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	<title>Mariana Araujo, Autor em SETCESP</title>
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	<description>Sindicato das empresas de transporte de SP</description>
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	<title>Mariana Araujo, Autor em SETCESP</title>
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	<item>
		<title>Certificado Digital para transportadoras: emita o seu com segurança, praticidade e sem sair da empresa</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/certificado-digital-para-transportadoras-emita-o-seu-com-seguranca-praticidade-e-sem-sair-da-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 18:28:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Certificado Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ele garante autenticidade, segurança e validade jurídica às operações realizadas no ambiente digital.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>O <strong>Certificado Digital</strong> é a identidade eletrônica de pessoas físicas e jurídicas. Ele garante autenticidade, segurança e validade jurídica às operações realizadas no ambiente digital.</p>
<p><strong>Por que o Certificado Digital é indispensável para transportadoras?</strong></p>
<p>Para empresas do transporte rodoviário de cargas, o Certificado Digital é fundamental para diversas obrigações fiscais e operacionais, como:</p>
<ul>
<li>emissão de <strong>Nota Fiscal Eletrônica (NF-e)</strong>;</li>
<li>emissão do <strong>Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e)</strong>;</li>
<li>emissão do <strong>Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e)</strong>;</li>
<li>emissão do <strong>Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT);</strong></li>
<li>envio de <strong>declarações</strong> à <strong>Receita Federal</strong>;</li>
<li>assinatura eletrônica de contratos e documentos com clientes e fornecedores.</li>
</ul>
<p>Sem ele, muitas dessas operações simplesmente não podem ser realizadas.</p>
<p><strong>Emissão 100% online: mais praticidade para sua empresa</strong></p>
<p>No SETCESP, a solicitação do Certificado Digital pode ser realizada via <strong>WhatsApp ou e-mail</strong>, e o processo para obtenção acontece por videoconferência.</p>
<p>Isso significa que é todo o processo pode ser feito remotamente e com agendamento, sem filas, sem deslocamentos.</p>
<p>Além da comodidade, sua empresa conta com uma solução reconhecida no mercado e respaldada por uma entidade de referência no transporte rodoviário de cargas.</p>
<p><strong>Associados ao SETCESP têm ainda mais vantagens</strong></p>
<p>Ser associado ao SETCESP significa contar com diversos benefícios exclusivos. Um deles é a <strong>gratuidade da primeira emissão do Certificado Digital A1 para o CNPJ principal da empresa associada</strong>.</p>
<p>Caso sua empresa ainda não seja associada, também é possível emitir o Certificado Digital no SETCESP, tanto na modalidade A1 quanto na A3, com atendimento especializado.</p>
<p><strong>Solicite abaixo nossa tabela de valores.</strong></p></div>
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				<div class="et_pb_code_inner"><div role="main" id="2026-08-certificado-digital-servicos-46aff9f0dc8d31dd4e15"></div><script type="text/javascript" src="https://d335luupugsy2.cloudfront.net/js/rdstation-forms/stable/rdstation-forms.min.js"></script><script type="text/javascript"> new RDStationForms('2026-08-certificado-digital-servicos-46aff9f0dc8d31dd4e15', 'UA-47404138-1').createForm();</script></div>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p>Modernize a rotina da sua empresa com mais segurança, praticidade e validade jurídica para todas as suas operações digitais. Entre em contato com a equipe do SETCESP:</p>
<ul>
<li><strong>Telefone e WhatsApp:</strong> (11) 2632-1000</li>
<li><strong>E-mail:</strong> certificadodigital@setcesp.org.br</li>
</ul></div>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
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		<item>
		<title>Amanhã: participe do Conexão SETCESP Anos 80&#8217;s</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/amanha-participe-do-conexao-setcesp-anos-80s/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 17:32:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204649240</guid>

					<description><![CDATA[<p>O evento reunirá empresários, transportadores e parceiros comerciais em uma noite dedicada ao networking.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/amanha-participe-do-conexao-setcesp-anos-80s/">Amanhã: participe do Conexão SETCESP Anos 80&#8217;s</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><p class="isSelectedEnd">Amanhã (11), o SETCESP realiza mais uma edição do <strong>Conexão SETCESP</strong>, desta vez com uma temática inspirada nos anos 80. O evento reunirá empresários, transportadores e parceiros comerciais em uma noite dedicada ao networking e à geração de oportunidades para o TRC.</p>
<p class="isSelectedEnd">A programação contará com o <strong>Circuito de Soluções</strong>, espaço em que parceiros apresentarão produtos, serviços e condições especiais para as transportadoras, além de um happy hour temático, com música, decoração inspirada na década e um ambiente ideal para fortalecer relacionamentos e ampliar conexões.</p>
