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	<title>Mariana Araujo, Autor em SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Mariana Araujo, Autor em SETCESP</title>
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		<title>Crédito Outorgado não é base de cálculo para PIS e COFINS</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/credito-outorgado-nao-e-base-de-calculo-para-pis-e-cofins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:28:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 1996 foi publicado o Convênio ICMS nº 106/1996 do Conselho Nacional de Política Fazendária que permitiu aos governos estaduais oferecer aos contribuintes do ICMS o direito de abater deste imposto 20% do valor devido, desde que as empresas não se creditassem de nenhum insumo adquirido.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/credito-outorgado-nao-e-base-de-calculo-para-pis-e-cofins/">Crédito Outorgado não é base de cálculo para PIS e COFINS</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>Por Adauto Bentivegna Filho</em></p>
<p>Em 1996 foi publicado o Convênio ICMS nº 106/1996 do Conselho Nacional de Política Fazendária que permitiu aos governos estaduais oferecer aos contribuintes do ICMS o direito de abater deste imposto 20% do valor devido, desde que as empresas não se creditassem de nenhum insumo adquirido.</p>
<p>No Estado de São Paulo este Convênio foi recepcionado pelo regulamento do ICMS, Decreto nº 45.490/2000, Anexo III, cuja redação trata este abatimento de 20% do valor devido a título de ICMS como “<span class="il">crédito</span> outorgado”, embora tenha ficado conhecido popularmente como “<span class="il">crédito</span> presumido”.</p>
<p>E é importante, neste passo, esclarecer que não devemos confundir <span class="il">crédito</span> presumido com lucro presumido, pois são institutos diferentes. O <span class="il">crédito</span> presumido, como popularmente ficou conhecido, repita-se, pois o nome dado pelo Anexo III do regulamento do ICMS paulista foi de <span class="il">crédito</span> outorgado, se refere ao ICMS, imposto de caráter estadual; e o lucro presumido se refere à opção que as empresas fazem para recolher o IRPJ, CSLL, <span class="il">PIS</span> e <span class="il">COFINS</span>. Neste texto estamos tratando do <span class="il">crédito</span> presumido, ou seja, que se refere ao abatimento de 20% do ICMS devido, porém, por fidelidade ao texto do regulamento do ICMS paulista e para fins didáticos iremos utilizar os termos “<span class="il">crédito</span> outorgado”.</p>
<p>Pois bem, um debate que surgiu há cerca de 10 (dez) anos atrás pela Receita Federal do Brasil foi sobre qual a natureza jurídica deste 20% descontados do valor do ICMS devido pelas empresas, se tal vantagem não seria receitas operacionais, e como tal comporia o faturamento da empresa e por isso haveria incidência do <span class="il">PIS</span> e da <span class="il">COFINS</span>.</p>
<p>Esta controvérsia chegou ao Supremo Tribunal Federal, e no dia 07.10.2026 a Suprema Corte decidiu, por maioria, que o <span class="il">crédito</span> outorgado não fará parte da <span class="il">base de cálculo</span> do <span class="il">PIS</span> e da <span class="il">COFINS</span>, trazendo assim tranquilidade para a maioria das empresas que poderiam ser condenadas a recolherem as citadas Contribuições sobre o faturamento dos últimos 5 (cinco) anos de diferença de <span class="il">PIS</span> e <span class="il">COFINS</span>, caso a decisão não fosse modulada.</p>
<p>Inclusive a Receita Federal do Brasil publicou a Consulta COSIT nº 180, ratificando o entendimento de que o valor aproveitado pela empresa como <span class="il">crédito</span> outorgado não compõe a <span class="il">base de cálculo</span> do <span class="il">PIS</span> e da <span class="il">COFINS</span>.</p>
<p>Assim, de forma concreta, nada muda para as empresas no aproveitamento do <span class="il">crédito</span> outorgado, bem como no recolhimento do <span class="il">PIS</span> e da <span class="il">COFINS</span>, mas traz segurança jurídica, já que não há mais controvérsia sobre a natureza jurídica do <span class="il">crédito</span> outorgado, ou seja, que ele não é base de incidência de <span class="il">PIS</span> e da <span class="il">COFINS</span>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Por Adauto Bentivegna Filho<br /></em><em>Assessor Jurídico do SETCESP</em></p></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
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		<title>O que o FMI prevê para a economia brasileira em 2027 — e os desafios para retomar o crescimento</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/o-que-o-fmi-preve-para-a-economia-brasileira-em-2027-e-os-desafios-para-retomar-o-crescimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:23:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assim como analistas de mercado no Brasil, Fundo Monetário Internacional prevê que crescimento da economia brasileira vai perder fôlego no próximo ano.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-que-o-fmi-preve-para-a-economia-brasileira-em-2027-e-os-desafios-para-retomar-o-crescimento/">O que o FMI prevê para a economia brasileira em 2027 — e os desafios para retomar o crescimento</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="row content-head mc-column non-featured ">
<div class="medium-centered subtitle">
