% dos veículos que passam pelos pedágios eletrônicos não pagam a tarifa, índices semelhantes aos de países como Portugal e China. “Diria que temos 93% de adesão [ao novo sistema].”</p>
<p>Ele diz acreditar que a inadimplência tende a cair com a incorporação dos free flow na CNH do Brasil, a carteira de habilitação digital, que passou a funcionar na última segunda-feira (24).</p>
<p>“Vamos ver qual será o comportamento e como esse número vai mudar a partir da CNH do Brasil. Porque, se havia usuário que deixava de pagar por falta de conhecimento, agora esse problema deixou de existir”, afirma o executivo.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/pedagios-free-flow-devem-dobrar-no-brasil-ate-o-fim-de-2027-segundo-concessionarias/">Pedágios free flow devem dobrar no Brasil até o fim de 2027, segundo concessionárias</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Comunicado CONET de agosto de 2026</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/comunicado-conet-de-agosto-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 20:53:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204649839</guid>

					<description><![CDATA[<p>Defasagem do Frete: um alerta para toda a cadeia do Transporte Rodoviário de Cargas.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Defasagem do Frete: um alerta para toda a cadeia do Transporte Rodoviário de Cargas</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A NTC&amp;LOGÍSTICA torna pública a defasagem média de 10,5% entre os valores de frete praticados e os custos efetivos do Transporte Rodoviário de Cargas (TRC), apurados pelo DECOPE – Departamento de Custos Operacionais e Pesquisas Técnicas e Econômicas.</p>
<p>O índice representa um importante sinal de alerta para transportadores, embarcadores, contratantes e demais agentes envolvidos na contratação do transporte, uma vez que a manutenção de preços abaixo dos custos compromete a sustentabilidade econômica das operações e, consequentemente, a capacidade de manutenção da qualidade e da segurança dos serviços.</p>
<p>A defasagem de 10,5% é o principal alerta</p>
<p>Após um período de maior estabilidade dos custos operacionais em 2025, o primeiro semestre de 2026 foi marcado por forte pressão sobre os custos do transporte, especialmente em razão dos combustíveis.</p>
<p>No período, o combustível apresentou aumento acumulado de 17,63%, enquanto os demais componentes também registraram elevação:</p>
<table border="0" width="550" align="center">
<tbody>
<tr>
<td align="center" width="249"><strong>Componente de custo</strong></td>
<td align="center" width="291"><strong>Acumulado no 1º semestre de 2026</strong></td>
</tr>
<tr>
<td align="center">Caminhão</td>
<td align="center">1,32%</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">Mão de obra</td>
<td align="center">5,00%</td>
</tr>
<tr>
<td align="center">Combustível</td>
<td align="center">17,63%</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Mesmo diante dessa evolução dos custos, os preços praticados no mercado não acompanharam integralmente essa elevação. O resultado é uma defasagem média de 10,5%, que evidencia a necessidade de revisão dos valores atualmente praticados.</p>
<p>O impacto para o transporte e para toda a cadeia</p>
<p>O transporte rodoviário de cargas é essencial para o funcionamento da economia brasileira. Quando o preço contratado não acompanha o custo necessário para realizar a operação, a diferença precisa ser absorvida pelo transportador, reduzindo sua margem e comprometendo sua capacidade de investimento, por exemplo, em renovação de frota, manutenção, segurança e melhoria dos serviços.</p>
<p>Por isso, a recomposição do frete não deve ser vista apenas como uma questão do transportador, mas como uma necessidade para preservar a sustentabilidade de toda a cadeia logística.</p>
<p>Além da recomposição do frete, é fundamental que sejam corretamente considerados os componentes tarifários aplicáveis a cada operação, especialmente Frete-Valor, GRIS, TSO, custos de gerenciamento de riscos, cobrança adequada de cubagem e demais taxas e serviços adicionais.</p>
<p>Também merece atenção o custo financeiro decorrente dos prazos concedidos aos clientes. Com a Selic ainda elevada, o financiamento desses prazos representa um custo adicional para o transportador que não está contemplado nas planilhas referenciais de custos da NTC.</p>
<p>A recomposição dos valores</p>
<p>A defasagem média de 10,5% demonstra que os preços atualmente praticados não refletem integralmente o custo necessário para a prestação do serviço de transporte.</p>