<p><strong>Data:</strong> 11 de agosto (terça-feira)<br /><strong>Horário:</strong> Ás 18h<br /><strong>Local:</strong>  SETCESP</p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_0_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_0 et_pb_bg_layout_dark" href="https://www.sympla.com.br/evento/conexao-setcesp-anos-80/3486442" target="_blank">Garanta seu ingresso</a>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Entenda as mudanças no Piso Mínimo de Frete, CIOT e RNTRC</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/entenda-as-mudancas-no-piso-minimo-de-frete-ciot-e-rntrc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 15:16:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204649232</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quadro comparativo da CNT apresenta as principais alterações e vetos na Lei nº 15.485/2026.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_2 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Quadro comparativo da CNT apresenta as principais alterações e vetos na Lei nº 15.485/2026.</em></p>
<p>A Lei nº 15.485/2026 promove mudanças nas regras do Piso Mínimo de Frete, CIOT e RNTRC. Para facilitar a compreensão das alterações, a CNT elaborou um quadro comparativo entre o texto aprovado no PLV 6/2026, oriundo da MP 1.343/2026, e a redação final da lei, destacando os dispositivos mantidos e os vetos realizados.</p></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_1_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_1 et_pb_bg_layout_dark" href="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/08/CNT-Quadro-comparativo-da-Lei-15.485.2026-e-PLV-6.2026-oriundo-da-MP-1343.2026-1.pdf" target="_blank">Confira o quadro comparativo elaborado pela CNT</a>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Nova legislação atualiza regras do Piso Mínimo de Frete, CIOT e RNTRC</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/nova-legislacao-atualiza-regras-do-piso-minimo-de-frete-ciot-e-rntrc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:47:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SETCESP em Ação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204649207</guid>

					<description><![CDATA[<p>Mudanças incluem novos critérios para definição dos pisos mínimos, maior rigor na fiscalização e novas obrigações para as operações de transporte.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/nova-legislacao-atualiza-regras-do-piso-minimo-de-frete-ciot-e-rntrc/">Nova legislação atualiza regras do Piso Mínimo de Frete, CIOT e RNTRC</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_3 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p style="text-align: center;"><em>Mudanças incluem novos critérios para definição dos pisos mínimos, maior rigor na fiscalização e novas obrigações para as operações de transporte.</em></p>
<p>Publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (6), a Lei nº 15.485/2026 promove alterações na Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas (PNPM).</p>
<p>A nova legislação modifica dispositivos da Lei nº 13.703/2018 e de outras normas relacionadas ao setor, trazendo mudanças na metodologia de cálculo dos pisos mínimos de frete, na obrigatoriedade do CIOT, nos prazos de quitação do frete, nas penalidades por descumprimento e em outros pontos que impactam transportadores, embarcadores e demais agentes da cadeia logística.</p>
<p><strong>Confira as principais mudanças da Lei nº 15.485/2026:</strong></p>
<ol>
<li><strong> Novas definições legais</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Inclusão do conceito de <strong>carga a granel pressurizada</strong>.</li>
<li>Inclusão do conceito de <strong>veículo de carga de pequeno porte</strong> (PBT de até 3.500 kg e capacidade de carga útil superior a 500 kg).</li>
</ul>
<ol start="2">
<li><strong> Critérios para os pisos mínimos de frete</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Determinação de que os pisos mínimos reflitam os <strong>custos operacionais totais</strong>.</li>
</ul>
<ul>
<li>Autorização para a ANTT firmar acordo de cooperação técnica com a <strong>Infra S.A.</strong> para elaboração da planilha dos pisos mínimos de frete.</li>
</ul>
<ol start="3">
<li><strong> Nova metodologia de cálculo dos pisos mínimos</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Ampliação dos critérios considerados, incluindo: distância percorrida; configuração do veículo e quantidade de eixos; capacidade de carga; tipo e características da carga; custos fixos e variáveis da operação; custos com combustível, pneus, manutenção, seguros, salários e demais insumos; indicadores de produtividade e eficiência logística; modalidades específicas de transporte; frotas dedicadas ou fidelizadas; critérios de isonomia e proporcionalidade; outros parâmetros tecnicamente justificados.</li>
</ul>
<ol start="4">
<li><strong> Pisos mínimos diferenciados</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Possibilidade de a ANTT estabelecer pisos específicos conforme: tipo de carga; modalidade operacional; configuração veicular; necessidade de equipamentos especiais; peculiaridades da operação.</li>
<li>Vedação à fixação de valor inferior ao piso mínimo aplicável.</li>
</ul>
<ol start="5">
<li><strong> Reajuste extraordinário dos pisos e atualizações periódicas:</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Obrigatoriedade de atualização dos pisos quando houver variação de <strong>5% ou mais</strong> no preço dos combustíveis, com publicação do reajuste em até <strong>3 dias úteis</strong>.</li>
</ul>
<ul>
<li>Publicação obrigatória dos pisos mínimos em <strong>20 de janeiro</strong> e <strong>20 de julho</strong> de cada ano, com a divulgação da planilha, memória de cálculo, coeficientes, parâmetros e fontes de dados.</li>
</ul>
<ul>
<li>Caso a ANTT não publique a atualização semestral, os pisos serão corrigidos automaticamente pelo <strong>IPCA</strong> (ou índice que o substituir).</li>
</ul>
<ol start="6">
<li><strong> Maior transparência, participação e ferramenta pública de consulta</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Obrigatoriedade de processo técnico e participativo para definição e revisão da metodologia.</li>