<p class="content-head__subtitle" style="text-align: center;"><em>Assim como analistas de mercado no Brasil, Fundo Monetário Internacional prevê que crescimento da economia brasileira vai perder fôlego no próximo ano.</em></p>
<div id="chunk-5t419">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O Fundo Monetário Internacional prevê que o crescimento da economia brasileira vai perder fôlego no próximo ano — registrando um aumento menor do que o previsto para 2026.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-7apgp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A avaliação faz parte do relatório Perspectiva Econômica Mundial, em que a entidade sediada em Washington faz previsões sobre toda a economia global.</p>
<div id="chunk-adoct">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo o FMI, essa desaceleração do crescimento econômico brasileiro reflete &#8220;condições monetárias ainda restritivas — voltadas para o retorno da inflação à meta —, a retirada de estímulos da política fiscal e a incerteza global&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e10fc"> </div>
<div id="chunk-cmg9e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Desde o começo do ano, o Banco Central vem cortando a taxa básica de juros da economia — que já caiu de 15% para 13,75%.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-934s2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Na mais recente ata do Comitê de Política Monetária (Copom), o Banco Central destacou que os juros altos no Brasil têm provocado uma desaceleração da economia — mas que a taxa continuará caindo aos poucos para impedir a volta da inflação.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3ik1a">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Os últimos dados do PIB brasileiro confirmam essa desaceleração. A economia nacional havia crescido 3,4% em 2024 e 2,3% em 2025.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8p32o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Mas os dados mais recentes do IBGE mostram que o PIB perdeu força no segundo trimestre de 2026, com uma alta de 0,5% em relação ao trimestre anterior, abaixo do avanço de 1,1% registrado no primeiro trimestre.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-eit54">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">As previsões do <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a> para 2026 e 2027 são mais otimistas do que a do mercado brasileiro. O mais recente Boletim Focus, do Banco Central, — de 2 de outubro — mostra que os agentes do mercado brasileiro acreditam que o crescimento econômico brasileiro será de 1,85% este ano e 1,4% em 2027.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c6vau">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Pela quarta semana consecutiva, as previsões de crescimento da economia brasileira caíram nas medianas do Focus.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-j567">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O crescimento projetado para a economia brasileira pelo <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a> está levemente abaixo do previsto para a América Latina, que é de 2,3% em 2026 e 2,5% em 2027.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-370jn"> </div>
<div id="chunk-f2bdo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No Brasil, a expectativa do <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a> é de queda da inflação, mas aumento do desemprego.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1n9fl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a> prevê que a inflação brasileira vai cair de 5% no ano passado para 4,4% este ano e 4,1% em 2027. Já a taxa de desemprego subiria de 6% em 2025 para 6,2% este ano e 6,8% em 2027.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4hl2i">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">De novo, as previsões do <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a> parecem mais positivas do que as do mercado brasileiro. Segundo o Focus, o Brasil fecharia 2026 e 2027 com inflação de 5,01% e 4,3% respectivamente.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-eqr7r">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="25">
<p class="content-text__container" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">
<div class="content-intertitle">
<h2>Economia global &#8216;resiliente mas sob pressão&#8217;</h2>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-768kf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="26">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Já o resto do mundo cresceria em um ritmo mais acelerado do que o brasileiro, segundo a projeção do Fundo: de 3,4% este ano e 3,6% em 2027.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bik2s">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="27">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo o <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a>, a economia global está &#8220;resiliente sob pressão&#8221; — que é o nome do relatório.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-78cj7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O mundo enfrenta hoje diversos desafios econômicos: uma inflação alta — que deve atingir 4,7% na média global este ano para depois cair para 4,1% em 2027 —, uma escalada de conflitos no Oriente Médio e na Ucrânia, uma reavaliação sobre as expectativas ligadas à inteligência artificial, tensões comerciais entre os países e problemas fiscais em diversos governos.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">&#8220;Por outro lado, um impulso mais forte nos investimentos em IA e ganhos de produtividade decorrentes da IA, ou um alívio sustentado das tensões geopolíticas e comerciais, poderiam fortalecer o crescimento&#8221;, afirma o <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a>.</p>