<p>Esse cenário aponta a necessidade de que transportadores e contratantes revisem os valores de frete e seus componentes, buscando recompor as perdas acumuladas e estabelecer preços compatíveis com os custos efetivos de cada operação.</p>
<p>A recomposição adequada dos preços é fundamental para assegurar a continuidade, qualidade, segurança e sustentabilidade do Transporte Rodoviário de Cargas, setor essencial para o abastecimento da população, o funcionamento das empresas e o desenvolvimento da economia brasileira.</p>
<p>Frete adequado é condição para um transporte sustentável.</p>
<p>Brasília, 27 de agosto de 2026.<br />Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística – NTC&amp;Logística</p></div>
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		<item>
		<title>Contratos da ANTT garantem rede de atendimento 24 horas aos usuários nas rodovias concedidas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/contratos-da-antt-garantem-rede-de-atendimento-24-horas-aos-usuarios-nas-rodovias-concedidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:58:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com cerca de 346 bases em todo o país, Serviços de Atendimento ao Usuário oferecem suporte em emergências, apoio mecânico, banheiros, áreas de descanso e informações para quem trafega pelas rodovias federais concedidas.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="documentDescription" style="text-align: center;"><em>Com cerca de 346 bases em todo o país, Serviços de Atendimento ao Usuário oferecem suporte em emergências, apoio mecânico, banheiros, áreas de descanso e informações para quem trafega pelas rodovias federais concedidas</em></div>
<div> </div>
<div> </div>
<div>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 &#091;&#093;">Durante uma viagem, mesmo em trajetos curtos, imprevistos podem acontecer. Uma pane mecânica, a necessidade de uma parada para descanso ou uma situação de emergência podem interromper o deslocamento. Para garantir assistência permanente aos motoristas e passageiros, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) estabelece, nos contratos de concessão, a prestação dos Serviços de Atendimento ao Usuário (SAU), mantidos pelas concessionárias sob regulação e fiscalização da Agência. Atualmente, cerca de 346 bases estão em operação nas rodovias federais concedidas em todo o país.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">O SAU integra a estrutura de atendimento prevista nos contratos e funciona como uma rede de apoio ao longo das rodovias. Por meio do serviço, o usuário pode solicitar auxílio em situações de emergência, comunicar acidentes e outras ocorrências, informar a presença de animais ou objetos na pista e obter informações sobre as condições da rodovia.</p>
<h2>Apoio para quem está na estrada</h2>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Uma das principais estruturas do SAU são as Bases de Serviços Operacionais (BSOs), também conhecidas como bases do SAU. Instaladas em pontos estratégicos das rodovias, elas oferecem suporte aos usuários durante todo o percurso.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Entre as estruturas que podem estar disponíveis estão sanitários, inclusive adaptados para pessoas com mobilidade reduzida, bebedouros, fraldários, estacionamento para veículos leves e pesados e áreas de descanso.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">As bases também podem contar com totens de autoatendimento, que permitem ao usuário entrar em contato com o Centro de Controle Operacional (CCO), acessar a internet e consultar informações sobre a rodovia. A estrutura operacional inclui ainda recursos para atendimento de emergência, apoio mecânico e acionamento de guinchos.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">A prestação desse atendimento é uma obrigação das concessionárias e funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, inclusive aos sábados, domingos e feriados.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Atualmente, são cerca de 346 bases ativas distribuídas pelas concessões rodoviárias federais. A Nova Rota do Oeste, por exemplo, conta com 18 unidades em operação. Outras concessionárias possuem diferentes quantitativos de bases, de acordo com as características e obrigações previstas em cada contrato.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">A rede segue em expansão. Na concessão da Way-364, por exemplo, está prevista a implantação de novas bases operacionais de atendimento até outubro de 2026.</p>