<li>Oitiva de transportadores autônomos, transportadoras, cooperativas e embarcadores.</li>
</ul>
<ul>
<li>Obrigação de disponibilizar sistema eletrônico gratuito para consulta e simulação dos pisos mínimos de frete.</li>
</ul>
<ol start="7">
<li><strong> Alteração da indenização por descumprimento</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>A indenização deixa de ser correspondente ao <strong>dobro da diferença</strong> entre o valor pago e o piso mínimo e, passa a ser de <strong>até duas vezes o valor do piso mínimo aplicável à operação</strong>, sem prejuízo das demais sanções administrativas.</li>
</ul>
<ol start="8">
<li><strong> CIOT</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>CIOT continua obrigatório em toda operação de carga, registrando o valor do frete para verificar se respeita o piso mínimo, devendo ser informado e vinculado do MDF-e.</li>
</ul>
<ol start="9">
<li><strong> Prazo de quitação do frete</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>O frete tem que ser pago em no máximo 30 dias úteis, com a forma de pagamento registrada no CIOT.</li>
</ul>
<ol start="10">
<li><strong> Multa de até R$ 1 milhão</strong><strong> </strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Quem pagar abaixo do piso mínimo pode levar multa de até R$ 1 milhão, além de suspensão ou cancelamento do RNTRC.</li>
</ul>
<ol start="11">
<li><strong> Recolhimento direto do INSS</strong><strong> </strong></li>
</ol>
<ul>
<li>O TAC pode recolher a própria contribuição ao RGPS, inclusive quando prestar serviço via pessoa jurí</li>
</ul>
<ol start="12">
<li><strong> Aplicação da tabela de Frete Mínimo para o TAC Agregado</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>As disposições relativas ao pagamento do TAC Agregado deverão ser objeto de regulamentação específica pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que estabelecerá os critérios, procedimentos e demais requisitos necessários à sua efetiva implementação.</li>
</ul>
<ol start="13">
<li><strong> Piso salarial </strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Os acordos e as convenções coletivas de trabalho instituirão piso salarial aplicável ao motorista profissional empregado no transporte rodoviário de cargas que atue em operações de longa distância, assim consideradas aquelas em que o motorista permaneça fora da base da empresa, matriz ou filial, ou de sua residência por período superior a 24 (vinte e quatro) horas, sem prejuízo da estipulação de condições mais favoráveis ao trabalhador.</li>
</ul>
<ol start="14">
<li><strong> Regras de Transição</strong></li>
</ol>
<ul>
<li>Institui um regime de transição para garantir a continuidade jurídica, operacional, fiscalizatória e regulatória.</li>
<li>Mantém válidos, até a regulamentação da lei, os registros, autorizações, cadastros, sistemas, normas e procedimentos vigentes, desde que compatíveis com a nova legislação.</li>
<li>As novas obrigações que dependam de regulamentação, sistemas, integração tecnológica, adequação cadastral, procedimentos ou previsão orçamentária somente serão exigidas após a publicação do respectivo ato regulamentar, com prazo mínimo de adaptação de 60 dias quando houver impacto operacional relevante.</li>
<li>Durante o período de adaptação, as infrações relacionadas apenas a novas obrigações acessórias, cadastrais, tecnológicas ou procedimentais terão caráter prioritariamente orientativo, mediante notificação para regularização, exceto em casos de fraude, dolo, simulação, omissão deliberada, embaraço à fiscalização ou reincidência.</li>
<li>As novas penalidades (suspensão, cancelamento, multas majoradas e restrições operacionais) somente poderão ser aplicadas a fatos ocorridos após a vigência da regulamentação. Infrações anteriores à lei não caracterizam reincidência, reiteração ou contumácia.</li>
<li>Os contratos de transporte em execução deverão ser adequados às novas regras em até 90 dias, preservando-se os direitos adquiridos e as operações já concluídas.</li>
<li>Permanece proibida, em qualquer hipótese, a contratação, registro ou quitação de frete abaixo do piso mínimo aplicável.</li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Proposições legislativas VETADAS:</strong></p>
<ul>
<li>Vetado o dispositivo que aumentava o limite de peso bruto para fiscalização.</li>
<li>Vetado o dispositivo que transformava em advertência as penalidades por descumprimento do piso.</li>
<li>Vetada a anistia aos transportadores e motoristas penalizados pelos bloqueios de vias de 2022. As sanções foram mantidas.</li>
<li>Vetada a conversão em advertência das multas por excesso de peso. A fiscalização de pesagem segue valendo.</li>
<li>Vetadas as diretrizes do Procargas que duplicavam programas já existentes (MOVER e Move Brasil – Caminhões), para evitar sobreposição de políticas públicas.</li>
</ul></div>
			</div><div class="et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_2_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module ">
				<a class="et_pb_button et_pb_button_2 et_pb_bg_layout_dark" href="https://setcesp.org.br/wp-content/uploads/2026/08/2026_08_06_ASSINADO_do1-1.pdf" target="_blank">Leia na íntegra</a>
			</div>
			</div>
				
				
				
				
			</div>
				
				
			</div>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/nova-legislacao-atualiza-regras-do-piso-minimo-de-frete-ciot-e-rntrc/">Nova legislação atualiza regras do Piso Mínimo de Frete, CIOT e RNTRC</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Investimentos em infraestrutura seguem abaixo do necessário, aponta CNT</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/investimentos-em-infraestrutura-seguem-abaixo-do-necessario-aponta-cnt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:40:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204649201</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na publicação O Transporte Move o Brasil, a CNT apresenta propostas para fortalecer a infraestrutura de transporte, ampliar a competitividade e atrair novos investimentos para o país.</p>