<div id="chunk-9acdl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo o <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a>, a atividade econômica global tem se mantido resiliente apesar da guerra no Oriente Médio, sustentada pela adaptação do setor privado e por investimentos robustos em inteligência artificial.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4cc5g">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="31">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">&#8220;No entanto, a inflação está em alta, a disparidade entre as economias que se beneficiam do ciclo de expansão tecnológica ou de termos de troca favoráveis ​​e aquelas que enfrentam custos de importação mais elevados e demanda mais fraca está aumentando&#8221;, diz o <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d6sr2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="32">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O Fundo também afirma que o preço dos alimentos e energia vêm subindo nos últimos cinco anos, corroendo o poder de compra das famílias e aumentando a desigualdade e a pobreza.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5ung">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="33">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a> defende que as políticas públicas que mais funcionaram para lidar com esses desequilíbrios foram de apoio à renda para famílias vulneráveis economicamente.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7qg90">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="34">
<p class="content-text__container" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">
<div class="content-intertitle">
<h2>2027 mais lento no Brasil</h2>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ae148">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="35">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A previsão do <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/tudo-sobre/fmi/">FMI</a> de um crescimento mais lento do Brasil em 2027 está em linha com o que muitos analistas brasileiros já apontavam.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ai4lq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="36">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Economistas ouvidos pela BBC News Brasil no mês passado já antecipavam um crescimento mais lento para a segunda metade deste ano e para 2027, com a perda de força dos estímulos fiscais feitos por governo federal e governos estaduais no primeiro semestre, em meio à corrida eleitoral.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5q443"> </div>
<div id="chunk-1lb2e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="37">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Ao mesmo tempo, os investimentos devem seguir reduzidos, diante do cenário de juros altos, que também têm se refletido nos diversos pedidos de recuperação judicial no setor de varejo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3ntjg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="38">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Esse cenário de restrições à atividade econômica deve continuar no próximo ano, contribuindo para o menor crescimento do PIB, preveem os analistas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c3m20">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="39">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Flávio Serrano, economista-chefe do Banco Bmg, projetava um crescimento de 1,5% do PIB em 2027, mas acredita que esse número possa, na verdade, ser mais próximo de 1%.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-als9h">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="40">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O economista cita como fatores para esse pessimismo a redução da taxa básica de juros mais lenta do que era esperado no início do ano, o aumento do endividamento e a redução do impulso fiscal pelo governo, passado o ciclo eleitoral.</p>
</div>
</div>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Pesam também condições financeiras mais desfavoráveis, com juros mais altos no mundo e petróleo em alta, pressionando a inflação local.</p>
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">&#8220;Ano que vem provavelmente também tem PIB negativo do agro, por causa do efeito do El Niño&#8221;, diz Serrano.</p>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Alex Agostini, economista-chefe da agência de avaliação de risco Austin Rating, disse à BBC News Brasil em setembro que o cenário fiscal conturbado deve ser a maior pedra no sapato do novo governo.</p>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/o-que-o-fmi-preve-para-a-economia-brasileira-em-2027-e-os-desafios-para-retomar-o-crescimento/">O que o FMI prevê para a economia brasileira em 2027 — e os desafios para retomar o crescimento</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Setor de serviços cai 0,1% de julho para agosto, mostra IBGE</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/setor-de-servicos-cai-01-de-julho-para-agosto-mostra-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 19:15:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o resultado, atividade está 19,9% acima do nível pré-pandemia.</p>
