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Reunião da Diretoria Adjunta de Recursos Humanos abordou os exames toxicológicos
13 de Abril de 2016 – 08h23 horas / SETCESP

Em sua última reunião, realizada em 07/04, a Diretoria Adjunta de Recursos Humanos contou com a palestra dos especialistas Dr. Luis Henrique Soares da Silva e Dra. Cristina Azevedo sobre os exames toxicológicos.  O tema tem sido amplamente discutido, já que sua obrigatoriedade está prevista na Lei 13.103/2015 e entrará em vigor a partir de 17 de abril.

 

Em sua palestra, a Dra. Cristina explicou que cabelo é utilizado porque cresce em média 1cm por mês e, neste processo, armazena drogas e metabólitos que circulam na corrente sanguínea. Portanto, são necessários 3 centímetros de cabelo para analisar a janela de detecção exigia que é de 90 dias. Caso a pessoa não tenha o mínimo necessário de 3cm, uma alternativa é a realização do exame por meio dos pelos corporais.

 

“É importante que as pessoas saibam como funciona o exame e tirem as dúvidas sobre sua realização para que ele tenha credibilidade”, comentou a Dra. Cristina.

 

“Mais importante que submeter o motorista à realização do exame é conscientizá-lo sobre os perigos do uso de entorpecentes, pois isso não afeta somente a esfera profissional, mas, também, a familiar e social”, comentou Ducimara Salathiel, Diretora Adjunta de Recursos Humanos.

 

Para o participante da reunião Ricardo de Oliveira Sales, da Extramila Transportes, muitos dos acidentes acontecem devido ao uso de álcool e drogas. “Isso gera um impacto negativo ao setor de transporte e à sociedade em geral e, com a obrigatoriedade dos exames, este índice tende a cair”, comentou.

 

 

Dr. Luis Henrique Soares da Silva – Advogado com mais de 20 anos de experiência na área empresarial. Pós graduado em direito tributário pela PUC / SP. Diretor jurídico do Grupo Buonny.

 

Dra. Cristina Azevedo – Diretora Comercial da ChromaTox. É graduada em Farmácia e Bioquímica pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). Atuou na área de produção na indústria farmacêutica, trabalhou no Laboratório de Controle Antidopagem do Jockey Club de São Paulo, onde adquiriu vasta experiência em análises cromatográficas, espectrometria de massas e ensaios imunológicos. Em razão desse trabalho, ingressou na área de bioequivalência e participou da implantação do Laboratório Bioanalítico do Instituto Nacional de Câncer (Inca). A executiva é sócia fundadora da ChromAnalysis e da ChromaTox. Em decorrência do seu trabalho foi selecionada para participar do Curso "10.000 Mulheres: Empreendedorismo e Novos Negócios", patrocinado pelo Banco Goldman Sachs e Fundação Getúlio Vargas.

 

 
 

 


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