<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/investimentos-em-infraestrutura-seguem-abaixo-do-necessario-aponta-cnt/">Investimentos em infraestrutura seguem abaixo do necessário, aponta CNT</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_4 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="col-sm-12 col-md-12 col-lg-12 col-xl-8">
<p class="subtitulo" style="text-align: center;"><em>Na publicação O Transporte Move o Brasil, a CNT apresenta propostas para fortalecer a infraestrutura de transporte, ampliar a competitividade e atrair novos investimentos para o país</em></p>
<p>O crescimento da economia brasileira passa, necessariamente, pela capacidade de o país tornar sua logística mais eficiente. No Brasil, reduzir custos de transporte, integrar as diferentes modalidades e garantir investimentos em infraestrutura significa aumentar a produtividade das empresas. Essa visão permeia os documentos <em>O Transporte Move o Brasil – Propostas da CNT ao País</em> e o <em>Plano CNT de Transporte e Logística 2026</em>. </p>
<p>O <em>Plano CNT</em> aponta a necessidade de R$ 2,03 trilhões em investimentos para viabilizar 2.837 projetos com foco em integração nacional e de mobilidade urbana. Essa necessidade de investimentos equivale a 16% do PIB em 2025. Apesar disso, os investimentos federais em infraestrutura de transporte corresponderam, em média, a apenas 0,15% do PIB ao ano, entre 2015 e 2025. No ano passado, os aportes somaram R$ 16,67 bilhões, o equivalente a somente 0,13% do PIB, reforçando a urgência de se recompor o orçamento público federal e dos governos estaduais e municipais, e ampliar as fontes de financiamento, com ênfase na iniciativa privada. </p>
<p>Hoje, o transporte rodoviário responde por 65,8% da movimentação de cargas no Brasil, percentual superior ao observado em economias de dimensões semelhantes, como Estados Unidos (43%), China (35%) e Austrália (27%). Para a Confederação, esse percentual evidencia a necessidade de ampliar a integração entre rodovias, ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos, tornando a matriz de transporte mais equilibrada. </p>
<p>Nesse cenário, a CNT defende o direcionamento dos recursos obtidos pela União por meio de outorgas onerosas de serviços e infraestrutura de transporte para reinvestimento no próprio setor (aprovação da PEC da Infraestrutura). Além disso, a Confederação também propõe a aplicação de parte dos recursos oriundos da Cide-combustíveis para investimentos públicos federais em infraestrutura de transporte e o veto ao contingenciamento de recursos já autorizados pelo OGU (Orçamento-Geral da União).</p>
<p>Para a ampliação dos investimentos privados, a entidade considera imprescindível o fortalecimento do mercado de capitais, das concessões e das PPPs (parcerias público-privadas), aliado à segurança jurídica e à estabilidade regulatória. Em 2025, as emissões de debêntures incentivadas alcançaram R$ 177,97 bilhões. Desse total, R$ 62,12 bilhões foram destinados ao setor de transporte e logística, demonstrando o protagonismo da infraestrutura de transporte na atração de investimentos privados e o potencial desses instrumentos para financiar projetos estruturantes. A entidade ressalta que previsibilidade regulatória, segurança dos contratos e continuidade das políticas públicas são fatores condicionantes para ampliar os investimentos de longo prazo.</p>
<h4><strong>Planejamento de longo prazo</strong></h4>
<p>Os investimentos em infraestrutura também produzem efeitos que vão além das obras. Estudo da CNT mostra que cada R$ 1 investido pela iniciativa privada em rodovias pode gerar até R$ 4,77 no PIB do setor de transporte em até nove meses, enquanto o mesmo valor aplicado pelo poder público pode gerar até R$ 4,64 em um horizonte de até 18 meses. Os resultados demonstram o efeito multiplicador dos investimentos sobre a atividade econômica. </p>
<p>“Os países que mais crescem são aqueles que conseguem transformar infraestrutura em política de Estado. O Brasil precisa garantir planejamento de longo prazo, segurança jurídica e previsibilidade para investir, integrar as diferentes modalidades e criar um ambiente favorável ao capital privado. O transporte movimenta toda a economia e deve estar no centro da estratégia nacional de desenvolvimento”, afirma o presidente do Sistema Transporte, Vander Costa.</p>
<p>Os estudos da CNT mostram, ainda, que o fortalecimento da infraestrutura amplia diretamente a capacidade produtiva do país. Apenas em 2025, foram movimentadas mais de 1,07 bilhão de toneladas em rodovias, sendo que 75% desse volume foi realizado pelas empresas do transporte rodoviário de cargas. Nas ferrovias, foram movimentadas mais de 554,5 milhões de toneladas úteis; nos portos, mais de 1,4 bilhão de toneladas de mercadorias (exportações e importações). </p>
<p>Além dos investimentos em obras físicas de infraestrutura de transporte, o setor possui outras demandas por investimentos e financiamentos para a melhoria da operação, ganhos de eficiência e ampliação da segurança. Essas demandas incluem a criação e a ampliação de linhas de crédito voltadas à renovação de frotas de caminhões, ônibus, navios, equipamentos de apoio à navegação, locomotivas e material rodante, e aeronaves; à modernização de polos logísticos e à melhoria da conectividade nas vias. O papel de instituições financeiras públicas, especialmente bancos de desenvolvimento, é estratégico tanto na estruturação quanto no financiamento desses projetos. </p>