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<div class="linha-fina-noticia" style="text-align: center;"><em>Com o resultado, atividade está 19,9% acima do nível pré-pandemia</em></div>
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<p><strong>O volume do setor de serviços apresentou variação negativa de 0,1% em agosto deste ano, na comparação com o mês anterior. Em julho, a atividade ficou estável, e, em junho, cresceu 0,1%.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705302&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705302&amp;o=node" /></p>
<p>Os dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) foram divulgados nesta quarta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>Os serviços, no entanto, cresceram 0,6% na comparação com agosto do ano passado, 1,7% no acumulado dos oito primeiros meses do ano e 2,2% no acumulado de 12 meses.</p>
<p><strong>Com o resultado, o setor está 19,9% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020) e 0,3% abaixo do maior patamar da série histórica (outubro de 2025).</strong></p>
<p>Em relação à receita nominal, o setor apresentou taxas de crescimento de 0,2% na comparação com julho deste ano, de 6,1% na comparação com agosto do ano passado, de 7,4% no acumulado do ano e de 7,5% no acumulado de 12 meses.</p>
<p>Na passagem de julho para agosto deste ano, o volume cresceu apenas no segmento de serviços prestados às famílias (2,1%). Os serviços de informação e comunicação não apresentaram variação de julho para agosto.</p>
<p>Os outros três segmentos dos serviços caíram de julho para agosto: outros serviços (-1%); transportes (-0,2%); e profissionais, administrativos e complementares (-0,2%).</p>
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		<title>Crédito extraordinário para combustíveis reforça preocupação manifestada pelo setor</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/credito-extraordinario-para-combustiveis-reforca-preocupacao-manifestada-pelo-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 18:58:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A iniciativa reforça a relevância das preocupações manifestadas anteriormente pelo SETCESP sobre os efeitos das tensões internacionais no mercado de energia, a pressão sobre os custos do transporte e a necessidade de preservar o abastecimento nacional.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/credito-extraordinario-para-combustiveis-reforca-preocupacao-manifestada-pelo-setor/">Crédito extraordinário para combustíveis reforça preocupação manifestada pelo setor</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="font-weight: 400;">O SETCESP informa aos associados e ao público a publicação da Medida Provisória nº 1.395, de 8 de outubro de 2026, que abre crédito extraordinário de <strong>R$ 7,52 bilhões</strong> em favor do Ministério de Minas e Energia, com recursos destinados à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), para custear subvenções à produção e à importação de combustíveis.</p>
<p style="font-weight: 400;">Do total autorizado, <strong>R$ 6,17 bilhões estão destinados à subvenção específica ao óleo diesel de uso rodoviário</strong>, enquanto R$ 1,35 bilhão atende à programação de subvenção a combustíveis derivados de petróleo prevista no anexo da medida.</p>
<p style="font-weight: 400;">A iniciativa reforça a relevância das preocupações manifestadas anteriormente pelo SETCESP sobre os efeitos das tensões internacionais no mercado de energia, a pressão sobre os custos do transporte e a necessidade de preservar o abastecimento nacional.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para o transporte rodoviário de cargas, as subvenções podem amortecer a pressão sobre o preço do diesel e contribuir para a continuidade das operações. Entretanto, <strong>a abertura do crédito não representa, por si só, um novo desconto na bomba nem pagamento direto às transportadoras</strong>. O benefício ao setor depende da efetiva transmissão da subvenção ao longo da cadeia de comercialização.</p>
<p style="font-weight: 400;">Também é necessário considerar que esse apoio utiliza recursos públicos. Parte do custo do combustível passa a ser suportada pelo orçamento federal, o que exige transparência na aplicação dos valores, fiscalização do repasse e avaliação da sustentabilidade da política.</p>
<p style="font-weight: 400;">O SETCESP reconhece a importância das ações voltadas à estabilidade do abastecimento e dos preços, mas destaca que medidas temporárias precisam estar acompanhadas de previsibilidade. A eventual redução ou retirada das subvenções, caso os preços internacionais permaneçam elevados, poderá gerar novas pressões sobre os custos operacionais e os fretes.</p>
<p style="font-weight: 400;">A entidade continuará acompanhando o cenário e defendendo condições que assegurem o abastecimento, a sustentabilidade das empresas e a continuidade do transporte de cargas, atividade essencial à economia e ao atendimento da população.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>SETCESP — Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região</strong><br />São Paulo, 9 de outubro de 2026.</p>
<p><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/mpv/mpv1395.htm#anexo" target="_blank" rel="noopener"><strong>Leia na íntegra a Medida Provisória nº 1.395/2026.</strong></a></p>
<p style="font-weight: 400;"></div>