<h2>CCO e SAU trabalham de forma integrada</h2>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Por trás do atendimento realizado diretamente na rodovia está o Centro de Controle Operacional (CCO), estrutura responsável por concentrar informações sobre as condições da via e coordenar os recursos necessários para responder às ocorrências.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">O contato com o CCO pode ser feito pelos canais de atendimento das concessionárias ou pelos totens disponíveis nas bases do SAU.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Quando uma ocorrência é registrada, são coletadas informações iniciais como localização, tipo de situação, quantidade de veículos envolvidos e eventual existência de vítimas. A partir desses dados, o CCO avalia o cenário e define os recursos que precisam ser enviados ao local.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Dependendo da ocorrência, podem ser acionadas viaturas de inspeção, ambulâncias, guinchos leves ou pesados e veículos destinados à sinalização e ao apoio operacional.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Nos casos que exigem atuação conjunta, o atendimento também pode envolver órgãos como a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Essa integração permite que, enquanto o usuário solicita auxílio, o CCO coordene simultaneamente a resposta operacional e o deslocamento das equipes, contribuindo para reduzir o tempo de atendimento e restabelecer, com maior agilidade, as condições de segurança e circulação na rodovia.</p>
<h2>Saiba onde encontrar atendimento</h2>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Para localizar as bases do Serviço de Atendimento ao Usuário nas rodovias federais concedidas, o motorista deve consultar os canais oficiais da concessionária responsável pelo trecho.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Nos sites das empresas é possível verificar a localização das bases, os serviços oferecidos e os telefones e demais canais disponíveis para solicitar atendimento durante a viagem.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Ao estabelecer essas estruturas nos contratos e acompanhar permanentemente sua prestação, a ANTT atua para que as rodovias concedidas contem com uma rede de assistência capaz de oferecer mais segurança, suporte e informação ao usuário ao longo de toda a viagem.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">
<div id="antt-whatsapp-informa"> </div>
</div>
<div id="viewlet-above-content-body"> </div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>Desemprego cai para 5,3%, o menor para o trimestre terminado em julho</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/desemprego-cai-para-53-o-menor-para-o-trimestre-terminado-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:55:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204649826</guid>

					<description><![CDATA[<p>População ocupada atinge recorde de 103,3 milhões de pessoas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_7 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="header-noticia full-width">
<div class="linha-fina-noticia" style="text-align: center;"><em>População ocupada atinge recorde de 103,3 milhões de pessoas</em></div>
</div>
<div> </div>
<div>
<p><strong>A taxa de desemprego no trimestre terminado em julho ficou em 5,3%. </strong>O resultado representa o menor patamar para esse período de três meses de toda a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700743&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700743&amp;o=node" /></p>
<p>No trimestre anterior, terminado em abril, a taxa era de 5,8%. Já no mesmo período do ano passado, 5,6%.</p>
<p>Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (27) pelo <a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/3086/pnacm_2026_jul.pdf" target="_blank" rel="noopener">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</a>. </p>
<p>A <strong>Pnad revelou que o número de pessoas ocupadas atingiu 103,3 milhões, recorde da série histórica. O número de empregados com carteira assinada (excluindo trabalhadores domésticos) foi 39,4 milhões, também o maior da série histórica.</strong></p>
<p>Já a quantidade de trabalhadores sem carteira assinada era de 13,8 milhões, crescimento de 3,6% na comparação com o período até abril (mais 477 mil pessoas).</p>
<p><strong>De acordo com o analista da pesquisa, William Kratochwill, o crescimento da ocupação no trimestre até julho foi puxado pelo setor de construção civil.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A maioria aconteceu entre pedreiros e trabalhadores elementares da construção de edifícios”, cita.</p>