<p>Para a Confederação Nacional do Transporte, ampliar essa capacidade por meio de investimentos significa reduzir custos para toda a cadeia produtiva, fortalecendo a competitividade das empresas brasileiras. Assim, criam-se as condições para um ciclo sustentável de crescimento econômico e geração de empregos. </p>
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		<title>Em nova redução, Copom baixa taxa Selic para 14% ao ano</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/em-nova-reducao-copom-baixa-taxa-selic-para-14-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:38:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É a quarta redução consecutiva da taxa básica de juros da economia.</p>
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<div class="linha-fina-noticia" style="text-align: center;"><em>É a quarta redução consecutiva da taxa básica de juros da economia</em></div>
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<p><strong>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reduziu nesta quarta-feira (5) em 0,25 ponto percentual a Taxa Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, que passará de 14,25% para 14% ao ano.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698826&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698826&amp;o=node" /></p>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/copom-reduz-taxa-selic-para-1425-ao-ano" target="_blank" rel="noopener"><strong>Esta é a quarta vez consecutiva que o comitê reduz os juros</strong></a>. A decisão foi tomada em reunião na sede do BC, em Brasília.</p>
<p>O BC utiliza a Selic, os juros básicos da economia, como um instrumento para reduzir o ritmo da atividade econômica e, com isso, tentar controlar a inflação.</p>
<p>Quando o juro sobe ou fica alto por muito tempo, o crédito encarece, ficando mais caro para quem compra no cartão, nas parcelas de produtos e no financiamento de imóveis, levando a uma perda de força no consumo.</p>
<p>Quando há redução, a expectativa é de estímulo para a economia e de um menor risco de descontrole nos preços.</p>
<p><strong>Segundo a instituição, o novo ajuste gradual de menos 0,25 ponto é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta no próximo período.</strong></p>
<p>&#8220;Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego&#8221;, informou o BC, em nota.</p>
<p>Sobre o ambiente externo, o <strong>BC voltou a apontar o cenário de indefinição acerca dos conflitos armados no Oriente Médio e da incerteza sobre a política monetária em algumas economias avançadas.</strong></p>
<p>&#8220;Tal cenário exige cautela por parte de países emergentes em ambiente marcado por elevação da volatilidade de preços de ativos e commodities&#8221;, disse o órgão.</p>
<p>Já em relação ao cenário doméstico, o BC reforçou que o conjunto dos indicadores divulgados desde a última reunião &#8220;sugere uma moderação gradual da atividade econômica, embora ainda em patamar resiliente, com sinais mistos entre setores, e mercado de trabalho aquecido&#8221;.</p>
<p>Nas divulgações mais recentes, a inflação cheia desacelerou, mas ainda, observou o BC, segue acima do limite superior da meta, enquanto as medidas subjacentes desaceleraram para patamar ligeiramente abaixo do limite superior da meta.</p>
<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi de 0,06% em julho, ficando 0,35 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa de junho (0,41%). No ano, o IPCA-15 acumula alta de 3,51% e, em 12 meses, de 4,52%, abaixo dos 4,80% observados nos 12 meses imediatamente anteriores.</p>
<p>Em julho de 2025, o IPCA-15 foi de 0,33%. O indicador oficial da inflação é medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A meta para a inflação fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para o período iniciado em janeiro de 2025 é 3%, com intervalo de tolerância de menos 1,50 ponto percentual e mais 1,50 ponto percentual, isto é, de 1,50% a 4,50%.</p>
<p><strong>De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos.</strong></p>
<p>O Copom iniciou o corte dos juros em março, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta a queda da taxa.</p></div>
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		<title>Escassez de caminhoneiros pode elevar fretes e pressionar logística</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/escassez-de-caminhoneiros-pode-elevar-fretes-e-pressionar-logistica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 18:31:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rodovias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Queda no número de motoristas, envelhecimento da categoria e dificuldade para atrair jovens preocupam setor responsável por 65% do transporte de cargas no Brasil.</p>
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<p class="text-lg font-normal group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl" style="text-align: center;" data-single-excerpt="true"><em>Queda no número de motoristas, envelhecimento da categoria e dificuldade para atrair jovens preocupam setor responsável por 65% do transporte de cargas no Brasil</em></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z"><strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">A falta de caminhoneiros no Brasil pode se tornar um dos principais gargalos da logística nacional nos próximos anos.</strong> Em um país onde <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">cerca de 65% das cargas são transportadas por rodovias, a redução da mão de obra ameaça elevar o custo do frete, aumentar os prazos de entrega e limitar a capacidade de atendimento em períodos de maior demanda,</strong> como safras agrícolas e datas de forte consumo.