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		<item>
		<title>Ministério da Fazenda define alíquota da CBS sobre preço e combustíveis</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/ministerio-da-fazenda-define-aliquota-da-cbs-sobre-preco-e-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 18:50:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combustível]]></category>
		<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204651339</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Ministro da Fazenda publicou a Portaria nº 3.074/2026 que determina a alíquota da CBS incidentes sobre os combustíveis.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/ministerio-da-fazenda-define-aliquota-da-cbs-sobre-preco-e-combustiveis/">Ministério da Fazenda define alíquota da CBS sobre preço e combustíveis</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: right;"><em>Por Adauto Bentivegna Filho<br /></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Ministro da Fazenda publicou a Portaria nº 3.074/2026 que determina a alíquota da CBS incidentes sobre os <span class="il">combustíveis</span>, vide tabela abaixo.</p>
<p>Como é de conhecimento geral, a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) passará a ser devida a partir de janeiro de 2027, mas como se trata de um tributo, é necessário que se observe o princípio da anterioridade previsto na alínea “c”, inciso III do artigo 150 da Constituição Federal, que impõe um prazo de 90 (noventa) dias para que a exigência tributária entre em vigor.</p>
<p>As alíquotas informadas pelo Ministério da Fazenda são as seguintes:</p>
<p>ALÍQUOTAS ESPECÍFICAS DE <span class="il">COMBUSTÍVEIS</span> (R$/UNIDADE DE MEDIDA).</p>
<p>I &#8211; Gasolina e suas correntes (litro) R$ 0,7925.<br />II &#8211; Etanol Anidro Combustível &#8211; EAC (litro) R$ 0,1922.<br />III &#8211; Óleo Diesel e suas correntes (litro) R$ 0,3515.<br />IV &#8211; Biodiesel (B100), exceto quando produzido com matéria-prima adquirida da agricultura familiar (litro) R$ 0,1480.<br />V &#8211; Gás Liquefeito de Petróleo &#8211; GLP, inclusive o Gás Liquefeito Derivado de Gás Natural &#8211; GLGN, exceto quando destinado ao uso doméstico e envasado em recipientes de até treze quilogramas (kg) R$ 0,1677.<br />VI &#8211; Etanol Hidratado Combustível &#8211; EHC (litro) R$ 0,1922.<br />VII &#8211; Querosene de Aviação &#8211; QAV (litro) R$ 0,0712.<br />VIII &#8211; Óleo Combustível (kg) R$ 0,3403.</p>
<p><em>Por Adauto Bentivegna Filho<br /></em><em>Assessor Jurídico do SETCESP</em></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/ministerio-da-fazenda-define-aliquota-da-cbs-sobre-preco-e-combustiveis/">Ministério da Fazenda define alíquota da CBS sobre preço e combustíveis</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Índice ABCR cai 2,3% em setembro e acende alerta nas estradas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/indice-abcr-cai-23-em-setembro-e-acende-alerta-nas-estradas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 18:34:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204651333</guid>

					<description><![CDATA[<p>Fluxo pedagiado recua com baixa nos leves e pesados; acumulado em 12 meses desacelera para 2,0% e acende sinal amarelo para o consumo e a indústria.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/indice-abcr-cai-23-em-setembro-e-acende-alerta-nas-estradas/">Índice ABCR cai 2,3% em setembro e acende alerta nas estradas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_5 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Fluxo pedagiado recua com baixa nos leves e pesados; acumulado em 12 meses desacelera para 2,0% e acende sinal amarelo para o consumo e a indústria</em></p>
<p>O Índice ABCR, que mede o fluxo pedagiado de veículos nas estradas brasileiras, apresentou redução de 2,3% em setembro de 2026 na comparação dessazonalizada com agosto, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) em conjunto com a Tendências Consultoria.</p>
<p>O resultado refletiu baixas de 2,8% no segmento de veículos leves e de 1,2% nos veículos pesados, em movimento de acomodação após a alta registrada no mês anterior. Na comparação com setembro de 2025, o índice total cresceu 0,2%, com queda de 1,1% no fluxo de pesados e leve alta de 0,7% nos leves. No acumulado dos últimos 12 meses, tanto o índice total quanto suas aberturas por segmento apresentaram alta de 2,0%.</p>
<p>De acordo com os analistas da Tendências Consultoria, Thiago Xavier e Felipe Melchert, o recuo de setembro foi puxado sobretudo pelos veículos leves e, em menor medida, pelos pesados. “A trajetória dos últimos trimestres, porém, indica perda gradual de dinamismo em todos os segmentos e estados analisados. Esse movimento aparece também no acumulado em 12 meses, que convergiu para 2,0% no fluxo total e nos dois segmentos, abaixo das taxas anteriores de 2,5% no total, 2,6% nos leves e 2,3% nos pesados”, afirmaram em comunicado.</p>
<p>No caso dos veículos leves, o desempenho acompanha a perda de fôlego do consumo das famílias, limitado pelo crédito restrito, pelo endividamento elevado e pela maior parte da renda comprometida com dívidas, apesar do mercado de trabalho aquecido, enquanto o preço dos combustíveis restringe as viagens a lazer.</p>