</blockquote>
<p><strong>O analista acrescenta que mudanças tecnológicas têm facilitado a obtenção de ocupação.</strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;Hoje em dia, com telefone e bicicleta, você consegue trabalhar. A tecnologia está mudando o mercado de trabalho&#8221;, diz.</p>
</blockquote>
<p>A ocupação no agrupamento transporte, armazenagem e correio, que inclui entregadores de aplicativo, cresceu 5,4% na comparação com o mesmo trimestre de 2025.</p>
<p><strong>O contingente de desocupados ficou em 5,8 milhões, o que significa menos 503 mil pessoas (recuo de 8%) em relação ao trimestre de fevereiro a abril.</strong></p>
<p>A taxa de informalidade &#8211; proporção de trabalhadores informais na população ocupada &#8211; foi 37,5%. Até abril estava em 37,2%.</p>
<p>O IBGE aponta como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e 13º salário.</p>
<p>A população desalentada, formada por pessoas que não procuravam emprego pois acreditavam que não conseguiriam uma vaga, marcou 2,3 milhões de pessoas, queda de 9,7% no trimestre.</p>
<p><strong>O rendimento médio do trabalhador ficou em R$ 3.762, recuo de 0,7% na comparação com o período até abril. O IBGE classifica essa diferença como “estável”.</strong></p>
<h2>A pesquisa</h2>
<p>A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.</p>
<p>Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. <strong>São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.</strong></p>
<p>O menor desemprego já registrado pela Pnad foi 5,1%, no último trimestre de 2025. A maior taxa já constatada foi 14,9%, atingida em dois períodos: nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19.</p>
</div>
<div class="subheader">
<div class="container-autoria"> </div>
</div></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/desemprego-cai-para-53-o-menor-para-o-trimestre-terminado-em-julho/">Desemprego cai para 5,3%, o menor para o trimestre terminado em julho</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Serviços ocuparam 15,9 milhões e pagaram média de 2,2 mínimos em 2024</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/servicos-ocuparam-159-milhoes-e-pagaram-media-de-22-minimos-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:52:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204649816</guid>

					<description><![CDATA[<p>Atividades agregaram R$ 2,1 trilhões à economia, mostra IBGE.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/servicos-ocuparam-159-milhoes-e-pagaram-media-de-22-minimos-em-2024/">Serviços ocuparam 15,9 milhões e pagaram média de 2,2 mínimos em 2024</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_8 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="header-noticia full-width">
<div class="linha-fina-noticia" style="text-align: center;"><em>Atividades agregaram R$ 2,1 trilhões à economia, mostra IBGE</em></div>
</div>
<div> </div>
<div> </div>
<div>
<p>O setor de prestação de serviços não financeiros empregou 15,9 milhões de pessoas em 2024. Esses trabalhadores receberam, em média, 2,2 salários mínimos mensais.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700724&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700724&amp;o=node" /></p>
<p>Há dois anos, o cenário era composto por 1,9 milhão de empresas ativas que pagaram, ao todo, R$ 644,2 bilhões em salários e outras remunerações, como férias e comissões.</p>
<p><strong>Os dados fazem parte da Pesquisa Anual de Serviços, divulgada nesta quinta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</strong></p>
<p><strong>O setor de serviços não financeiros abrange áreas como educação, escritórios de advocacia, imobiliárias, restaurantes, salão de beleza, tecnologia da informação, telecomunicação, transportes, turismo e vigilância. Bancos não estão incluídos.</strong></p>
<p>As empresas pesquisadas somaram receita operacional líquida de R$ 3,5 milhões em 2024 e adicionaram R$ 2,1 trilhões ao Produto Interno Bruto (PIB), o conjunto de todos os bens e serviços produzidos no país.</p>
<p><strong>A Pesquisa Anual de Serviços já tinha sido realizada em anos anteriores. Mas por causa de mudança de metodologia e forma de obter os dados, o IBGE interrompeu a série histórica, de forma que não é possível fazer comparações com outras edições.</strong></p>
<h2>Mais empregadores</h2>
<p><strong>O levantamento mostra que o ramo classificado como atividades de alimentação (restaurantes, bares e bufês, por exemplo) é o maior empregador do setor, absorvendo 1,9 milhão de pessoas, o que representava 11,7% da mão de obra de todas as empresas de serviços não financeiros.</strong></p>