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Levantamento feito pela <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">CNN</strong>, com base nos dados do Ministério dos Transportes, mostra que <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">o número de caminhoneiros em atividade caiu quase 20% nos últimos dez anos.</strong> Dos 27 estados brasileiros, 19 registraram retração no período.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z"><strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">A redução foi mais intensa nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste,</strong> enquanto estados do Norte e Nordeste, como Tocantins e Pará, apresentaram crescimento no número de profissionais.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Representantes do setor afirmam que<strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold"> a escassez é resultado de um conjunto de fatores:</strong> <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">envelhecimento da categoria, falta de renovação geracional, insegurança nas estradas, longos períodos longe da família e remuneração considerada incompatível com as dificuldades da profissão.</strong></span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Além disso, <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">a ausência de perspectivas de crescimento</strong> profissional e salarial e a complexidade e<strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold"> alto custo para a obtenção da carteira</strong> de motorista também foram <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">apontados como entraves para a profissão.</strong></span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Segundo a pesquisadora do Observatório do TCU da FGV Direito SP e advogada associada do escritório Piquet, Malgadi e Guedes Advogados, Mariana Carvalho, <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">essa situação não é exclusiva do Brasil, mas ganha contornos mais graves devido à forte dependência do transporte rodoviário.</strong></span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">“Temos uma matriz extremamente concentrada nas rodovias e, ao mesmo tempo, menos jovens ingressando na profissão. Isso pode trazer impactos para o custo do frete, atrasos e redução da capacidade operacional”, afirmou.</span></p>
<h2 class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 text-2xl my-5 font-bold break-words"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Faltam 250 mil caminhoneiros</span></h2>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">A CNT (Confederação Nacional do Transporte) estima um <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">déficit de cerca de 250 mil motoristas no país.</strong> O presidente da entidade, Vander Costa, apontou que além dos motivos já mencionados, <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">o setor enfrenta ainda a perda de profissionais para outros países, especialmente Portugal,</strong> onde o pagamento em euro se tornou um atrativo para motoristas brasileiros.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Com o intuito de diminuir os impactos da redução de mão de obra,<strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold"> transportadoras têm ampliado a capacidade dos caminhões</strong>, permitindo assim levar a mesma quantidade de carga mesmo com menos profissionais.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Vander Costa, afirmou que, além dessa medida, a entidade adotou programas de qualificação e apoio à obtenção das categorias D e E da CNH. Disse ainda que desde as mudanças nas regras para a emissão da carteira de motorista o custo para qualificar esses profissionais baixou.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Além disso, o presidente destacou premiações para caminhoneiros da ativa e <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">contratação de venezuelanos que vieram para o Brasil como uma forma de incentivo e atração de novos profissionais.</strong></span></p>
<h2 class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 text-2xl my-5 font-bold break-words"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Profissões alternativas</span></h2>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z"><strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">Outro desafio é a concorrência com outras ocupações.</strong> Segundo o assessor técnico da NTC&amp;Logística, Lauro Valdivia, muitos motoristas têm migrado para atividades como transporte por aplicativo e construção civil, em busca de melhores condições de trabalho e maior proximidade da família.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Ele apontou ainda que <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">a dificuldade para obter a habilitação necessária</strong> &#8211; categorias D e E -, <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">o tempo necessário disposto para conseguir a carteira e o alto custo da CNH são fatores de desânimo para novos profissionais.</strong></span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Nesse sentido, o presidente da Associação Catarinense dos Transportadores Rodoviários de Cargas, Janderson Maçaneiro, conhecido como Patrola, também falou sobre o aumento no leque das opções de profissões para os caminhoneiros.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Inclusive, apontou que um dos motivos pelos quais a perda de profissionais aconteceu majoritariamente no Sul e Sudeste pode ter relação justamente com a oferta de empregos de fácil entrada nos aplicativos de carona.</span></p>