<p>Entre os veículos pesados, a desaceleração reflete a menor atividade da indústria de transformação, que reduz a demanda por transporte de carga, e o fim dos efeitos positivos da safra agrícola do início do ano. A expansão da infraestrutura logística, impulsionada pelo comércio eletrônico, compensa parte dessa perda. Nos custos, o prolongamento da guerra no Oriente Médio contribuiu para a alta do diesel em setembro, o que encareceu o frete e a produção agrícola, e reforçou a pressão sobre a demanda por transporte de cargas.</p>
<p><strong>RJ retrai 6,8% em setembro</strong></p>
<p>No Rio de Janeiro, o fluxo total apresentou queda de 6,8% comparado a agosto na série dessazonalizada. O resultado decorreu das retrações de 5,1% em leves e de 5,6% em pesados. Na comparação com setembro de 2025, o índice total registrou queda de 2,3%, resultado da diminuição de 1,6% nos veículos leves e de 5,6% nos veículos pesados. Nos últimos 12 meses, o índice total cresceu 2,5%, com o fluxo pedagiado de veículos leves acumulando alta de 2,6% e o fluxo de pesados, de 2,1%. No acumulado do ano, o índice total registra avanço de 2,5%, com altas de 2,7% nos leves e de 1,7% nos pesados.</p>
<p><strong>Fluxo paulista cai 3%</strong></p>
<p>Em São Paulo, o fluxo pedagiado total de veículos teve uma queda de 3,0% em setembro na série dessazonalizada. Nesse mesmo critério, os leves apresentaram queda de 3,5% e os pesados, de 1,0%. Em relação ao mesmo período de 2025, o índice total registrou redução de 0,4%, com o fluxo de veículos leves diminuindo 0,1% e o de pesados, 1,3%. No acumulado em 12 meses, o índice total registrou avanço de 1,6%, refletindo altas de 1,6% no fluxo de veículos leves e de 1,5% no de pesados. No acumulado do ano, o índice total apresenta alta de 1,1%, com leves e pesados registrando o mesmo percentual de crescimento.</p>
<p><strong>Fluxo cresce no Brasil</strong></p>
<p>No acumulado do ano, o Índice ABCR total para o Brasil registra alta de 1,6%, com os veículos leves apresentando avanço de 1,6% e os pesados, de 1,7%. Os dados consolidados de setembro reforçam a tendência de desaceleração gradual do fluxo pedagiado, com o acumulado em 12 meses convergindo para 2,0% em todos os segmentos, abaixo das taxas observadas em períodos anteriores.</p>
<p>A combinação de crédito restrito, endividamento das famílias, preço elevado dos combustíveis e menor atividade industrial aponta para um cenário de dinamismo moderado nos próximos meses, ainda que a expansão da infraestrutura logística voltada ao comércio eletrônico ofereça suporte parcial à demanda por transporte de cargas.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/indice-abcr-cai-23-em-setembro-e-acende-alerta-nas-estradas/">Índice ABCR cai 2,3% em setembro e acende alerta nas estradas</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<item>
		<title>Mercado eleva previsão da inflação para 5,22% em 2026</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-522-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 18:23:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204651327</guid>

					<description><![CDATA[<p>Projeção para o PIB permanece em 1,85%.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-522-em-2026/">Mercado eleva previsão da inflação para 5,22% em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_6 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="header-noticia full-width">
<div class="linha-fina-noticia" style="text-align: center;"><em>Projeção para o PIB permanece em 1,85%</em></div>
</div>
<div> </div>
<div>
<p><strong>A projeção do mercado financeiro para a inflação oficial em 2026 subiu de 5,01% para 5,22%, segundo o <em><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/boletim-focus-0" target="_blank" rel="noopener">Boletim Focus</a></em> divulgado nesta terça-feira (13) pelo <a href="https://www.bcb.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Banco Central</a>. Essa foi a quarta alta consecutiva da estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705182&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705182&amp;o=node" /></p>
<p>Ao mesmo tempo, o mercado financeiro manteve a previsão de crescimento da economia em 1,85% e reduziu a expectativa para a<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/selic" target="_blank" rel="noopener"> taxa básica de juros (Selic)</a> ao fim do próximo ano, de 13,50% para 13,25% ao ano.</p>
<p>Para 2027, a projeção da inflação foi mantida em 4,30%. Em 2028, a estimativa recuou de 3,80% para 3,79%.</p>
<h2>PIB e Selic</h2>
<p><strong>A previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) permaneceu em 1,85% para 2026. Para 2027, a expectativa continuou em 1,40%. Em 2028, a estimativa passou de 1,81% para 1,83%.</strong></p>
<p>Já a projeção para a Selic ao fim de 2026 caiu de 13,50% para 13,25% ao ano. <br />Atualmente, a taxa básica de juros encontra-se em 13,75%. Para 2027, a estimativa foi mantida em 12% ao ano. Em 2028, permaneceu em 10,5%.</p>
<p>O mercado também reduziu a estimativa para o dólar para o fim de 2026, de R$ 5,20 para R$ 5,15. Para 2027, recuou de R$ 5,28 para R$ 5,26. Em 2028, permaneceu em R$ 5,30.</p>
<h2>Copom</h2>
<p><strong>A divulgação ocorre no contexto em que o Banco Central tem apontado desaceleração gradual da atividade econômica e manutenção das pressões inflacionárias.</strong></p>
<p>Na <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/ata-do-copom-atribui-corte-da-selic-desaceleracao-da-economia" target="_blank" rel="noopener">última ata</a> do <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/copom" target="_blank" rel="noopener">Comitê de Política Monetária (Copom)</a>, publicada em 22 de setembro, o colegiado avaliou que os efeitos dos juros elevados sobre o crédito e a demanda vêm se acumulando gradualmente, mas ressaltou que as expectativas de inflação permanecem acima da meta.</p>