<p>Em seguida aparece o contingente de serviços técnico-profissionais (1,8 milhão de pessoas e 11,2% dos postos de trabalho). Entram nessa categoria empresas de consultorias em informática, de auditoria, contábeis e escritórios jurídicos, por exemplo.</p>
<p><strong>Veja as dez atividades de serviços que empregam a maior parcela de pessoas:</strong></p>
<p>Atividades de alimentação: 11,7%</p>
<p>Serviços técnico-profissionais: 11,2%</p>
<p>Serviços de escritório e apoio administrativo: 8,3%</p>
<p>Transporte rodoviário de cargas: 8,1%</p>
<p>Serviços para edifícios e atividades paisagísticas: 7,9%</p>
<p>Seleção, agenciamento e locação de mão de obra: 6,3%</p>
<p>Tecnologia da informação: 5,6%</p>
<p>Vigilância, segurança e investigação: 4,4%</p>
<p>Transporte rodoviário de passageiros: 3,7%</p>
<p>Armazenamento e atividades auxiliares aos transportes: 3,4%</p>
<p><strong>As empresas de serviços não financeiros têm, em média, oito funcionários. No entanto, empresas de transporte ferroviário e metroviário (890), dutoviário (467) e aéreo (234) se destacam no ranking de porte por número de trabalhadores.</strong></p>
<h2>Salário médio</h2>
<p>O salário médio mensal do setor de serviços em 2024 era equivalente a 2,2 salários mínimos. Naquele ano, o mínimo era de R$ 1.412.</p>
<p><strong>A liderança do ranking de atividades coube aos trabalhadores de empresas de transporte dutoviário, com média de 21,1 salários mínimos</strong>. Esse patamar é mais de três vezes superior ao da segunda atividade mais bem remunerada, transporte aquaviário, com média mensal de 6,9 salários mínimos.</p>
<p>Em 2024, 6,5 mil pessoas trabalhavam em empresas de transporte dutoviário.</p>
<p><strong>O analista da pesquisa, Marcelo Miranda, aponta dois fatores que podem explicar o destaque da remuneração no setor de transporte dutoviário: “exigência de qualificação técnica muito alta e o risco para os trabalhadores da atividade”.</strong></p>
<p>A atividade campeã de vagas de trabalho, serviços de alimentação, pagou média de 1,4 mínimo. O contingente de serviços técnico-profissionais recebia 2,56 salários mínimos mensais em média.</p>
<p><strong>Veja as dez atividades com maiores remunerações em salários mínimos:</strong></p>
<p>Transporte dutoviário: 21,1</p>
<p>Transporte aquaviário: 6,9</p>
<p>Transporte aéreo: 6,6</p>
<p>Transporte ferroviário e metroferroviário: 5,5</p>
<p>Serviços de tecnologia da informação: 5,2</p>
<p>Atividades auxiliares dos serviços financeiros, seguros e previdência complementar: 4,6</p>
<p>Atividades cinematográficas, produção de vídeos e de programas de televisão: 3,8</p>
<p>Edição e edição integrada à impressão: 3,2</p>
<p>Correio e outras atividades de entrega: 3,2</p>
<p>Telecomunicações: 3,1</p>
<p><strong>O analista Marcelo Miranda destaca que os mais de R$ 2 trilhões que os serviços adicionam ao PIB do país, à época em R$ 11,7 trilhões, mostram a importância das atividades.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Os serviços são a principal fonte de valor de PIB para dentro do país. Têm também a sua capacidade de gerar renda, R$ 644 bilhões para as pessoas que estão trabalhando”, afirma.</p>
</blockquote>
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		<title>Público-alvo: foque no que realmente funciona</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/publico-alvo-foque-no-que-realmente-funciona-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:51:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SETCESP]]></category>
		<category><![CDATA[marketing e comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[público-alvo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Concentre esforços no que dá certo para ampliar sua rede de clientes e consumidores</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><em>Concentre esforços no público-alvo</em><em> para ampliar sua rede de clientes e consumidores</em></p>
<p>Ao invés de atirar para todo lado, que tal valorizar o caminho que dá certo? Afinal, quem tudo quer, nada tem; e mais vale um pássaro na mão do que dois voando. Estes ditos populares ilustram bem o ponto principal deste texto: <strong>conquistar clientes e consumidores investindo na estratégia certa</strong>.</p>
<p>No <a href="https://setcesp.org.br/noticias/estrategia-de-marketing-o-poder-inbound-para-o-seu-negocio/" target="_blank" rel="noopener">marketing</a>, isso significa saber exatamente com quem você quer falar, isto é, o seu <strong>público-alvo</strong>, também chamado de persona.</p>