<h2 class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 text-2xl my-5 font-bold break-words"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Gerenciamento de risco</span></h2>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">No entanto, Patrola, disse que <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">o gerenciamento de risco adotado por seguradoras é o principal fator de dificuldade para a entrada e permanência dos profissionais na atividade.</strong> Segundo ele, <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">restrições como a impossibilidade de levar familiares ou aprendizes nas viagens afastam os motoristas</strong> e impedem a formação de uma nova geração de profissionais.</span></p>
<p class="selectable-text copyable-text x15bjb6t x1n2onr6 my-5 break-words group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl"><span class="selectable-text copyable-text xkrh14z">Esse sistema, segundo Patrola, <strong class="group-&#091;.isActiveSource&#093;:text-xl group-&#091;.isActiveSource&#093;:font-bold">também impede a contratação de motoristas que possuam registros negativos ou processos judiciais, mesmo quando sem relação com a atividade profissional.</strong></span></p>
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		<title>Pamcary lança Anuário de Riscos do Transporte Rodoviário de Cargas – 1º semestre de 2026</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/pamcary-lanca-anuario-de-riscos-do-transporte-rodoviario-de-cargas-1o-semestre-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:21:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Parceria SETCESP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://setcesp.org.br/?p=204649178</guid>

					<description><![CDATA[<p>A iniciativa reforça o compromisso da Pamcary em contribuir para um mercado mais seguro, eficiente e previsível, por meio da disseminação de informações qualificadas e do uso estratégico de dados.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_section et_pb_section_7 et_section_regular" >
				
				
				
				
				
				
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				<div class="et_pb_text_inner"><p><span style="font-weight: 400;">A Pamcary, por meio da sua iTorre, disponibilizou a edição do Anuário de Riscos – 1º semestre de 2026, publicação que reúne análises, indicadores e tendências sobre o cenário do transporte rodoviário de cargas no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Baseado em milhões de viagens gerenciadas e milhares de sinistros monitorados, o material apresenta um panorama atualizado dos principais riscos que impactam o setor, oferecendo informações estratégicas para transportadores, embarcadores e demais profissionais da cadeia logística.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os destaques desta edição estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Principais riscos e indicadores por região do país;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Tendências observadas no transporte rodoviário de cargas no primeiro semestre de 2026;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Insights para prevenção de ocorrências e apoio à tomada de decisão;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Análises fundamentadas em inteligência de dados.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A iniciativa reforça o compromisso da Pamcary em contribuir para um mercado mais seguro, eficiente e previsível, por meio da disseminação de informações qualificadas e do uso estratégico de dados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O anuário já está disponível para consulta e pode ser acessado pelo link:</span></p>
<p><a href="https://anuarioriscospamcary.my.canva.site/1-sem-2026"><span style="font-weight: 400;">https://anuarioriscospamcary.my.canva.site/1-sem-2026</span></a><span style="font-weight: 400;"> </span></p></div>
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<p>O post <a href="https://setcesp.org.br/noticias/pamcary-lanca-anuario-de-riscos-do-transporte-rodoviario-de-cargas-1o-semestre-de-2026/">Pamcary lança Anuário de Riscos do Transporte Rodoviário de Cargas – 1º semestre de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://setcesp.org.br">SETCESP</a>.</p>
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		<title>Summit 2026: Levantamento inédito apoia o setor na implementação dos pilares ESG</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/summit-2026-levantamento-inedito-apoia-o-setor-na-implementacao-dos-pilares-esg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:14:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo de Materialidade do Setor Rodoviário aponta descarbonização e busca por eficiência energética como ações prioritárias.</p>
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<p class="subtitulo" style="text-align: center;"><em>Estudo de Materialidade do Setor Rodoviário aponta descarbonização e busca por eficiência energética como ações prioritárias</em></p>
<p>O setor transportador tem na transição ambiental e na eficiência energética alguns dos principais desafios para avançar em sua agenda ESG. É o que aponta o <em>Estudo de Materialidade do Setor de Transporte Rodoviário</em>, divulgado nesta terça-feira (4), em São Paulo, no primeiro dia do SEST SENAT Summit 2026.</p>
<p>O levantamento identifica prioridades comuns ao setor. No transporte rodoviário, essa leitura é especialmente importante diante da amplitude da agenda ESG e da diversidade de desafios que envolvem a atividade. O levantamento inédito oferece referências para orientar decisões e a construção de programas e indicadores.</p>