<p>Dois dias depois, com a publicação do Relatório de Política Monetária (RPM), o BC reduziu de 2% para 1,8% a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/bc-reduz-projecao-de-crescimento-da-economia-para-18" target="_blank" rel="noopener">projeção de crescimento para a economia em 2026</a>, reiterando a avaliação de que a inflação deverá encerrar o próximo ano acima da meta, apesar da desaceleração observada nos índices de preços nos últimos meses.</p>
<h2>Meta</h2>
<p><strong>A meta contínua de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.</strong> Assim, o teto da meta corresponde a 4,5%. A projeção de 5,22% para o IPCA em 2026 permanece acima desse limite.</p>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-522-em-2026/">Mercado eleva previsão da inflação para 5,22% em 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>ANTT publica deliberação para fiscalização dos seguros obrigatórios no transporte rodoviário de cargas</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/antt-publica-deliberacao-para-fiscalizacao-dos-seguros-obrigatorios-no-transporte-rodoviario-de-cargas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 18:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A iniciativa permitirá à ANTT validar a contratação dos seguros RCTR-C, RC-DC e RC-V, exigidos dos transportadores rodoviários de cargas, para fins de inscrição e manutenção do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Conforme já havia noticiado o SETCESP, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) publicou, no Diário Oficial da União desta sexta-feira (9), a Deliberação ANTT nº 293, de 8 de outubro de 2026, que aprova ACT (Acordo de Cooperação Técnica) com a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg) para viabilizar a fiscalização dos seguros obrigatórios no transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>A iniciativa permitirá à ANTT validar a contratação dos seguros RCTR-C, RC-DC e RC-V, exigidos dos transportadores rodoviários de cargas, para fins de inscrição e manutenção do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC).</p>
<p>A deliberação entrou em vigor na data de sua publicação, reforçando a implementação dos mecanismos de controle e fiscalização do cumprimento das obrigações securitárias pelo setor.</p>
<p><em>Marcelo Rodrigues</em><br /><em>Presidente do Conselho Superior e de Administração</p>
<p></em></p></div>
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				<a class="et_pb_button et_pb_button_0 et_pb_bg_layout_dark" href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/deliberacao-antt-n-293-de-8-de-outubro-de-2026-737461337">Leia na íntegra</a>
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		<title>Conexão SETCESP no Grid acelera oportunidades de negócios entre empresas do setor</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/conexao-setcesp-no-grid-acelera-oportunidades-de-negocios-entre-empresas-do-setor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 18:46:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento reuniu parceiros, associados e a piloto da Copa Truck, Bia Figueiredo, para uma noite de networking.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Evento reuniu parceiros, associados e a piloto da Copa Truck, Bia Figueiredo, para uma noite de networking</em></p>
<p>Nas pistas e nas estradas, o desempenho depende de muito mais do que potência. Estratégia, tecnologia e trabalho em equipe são fundamentais para cruzar a linha de chegada.</p>
<p>Foi com este clima que o SETCESP realizou, na noite de 8 de outubro, mais uma edição do evento ‘Conexão’. Desta vez, o encontro aproximou o universo das corridas de caminhões do ambiente de negócios do transporte rodoviário de cargas.</p>
<p>Realizado na sede da entidade, o <strong>Conexão SETCESP no Grid</strong> apresentou soluções para as empresas do setor e proporcionou aos participantes um bate-papo com a piloto Bia Figueiredo.</p>
<p><strong>Novas parcerias </strong></p>
<p>Durante o evento, a<strong><a href="https://www.imlog.com.br/" target="_blank" rel="noopener"> Imlog</a></strong>, escola de negócios voltada ao transporte, e a <strong><a href="https://www.alulo.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Alulo</a></strong>, empresa de locações de veículos e implementos foram recebidas oficialmente como as novas integrantes da rede de fornecedores do SETCESP.</p>
<p>A <a href="https://elstransportes.com.br/" target="_blank" rel="noopener">ELS Transportes</a> também passou a integrar o quadro de associados da entidade e recebeu na ocasião o seu certificado de associação.</p>
<p>A programação contou ainda com um <strong>Circuito de Soluções</strong>, no qual Consórcio Maggi, Tripler, Angel Lira, Prometeon, De Nigris, Imlog e CBA Cestas apresentaram serviços, benefícios exclusivos e condições especiais para os associados da entidade.</p>
<p>A equipe do SETCESP também aproveitou para apresentar os serviços oferecidos aos transportadores. Entre os destaques, estiveram o posto de atendimento da <a href="http://setcesp.org.br/antt/" target="_blank" rel="noopener">ANTT</a> e o <a href="https://setcesp.org.br/recurso-de-multa/" target="_blank" rel="noopener">Setor de Elaboração de Recursos de Multas</a> (SEREM), que avalia a possibilidade de recorrer de penalidades aplicadas pelos órgãos fiscalizadores.</p>