<p>Segundo a especialista em marketing digital, Mariana Araújo, o público-alvo é como um personagem fictício que representa o cliente ideal de um negócio. “Suas chances de negociação aumentam quando você fala com quem está interessado, e aí é possível convertê-lo em um lead e gerar uma venda ou contratação”, diz ela.</p>
<p>Um lead é um <strong>potencial cliente,</strong> alguém que ainda não fechou o negócio, mas demonstrou interesse. “Já o público-alvo é estabelecido por características como: idade, profissão, comportamentos, necessidades, entre outros aspectos”, conforme conta Pedro Ribeiro, especialista em marketing estratégico.</p>
<p>Após essa definição, a estratégia é selecionar as pessoas que têm maior probabilidade de se interessarem pelo seu produto, serviço ou mensagem e direcionar sua comunicação para quem realmente importa.</p>
<h3><strong>A armadilha de falar com todo mundo</strong></h3>
<p>Ao fazer uma divulgação do seu negócio de forma ampla, é claro que você pode alcançar um grande número de pessoas e até se espera isso. Entretanto, nem todo mundo de fato terá aquela necessidade ou desejo que possa ser suprido pela sua oferta.</p>
<p>Para exemplificar melhor, Araújo cita a Coca-Cola. A marca de refrigerante investe em campanhas que associam o refrigerante a momentos de afeto e conexão. “Eles impactam pessoas que valorizam estar com a família reunida no almoço de domingo. Transformam esse sentimento em desejo de consumo”.</p>
<p>Já Ribeiro explica que, na área de marketing, uma campanha publicitária é normalmente dividida entre mídia on, que corresponde aos canais digitais, e mídia off, que abrange os meios impressos ou analógicos. Nas mídias digitais, o direcionamento ao público é muito mais preciso. “Não oferecem bicicletas para quem não gosta de pedalar”.</p>
<p>Por outro lado, a mídia off, embora também considere o público-alvo, tem como característica apresentar o produto ou serviço de forma mais ampla e generalista. “É um disparo de canhão: atinge muita gente ao mesmo tempo, mas sem mirar com exatidão”, compara ele.</p>
<p>Como identificar seu público-alvo?</p>
<p>Para definir seu público-alvo, é preciso fazer as perguntas certas e analisar dados como idade, localização, estilo de vida e hábitos de consumo. Hoje, as ferramentas digitais de marketing ajudam bastante nesse processo, permitindo segmentar com precisão.</p>
<p>Essas informações podem ser obtidas por meio de pesquisas enviadas por e-mail, mensagens ou ligações. Também é possível usar sua base atual de clientes para traçar perfis e segmentar a comunicação.</p>
<p>Com os resultados e análise, é possível entender melhor o comportamento do seu público e compreender:</p>
<ul>
<li>Em qual momento essa pessoa decidiu comprar ou contratar?</li>
<li>Se indicaria o seu produto ou serviço?</li>
<li>Por onde consome os conteúdos da marca: <a href="https://www.instagram.com/">Instagram</a>, WhatsApp, <a href="https://br.linkedin.com/" target="_blank" rel="noopener">LinkedIn</a>, <a href="https://www.tiktok.com/" target="_blank" rel="noopener">TikTok</a>?</li>
</ul>
<p>Araújo conta que, ao segmentar corretamente esse público, é possível abordá-lo no momento ideal, pelo canal mais apropriado e com a linguagem mais eficaz. Isso permite direcionar sua propaganda para onde ela realmente tem mais impacto. “Pode ser que seu público nem abra e-mails, mas esteja o tempo todo no WhatsApp”, diz.</p>
<h3><strong>Estratégia para converter</strong></h3>
<p>Fazendo o direcionamento da publicidade, as chances de conversão aumentam. Sabendo quem é seu público-alvo e tendo estabelecido um canal de comunicação, o próximo passo é nutrir esse relacionamento com informações relevantes, conteúdos de valor, dicas úteis e presença constante, inclusive, por meio de vídeos nas redes sociais.</p>
<p>“O papel do marketing é ensinar o cliente sobre sua oferta. Quanto mais informações ele tiver a este respeito, mais convencido fica que o seu produto ou serviço é o certo para aquilo que ele está buscando”, avalia Ribeiro.</p>
<p>E assim, o público-alvo vai percorrendo o caminho conhecido como estratégia de funil, indo do topo para o meio, até o final, onde ele já estará pronto para a conversão, que é a chance de venda ou contratação.</p>
<p>Araújo lembra que estabelecer público-alvo é gastar energia naquilo que faz sentido. “Não consumo as mesmas coisas que minha mãe ou vó. Saber disso é essencial para acertar na comunicação. Nem tudo é para todo mundo”.</p></div>
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