<p>Para chegar aos resultados, o Estudo partiu de uma lista de 30 temas potencialmente relevantes para o transporte, complementada pela análise de padrões ESG, do ambiente regulatório e de tendências relacionadas à atividade transportadora. Desses, 10 temas foram classificados como de alta relevância, com destaque para descarbonização e eficiência energética.</p>
<h3><strong>Agenda conectada</strong></h3>
<p>Os resultados revelam uma agenda ESG conectada, que reúne questões ambientais, sociais e de governança. Além dos temas relacionados à transição ambiental, o Estudo destaca: saúde, segurança e qualidade de vida dos trabalhadores do transporte; formação, desenvolvimento e retenção de profissionais; gestão integrada; qualidade e segurança no atendimento aos usuários; governança corporativa; condições de trabalho dignas em toda a cadeia produtiva; relações governamentais, regulamentação e políticas públicas; e ética, integridade e <em>compliance</em>.</p>
<p>&#8220;A agenda ESG do transporte é ampla e envolve diferentes dimensões da atividade. A materialidade nos ajuda a olhar para esse conjunto de temas de forma estratégica, identificando as prioridades que são comuns ao setor e que podem orientar decisões e ações concretas. É um ponto de partida para transformar sustentabilidade em gestão e fortalecer a capacidade do setor de responder aos desafios do presente e do futuro&#8221;, afirma Nicole Goulart, diretora executiva nacional do SEST SENAT.</p>
<p>O estudo constitui um ponto de partida para que empresas, entidades e os demais atores do ecossistema do transporte compreendam seus impactos, reconheçam riscos e oportunidades e avancem na construção de uma agenda de sustentabilidade conectada à gestão e à realidade do setor.</p>
<p>Conheça o documento na íntegra, no <a href="https://cnt.org.br/documento/bd73d0a6-2f6c-4e08-835d-ac7d091b7be9" target="_blank" rel="noopener">site da CNT</a>.</p>
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		<title>Emplacamentos de veículos cresceram 10% em julho</title>
		<link>https://setcesp.org.br/noticias/emplacamentos-de-veiculos-cresceram-10-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Mariana Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 19:11:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este foi o 3º melhor mês de julho da história, diz Fenabrave.</p>
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				<div class="et_pb_text_inner"><div class="header-noticia full-width">
<div class="linha-fina-noticia" style="text-align: center;"><em>Este foi o 3º melhor mês de julho da história, diz Fenabrave.</em></div>
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<p><strong>No mês de julho, o emplacamento de veículos cresceu 10,17% em relação a julho do ano passado e 3,31% em relação a junho, com um total de 504.574 unidades vendidas.</strong> Isso engloba a venda de automóveis, comerciais leves (picapes e furgões), ônibus, caminhões, motos e implementos rodoviários [como reboques e carrocerias].<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698638&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698638&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), este foi o terceiro melhor mês de julho da história.</strong></p>
<p>“Estamos vivendo um ano com resultados positivos nos segmentos de maior volume, principalmente, no varejo de automóveis, comerciais leves e motocicletas. Além do Programa Carro Sustentável, observamos que a demanda por mobilidade, renovação de frota e investimento permanecem, e a competição entre marcas continua favorecendo a oferta de mais produtos no mercado”, disse Arcelio Junior, presidente da Fenabrave.</p>
<p>Quando se considera apenas o segmento de automóveis e comerciais leves, o crescimento foi 2,02% sobre junho e 15,54% em julho de 2025, com 265.695 unidades vendidas. <strong>Para o presidente da Fenabrave, esse crescimento é resultado principalmente do programa Carro Sustentável, que reduz as alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos carros mais leves e sustentáveis. Segundo a entidade, os modelos incluídos nesse programa registram números 29,4% superiores ao período antes de sua implementação.</strong></p>
<p>Já o segmento de caminhões, que vinha em uma sequência de quedas, apresentou uma reação em julho deste ano, com crescimento de 18,89% sobre junho e 7,16% sobre julho do ano passado. <strong>“A recuperação é resultado, principalmente, do Programa Move Brasil, etapas 1 e 2. Por ser um segmento ligado ao PIB (Produto Interno Bruto &#8211; soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país) e desenvolvimento industrial e do agronegócio, o transportador avalia bem o mercado antes de comprar e acaba renovando sua frota quando enxerga demanda, capacidade de pagamento e segurança para assumir um financiamento de longo prazo”, disse Arcelio Junior.</strong></p>
<p>O segmento de ônibus, por sua vez, apresentou um pequeno crescimento em julho na comparação com junho, representando 4,26%, mas continua em queda na comparação anual (-2,32%). Isso, segundo Arcelio Junior, é reflexo da falta de programas governamentais para esse setor. “No início do ano, o segmento chegou a registrar retração de quase 25% em relação a 2025. A diferença caiu de forma gradual e consistente a partir do segundo bimestre, com a implantação da segunda fase do Move Brasil, que incluiu R$ 2 bilhões em crédito para financiar ônibus”.</p>
<p><strong>O setor de motocicletas, por sua vez, demonstrou alta, com crescimento de 2,55% sobre junho e 3,11% sobre julho do ano passado.</strong></p>
<h2>Expectativa</h2>
<p>A Fenabrave manteve expectativa de crescimento nos emplacamentos para o fechamento deste ano. A previsão é que o setor, como um todo, deverá crescer em torno de 8,6% neste ano, com mais de 5,3 milhões de unidades comercializadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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