<p><strong>Bia Figueiredo dentro e fora das pistas</strong></p>
<p>Um dos momentos mais aguardados da noite foi o bate-papo com a piloto da Copa Truck, Ana Beatriz Figueiredo, conhecida como Bia Figueiredo.</p>
<p>O presidente do Conselho Superior e de Administração do SETCESP, Marcelo Rodrigues, conduziu uma conversa com Bia, na qual ela relembrou o início da carreira e os desafios de abrir caminho para as mulheres em competições historicamente dominadas por homens.</p>
<p>“No início, foi muito difícil. Precisei aprender a me impor em diversas situações. Depois, passei um período competindo nos Estados Unidos, onde o fato de eu ser mulher não fazia diferença. Quando voltei ao Brasil, já tinha conquistado certa notoriedade. Hoje, por toda a trajetória que construí, sinto que as pessoas me respeitam muito, e ser mulher não muda nada”, contou a piloto.</p>
<p>Quando perguntada por Rodrigues sobre qual mensagem gostaria de deixar para os transportadores, Bia destacou sua admiração pelos profissionais do setor e traçou um paralelo entre os desafios que enfrenta nas pistas e aqueles vividos nas estradas.</p>
<p>“Enquanto, para mim, a pista está livre, vocês precisam lidar com o trânsito, com a carga, com as pessoas ao redor e com todos os desafios de quem empreende no Brasil. Compartilho com vocês uma mesma paixão: temos o diesel correndo nas veias”, disse, entre risos.</p></div>
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				<a class="et_pb_button et_pb_button_1 et_pb_bg_layout_dark" href="https://www.flickr.com/photos/186470182@N05/albums/72177720336080909" target="_blank">Veja as fotos</a>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/conexao-setcesp-no-grid-acelera-oportunidades-de-negocios-entre-empresas-do-setor/">Conexão SETCESP no Grid acelera oportunidades de negócios entre empresas do setor</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Índice de logística do Brasil cai a 49,5 pontos em setembro, menor nível da série</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/indice-de-logistica-do-brasil-cai-a-495-pontos-em-setembro-menor-nivel-da-serie/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 18:02:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204651202</guid>

					<description><![CDATA[<p>Atividade do setor entra em contração em meio à perda de ritmo da produção e à baixa confiança empresarial.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_9 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="entry-excerpt">
<p style="text-align: center;"><em>Atividade do setor entra em contração em meio à perda de ritmo da produção e à baixa confiança empresarial</em></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>O índice de crescimento da logística do Brasil caiu para 49,5 pontos em setembro, ante 50,5 em agosto, e atingiu o menor nível da série histórica, segundo levantamento divulgado na última quarta-feira (7) pelo World Research Institute (WRI).</p>
<p>O indicador é uma medida de difusão em que resultados acima de 50 pontos indicam expansão da atividade e abaixo desse nível, contração. A leitura de setembro, portanto, aponta retração no setor de logística.</p>
<p>A queda de 0,9 ponto foi a mais acentuada entre as 42 economias acompanhadas pelo WRI no mês. O Brasil ficou na <strong>32ª posição no ranking global</strong> e em último lugar entre os cinco países das Américas incluídos no levantamento.</p>
<p>O resultado brasileiro também ficou abaixo dos indicadores regional e global. O índice de logística das Américas marcou <strong>52,6 pontos</strong> em setembro, enquanto o índice mundial ficou em <strong>51,6 pontos</strong>.</p>
<p>Segundo o WRI, a deterioração do indicador brasileiro foi puxada principalmente pela redução do volume de negócios e pela piora da confiança empresarial. A atividade ligada à produção de bens perdeu força, enquanto as empresas reduziram investimentos em um cenário de incertezas relacionadas às eleições e de custo elevado do crédito.</p>
<p>“Os portos brasileiros permaneceram movimentados em setembro, mas o indicador de logística entrou em contração. Os volumes de carga subjacentes recuaram com a perda de força da produção de bens, enquanto a confiança empresarial está muito baixa”, afirmou Stephen Poh, economista-chefe do WRI.</p>
<p>O desempenho ocorre apesar do movimento nos portos. De acordo com o instituto, o volume recorde de cargas manteve a atividade portuária elevada no mês, mas não foi suficiente para compensar a perda de ritmo em outras partes da cadeia logística.</p>
<p>O índice brasileiro vinha próximo da estabilidade nos meses anteriores. Em agosto, havia registrado 50,5 pontos, permanecendo ligeiramente acima da marca de 50 pontos que separa expansão e contração.</p>
<p>O Logistics Growth Index do WRI acompanha mensalmente a atividade do setor de logística em 42 economias. O indicador é calculado como um índice de difusão ponderado pelo Produto Interno Bruto (PIB) e também apresenta resultados agregados por região e para a economia mundial.</p>
<p>A próxima leitura do índice está prevista para 7 de novembro.</p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/indice-de-logistica-do-brasil-cai-a-495-pontos-em-setembro-menor-nivel-da-serie/">Índice de logística do Brasil cai a 49,5 pontos em setembro, menor nível da série</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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